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56- A FUNÇÃO DO ANODO GIRATÓRIO É:
(A) CONCENTRAR O CALOR FORMADO NO ANÓDIO
(B) DIMINUIR O TEMPO DE EXPOSIÇÃO
(C) AUMENTAR A QUANTIDADE DE RAIOS X NA UNIDADE DO TEMPO
(D) AUMENTAR A PENETRAÇÃO DO FEIXE PRIMÁRIO
(E) DISSIPAR O CALOR ORIGINÁRIO DO CHOQUE DE ELÉTRONS QUE VÊM DO CATODO
57- A RADIAÇÃO PROVENIENTE DO CHOQUE DO FEIXE PRIMÁRIO COM O CORPO DO PACIENTE É 
DENOMINADA:
(A) DE RADIAÇÃO SECUNDÁRIA
(B) DE EFEITO ANÓDICO
(C) DE EFEITO TERMO-IÔNICO
(D) RADIAÇÃO QUÂNTICA
(E) EFEITO FOTO-ELÉTRICO
GABARITO:
55 – A 
56 – E
57 - A 
58- O OBJETIVO DE GRADE POTTER BUCKY É:
(A) DIMINUIR O KV
(B)FILTRAR A RADIAÇÃO SECUNDÁRIA IMPEDINDO QUE ALCANCE A PELÍCULA RADIOGRÁFICA
(C) DIMINUIR A DISTÂNCIA FOCO-FILME
(D) AUMENTAR O TEMPO DE EXPOSIÇÃO
(E) REDUZIR O mAS
59- O EFEITO ANÓDIO PODE SER UTILIZADO NO EXAME:
(A) DOS OSSOS DO CARPO
(B) DO TORNOZELO
(C) DA BACIA
(D) DO JOELHO EM PERFIL
(E) DA COLUNA DORSAL
60- A SUBSTÂNCIA QUE É ENCONTRADA NO FIXADOR E NO REVELADOR É O:
(A) SULFITO DE SÓDIO
(B) ÁCIDO ACÉTICO
(C) BROMETO DE POTÁSSIO
(D) HIPOSSULFITO DE SÓDIO
(E) CARBONATO DE SÓDIO
GABARITO:
58 – B 
59 – E
60 - A 
61- A POTÊNCIA IDEAL PARA UMA LÂMPADA DE SEGURANÇA DE UMA CÂMARA ESCURA ESTÁ 
COMPREENDIDA ENTRE:
(A) 1,5 WATTS A 3 WATTS
(B) 6,5 WATTS A 10 WATTS
(C) 15 WATTS A 20 WATTS
(D) 20 WATTS A 40 WATTS
(E) 40 WATTS A 60 WATTS
62- EM UM EXAME DE SEIOS MAXILARES UTILIZOU-SE A SEGUINTE TÉCNICA RADIOGRÁFICA: 70KV, 
120 mAS E DISTÂNCIA FOCO-FILME DE 1 METRO. FOI NECESSÁRIO COMPLEMENTAR COM UMA 
RADIOGRAFIA LOCALIZADA, USANDO-SE UM CONE DE EXTENSÃO. A MODIFICAÇÃO 
NECESSÁRIA NA TÉCNICA ORIGINAL FOI:
(A) AUMENTAR A DISTÂNCIA
(B) DIMINUIR 7 KV
(C) AUMENTAR 10 KV
(D) DIMINUIR O mAS
(E) AUMENTAR O 7 KV
63- A TEMPERATURA AMBIENTAL IDEAL PARA UMA CÂMARA ESCURA ESTÁ COMPREENDIDA 
ENTRE:
(A) 10ºC E 15ºC
(B) 13ºC E 17ºC
(C) 18ºC E 24ºC
(D) 25ºC E 27ºC
(E) 18ºC E 44ºC
GABARITO:
61 – B 
62 – E
63 - C 
64- EM UM PACIENTE COM UMA BOTA GESSADA RECENTE (ÚMIDA), A MODIFICAÇÃO DE TÉCNICA 
RADIOGRÁFICA QUE SE DEVE UTILIZAR É:
(A) AUMENTAR A DISTÂNCIA FOCO-FILME
(B) DIMINUIR O KV E O mA
(C) AUMENTAR O TEMPO DE EXPOSIÇÃO
(D) AUMENTAR CERCA DE 12 KV
(E) AUMENTAR CERCA DE 25 KV
65- O RESULTADO DA DIFERENÇA NA INTENSIDADE DOS RAIOS X, SEGUNDO O ÂNGULO DE 
EMISSÃO, DESDE O PONTO FOCAL, É DEFINIDO COMO:
(A) EFEITO FOTO-ELÉTRICO
(B) EFEITO COMPTON
(C) RADIAÇÃO MOLE
(D) FEIXE PRIMÁRIO
(E) EFEITO ANÓDIO
66 – EM RADIOLOGIA, SEGUNDO O BONTRAGER, DENSIDADE É DEFINIDA COMO:
(A) GRAU DE CLAREAMENTO DA RADIOGRAFIA CONCLUÍDA
(B) GRAU DE NITIDEZ DAS ESTRUTURAS NA RADIOGRAFIA
(C) GRAU DE ENEGRECIMENTO DA RADIOGRAFIA CONCLUÍDA
(D) GRAU DE BORRAMENTO DAS ESTRUTURAS NA RADIOGRAFIA
(E) GRAU DE SENSIBILIDADE ÓPTICA DAS ESTRUTURAS NÃO RADIOGRAFADAS 
GABARITO:
64 – D 
65 – E
66 - C 
67- PARA PROTEÇÃO RADIOLÓGICA DO TÉCNICO, AS PRINCIPAIS MEDIDAS QUE SEMPRE DEVEM 
SER TOMADAS SÃO:
(A) FILTRAÇÃO CORRETA, COLIMAÇÃO, USO DE DOSÍMETRO, AVENTAL E LUVAS DE PROTEÇÃO, 
ECRANS DE ALTA VELOCIDADE, TÉCNICAS DE MENOR KV E LIMITAR AO MÁXIMO POSSÍVEL 
SUA EXPOSIÇÃO E MÍNIMA REPETIÇÃO DE EXAMES;
(B) LIMITAR AO MÍNIMO A SUA EXPOSIÇÃO, USAR DOSÍMETRO, NUNCA FICAR NA FRENTE DO FEIXE 
PRIMÁRIO OU ÚTIL NO CASO DE CONTENÇÃO DO PACIENTE, SEMPRE USAR LUVAS E 
AVENTAIS DE CHUMBO, FILTRAÇÃO CORRETA, TÉCNICAS DE MAIOR KV E ECRANS DE ALTA 
VELOCIDADE E MÍNIMA REPETIÇÃO DE EXAMES; 
(C) FILTRAÇÃO CORRETA, COLIMAÇÃO, USO DE DOSÍMETRO, AVENTAL E LUVAS DE PROTEÇÃO, 
ECRANS DE BAIXA VELOCIDADE, TÉCNICAS DE MAIOR KV E LIMITAR AO MÁXIMO POSSÍVEL 
SUA EXPOSIÇÃO E MÍNIMA REPETIÇÃO DE EXAMES;
(D) LIMITAR AO MÍNIMO A SUA EXPOSIÇÃO, USAR DOSÍMETRO, NUNCA FICAR NA FRENTE DO FEIXE 
PRIMÁRIO OU ÚTIL NO CASO DE CONTENÇÃO DO PACIENTE, SEMPRE USAR LUVAS E 
AVENTAIS DE CHUMBO, FILTRAÇÃO CORRETA, TÉCNICAS DE MENOR KV E ECRANS DE ALTA 
VELOCIDADE E MÍNIMA REPETIÇÃO DE EXAMES;
(E) FILTRAÇÃO CORRETA, COLIMAÇÃO, USO DE DOSÍMETRO, AVENTAL E LUVAS DE PROTEÇÃO, 
ECRANS DE BAIXA VELOCIDADE, TÉCNICAS DE MENOR KV, E LIMITAR AO MÁXIMO POSSÍVEL A 
SUA EXPOSIÇÃO E MÍNIMA REPETIÇÃO DE EXAMES.
GABARITO:
67 – B 
68- OS COMPONENTES DO FILME RADIOGRÁFICO SÃO:
(A) UMA SUSPENSÃO FIXADA NUMA BASE PLÁSTICA QUE CONTÉM, EM EMULSÃO, CRISTAIS DE 
PRATA EM MATERIAL GELATINOSO;
(B) UMA SUSPENSÃO FIXADA NUMA BASE SÓLIDA QUE CONTÉM, EM EMULSÃO, CRISTAIS DE 
CLORETO DE PRATA EM MATERIAL GELATINOSO;
(C) UMA EMULSÃO FIXADA NUMA BASE PLÁSTICA QUE CONTÉM, EM SUSPENSÃO, CRISTAIS DE 
CLORETO DE PRATA EM MATERIAL GELATINOSO;
(D) UMA EMULSÃO FIXADA NUMA BASE DE PLÁSTICO QUE CONTÉM, EM SUSPENSÃO, CRISTAIS DE 
BROMETO DE PRATA EM MATERIAL GELATINOSO;
(E) UMA EMULSÃO FIXADA NUMA BASE SÓLIDA COMPOSTA DE PEQUENOS GRÃOS DE PRATA 
METÁLICA QUE CONTÉM, EM SUSPENSÃO, UM MATERIAL GELATINOSO.
69- A FUNÇÃO DA GRADE COLOCADA ENTRE O FILME E O PACIENTE É:
(A) EVITAR QUE OS RAIOS X INCIDAM NA TELA FLUORESCENTE EMITINDO LUZ VERDE;
(B) EVITAR QUE OS RAIOS X INCIDAM NO FILME COM CLORETO DE PRATA EMITINDO LUZ VERDE 
INDESEJADA;
(C) IMPEDIR A RADIAÇÃO ESPALHADA PELO FILME E QUE CHEGA AO PACIENTE CAUSANDO PERDA 
DE CONTRASTE;
(D) REDUZIR A RADIAÇÃO ESPALHADA PELO PACIENTE E QUE CHEGA AO FILME CAUSANDO PERDA 
DE CONTRASTE;
(E) REDUZIR A RADIAÇÃO ESPALHADA PELO PACIENTE E QUE CHEGA AO FILME CAUSANDO PERDA 
DA DENSIDADE.
GABARITO:
68 – D 
69 – D
70- SÃO ESTRUTURAS ENCONTRADAS NO NÚCLEO ATÔMICO:
(A) PRÓTONS E ELÉTRONS 
(B) NEUTRONS E ELÉTRONS
(C) PRÓTONS E NEUTRONS
(D) ELÉTRONS E PÓSITRONS
(E) SOMENTE ELÉTRONS
71- UM ÁTOMO ESTÁVEL TEM:
(A) O NÚMERO DE PRÓTONS MAIOR QUE O NÚMERO DE ELÉTRONS 
(B) O NÚMERO DE PRÓTONS O DOBRO DO NÚMERO DE ELÉTRONS
(C) O NÚMERO DE PRÓTONS IGUAL AO NÚMERO DE ELÉTRONS
(D) O NÚMERO DE PRÓTONS MENOR QUE O NÚMERO DE ELÉTRONS
(E) O NÚMERO DE PRÓTONS DUAS VEZES MAIOR QUE O NÚMERO DE ELÉTRONS
72- NÚMERO ATÔMICO É:
(A) O NÚMERO DE ELÉTRONS DO ÁTOMO
(B) O NÚMERO DE NEUTRONS DO ÁTOMO
(C) O NÚMERO DE PRÓTONS DO ÁTOMO
(D) A SOMA DO NÚMERO DE PRÓTONS COM O NÚMERO DE NEUTRONS
(E) A SOMA DO NÚMERO DE PRÓTONS COM O NÚMERO DE ELÉTRONS
GABARITO:
70 – C 
71 – C
72 - C 
73- NÚMERO DA MASSA ATÔMICA É:
(A) A SOMA DO NÚMERO DE ELÉTRONS COM O NÚMERO DE NEUTRONS
(B) A SOMA DO NÚMERO DE ELÉTRONS COM O NÚMERO DE PRÓTONS 
(C) A SOMA DO NÚMERO DE PRÓTONS COM O NÚMERO DE NEUTRONS
(D) O NÚMERO DE NEUTRONS DO ÁTOMO
(E) O NÚMERO DE ELÉTRONS DO ÁTOMO
74- QUANDO RETIRAMOS ELÉTRONS DO ÁTOMO PRODUZIMOS:
(A) CALOR
(B) RADIAÇÃO CORPUSCULAR BETA MAIS (B
+
) 
(C) ÍONS
(D) EQUILÍBRIO ATÔMICO
(E) ULTRASOM
75- QUAL A CARGA ELÉTRICA DO NÚCLEO ATÔMICO?
(A) NEGATIVA 
(B) POSITIVA 
(C) NULA
(D) ORA POSITIVA, ORA NEGATIVA
(E) ORA NULA, ORA NEGATIVA
GABARITO:
73 – C 
74 – C
75 - B 
76- UM BOM CONDUTOR DE ELETRICIDADE TEM:
(A) NENHUMA RESISTIVIDADE
(B) MUITA RESISTIVIDADE
(C) POUCA RESISTIVIDADE
(D) IMPEDE TOTALMENTE A PASSAGEM DA CORRENTE ELÉTRICA
(E) ALTERNÂNCIA ENTRE NENHUMA E TOTAL RESISTIVIDADE
.
77- A UNIDADE DE MEDIDA DA TENSÃO ELÉTRICA É:
(A) AMPÉRE
(B) VOLT
(C) OHM
(D) METRO
(E) ROENTGEN
78- O ELEMENTO INDISPENSÁVEL A UM APARELHO DE RAIOS X, QUE TEM POR FINALIDADE 
TRANSFORMAR A CORRENTE ALTERNADA EM CONTÍNUA, CHAMA-SE:
(A) CATODO
(B) CAPA ENFOCADORA
(C) TRANSFORMADOR
(D) RETIFICADOR
(E) ANODO
GABARITO:
76 – C 
77 – B
78 - D 
79- A MILIAMPERAGEM É MEDIDA ATRAVÉS DO:
(A) KILOVOLTÍMETRO
(B) AMPERÍMETRO
(C) VOLTÍMETRO
(D) MILIAMPERÍMETRO
(E) TIMER
80- A MELHOR CORRENTE ELÉTRICA PARA UTILIZAÇÃO NA PRODUÇÃO DE RAIOS X, APÓS

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