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Apol 2 Aspectos das humanidades na Ed Fisica

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Questão 1/5 - Aspectos das Humanidades na Educação Física
Considere o extrato de texto: 
“Talvez poucos filósofos tenham sido tão citados e, ao mesmo tempo, tão pouco estudados na educação física como Merleau-Ponty. ‘Eu sou meu corpo’ – a frase famosa ecoa como uma palavra de ordem que muitos repetem sem compreendê-la bem”. 
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: BETTI, M.; KUNZ, E.; ARAUJO, L. C. G.; GOMES-DA-SILVA, E.. Por uma didática da possibilidade: implicações da fenomenologia de Merleau-Ponty para a Educação Física. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, Campinas, v. 28, n. 2, p. 39-53, jan. 2007. p. 42. 
Considerando o extrato de texto e os conteúdos do texto-base Fenomenologia e Educação Física: uma revisão dos conceitos de corpo e motricidade sobre a compreensão do corpo pela fenomenologia, é correto afirmar que:
Nota: 20.0
	
	A
	A fenomenologia condena a percepção do corpo como uma máquina ou objeto, em qualquer circunstância.
	
	B
	O movimento de se conhecer o funcionamento orgânico do corpo é o objetivo da fenomenologia.
	
	C
	A compreensão de corpo pela fenomenologia refuta o entendimento das ciências positivistas.
	
	D
	A fenomenologia apresenta o corpo na esfera da existência, na condição de corpos vivos.
Você acertou!
Comentário: “Perceber o corpo como uma máquina, ou um objeto, não pode ser considerado um erro. Partindo de determinada situação histórica, houve um movimento de se conhecer o funcionamento orgânico do corpo. Todavia, o corpo como objeto de estudo ultrapassa diversas áreas do conhecimento, [...] Então, por que considerá-lo apenas numa perspectiva orgânica? Neste sentido, vamos buscar fundamentos na fenomenologia de Maurice Merleau-Ponty (1908-1961) por diferir seu entendimento do corpo das ciências positivistas, sem refutá-lo. Para este filósofo, [...] rompe-se com a ideia de objeto de estudo e o apresenta na esfera da existência, em nossa condição de sermos corpos vivos” (texto-base, p. 210).
	
	E
	Para a fenomenologia de Maurice Merleau-Ponty, o corpo é um objeto de estudo.
Questão 2/5 - Aspectos das Humanidades na Educação Física
Leia o excerto de texto a seguir:
“A originalidade epistemológica de Le Boulch foi o fato de ter aplicado o modelo piagetiano de acomodação dos esquemas às respostas sensório-motoras na ação, destacando a análise do esquema corporal e das sensações cinestésicas chamadas por ele de ‘inteligência motriz’”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: SILVA, C. G. L. S.; ANDRIEU, B.; NÓBREGA, T. P. A psicocinética de Jean Le Boulch e o conhecimento do corpo na Educação Física. Movimento, Porto Alegre, v. 24, n. 3, p. 1041-1054, jul./set. 2018. p. 1043.
Considerando o excerto de texto e os conteúdos do texto-base Fenomenologia e Educação Física: uma revisão dos conceitos de corpo e motricidade sobre esquema corporal, é correto afirmar que:
Nota: 20.0
	
	A
	Em associação com o tempo, esquema corporal refere-se às relações do corpo com o passado, o presente e o futuro.
	
	B
	Esquema corporal está ligado à realização da existência do corpo em sua função geral, que existe e é acessível à doença.
	
	C
	Esquema corporal refere-se à ocupação do corpo no espaço, ligado ao mundo e percebendo-o pelas experiências a partir de seus gestos.
Você acertou!
Comentário: Esta é a resposta correta porque “O que nos remete diretamente ao esquema corporal, que condiz ao ‘sistema de equivalências’, ou seja, a ocupação do corpo no espaço, respondendo à solicitação do mundo, intencionando-o, relacionando-se com ele a partir dos seus gestos, movimentos, e percebendo-o por meio desta experiência.” (texto-base Fenomenologia e Educação Física: uma revisão dos conceitos de corpo e motricidade, p. 212-3).
	
	D
	Em se tratando da abordagem cultural, esquema corporal é a expressão que o corpo faz da linguagem em si.
	
	E
	Esquema corporal é o meio pelo qual a aprendizagem humana acontece, especialmente pela imaginação e a intuição.
Questão 3/5 - Aspectos das Humanidades na Educação Física
Atente para a afirmação: 
“Para compreender em detalhes o campo político/burocrático, faz-se necessário resgatar a gênese do próprio campo burocrático, para compreensão do seu desenvolvimento histórico. Segundo Bourdieu [...], eis porque não há instrumento de ruptura mais poderoso do que a reconstrução da gênese: ao fazer com que ressurjam os confrontos e disputas dos primeiros momentos, bem como os possíveis excluídos, ela reatualiza a possibilidade de que houvesse sido de outro e, por meio dessa utopia prática, recoloca em questão o possível que se concretizou entre todos os outros”. 
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: STAREPRAVO, F. A.; MARCHI JÚNIOR, W. Políticas Públicas de esporte no Brasil: uma leitura a partir da noção de (sub)campo. Pensar a prática, v. 18, n. 4, p. 959-970, out./dez. 2015. p. 961. 
Considerando a afirmação e os conteúdos do texto-base (Re)pensando as políticas públicas de esporte e lazer: a sociogênese do subcampo político/burocrático do esporte e lazer no Brasil sobre o início da organização do esporte no Brasil, é correto afirmar que:
Nota: 20.0
	
	A
	As práticas esportivas foram introduzidas no país com a chegada dos portugueses em 1500.
	
	B
	A intervenção do Estado brasileiro no esporte foi gradual, se efetivando nas primeiras décadas do século XX.
Você acertou!
Comentário: “Nesse contexto, a primeira etapa da trajetória política do esporte no Brasil inicia-se, segundo Linhales [...], ainda no século XIX, quando o esporte chega com a influência europeia. Desse momento até o início da década de 1930, observa-se uma efetiva autonomia da sociedade para se organizar esportivamente. A autonomia relativa da sociedade em organizar-se esportivamente acaba sendo uma característica central do esporte brasileiro em sua origem. A intervenção do Estado brasileiro vai se efetivando, de forma lenta e gradual, nas primeiras décadas do século XX. Segundo Linhales [...], por volta de 1904, o governo estimulou o futebol em substituição à capoeira, identificada como crime ou prática social desviante” (texto-base, p. 44).
	
	C
	Na história política esportiva do Brasil, o Estado sempre interveio nas práticas realizadas pela população.
	
	D
	A primeira intervenção do Estado no esporte foi na promoção da capoeira, por ser uma prática genuína brasileira.
	
	E
	O esporte surgiu como uma prática das classes mais pobres, que somente foi incorporada pela elite no século XXI.
Questão 4/5 - Aspectos das Humanidades na Educação Física
Atente para a afirmação: 
“[...] seguindo o movimento mais geral da política, houve a emergência do subcampo político/burocrático do esporte, composto por inúmeras instituições, agentes e objetos em disputa. [...] Mais recentemente, ganha espaço no subcampo o processo de espetacularização das políticas públicas, em especial por meio da realização dos megaeventos esportivos”. 
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: STAREPRAVO, F. A.; MARCHI JÚNIOR, W. Políticas Públicas de esporte no Brasil: uma leitura a partir da noção de (sub)campo. Pensar a prática, v. 18, n. 4, p. 959-970, out./dez. 2015. p. 967. 
Considerando a afirmação e os conteúdos do texto-base (Re)pensando as políticas públicas de esporte e lazer: a sociogênese do subcampo político/burocrático do esporte e lazer no Brasil sobre o campo esportivo brasileiro na década de 1940, é correto afirmar que:
Nota: 20.0
	
	A
	Foi um período de fortalecimento das relações de dependência tutelada pelo Estado com o esporte.
Você acertou!
Comentário: “A década de 1940, para o campo esportivo no Brasil, é, portanto, crucial. Se, por um lado, é possível afirmar que essa etapa acolheu um verdadeiro processo de popularização e massificação do esporte, apoiado pelo Estado, por outro, vale destacar que tal processo

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