Mini relatório - Termoquímica
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Mini relatório - Termoquímica


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DEPARTAMENTO DE QUÍMICA - DQ
 
RELATÓRIO DO EXPERIMENTO 14
TERMOQUÍMICA
VICTOR HUGO NUNES CANTALINO
PEDRO SÉRGIO NEVES TRINDADE
Fevereiro /2019
Salvador /BA
1. APRESENTAÇÃO
Este relatório descreve as atividades desenvolvidas por Victor Hugo Nunes Cantalino e Pedro Sérgio Neves Trindade, alunos do curso de Química - Integrado do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, no âmbito da parte experimental da disciplina Química II prática, durante a 4o unidade do ano letivo de 2018.
Serão descritos os resultados, as observações, os cálculos, as discussões e as conclusões referentes ao experimento intitulado Termoquímica.
Salvador, 26 de Fevereiro de 2019.
_______________________________
Victor Hugo Nunes Cantalino
_______________________________
Pedro Sérgio Neves Trindade
1. RESULTADOS E DISCUSSÕES
	
PARTE 1: Processos endotérmicos e exotérmicos
Tabela 1. Resultados obtidos na PARTE 1: Processos endotérmicos e exotérmicos
	Tubo de ensaio
	Equação química da reação
	T inicial
	T final
	\u2206T
	Tipo de processo
	1
	NaOH(s) + H2O(l)
	25°C
	30°C
	+5°C
	Exotérmico
	2
	NH4Cl(s) + H2O(l)
	24°C
	23°C
	-1°C
	Endotérmico
	3
	H2SO4(aq)+H2O(l)
	23°C
	25°C
	+2°C
	Exotérmico
	4
	Na2S2O3.5 H2O(s) +H2O(l)
	26°C
	23°C
	-3°C
	Endotérmico
	5
	HCl(aq)+ Al(s)
	29,5°C
	40,8°C
	+11,3°C
	Exotérmico
	6
	H2SO4(aq) + Zn(s)
	30°C
	35°C
	+5°C
	Exotérmico
Tubo de ensaio 1: NaOH(s) + H2O(l)
	A temperatura inicial de 3mL de água no tubo de ensaio era de 25°C. Quando adicionou-se uma pequena porção de NaOH(s) foi possível identificar por meio de um termômetro a variação máxima de +5°C, logo a temperatura máxima atingida na dissolução foi de 30°C, portanto, infere-se que se trata de um processo exotérmico pois apresenta aumento da temperatura do sistema. 
	Durante a dissolução, ocorre a quebra das ligações entre as partículas que constituem o soluto, formando os íons Na+(aq) e OH-(aq), sendo que esta etapa é considerada uma etapa endotérmica já que é necessário um fornecimento de energia para promover a quebra dessas ligações formando os íons em solução. A segunda etapa a ser considerada é a solvatação dos íons pelas moléculas de água, interação soluto-solvente que ocorre com liberação de energia, ou seja, se trata de uma etapa exotérmica. 
	Como é possível observar o aumento de temperatura durante o processo, pode-se afirmar que a energia liberada na etapa de solvatação é maior que a energia absorvida na quebra das ligações do soluto, indicando que a dissolução do NaOH(s) em água se trata de um processo exotérmico[1].
Tubo de ensaio 2: NH4Cl(s) + H2O(l)
	A temperatura inicial de 3mL de água no tubo de ensaio era de 24°C. Quando adicionou-se uma pequena porção de NH4Cl(s) foi possível identificar por meio de um termômetro a variação máxima de -1°C, logo a temperatura máxima atingida na dissolução foi de 23°C, portanto, infere-se que se trata de um processo endotérmico pois apresenta diminuição da temperatura do sistema. 
	Durante a dissolução, ocorre a quebra das ligações entre as partículas que constituem o soluto, formando os íons NH4+(aq) e Cl-(aq), sendo que esta etapa é considerada uma etapa endotérmica já que é necessário um fornecimento de energia para promover a quebra dessas ligações formando os íons em solução. A segunda etapa a ser considerada é a solvatação dos íons pelas moléculas de água, interação que ocorre com liberação de energia, ou seja, se trata de uma etapa exotérmica. 
	Como é possível observar a diminuição de temperatura durante o processo, pode-se afirmar que a energia liberada na etapa de solvatação é menor do que a energia absorvida na quebra das ligações do soluto, portanto a energia liberada na solvatação (interação soluto-solvente) não é suficiente para ultrapassar a energia que foi absorvida durante a quebra das ligações, e com isso se retira energia da vizinhança, o que indica que a dissolução do NH4Cl(s) em água se trata de um processo endotérmico[1].
Tubo de ensaio 3: H2SO4(aq)+H2O(l)
	A temperatura inicial de 3mL de água no tubo de ensaio era de 23°C. Quando adicionou-se uma pequena porção de H2SO4(aq) foi possível identificar por meio de um termômetro a variação máxima de +2°C, logo a temperatura máxima atingida na diluição foi de 25°C, portanto, infere-se que se trata de um processo exotérmico pois apresenta aumento da temperatura do sistema. 
	Durante a mistura, ocorrem interações entre as partículas que constituem o ácido sulfúrico, os íons 2H+(aq) e SO42-(aq) com as moléculas de água, liberando energia. Como é possível observar o aumento de temperatura durante o processo, pode-se afirmar que este processo libera ainda mais energia na interação entre as partículas do ácido e as moléculas de água, indicando que a diluição do H2SO4(aq) em água se trata de um processo exotérmico[1].
Tubo de ensaio 4: Na2S2O3.5 H2O(s) +H2O(l)
	A temperatura inicial de 3mL de água no tubo de ensaio era de 26°C. Quando adicionou-se uma pequena porção de Na2S2O3.5 H2O(s) foi possível identificar por meio de um termômetro a variação máxima de -3°C, logo a temperatura máxima atingida na dissolução foi de 23°C, portanto, infere-se que se trata de um processo endotérmico pois apresenta diminuição da temperatura do sistema. 
	Durante a dissolução, ocorre a quebra das ligações entre as partículas que constituem o soluto, formando os íons 2Na+(aq) e S2O3-(aq), sendo que esta etapa é considerada uma etapa endotérmica já que é necessário um fornecimento de energia para promover a quebra dessas ligações formando os íons em solução. A segunda etapa a ser considerada é a solvatação dos íons pelas moléculas de água, que ocorre com liberação de energia, ou seja, se trata de uma etapa exotérmica. 
	Como é possível observar a diminuição de temperatura durante o processo, pode-se afirmar que a energia liberada na etapa de solvatação é menor do que a energia absorvida na quebra das ligações do soluto, portanto a energia liberada na solvatação (interação soluto-solvente) não é suficiente para ultrapassar a energia que foi absorvida durante a quebra das ligações, e com isso se retira energia da vizinhança, o que indica que a dissolução do Na2S2O3.5 H2O(s) em água se trata de um processo endotérmico[1].
Tubo de ensaio 5: HCl(aq)+ Al(s)
	A temperatura inicial de 3 mL da solução a 6 mol/L de HCl no tubo de ensaio era cerca de 29,5°C. Quando adicionou-se uma pequena porção de Al(s) foi possível identificar por meio de um termômetro a variação máxima de +11,3°C, logo a temperatura máxima atingida na dissolução foi cerca de 40,8°C, portanto, infere-se que se trata de um processo exotérmico pois apresenta aumento da temperatura do sistema. 
	Durante a reação, ocorre a interação entre as partículas que constituem o ácido, os íons H+(aq) e Cl-(aq), com o Al(s). Como houve aumento de temperatura na vizinhança é possível afirmar que estas interações entre metal e ácido, onde há liberação de energia, possui maior energia do que a energia consumida para quebrar as interações do Al(s), indicando que a reação do Al(s) com HCl(aq) se trata de um processo exotérmico[1].
Tubo de ensaio 6: H2SO4(aq) + Zn(s)
	A temperatura inicial de 3mL solução a 6 mol/L de H2SO4 no tubo de ensaio era de 30°C. Quando adicionou-se uma pequena porção de Zn(s) foi possível identificar por meio de um termômetro a variação máxima de +5°C, logo a temperatura máxima atingida na dissolução foi de 35°C, portanto, infere-se que se trata de um processo exotérmico pois apresenta aumento da temperatura do sistema. 
	Durante a reação, ocorre a interação entre as partículas que constituem o ácido, os íons 2H+(aq) e SO42-(aq), com o Zn(s). Como houve aumento de temperatura na vizinhança é possível afirmar que estas interações entre metal e ácido, onde há liberação de energia, possui maior energia do que a energia consumida para quebrar as interações do Zn(s), indicando que