FICHA DE LEITURA FRASES SIMPLES E COMPLEXA
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FICHA DE LEITURA FRASES SIMPLES E COMPLEXA


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Afonso de Afonso Munguambe 
Ficha de leitura sobre frases simples e complexas 
Curso de Licenciatura a Ensino de Biologia
Universidade Pedagógica
Massinga
2018
Afonso de Afonso Munguambe 
Ficha de leitura sobre frases simples e complexas 
Trabalho
 
de 
elaboração
 de ficha de leitura
.
 
Cadeira
 de TELP, 
a ser apresentado ao Departamento de Ciências Naturais e Matemát
ica, para fins avaliativos. 
Docente: 
Jonas 
Manhice
 
Docente: Jonas Manhice 
Universidade Pedagogica 
Massinga 
2018
	Referencia bibliográfica: OLIVEIRA, Luísa & LEONOR, Sardinha. Saber Português Hoje \u2013 Gramática Pedagógica da Língua Portuguesa. 3ª Edição. Lisboa. Didáctica Editora.2005 
	Livro científico
	Tema: Fases Simples e Complexas 
	
	Pg.
	Resumo ou notas
	Obs.
	
111 a 115
	Fases Simples
É aquela constituída por uma e única oração, pois, ela contem um verbo, principal ou copulativo. 
Ex1:O rapaz anda pelo jardim. Aqui temos um verbo intransitivo (anda). 
Ex2 : O rapaz é perspicaz. Temos aqui verbo copulativo (é).
Fases Complexas 
Frase complexa é aquela que é constituída por duas ou mais orações. Apresenta, portanto, mais do que um predicado e muitas vezes mais do que um sujeito. A frase complexa é constituída por duas ou mais frases simples (orações) que estão ligadas entre si por dois processos: Coordenação ou Subordinação.
O dia esta bonito e não há nuvens. Frase complexa - coordenação 
O dia esta bonito porque não há nuvens. Frase complexa \u2013 subordinação 
As orações coordenadas podem ser ligadas pelas conjunções ou locuções coordenativas e as subordinadas articuladas por conjunções ou locuções subordinativas, por pormenores relativos ou interrogativos e ainda por advérbios interrogativos. 
Coordenação das orações 
Estas, são ligadas por conjunção ou locução coordenativa e cada uma delas mantém uma certa autonomia. 
Ex: O Clencio leu livro. Entregou-mo 
Nestas frases, as conjunções ou locações coordenativas estabelecem determinadas relações de coordenação entre as orações: adição, oposição, alternativa, conclusão. 
Classificação das orações coordenadas 
Copulativas. Relação de adição (comprou a bola e jogou de imediato; nem comprou a bola nem a jogou) 
Adversativas. Relação de oposição ou contraste (comprou a bola mas não a jogou)
Disjuntivas. Relação de alternativa (ou jogas tu a bola ou jogo eu)
Conclusivas. Relação de conclusão (compraste a bola, portanto jaga-a)
As coordenadas podem ser: 
Sindéticas. Ligadas por conjunções ou locuções coordenativas.
Assindéticas. A conjunção não esta expressa
Subordinação das orações 
Estas, são dependentes da outra, a subordinante, desempenha em relação a esta uma determinada função sintáctica. 
Classificação das orações subordinadas 
Essas orações desempenham uma determinada função sintáctica em relação à subordinante: sujeito, complemento directo, atributo, complemento circunstancial. Elas podem ser: 
Substantivas. A subordinada desempenha um papel de sujeito, complemento directo, predicado do sujeito. 
Dividem se: 
Substantivas completivas conjuncionais (ou integrantes): Completam o sentido da subordinada. Usadas em conjunções subordinativas completivas. (que)
Ex: é possível que amanha não verta.
Substantivas completivas interrogativas indirectas: São introduzidas por um elemento interrogativo (se, que, qual, quem, como, onde, quanto) ou por elemento omisso.
Ex: pergunto se queres vir com migo 
Substantivas relativas (sem antecedente): Usa se pronome ou quantificador relativo. 
Ex: quem procura sempre apanha. 
As orações substantivas também podem ser infinitivas. 
Adjectivas: Tem função modificadora própria do adjectivo. 
Podem ser: adjectivas relativas (com antecedente). Tem um sentido adverbial (causa, consequência, concessão, fim)
Ex: da forma que ele criou é insustentável. 
Estas, por sua vez classificam se como explicativa e restritiva. 
Oração relativa explicativa. Mais informação é acrescido em relação ao antecedente sem que haja modificação no sentido fundamental da frase apôs ser suprimida. 
Ex: sem perceber a criança que chorava, o pai aproximou. 
Oração relativa restritiva. Precisa a ideia contida no antecedente. 
Ex: dá me aquele pão que esta sobre a mesa. 
Adverbias 
São modificadores da frase ou do verbo. 
Tem função sintáctica de um complemento circunstancial em relação à subordinante de que dependem ou a um constituinte desta oração. 
Pela essência da relação existente entre a oração subordinada e a subordinante, assim a subordinada pode ser: 
Casual. Exprime motivo do acontecimento expresso na subordinante. 
Final. Exprime propósito, a intenção da realização da acção expressa na subordinante
Temporal. Estabelece uma referência temporal em relação à qual a subordinante é interpretada
Concessiva. Exprime um facto que contrasta com a situação expressa na subordinante. 
Condicional. Exprime a condição de que depende a acção expressa na oração subordinante. 
Em relação ao sentido essas podem ser: Reais (factuais), Hipotéticas e Irreais (contrafactuais). 
Comparativa. Comparação, relação de quantidade ou qualidade entre os factos expressos na subordinante e na subordinada.
Consecutiva. Exprime a consequência de um facto apresentado na oração subordinante. 
Esta, é enunciada pelos seguintes elementos: tão, tal, tanto, tamanho (ou equivalente). 
	Para não mudar o sentido da informação, nalgumas notas copiou se tal como no livro.