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Guia Completo da Cor

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puro)
embaixo, a 10 (branco puro) no alto . Os ramos
estão dividid os em graus iguais, co meça ndo em
zero no cent ro, para cores neutras (cinza) e
radiand o a núm eros tão altos quanto 20 ou mais.
G raças à escala ilimitada, até mater iais
fluorescentes podem encont rar seu lugar
verd adeiro.
Uma cor de Munsell é especificada pela
not ação HV/ C, em que H é o matiz, V o valor e
C o crema, o u saturação . Para torn ar as
especificações mais fáceis de ler, o núm ero do
matiz é acompanhado pela inicial (ou iniciais) do
prin cipal matiz precedente.
46 parte Dl. definições
47
0.9 x 1.0
capítulo 03. os sistemasde cor
1.0
Y
0.9
Abaixo: Oespaçocor el EXYZ, baseado
em parte notrabalhode Munsell, é o
modelocientificodepercepçãoda cor
mais largamente adotadoaté hoje, e a
basedogerenciamento dacorem
sistemasdigitais modernos.
Assim, um vermel ho vivo ser ia 5R M 1ol. A not ação muda
para as co res neut ras: o matiz é dado co mo N , e o crom áé
omitido; pormnto, uma tinta preta poderia ser 1\'1/.
A árvo re de ,\I unsell é ext remamente útil para fabricantes,
artistas, ilustradores e designers, e forma a base de muitos sistemas
de especificação de cor de padrões industriais. Sua única
desvantagem é que a seleção real das cores na árvo re se
deve tanto ao julgamento subjetivo de ,\ Iunsell quanto ao seu
método científico.
Entretanto, o tra balho de ,\ Iunsell influenciou uma
abo rdagem alramen re científica para modelagem da cor no espaço,
empree ndida pela Comissão Internacional de Iluminação (cuja
abreviação é C IE, parn Commission Internationale de I'Éclairage).
Uma série de experimentos estabeleceu a resposm de um
"observador-padrão" - um Senhor ,\ Iédio de percepção de cor,
digam os - a estímulos de cor, e isto foi usado para planejar o
espectro visível em um diagrama tr idime nsional (XYZ). Como a
árvore de ,\ Iunsell, o result ado é uma forma esquisita, meio inchada.
O model o C IE ago ra suste nta a maior parte das descrições
técnicas de cor, incl uindo o manuseio de imagen s color idas por
computado res e aparelhos digitais como máqu inas forognificas,
escânere s e impressoras. Embora ainda imp erfeito, prende
finnemenre dado valor numérico a uma co r medid a co m precisão.
Infelizmente, () model o é absoluta mente inútil para o artista.
/12/ 10/8
5R
/ 6
5R 5YR 5Y 5GY 5G 58G 58 5P8 5P 5RP 5R
JJ
JJJJ
JIIII I I
I I IIIIIIIIIIII IIII
/4
-------- CHROMA--------
/2
a e abaixo: Embora a árvore
seUseja difícil de
zir em sua plena glória,
osbidimensionaisfornecem
anjode cores lógico e fácil
preender. Osistema é
ente usadopara
ícação e referência para
se designers e por
ntes de pigmentos
os,materiais e
entos.
3
famoso da Alemanha, atribuiu içrual importância a seu trabalho na teoria da cor.
.. . - - - - .. . .I' I·
da cor, ill!e ele colocou em Rrática em suas composições. Ele não era o Iximeiro nem o último teórico
da COt a escolher essa abordagem. Goethe, mais conhecido como o Roeta, teatrólogo e escritor mais
PRETO
Positivo: Sofisticação, glamour,
segurança, segur ança emocio naL.
eficiência, substâ ncia.
Negativo: Opressão, fr ieza, ameaça ,
angú stia.
AMARELO
Posit ivo: Otimism o, confiança, auto-
estima, ext roversão , força emoci onal,
simpatia, cr iatividade.
Negativo: Irr acionalidade, medo,
fragilid ade emociona l, depr essão,
ansiedade, suicídio.
e sensação de ]ung. Ela traba lhou co m o
Insti tu to da C or e da Ima gem da U nivers idade
de Derby para incorporar o sistema em um
pacote de so ftwa re.
Os princípios b:ísicos e os conse lhos da
Colo ur Affect s são de óbvio valor pr ático par a
design ers . \ Vright avisa, por exem plo, qu e
forma , leiaute e t ipo de letra são co ns iderado s
co m freqüência primeiro , no desenho da
embalagem, mas o consumidor provavelm ente
se r á mais influen ciado pela cor. As descrições
textuais dos grupos de co r c suas assoc iações ,
disponíveis em www.co lour-affects.co .uk ,
podem ser útei s ao con siderar as respost as
prováveis a um esquema de cor.
VIOLETA
Positivo: Consciência espi rit ual,
refreame nto, visão, luxo, autenticidade,
verdade, qualidade.
Negativo: Introversão, decadência,
supressão, inferior idade.
VERDE
Positivo: Harmonia, equilíbrio, frescor,
amor universal , repouso, restauração,
reconforto, consciência ambiental,
equil íbrio, paz.
Negat ivo: Tédio, estagnação,
desinteresse, abatimento.
Abaixo: O test e dos cartõ es
colorido s do professor Max
Lüscher é largam ente usado por
psicólogos. embora seja também
muito cri ticado. Se você digitar
"Lüscher" em um a ferramenta
de busca, encontrará vários
sites que aprese ntam o test e.
O teste oficia l de Lüscher é
descrito e comercializado em
www.luscher -col or.com.
MARROM
Positivo: Seriedade, calor, nat ureza,
natura lida de, confiabilidade, apoio.
Negativo: Falta de humor , angústia, falta
de sofisticação.
VERMELHO
Positivo: Coragem física, força,
calor, energia, sobrevivência básica,
"lute ou fuja", estimulação,
masculinid ade, agitação.
Negativo: Desafio, agress ão, impacto
visual, te nsão.
Pod e-se conjet urar se os res u ltados são sign ifica tivos ou
voc ê po de julgar por si mesmo, fazendo o teste . Várias
- interativas es tão disponíveis on- Iine, embora nenh uma
.ido auto rizada por Lüscher. Para designers,
larmente os que trabalham co m marcas corporativas,
·illg. embalagens e interiores , o que interessa é co mo a
- ta o hu mor e as escolhas do obse rvador. Isso é explo rado
-viços de co nsu ltoria de cor. Um dos mai s influentes é a
Affec ts, fund ada no s anos 1980 por Angela \ Vr ight,
de Tb e Beginn er's Guide to Colour Psycbology [Guia
logia da cor par a principi ant es] (C olo ur Affects
. 1998). O sistema de \ Vrigh t de quat ro gru pos de cores
a tipos de pe rso na lida de lem bra os qu at ro elemen to s de
les, os quatro hu mores de H ipócr ates e Ga leno, e as
predo minantes" do pensament o, sent imento, intuição
uívo: Inteli gência, comu nicação,
nça, eficiência, serenidade, dever,
. frescor, reflexão, calma.
tivo: Frieza, alt ivez, falta de
.âo,antipatia.
.' o: Neutra li dade psicológica.
ivo; Fal ta de confiança, desânimo,
_ ssâo, hiber nação, falta de energia.
capitulo 03. os sistemasde cor 49
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