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Doenças V e Anticoncepcional

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SÃO JUDAS TADEU CAMPUS UNIMONTE
ALINE NORONHA DE MEDEIROS 
DANILA DA SILVA SANTOS
JÉSSICA MOREIRA PAZ 
JULIANA DOS SANTOS
MYRIAM RIBEIRO SANTOS
NORMA LIMA CARMO NAKAMOTO
RENATA VICENTE DA SILVA
ROSÂNGELA DE MACEDO
INCIDÊNCIA DE POSSÍVEIS COMPLICAÇÕES VASCULARES COM O USO DE ANTICONCEPCIONAIS ORAIS À BASE DE PROGESTERONA E/OU ESTROGÊNIO 
Santos/SP
2018
SÃO JUDAS TADEU CAMPUS UNIMONTE
ALINE NORONHA DE MEDEIROS 
DANILA DA SILVA SANTOS
JÉSSICA MOREIRA PAZ 
JULIANA DOS SANTOS
MYRIAM RIBEIRO SANTOS
NORMA LIMA CARMO NAKAMOTO
RENATA VICENTE DA SILVA
ROSÂNGELA DE MACEDO
INCIDÊNCIA DE POSSÍVEIS COMPLICAÇÕES VASCULARES COM O USO DE ANTICONCEPCIONAIS ORAIS À BASE DE PROGESTERONA E/OU ESTROGÊNIO 
Trabalho Interdisciplinar Dirigido apresentado ao Centro Universitário Monte Serrat como exigência parcial para a aprovação das disciplinas do Curso de Biomedicina.
Orientador: Profº. Doutor Rogério Correa Peres.
Santos/SP 
2018
SÃO JUDAS TADEU CAMPUS UNIMONTE
ALINE NORONHA DE MEDEIROS 
DANILA DA SILVA SANTOS
JÉSSICA MOREIRA PAZ 
JULIANA DOS SANTOS
MYRIAM RIBEIRO SANTOS
NORMA LIMA CARMO NAKAMOTO
RENATA VICENTE DA SILVA
ROSÂNGELA DE MACEDO
INCIDÊNCIA DE POSSÍVEIS COMPLICAÇÕES VASCULARES COM O USO DE ANTICONCEPCIONAIS ORAIS À BASE DE PROGESTERONA E/OU ESTROGÊNIO 
Trabalho Interdisciplinar Dirigido apresentado ao Centro Universitário Monte Serrat como exigência parcial para a aprovação das disciplinas do Curso de Biomedicina.
Orientador: Profª. Doutor Rogério Correa Peres.
BANCA EXAMINADORA 
_______________________________________________________________ Nome do examinador: 
Titulação: 
Instituição: 
_______________________________________________________________ Nome do examinador: 
Titulação: 
Instituição:
Local: Centro Universitário Monte Serrat – UNIMONTE
Data da aprovação: ____/____/______
LISTA DE ILUSTRAÇÕES
Figura 1 – TC do crânio de paciente com 60 anos de idade com isquemia..............15
Figura 2 – Área de Wernicke e Broca........................................................................18
Figura 3 – AVE Isquêmico e Hemorrágico.................................................................19
Figura 4 – Funcionamento da bexiga.........................................................................27
LISTA DE TABELAS
Tabela 1 – Perfil sociodemográfico............................................................................34
Tabela 2 – Correlação da IU com AVE......................................................................34
LISTA DE QUADROS
Quadro 1 – Escala de coma de Glasgow...................................................................16
Quadro 2 – Complicações..........................................................................................23
Quadro 3 – Perfil sociodemográfico...........................................................................27
Quadro 4 – Correlação da Incontinência Urinária no AVE.........................................33
LISTA DE GRÁFICOS
Gráfico 1 – Perfil sociodemográfico IU com AVE.......................................................34
Gráfico 2 – Correlação da IU com AVE......................................................................34
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
AVE		Acidente Vascular Encefálico 
AVC		Acidente Vascular Cerebral 
OMS		Organização Mundial de Saúde
AVEi		Acidente Vascular Encefálico Isquêmico 
HSA		Hemorragia Subaracnóidea 
HIP		Hemorragia Intraparenquimatosa 
AVE’s		Acidentes Vasculares Cerebrais 
AIT		Ataque Isquêmico Transitório
AVEh		Acidente Vascular Encefálico Hemorrágico 
HAS		Hipertensão Arterial Sistêmica 
RMN		Ressonância Magnética Nuclear 
TM		Tomografia Computadorizada 
ECG		Eletrocardiograma 
CEP		Comitê de Ética em Pesquisa
SAME		Serviço de Arquivo Médico
IU		Incontinência Urinária 
SUMÁRIO
RESUMO	10
INTRODUÇÃO	11
1.	OBJETIVOS	12
1.1	OBJETIVO GERAL	12
1.2	OBJETIVOS ESPECÍFICOS	12
2.	JUSTIFICATIVA	13
3.	DOENÇAS VASCULARES (RENATA – FALTA TERMINAR)	14
3.1	FISIOLOGIA DAS DOENÇAS CARDIOVASCULARES (NORMA - OK)	14
3.1.1	Mecanismos de Controle Hemostásico	14
3.2	A CASCATA DA COAGULAÇÃO	15
3.2.1	Formação do Tampão Plaquetário	16
4.	CAUSAS DAS DOENÇAS VASCULARES (ROSÂNGELA - OK)	19
4.1	SINAIS E SINTOMAS DAS DOENÇAS VASCULARES	19
5.	DIAGNÓSTICO DA DOENÇA VASCULAR (DANILA - OK)	21
5.1	DIAGNÓSTICOS COMPLEMENTARES NAS DOENÇAS VENOSAS	23
6.	TRATAMENTO DE DOENÇAS VASCULARES	24
6.1	TELANGIECTASIAS E VEIAS RETICULARES	24
6.1.1	Veias Varicosas	24
6.1.2	Angioplastia	25
7.	HORMÔNIOS NA ANATOMIA HUMANA (JÉSSICA - OK)	26
7.1	ESTRÓGENOS	27
7.1.1	PROGESTERONA	27
7.2	CONTRACEPTIVOS ORAIS	29
7.3	MÉTODOS CONTRACEPTIVOS	30
8.	EFEITOS DOS HORMÔNIOS SINTÉTICOS NO ORGANISMO FEMININO (JULIANA - OK)	33
8.1	INFLUÊNCIAS HORMONAIS NO SISTEMA CIRCULATÓRIO	35
8.2	FASES DO CICLO MENSTRUAL	36
9.	METODOLOGIA	38
10.	RESULTADOS E DISCUSSÃO	39
11.	CONSIDERAÇÕES FINAIS	40
12.	REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS	41
RESUMO
O contraceptivo hormonal é o método mais utilizado para a prevenção de gestações não planejadas, mas também pode ser indicado para tratamentos hormonais e até mesmo para fins estéticos. Os contraceptivos hormonais estão disponíveis em várias formulações e vias de administração, como oral, intramuscular, implantes subdérmicos, transdérmicos, vaginal e associado à sistema intrauterino, e atuam no bloqueio da ovulação. Os contraceptivos orais são os mais utilizados pelas mulheres e são apresentados de duas maneiras diferentes: na forma combinada, a qual consiste na associação entre um estrogênio e um progestógeno ou pode ser de forma isolada, que contém apenas o componente progestógeno. Apesar de este método trazer benefícios para a mulher, o seu uso prolongado e indiscriminado pode aumentar os riscos para o desenvolvimento de diversas doenças cardiovasculares, como por exemplo, trombose, acidente vascular encefálico e infarto do miocárdio. A trombose consiste na formação de um trombo no interior dos vasos sanguíneos, ocasionando uma oclusão total ou parcial do vaso. No Brasil, pesquisas apontam que as doenças do sistema circulatório, incluindo a trombose, estão em terceiro lugar em questão de incidência e cerca de 170 mil pessoas sofrem com o tromboembolismo. Os trombos podem ocorrer tanto nas veias como nas artérias, porém as tromboses venosas são mais frequentes, além disso, acometem de 80 a 95% os membros inferiores. Além do uso de contraceptivos hormonais, outros fatores podem favorecer a ocorrência de trombose venosa, como, idade avançada, imobilização prolongada dos membros, pacientes submetidos a traumas, obesidade, falência cardíaca, varizes, predisposição genética, tabagismo, fase final da gestação e puerpério e dentre outros. Por isso, é de extrema importância que essas informações a respeito dessa temática sejam disponibilizadas a população no intuito de minimizar os efeitos colaterais dos contraceptivos hormonais, além de ressaltar a necessidade do acompanhamento médico.
Palavras-chave: Contraceptivo oral. Estrogênio. Progestógeno. Trombose. Mulheres.
INTRODUÇÃO
 
O organismo da jovem mulher é amplo em transformações acometido pela maturação fisiológica, principalmente entre a idade infanto-juvenil e a idade adulta. O que torna uma fase de transição e devidos às numeras transformações podendo ou não acarretar problemas com uma gravidez não desejada. Dentre os métodos contraceptivos observam-se os hormonais orais como os mais conhecidos, bem como os mais utilizados em especial entre adolescentes. Embora haja quem mostre o conhecimento sobre contracepção como adequado, outros