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Automação residencial utilizando Arduino e Android - TCC

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1 
 
ANHANGUERA EDUCACIONAL Ltda. 
Faculdade Anhanguera de São José dos Campos 
Curso de Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação 
 
 
 
Carlos Leonardo Matos Chaves RA:1009779453 
Gabriel de Souza Mota RA:1099179880 
Luiz Carlos Santos David RA:9898536664 
 
 
 
 
 
Automação residencial utilizando Arduino e Android 
 
 
 
Professor (a) Orientador (a): Edmundo Rodrigues Rosa 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
São José dos Campos - SP 
2014 
2 
 
Carlos Leonardo Matos Chaves RA:1009779453 
Gabriel de Souza Mota RA:1099179880 
Luiz Carlos Santos David RA: 9898536664 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Automação residencial utilizando Arduino e Android 
 
 
 
 
Projeto de Pesquisa apresentada como requisito 
parcial para obtenção do título de bacharel em 
Engenharia de controle e Automação pela 
Faculdade Anhanguera de São José, 
Anhanguera Educacional Ltda. 
 
Orientador(a):Prof.(a). Edmundo Rodrigues Rosa 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
São José dos Campos - SP 
2014 
3 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dedico primeiro a Deus, por me dar 
saúde e força. A seu Victor Hugo por dar 
orientação no estudo, a minha vó Geralda 
Elizeu de Matos por apoiar, incentivar, 
acreditar em mim e dar esperançar em 
busca do sonho e que Deus os iluminam 
com a sua luz. A minha Mãe Ângela sempre 
acredita e apóia em busca de mais 
conhecimento nos estudos. As minhas irmãs 
Daniela e Isabela por dar forças no dia mais 
difícil e dolorido da vida. A minha namorada, 
Patrícia por todo o carinho e amor. 
 
 Carlos Leonardo Matos Chaves 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Dedico esse trabalho primeiramente a 
Deus, que nos deu o dom da vida e do livre-
arbítrio, para que possamos fazer as 
escolhas que vão ditar o que seremos como 
pessoas. Aos meus Pais, em especial minha 
mãe Sonia Regina de Souza, que sempre 
acreditou no meu sucesso pessoal, 
profissional e como acadêmico, e aos meus 
irmãos, minha sogra e minha cunhada, que 
sempre me tiveram como um exemplo a ser 
seguido.Especialmente a minha companheira 
Luana Cristina Ferreira de Oliveira, que me 
inspirou a seguir na carreira acadêmica, 
sempre me dando a força e o suporte 
necessário para iniciar essa nova e 
desconhecida trajetória quando nem eu 
acreditava ser possível. 
 
Gabriel de Souza Mota 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Dedico a Deus, por estar comigo 
sempre me dando forças para não desistir 
nos momentos de fraqueza. Minha Avó 
Lurdes, minha Mãe Edilma, meu Pai Luiz C. 
David e a minha segunda Mãe Irinéia que 
esteve comigo em todos os momentos. A 
minha noiva Tarsila, que sempre me apoiou 
nas minhas decisões. 
 
 Luiz Carlos Santos David 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 
 
AGRADECIMENTOS 
 
 
Agradeço primeiramente a Deus por estar presente em todos os momentos 
da minha vidas. 
A Victor Hugo por indicar e incentivar o caminho e na busca do 
conhecimento. 
A Minha mãe Ângela que me trouxe a vida e acreditar em mim. 
 
Aos avôs Claudimiro e especialmente Geralda Elizeu de Matos por acreditar 
em mim e me apoiar nas horas mais difíceis e que Deus a ilumina com a sua luz. 
As minhas irmãs Daniela e Isabela por dar forças no dia mais difícil e dolorido da 
minha vida. 
À minha namorada Patrícia, por todo o carinho e pelo auxilio com a revisão 
de texto. 
A meu orientador Edmundo, pelos conselhos, cobranças e ensinamentos das 
matérias proporcionou que foi de suma importância neste projeto. 
 
A todos os professores que me acompanharam e passaram os seus 
conhecimentos, durante estes anos maravilhosos no mundo das artes. 
 
Aos nossos amigos e colegas do curso de Engenharia de Controle e 
Automação, que também passaram pelas mesmas dificuldades que nós, e que 
muitas vezes juntos conseguimos superar grandes obstáculos, Especialmente 
Gabriel Mota e Luiz C. S. David 
 
Carlos Leonardo Matos Chaves 
 
 
 
 
 
 
7 
 
AGRADECIMENTOS 
 
 
A primeiramente a Deus, que nos deu o dom da vida, 
A minha mãe Sonia Regina de Souza, que sempre acreditou no meu sucesso 
pessoal. Aos meus irmãos, minha sogra e minha cunhada, que sempre me tiveram 
como um exemplo a ser seguido. 
 
Especial a minha companheira Luana Cristina Ferreira de Oliveira, que me 
inspirou a seguir na carreira acadêmica, sempre me dando a força. 
 
Aos meus amigos da vida inteira, Júlio Cesar de Godoi, e Nicholas Henrique 
Sana, que com seus conhecimentos nas áreas de programação e redes, tornaram 
essa idéia de trabalho um projeto funcional de qualidade, ensinando e dando suporte 
necessário ao desenvolvimento e execução do projeto. 
 
A equipe docente da faculdade Anhanguera, pelo suporte e orientação 
recebidos no decorrer no curso, através de aulas edificantes e estimulantes. 
Especial ao professor orientador Edmundo Rodrigues Rosa, pelas orientações, 
puxões de orelha e por sempre acreditar em nossa idéia.. 
 
Aos nossos amigos e colegas do curso de Engenharia de Controle e 
Automação, que também passaram pelas mesmas dificuldades que nós, e que 
muitas vezes juntos conseguimos superar grandes obstáculos 
 
Gabriel de Souza Mota 
 
 
 
 
 
 
 
8 
 
AGRADECIMENTOS 
 
 
 A Deus, por estar comigo sempre, me dando forças para não desistir nos 
momentos de fraqueza. 
 
 A todos os meus familiares, em especial minha Avó Lurdes, minha Mãe 
Edilma, e a minha segunda Mãe Irinéia que esteve comigo em todos os momentos. 
 
 A minha noiva Tarsila, que sempre me apoiou nas minhas decisões. 
Nenhuma palavra aqui seria suficiente para expressar o amor e carinho que sinto 
por todos. 
 
 A Universidade Anhanguera São José dos Campos e todos os professores, 
pelos ensinamentos e experiências compartilhadas. 
 
 Agradeço ao meu orientador, Prof Edmundo Rodrigues Rosa, pelos 
conselhos, cobranças, auxilio nas revisões. 
 
 Aos meus Amigos da faculdade em especial, Carlos Chaves e Gabriel Mota, 
por todo apoio no desenvolvimento da Monografia e que tornaram esse tempo ainda 
mais especial. 
 
 A todos vocês o meu sincero, Muito Obrigado. 
 
 Luiz Carlos Santos David 
 
 
 
 
 
 
 
9 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“No decorrer de nossas 
vidas, nada acontece por 
acaso, sendo assim, nunca 
desistimos de nossos sonhos, 
como engenheiros devemos 
transformar estes sonhos em 
realidade”. Profº José Antunes 
do Prado (2010), Faculdade 
Anhanguera São José dos 
Campos/SP. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 
 
Resumo 
 
 
C.Chaves; G.Mota; L. David; Automação residencial utilizando placa Arduino e 
Smartphone. Monografia (Graduação) – Engenharia de Controle e Automação, 
Faculdade Anhanguera de São José, Anhanguera Educacional, São José dos 
Campos, 2014. 
 
 Projeto de automação residencial utilizando a placa Arduino e plataforma 
ANDROID de Smartphones e Tablets para acionamento de iluminação e tomadas. 
 Através de um simples smartphone com a plataforma Android, onde deve-se 
ter instalado um aplicativo chamado Touch OSC, aplicativo que se comunica com a 
placa de controle Arduino, através de uma rede wireless, realiza comandos de 
entrada de dados dentro da placa Arduino. 
 A placade controle Arduino, processa as informações e através de 
dispositivos de acionamentos (drives) realizam uma tarefa, em nosso projeto, o 
acionamento de lâmpadas e de tomadas. O sistema mostra-se muito efetivo e 
estável. 
 
 
Palavras Chaves: Automação Residencial, Arduino, Smartphones. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
11 
 
Abstract 
 
 
C.Chaves; G.Mota; L.David; Home automation using Arduino board and 
Smartphone. Monograph ( Undergraduate ) - Control Engineering and Automation, 
Anhanguera College São Jose , Anhanguera , São José dos Campos , 2014. 
 
 Home automation project using Arduinoe ANDROID platform for Smartphones 
and Tablets plate to drive lighting and outlets. 
Through a simple smartphone with the Android platform, which must have 
installed an app called Touch OSC application that communicates with the Arduino 
board control through a wireless network, performs commands input into the Arduino 
board. 
The control board Arduino, and processes information through drives (drives) 
devices perform a task in our project, the activation of bulbs and sockets. system 
proves to be very effective and stable. 
 
 
 
 
Keywords: Home Automation, Arduino, Smartphones. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
12 
 
LISTA DE FIGURAS 
 
 
Figura 1 Modelo de arado rudimentar 18 
Figura 2 Modelo de roldana 18 
Figura 3 Exemplo de utilização da Alavanca 19 
Figura 4 Modicon 084 :um dos primeiros CLPs da historia 20 
Figura 5 A primeira máquina Multibanco 21 
Figura 6 Máquina de contar notas 21 
Figura 7 Antiga Máquina registradora de Preços 22 
Figura 8 Impressora de cupom Fiscal 22 
Figura 9 Impressora de Cheques 22 
Figura 10 Controle de sala GDS Automação 25 
Figura 11 Representação microcontrolador 26 
Figura 12 Arduino Uno 28 
Figura 13 Arduino Mega 2560 29 
Figura 14 LEDs de Informação 30 
Figura 15 Módulo Ethernet 30 
Figura 16 Configurações do Arduino Ethernet Shield 31 
Figura 17 Placa Modulo rele 8 canais 32 
Figura 18 Roteador 33 
Figura 19 Blackberry 6210 35 
Figura 20 IPHONE 35 
Figura 21 IPAD 35 
Figura 22 Arquitetura de funcionamento do projeto 36 
Figura 23 Esquema elétrico do Projeto 37 
Figura 24 Fluxograma de funcionamento do projeto 39 
Figura 25 Software do Arduino 40 
Figura 26 Interface do touchOSC editor do projeto 41 
Figura 27 Planta baixa projeto elétrico 42 
Figura 28 Maquete do projeto vista de cima 43 
Figura 29 Instalações de placas e componentes no teto da maquete 44 
Figura 30 Placas do projeto em detalhes 44 
13 
 
Figura 31 Maquete do projeto vista de frente 45 
Figura 32 Maquete vista pela lateral 45 
Figura 33 Lateral da maquete com as luzes acesas 46 
Figura 34 Lateral da maquete com contraste de iluminação 46 
Figura 35 Ligação de uma lâmpada 47 
Figura 36 Ligações paralelas entre um rele e um interruptor paralelo 48 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
14 
 
LISTA DE TABELA 
 
 
Tablela1 Materiais do projeto de Automação Residencial 49 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
15 
 
LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS 
 
CPU - Central Processing Unit 
MODICON - Modular Digital Controller 
ATMEL ATT - Micro controlador 
MHZ - Mega-hertz 
C - Linguagem de Programação Compilada 
C++ - Linguagem de Programação Mult-paradigma 
LED - Light Emitting Diode 
USB - Universal Serial Bus 
RJ45 - Cabo de Ethernet ou de rede 
SPI - Serial Peripheral Interface 
TCP - Transmission Control Protocol 
IP- Internet Protocol 
UDP - Datagram Protocol 
HTTP- Hyper Text Transfer Protocol 
PWR - Indica que o modulo está ligado 
Link - Endereço de um documento 
FDX - Conexão de rede 
SPD - Presença de conexão de rede 
RX - Modulo recebe dados 
TX - Modulo envia dados 
COL - Colisões de rede são detectas 
SD - Standard definition 
OSC- Open Sound Control 
Wifi - Wireless Fidelity 
GPS - Global Positioning System 
PVC - Poli Cloreto de Vinila 
 
 
 
 
 
16 
 
SUMÁRIO 
1.INTRODUÇÃO..................................................................................................17 
2 - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ..................................................................... 18 
2.1 - Automação ................................................................................................. 18 
2.1.1-Automação Industrial ................................................................................. 20 
2.1.2-Automação Bancária .................................................................................. 21 
2.1.3-Automação Comercial ................................................................................ 22 
2.1.4-Automação Residencial ............................................................................. 23 
2.2 -Microcontroladores....................................................................................... 26 
2.2.1-Arduino ....................................................................................................... 28 
2.2.1.1- Arduino Mega 2560 ................................................................................ 29 
2.2.2- Módulo Ethernet w5100 ............................................................................ 30 
2.3 – Modulo Reles ............................................................................................. 32 
2.4 - Roteador ..................................................................................................... 33 
2.5 - Smartphones e Tablets ............................................................................... 34 
3.- Metodos e Procedimentos ............................................................................. 36 
3.1 – Esquema Eletrico do Projeto ...................................................................... 37 
3.2 – Fluxogramas .............................................................................................. 39 
3.3 – Software do Arduino ................................................................................... 40 
3.3.1 - Protocolos OSC e Software Touch OSC Editor ...................................... 41 
3.4 - Aplicação Pratica ........................................................................................ 42 
3.5 - Estudo de Caso:Descrição das atividades e dos custos estipulados ......... 47 
4.- Resultados ..................................................................................................... 51 
5.- Discussão ..................................................................................................... 52 
6.- Considerações Finais .................................................................................... 53 
7.- Referencias Bibliograficas ............................................................................. 54 
8.- APÊNDICE A- DATASHEET PLACA ARDUINO MEGA 2560 ..................... 56 
9.- APÊNDICE B- DATASHEET PLACA ARDUINO ETHERNET SHIELD ......... 63 
10.- APÊNDICE C- DATASHEET RELE ............................................................. 68 
11.- APÊNDICE D- DATASHEET ROTEADOR .................................................. 70 
12.- APÊNDICE E- ESTRUTUA LÓGICA DO PROJETO ................................... 71 
 
17 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
Nos dias atuais, os projetos referentes à automação residencial, denominada 
domótica, disponíveis no mercado nacional, além de não serem aplicáveis a todosos tipos de residências, apresentaram, em sua maioria, um elevado custo para o 
consumidor final. 
Considerando-se tal questão, procurou-se, neste trabalho, desenvolver uma 
linha de pesquisa através da plataforma Arduino, uma nova placa de controlador 
programável que se utiliza de linguagem de programação em C, diferentemente de 
outros controladores que utilizam as linguagens de programação em Assembly, lista 
de instruções. 
 As diversas aplicações permitidas pelo arduino nos proporcionaram uma 
nova maneira de desenvolver um sistema de automação utilizando um equipamento 
que esta na mão de quase todas as pessoas: o smartphone aparelho de telefone 
celular multifuncional que é objeto de desejo de todos. Através da interface de um 
smartphone e uma placa de Arduino foi possível o desenvolvimento de um projeto 
de automação de iluminação aplicável a praticamente todos os tipos de residências, 
inclusive àquelas denominada “populares”. 
Pesquisou-se ainda a interface entre telefone e Arduino, constatando-se que 
atualmente há uma enorme gama de aplicativos gratuitos e de grande valia no que 
se refere ao desenvolvimento de novos projetos e produtos relacionados à 
automação. 
Em suma, enquanto futuros profissionais de engenharia procuramos, neste 
trabalho, desenvolver um produto capaz de trazer uma espécie de “casa do futuro” a 
praticamente todas as modalidades de residências com um custo acessível à grande 
parcela de nossa população. 
 
 
 
 
 
18 
 
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 
 
 
2.1 Automação 
 
Conceito de Automação: 
Desde a invenção da roda, o ser humano busca maneiras e métodos para 
simplificar as mais variadas tarefas do seu dia-a-dia. Assim ele desenvolveu 
mecanismos durante o percurso da história, maquinas simples como o arado, a polia 
e a alavanca, como nos exemplos apresentados a seguir: 
 
 
Figura 1: Modelo de arado rudimentar 
(Fonte: <http://clientes.netvisao.pt/tipico/museu/alfaias/alfaias_arado.htm>, Acesso em 2014) 
 
 
Figura 2: Modelo de roldana, (Fonte: site educadores, Acesso em fev. 2014) 
19 
 
 
Figura 3: Exemplo de utilização da Alavanca, (Fonte :Site Mundo educação, Acesso em fev. 2014) 
 
A automação surgiu no século XVIII com o advento da revolução industrial e o 
surgimento da máquina a vapor como diz Lima em seu artigo: “Um breve histórico 
conceitual da Automação Industrial e Redes para Automação Industrial”: 
 
Portanto, pode-se marcar como início da Automação Industrial 
o século XVIII, com a criação Inglesa da máquina a vapor, 
aumentando a produção de artigos manufaturados, e estas 
foram às décadas da Revolução Industrial. No século seguinte 
a indústria cresceu e tomou forma, novas fontes de energia e a 
substituição do ferro pelo aço impulsionaram o 
desenvolvimento das indústrias na Europa e EUA.(Lima, 
Leonardo Silveira Weldson Q. 2003, pg. 1) 
 
 
A automação (do latim Automatus, que significa mover-se por si só) é definida 
como a maneira de se fazer as coisas de um modo mais rápido, fácil e econômico, 
retirando o homem do processo, como comenta Lima em seu artigo “Um breve 
histórico conceitual da Automação Industrial e Redes para Automação Industrial”: 
 
Uma boa definição para automação é um conjunto de técnicas 
destinadas a tornar automáticas a realização de tarefas, 
substituindo o gasto de bioenergia humana, com esforço 
muscular e mental, por elementos eletromecânicos 
computáveis. Percebe-se, portanto, que este amplo conceito se 
estende a diversos cenários, como, por exemplo, a máquina de 
lavar roupa para a lavadeira, a xerox para o escrivão, ou o robô 
para o operário industrial. Os benefícios para qualquer 
processo automação são nítidos: eficiência, segurança, menor 
custo, maior produção, etc.(Lima, Leonardo Silveira Weldson 
Q. 2003, pg. 1) 
 
 
20 
 
2.1.1 Automação Industrial 
 
A automação industrial surgiu em meados dos anos 50, quando as empresas 
automotivas buscavam alternativas para otimizar suas linhas de produções. Em 
1909, Henry Ford teve uma idéia que revolucionou a indústria da época, a linha de 
montagem, que depois se propagou por todas as indústrias. Os métodos de Henry 
Ford (1863-1947) deram um grande impulso para o desenvolvimento de métodos de 
automação industrial. Nos anos subseqüentes à morte de Ford, a indústria utilizava 
painéis de reles para o acionamento de suas máquinas. A programação desses 
painéis era demasiada complexa e trabalhosa. 
Em 1968, a General Motors contratou a empresa BedFord Association, 
localizada em BedFord – USA, para desenvolver um dispositivo eletrônico que 
substituísse os relés. O MODICON (Modular Digital Controller) foi o primeiro 
Controlador Lógico Programável inventado. 
A partir do surgimento dos controladores programáveis, o desenvolvimento 
das indústrias e dos equipamentos foi crescendo exponencialmente ao longo do 
tempo, trazendo as mais diversas soluções e alternativas para a programação de 
máquinas. 
 
Figura 4: Modicon 084 :um dos primeiros CLPs da historia, (Fonte:Site <plcmentor.com>, mar. 2014) 
 
21 
 
2.1.2 Automação Bancária: 
 
A partir do desenvolvimento de tecnologias no campo das indústrias, a 
automação passou a abranger cada vez mais campos externos aos das fábricas e 
de processos de fabricação e linhas de montagem. Foram surgindo novas 
necessidades as quais a automação poderia exercer grande suporte e um deles, 
que nasceu praticamente junto com a automação industrial, foi a automação 
bancária, através dos caixas eletrônicos chamados de ATM (Automated Teller 
Machine), no início dos anos 60. Os primeiros caixas-eletrônicos datam da década 
de 30, porém não tinham a configuração de hoje em dia. Existem também exemplos 
de máquinas que conseguem contar grandes quantidades de notas em uma 
velocidade jamais alcançada pelo ser humano. 
Sistemas de transmissão de dados também revolucionaram os sistemas 
bancários tudo em função da automatização dos sistemas, trazendo sempre mais 
agilidade, facilidade e precisão.. 
 
Figura 5: Uma mulher conta seu dinheiro após a retirada da primeira máquinaMultibanco, em Londres, em 1967, 
(Fonte:Site <howstuffworks.com>, Acesso em mar. 2014) 
 
Figura 6: Máquina de contar notas, utilizada em todos os tiposde bancosdo mundo, (Fonte: Site 
<polisistemas.pt>, Acesso em mar. 2014) 
22 
 
2.1.3 Automação comercial: 
 
 A automação comercial surge da necessidade dos supermercados e lojas de 
departamentos de se modernizar e de praticamente eliminar os erros causados por 
humanos como nos casos de coleta e alteração de preços, elaboração de notas 
fiscais, preenchimento de cheques, agilizando e eliminando falhas e melhorando a 
atendimento aos clientes. 
 A necessidade de reduzir custos, aumentar lucros e melhorar a produtividade 
causa um grande avanço na tecnologia de automação comercial, aliado a isso a 
maior cobrança e vistoria dos órgãos de regulamentação tributária (Receita Federal) 
para se evitar fraudes de sonegação e cobranças indevidas. 
 O surgimento da primeira máquina registradora se deu em 1878 por James e 
John Ritty, nos Estados Unidos. 
 
Figura 7: Antiga Máquina registradora de Preços, (Fonte:Site <freepik.com>, Acesso em mar.2014) 
 
 
Figura 8: Impressora de cupom Fiscal, (Fonte: Site <franquiaempresa.com>, Acesso em mar.2014) 
 
Figura 9: Impressora de Cheques, (Fonte: Site<chronos.com.br>, Acesso em mar.2014) 
23 
 
2.1.4 Automação residencial: 
 
 Dá-se à expressão “automação residencial” o nome de Domótica, termo esse 
cunhado das junções das palavras em latim domus, que significa casa e robótica, 
portanto o conceito de domótica implica em automatizarsistemas em uma 
residência. 
 
 O conceito de domótica segundo Bolzani: 
 
É a ciência moderna de engenharia das instalações em 
sistemas prediais. A Domótica é uma ciência multidisciplinar 
que estuda a relação entre homem e casa. A imersão de 
pessoas em ambientes computacionalmente ativos revelou a 
necessidade do uso de técnicas mais sutis que gerenciassem a 
complexidade e o dinamismo das interações dos moderadores 
com o ambiente residencial saturado de diminutos dispositivos 
eletrônicos interligados a rede. (BOLZANI, 2010, p. 31). 
 
A Domótica derivou-se da automação industrial, porém, devido ao fato de 
espaços reduzidos e pouco espaço para cabeamentos e centrais de comando, a 
domótica teve de se adequar às necessidades de cada residência. 
A automação residencial tem início em meados dos anos 70 com o 
surgimento dos primeiros dispositivos de automação de edifícios, baseados na 
tecnologia X-10. É um protocolo que permite controlar dispositivos em uma rede 
elétrica já existente, evitando a necessidade de novos cabeamentos. 
Essa tecnologia era de fácil instalação, devido à não necessidade de utilizar 
um novo cabeamento, mas, seu sistema era muito instável, gerando muitos 
problemas como a falha dos equipamentos, falta de energia elétrica e até descargas 
eletromagnéticas, não sendo muito difundida sua utilização. 
No início dos anos 80, com o surgimento dos computadores pessoais, 
surgiram novas possibilidades para a automação residencial. 
Com desenvolvimento da web nos anos 90, deu-se início uma enorme onda 
de novidades atreladas aos celulares e também à web. Atualmente a domótica 
utiliza esses novos recursos de forma integrada como, por exemplo, em sistemas de 
controle e monitoramento móvel, através de celulares, Tablets, ou via web 
(OLIVEIRA, 2012). 
24 
 
 O grande desafio das empresas de tecnologia é se adaptar às necessidades 
da domótica, um mercado que deve movimentar em torno de 250 bilhões de dólares 
nos Estados Unidos nos próximos sete anos e 1 trilhão de dólares em todo o mundo 
no mesmo período. Gigantes como Intel, Motorola, Microsoft e Cisco estão 
desenvolvendo a “casa do futuro”, mas ainda não se definiu o que seria essa casa 
do futuro (EXAME 2005). 
 
De acordo com pesquisas da Associação Brasileira de 
Automação Residencial, a busca por soluções de automação 
está em diferentes estágios nas regiões do Brasil. (TURUEL, 
2008). 
 
 No mercado de hoje já existem diversos tipos de soluções em Domótica, 
alguns executando funções simples como acender uma luz até sistemas sofisticados 
de monitoramento total de uma casa como, por exemplo, abertura de persianas, 
controle de iluminação, controle de irrigação, controle de acesso, controle de 
temperatura de ambientes. 
 Entretanto, segundo AURESIDE, algumas características são essenciais a 
qualquer sistema como, por exemplo: 
a) Capacidade de integrar todos os sistemas: os sistemas devem ser 
interligados através de uma rede e permitir controle através de uma única 
interface; 
b) Atuação em condições variadas: o sistema deve ser capaz de atuar em 
condições adversas, como interrupções de energia, climas diversificados entre 
outros; 
c) Fácil relação com o usuário: os usuários muitas vezes não compreendem 
programações complexas, portanto, deve haver um sistema com interface 
intuitiva; 
d) Monitoramento: o monitoramento desse tipo de sistema é algo crítico e, 
portanto, devem ser realizadas auditorias com determinada freqüência e 
sempre se observar relatórios de controle. 
25 
 
A automação residencial ou domótica, como também é conhecida no Brasil, 
está em uma fase de muito crescimento; nos últimos quatro anos o serviço cresceu 
300% e já existem 25 empresas do setor no país (AURESIDE). 
Dados da Associação Brasileira de Automação Residencial revelam que 300 
mil residências no Brasil possuem algum tipo de automação e este número pode vir 
a crescer muito mais, pois, de acordo com pesquisa realizada pela associação, 78% 
dos brasileiros possuem interesse nesse serviço, um número maior que a média 
mundial 66%. 
Segundo AURESIDE, em 2012 o segmento faturou R$ 4 bilhões e pode 
crescer mais de 30% até o fim desse ano. 
 
 
 
 
Figura 10: Controle de sala GDS Automação -Fonte: GDS, 2013 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
26 
 
2.2. Microcontroladores 
 
 Um microcontrolador pode ser definido como um computador dentro de um 
chip com um processador, memória e periféricos de entrada e saída. Pode ser 
programado para funções específicas diferente dos utilizados em computadores. 
Geralmente estão embarcados no interior de outros dispositivos, controlando ações 
e entrada e saída. 
 Os microcontroladores estão presentes praticamente em todos os 
eletrodomésticos de hoje como, por exemplo, máquinas de lavar roupas, 
liquidificadores, cafeteiras, geladeiras, máquinas de assar pães caseiros. 
 
 
Figura 11: Representação microcontrolador, (Fonte: Blog Mecatrônica Total, Acesso em abr. de 2014) 
 
História dos Microcontroladores: 
 Os Microcontroladores surgiram na década de 70, segundo a publicação na 
revista saber eletrônicos: 
 
27 
 
Na década de 70 começaram a ser utilizados 
microprocessadores em computadores para uma maior 
eficiência no processamento de dados. O microprocessador 
Intel foi um dos precursores e, a partir daí, houve uma 
preocupação em melhorar cada vez mais o sistema de 
processamento de dados através desses componentes. 
Baseado na arquitetura de um microprocessador e seus 
periféricos, foi criado um componente que (fisicamente em uma 
unidade) comportasse todo um sistema que equivalesse a um 
microprocessador e seus periféricos; assim surgiu o micro 
controlador. (Revista Saber Eletrônica especial, jan. 2001) 
 
Os microcontroladores traziam consigo uma gama de novas possibilidades 
em termos de máquinas que podem fazer várias funções, sendo necessário para tal 
que se fizesse sua programação interna, que são as tarefas dadas ao micro 
controlador pra que se realiza as funções na qual foi designado. 
Estes microcontroladores utilizam linguagem de programação, que transforma 
instruções de programação em linguagem de máquina, através de softwares, na 
publicação da revista Saber Eletrônica de 2001 define as funções de software: 
 
 
O software, também conhecido como programa, é um conjunto 
de instruções colocadas em uma seqüência lógica, pela qual o 
processador poder tomar algumas “decisões” já definidas pelo 
programador. A programação de um sistema é a construção 
correta dessa seqüência de instruções que ele deve realizar 
para conduzir à solução de um problema. Essa seqüência é 
variável, pois o programador possui uma ampla variedade de 
alternativas e opções para atingir os mesmos resultados. Para 
se programar um sistema é necessário que se conheça a parte 
do hardware, a arquitetura internado micro controlador a ser 
programado, seus periféricos,etc.(Revista Saber Eletrônica, 
jan. 2001) 
 
A revista Saber eletrônica também conceitua de forma sucinta o que a 
instrução dentro da programação de microcontroladores: 
 
A instrução pode ser definida como sendo uma “ordem dada 
para executar uma certa tarefa”. No microprocessador essas 
tarefas podem ser: 
- ler ou escrever numa posição de memória; 
- fazer uma operação aritmética e lógica; 
- fazer qualquer outra manipulação de dados, etc. 
A instrução para um microprocessador pode ser representada 
por linguagem de máquina, códigos em hexadecimal ou 
binário. 
(Revista Saber Eletrônica, Janeiro de 2001) 
 
 
Dentre os microcontroladores existentes no mercado o modelo 8051 intel é o mais 
usado. 
282.2.1 Arduino 
 
O Arduino nasceu na cidade de Livrea, Itália em 2005, e seu principal objetivo 
era uma maior interação com projetos escolares e acadêmicos com um orçamento 
menor do que outras plataformas de protótipos da época. Teve grande aceitação no 
mercado com uma impressionante marca de mais de 50.000 placas vendidas até 
2008. Segundo McRoberts (2001, p.22), “O Arduino é o que chamamos de 
plataforma de computação física ou embarcada, ou seja, um sistema que pode 
interagir com seu ambiente por meio de hardware e software.” 
O hardware da placa Arduino é composto por um microcontrolador Atmel AVR 
de 8 bits e outros componentes complementares com o intuito de facilitar a 
programação e incorporação de outros circuitos. Uma característica marcante 
presente é a maneira padrão pelas quais os conectores são expostos, permitindo 
que a CPU possa ser interligada a vários tipos de módulos expansivos, 
denominados Shields. A grande maioria das placas incluem um regulador linear de 5 
volts e um oscilador de cristal de 16MHz. 
 Trata-se de um controlador de baixo custo aliada à sua característica de 
programação em ambiente aberto (open source) através da linguagem de 
programação em C e C++. 
Através de uma placa de Arduino é possível realizar das mais simples tarefas 
como, por exemplo, acender e apagar um Led, até complexas programações de 
robôs que atuam em vários eixos de trabalho, podendo ser utilizada amplamente por 
estudantes de eletrônica e de engenharia e até mesmo por entusiastas de robótica e 
automação, devido ao seu baixo custo e grande gama de opções para realizar 
múltiplas tarefas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 12: Arduino Uno, Fonte: Site <arduino.cc>, Acesso emabr. de 2014 
29 
 
2.2.1.1 Arduino Mega 2560 
 
 O Arduino Mega 2560 é uma placa de microcontrolador baseado no Atmega 
2560 que possui 54 pinos de entrada e saídas digitais, entrada analógicas 16, 4 
portas seriais de hardware, um oscilador de cristal de 16 mhz e uma conexão USB.. 
 
 
Figura 13: Arduino Mega 2560 Fonte: Autor 
Especificações: 
 
Microcontrolador 
 
ATmega2560 
Tensão de operação 5V 
Tensão de entrada (recomendada) 7-12V 
Tensão de entrada (limites) 6-20V 
Pinos de entrada e saída (I/O) digitais 54 (dos quais 14 podem ser saídas PWM) 
Pinos de entradas analógicas 16 
Corrente DC por pino I/O 40mA 
Corrente DC para pino de 3,3V 50mA 
Memória Flash 256KB (dos quais 8KB são usados para o 
bootloader) 
SRAM 8KB 
EEPROM 4KB 
Velocidade de Clock 16MHz 
30 
 
2.2.2 Módulo Ethernet W5100 
 
O módulo ethernet shield W5100 é compatível com o Uno Arduino e Mega e 
permite que o Arduino acesse a Internet como servidor ou cliente, através de um 
cabo RJ45. 
Sua conexão se dá pelo barramento SPI (Serial Peripheral Interface), através 
das saídas digitais 11, 12 e 13. 
Ele é baseado no chip ethernet W5100 Wiznet que é responsável por fornecer 
pilha TCP ou UDP. O módulo possui uma série de LEDS de informação cujo 
significado de cada um se encontra no quadro a seguir 
 
 
Figura 14 - LEDs de Informação. Fonte: ARDUINO, 2013 
 
Caso seja necessário o armazenamento de alguma informação, possui 
também espaço para inserir micro SD. Na Figura 16, é possível se visualizar como é 
o módulo ethernet shileld 5100. 
 
 
Figura 15 – Módulo Ethernet shield Fonte: site arduino.cc, acessado em abril de 2014 
31 
 
O W5100 não possui um MACadress predefinido, portanto, foi atribuído a ele, 
através da função Ethernet.begin, o MAC adress DE-AD-BE-EF-FE-ED, juntamente 
de um IP fixo 192.168.1.102, gateway padrão 192.168.1.1 e máscara de rede 
255.255.255.0, conforme o código abaixo: 
 
 
Figura 16 – Configurações do Ethernet Shield. Fonte : Autor 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
32 
 
2.3 Modulo Reles 
 
 
Trata-se de um dispositivo eletromecânico que se desloca unindo dois 
contatos metálicos. Esta placa de rele de 5v com 8 canais pode acionar carga de 
220v AC para acionar e desligar lâmpadas, equipamentos elétricos e motores. 
 
Figura 17 – Placa modula rele 8canais - Fonte:Site, mercado livre , acessado em outubro 2014 
 
Especificações: 
- Modelo: SRD-05VDC-SL-C (Datasheet) 
- Tensão de operação: 5VDC 
- Permite controlar cargas de 220V AC 
- Corrente típica de operação: 15~20mA 
- LED indicador de status 
- Pinagem: Normal Aberto, Normal Fechado e Comum 
- Tensão de saída: (30 VDC a 10A) ou (250VAC a 10A) 
- Furos de 3mm para fixação nas extremidades da placa 
- Tempo de resposta: 5~10ms 
- Dimensões: 135 x 52 x 20mm 
 
 
 
 
33 
 
2.4. Roteador 
 
O roteador é um aparelho que proporciona o encaminhamento e recebimento 
de informação em pacotes de dados pela rede wifi para conectividade entre 
dispositivos que compartilham estes dados como computadores, smartphones e 
tablets. São conhecidos como roteadores wireless que realizam transmissões de 
dados para múltiplos aparelhos conectados a uma rede interna que não precisa de 
fios para se comunicar entre dispositivos e que proporciona proteção para as 
informações enviadas e recebidas entre elas na internet.. 
 
 
 
Figura 18 – Roteador , Fonte : pcinetwork, acessado em outubro 2014 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
34 
 
2.5 Smartphones e Tablets 
 
Da evolução da telefonia e de como as pessoas se comunicam e se 
comunicam com o mundo ao seu redor, um telefone que faz apenas chamadas e 
que redigia textos já não era suficiente e, em meados do ano de 2002, surgia o 
BlackBerry, primeiro aparelho que concebia o que chamamos de telefone inteligente 
com recursos multimídias como acesso à internet, rede sem fio (wi-fi), programas 
que armazenavam dados e programas próprios como o GPS. 
A grande evolução em termos de telefone surgiu em 2007 com o surgimento 
do telefone da empresa Norte Americana Apple: o IPHONE, que reunia além das 
características do Blackberry, uma enorme inovação: sua tela de toque e de 
multitoque junto com a sua enorme gama de aplicativos em sua loja virtual: a Apple 
Store, com aplicativos que variam de centavos a valores muito baixos e acessíveis, 
revolucionando a forma de se utilizar um telefone celular, com aplicativos 
semelhantes aos de um computador pessoal, fazendo do IPHONE praticamente um 
computador de bolso. Na esteira do sucesso do IPHONE, as empresas de telefonia 
móvel começaram a produzir telefones que se assemelham e ultrapassam as 
funcionalidades do telefone da Apple. Uma das grandes transformações da telefonia 
foi a criação de um sistema operacional que consegue agregar muitas das funções 
de um computador pessoal, o sistema ANDROID, da empresa Google. 
A empresa Apple em 2010 lança um dispositivo que vem de vez para ocupar 
o lugar dos computadores pessoais para realização de várias tarefas: o IPAD, que 
funciona de maneira semelhante ao smartphone, mas de tamanho maior e reunindo 
mais funções, iniciando a era dos Tablets, aparelhos que reúnem funcionalidades de 
agenda e computador pessoal. 
As empresas de tecnologia não perderam tempo e também comercializavam 
seus Tablets. Assim como o IPHONE, o IPAD também funcionava com sistema 
operacional da Apple, ao passo que todas as outras marcas de Tablets se utilizam da 
plataforma ANDROID. 
35 
 
 
Figura 19: Blackberry 6210, (Fonte: Site Revista Time em Inglês, Acesso em abr. 2014) 
 
 
Figura 20: IPHONE, (Fonte: Site Apple. <http://store.apple.com/br>, Acesso em mai. 2014)Figura 21: IPAD, (Fonte: Site Apple. <http://store.apple.com/br>, Acesso em mai. 2014) 
 
36 
 
3 MÉTODOS E PROCEDIMENTOS 
 
Nosso trabalho se baseia na interface entre uma rede wireless interligando o 
smartphone com o Arduino para o acionamento de lâmpadas através do aplicativo 
Touch OSC, que envia os dados de entrada para o processamento por meio do 
Shield Ethernet, dispositivo de Arduino que transmite o sinal vindo do roteador para 
a unidade de processamento e que, por sua vez, através de seus pinos de saída 
ligados em um módulo de reles, que acionam os contatos desses reles que estão 
chaveando a alimentação em paralelo com um interruptor,( paralelo), para acionar 
uma lâmpada de duas formas distintas: Através do interruptor, ou do Smartphone. 
 
 
Figura 22: Arquitetura de funcionamento do projeto Fonte: Autor 
 
 
 
 
37 
 
3.1 Diagrama Elétrico do Projeto 
 
 
Figura 23: Esquema elétrico do projeto. Fonte: Autor 
 
 
F
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n
te
 
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A
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u
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38 
 
Segue abaixo um diagrama de blocos do funcionamento de nosso projeto: 
 
 
 
Acionamento de Botão 
no Smartphone 
(Touch OSC) 
Processamento 
de Dados; Acionamento 
das saídas (Arduino) 
Aquisição de dados 
(Ethernet shield) 
Transmissão de dados 
wireless para dados via 
cabo (Modem wireless) 
Acionamento de Reles 
(Drives) 
 
39 
 
3.2 Fluxograma 
 
O sistema de funcionamento tem uma arquitetura simples, porém é 
necessário atentar para todos os parâmetros de configuração entre os dispositivos 
de entrada (smartphones) e dispositivo de acionamento (processamento e drives) 
A programação tem um papel de suma importância devido aos 
endereçamentos das entradas vindas do aplicativo instalado no telefone. 
O sistema de funcionamento é descrito no fluxograma abaixo. 
 
 
Figura 24: Fluxograma de funcionamento do projeto Fonte: Autor 
 
 
 
 
 
 
40 
 
3.3 Software do Arduino 
 
A interface do Software arduino é de fácil programação e comunicação com o 
microcontrolador, o ambiente de desenvolvimento da escrita do código C ou C++, 
com a compilação do programa permite a verificação e identificação de erros no 
código. Depois da verificação, conecta-se o cabo usb do computador à placa do 
arduino via upload. 
Com a compilação do programa permite-se monitoramento da comunicação 
serial que é útil na identificação de erros no código. Dentro do programa existem 
bibliotecas e alguns exemplos de variáveis. 
O programa utilizado para realizar o acionamento das lâmpadas via 
Smartphone está anexado no apêndice E. 
 
 
Figura 25: Software do Arduino Fonte: Arduino,2014 
 
41 
 
3.3.1 Protocolos OSC e Software TouchOSC editor 
 
O uso do protocolo OSC neste projeto se dá pelo fato do aplicativo utilizado 
para a troca de comunicação entre o smartphone e Arduino enviando as mensagens 
usando este formato. Open Sound Control (OSC) é um protocolo para comunicação 
entre computadores, sintetizadores de som, e outros dispositivos multimídia 
(HTTP://opensoundcontorl.org) 
No projeto em questão serve para enviar mensagens entre a aplicação 
TouchOSC e o microcontrolador equipado com um shield, uma placa acoplada para 
comunicação em rede ethernet, Uma aplicação é identificada pelo endereço IP e por 
uma ―porta (172.20.85.123:3000) As mensagens podem ser enviadas como 
inteiros, floats e string. 
O Software touchOsc editor foi utilizado no projeto para personalização da 
interface gráfica no computador para o smartphone ou tablet por ser mais simples e 
fácil. Segue a interface do programa no ambiente de desenvolvimento no 
computador e endereçar corretamente os botões que serão utilizados no projeto 
para que a interface funcione corretamente. 
 
 
Figura 26: Interface do touchOSC editor do projeto Fonte: Autor 
42 
 
3.4. Aplicação Pratica do Projeto 
 
Nosso projeto tem uma aplicação prática viável economicamente falando, 
porém não encontramos um local onde realizar a instalação e verificação da eficácia 
do mesmo. Em vista disso, e acreditando que nosso grupo teria de apresentar algo 
mensurável, decidimos fazer uma maquete de uma casa desenhada por nós 
mesmos, com dimensões aplicáveis as casas populares no Brasil, com o intuito de 
instalar nosso projeto, vê-lo em pleno funcionamento, além de demonstrar para a 
sociedade acadêmica, um produto, algo realizado pelos membros da equipe. 
 
Figura 27: Planta baixa representando a maquete do projeto. Fonte: Autor 
 
A partir daí, adquirimos os módulos, realizamos a montagem da maquete, a 
montagem elétrica, a programação no microcontrolador, onde tivemos que superar 
43 
 
vários obstáculos para chegar ao pleno funcionamento de nossa maquete com o 
projeto inserido nela. 
Este desenvolvimento mostrou-se muito eficiente, pois pudemos através dele 
passar da teoria à pratica, realizando as várias etapas as quais se desenvolveu 
nossa pesquisa. 
As figuras abaixo demonstram a montagem da maquete, que a até a presente 
data da elaboração do artigo, ainda não está 100% concluída 
 
 
Figura 28: Maquete do projeto vista de cima Fonte: Autor 
 
 
 
 
 
44 
 
 
Figura 29: Instalações de placas e componentes no teto da maquete Fonte: Autor 
 
 
 Figura30: Placas do projeto em detalhe Fonte: Autor 
 
45 
 
 
Figura 31: Maquete do projeto vista de frente Fonte: Autor 
 
 
 
Figura 32: Maquete vista pela Lateral Fonte: Autor 
46 
 
 
Figura 33: Lateral da maquete com as luzes acesas Fonte: Autor 
 
 
Figura 34: Lateral da maquete com contraste da iluminação Fonte: Autor 
 
 
 
47 
 
3.5 Projeto de automação Residencial: Descrição das atividades e dos custos 
estipulados 
 
A premissa do projeto se baseia na condição de que todas as pessoas 
possam ter acesso às facilidades e inovações tecnológicas. Definimos o valor de 
uma instalação do projeto em uma residência comum brasileira, uma casa térrea, 
com média de 85m de área construída, com dois quartos, sala, cozinha, banheiro, 
área de serviço e garagem. 
Será necessário fazer algumas intervenções na ligação elétrica original da 
casa, pois para ter uma ligação em paralelo para cada ponto de iluminação existente 
e garantir o funcionamento elétrico da residência em caso de alguma pane na rede 
wifi e também instalar uma caixa de pvc que sobrepõem uma similar à caixa de 
distribuição de disjuntores de ligação da central de comando. 
Esse sistema em paralelo funciona da seguinte forma: os interruptores vão 
continuar funcionando perfeitamente, para todos os efeitos apenas serão acrescidos 
os reles que irão fazer o acionamento das lâmpadas. 
A ligação de um circuito do circuito série em relação ao paralelo é mostrada 
nas figuras a seguir: 
 
Ligação de uma Lâmpada com interruptor simples Ligação de uma Lâmpada com 2 interruptores em paralelo 
 
 
Figura 35: Ligação de uma lâmpada . Fonte :www.pial.com.br 
 
 
No projeto, serão substituídos um dos interruptores paralelos por um rele de 
nosso módulo que funciona de maneira similar ao interruptor paralelo. 
48 
 
Como é possível perceber, será necessário fazer uma ligação elétrica 
diferente da que está ligada e, para que isso aconteça, é necessário que se passem 
dois cabos que farão a interligação entre os interruptores. 
A seguir é mostrado o funcionamento de uma ligação paralela entre um rele e 
um interruptor paralelo.Figura 36: Ligação paralela entre um rele e um interruptor paralelo. 
 
 
Essa modificação na ligação elétrica do circuito de iluminação foi descrito a 
apenas para ilustrar a modificação na instalação elétrica já instalada. 
A seguir, vamos detalhar os materiais necessários para a realização do 
projeto em si, levando em consideração que o cliente não possua qualquer 
equipamento necessário ao projeto e também vamos detalhar as atividades 
necessárias para realização da instalação do projeto. 
Os materiais elétricos descritos são de alta qualidade a fim de garantir uma 
qualidade de instalação e aparência superior na instalação, o que não compromete 
seu preço final. 
 
 
 
 
 
 
49 
 
A lista de materiais segue na tabela abaixo: 
Lista de materiais e de custo para Automação Residencial 
Itens QTD Valor Und. Valor Total 
Arduino MEGA 2560 Ver 3 R3 1 R$ 80,00 R$ 80,00 
Modulo Rele 8 Canais 5V 1 R$ 80,00 R$ 80,00 
Modulo Ethernet Shield W5100 1 R$ 75,00 R$ 75,00 
Fonte de Alimentação 9V 1A 1 R$ 15,00 R$ 15,00 
Cabo Flexível 1,5mm 300 R$ 0,60 R$ 180,00 
Caixa de Distribuição de Sobrepor 12/16 
disjuntores 
1 R$ 50,00 R$ 50,00 
Interruptor Paralelo 250V 10A 8 R$ 9,00 R$ 72,00 
Cabos de Interligação 25 R$ 1,00 R$ 25,00 
Fita Isolante 1 R$ 15,00 R$ 15,00 
Cabo de Rede* 25 R$ 1,20 R$ 30,00 
Tablet GENESIS GT-7301 7 Polegadas* 1 R$ 399,00 R$ 399,00 
Roteador Wireless WR720- TP-Link* 1 R$ 70,00 R$ 70,00 
Os Itens marcados com (*) serão obtidos apenas se o cliente não os possuir 
 
 
Se o cliente não possuir uma rede wifi em sua casa, isso não o impede de ter 
nosso produto, sendo necessário apenas que ele obtenha os produtos necessários. 
No caso de nosso projeto partir de uma residência sem rede wireless e se não 
houver smartphone com android, seu valor total é de R$ 1091,00, levando-se em 
conta ser necessário a compra de um tablet, que funcionaria entre outras coisas 
como um controle remoto, ou um Smartphone, sendo que ambos possuem a 
mesma faixa média de preço. 
Se existir uma rede wireless na residência, será necessário então fazer uma 
ligação do roteador wireless da residência até a central de comando que será 
instalada ao lado da caixa de distribuição de energia interna da residência. Neste 
caso, o valor total dos materiais do projeto será de: R$ 622,00, o que equivale a 57% 
do valor total com todos os componentes. 
Em nossos estudos preliminares, pudemos averiguar que na grande maioria 
das residências já existe uma rede wifi instalada, mas, temos que pensar em todas 
as possibilidades. 
A instalação do projeto em si é um trabalho que necessita de pessoal 
qualificado, não sendo recomendada de maneira nenhuma a instalação direta pelo 
50 
 
usuário final. Portanto, além do produto vamos listar no custo total do projeto a mão-
de-obra especializada de um Técnico em Eletrotécnica, que irá fazer as 
modificações necessárias na instalação nativa da residência e colocar a central de 
comando, bem como a configuração dos componentes do projeto, além da 
instalação dos softwares necessários no Smartphone ou tablet do cliente. 
A duração da instalação será de cinco dias úteis, tempo mínimo necessário 
para instalação e testes, podendo variar de acordo com cada caso apresentado. 
O valor da diária de um eletrotécnico mais um ajudante será de R$200,00. O valor 
total do projeto instalado na casa do Cliente é de R$1622,00, cerca de 20% do valor 
de uma instalação de iluminação no mercado que é de 7.000 a 10.000 reais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
51 
 
4. Resultados 
Os resultados dos testes, das simulações e da maquete pronta foram 
extremamente satisfatórios, tanto na parte da aplicação da teoria quanto no 
desenvolvimento do projeto em si, mostrando o valor agregado que o projeto traria 
se caso fosse aplicado à uma residência, obtivemos resultados concretos para a 
implantação em escala comercial. 
O resultado aplicado à maquete serviu de referência para demonstrações 
práticas do funcionamento do projeto, bem como um atrativo para comercialização 
futura. No decorrer da pesquisa conseguimos avançar na área de programação em 
linguagem “C”, fazendo modificações em templates de projetos pesquisados, 
realizando a configuração da rede, a configuração do software de comunicação 
Touch OSC, que a princípio se mostrava obscuro, mas tornou-se realmente simples 
com estudos realizados. 
Foi de extrema ajuda poder contar com um técnico em eletrônica em nossa 
equipe, por causa de seu conhecimento em instalações elétricas residenciais, 
quanto ao correto dimensionamento de componentes. Esse conhecimento serviu de 
atalho pra que pudéssemos nos envolver na parte de programação e comunicação, 
áreas que os componentes do projeto desconheciam, mas que com estudo e 
dedicação puderam desenvolver um bom trabalho, projeto foi concluído com 
sucesso. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
52 
 
5. Discussão 
 
Durante a realização do projeto houve momentos dos quais nos perguntamos 
se o nosso, teria realmente algum diferencial em relação a outros trabalhos similares 
realizados por estudantes em diversas áreas, mas tínhamos em mente sempre uma 
premissa: desenvolver um produto de automação residencial acessível, onde os 
consumidores pudessem ter a certeza de um sistema estável, eficaz e de boa 
relação custo-benefício, e quer as tecnologias envolvidas estivessem ao alcance de 
todos. 
Os projetos pesquisados pela equipe traziam consigo sempre duas 
alternativas: Ou eram aplicados utilizando um computador para monitoramento e 
execução do programa, ou se utilizavam da comunicação via Bluetooth. Os projetos 
envolvendo a comunicação via wifi eram aplicados somente para smartphones e 
Tablets da empresa Apple, equipamentos de alta tecnologia, porem de alto valor 
econômico. Os projetos com computadores envolvidos aumentam substancialmente 
o valor final e não atendem requisitos de aplicação precisa. 
Os projetos envolvendo a comunicação via bluetooth são simples de se 
desenvolver, mas não atendem ao requisito de estabilidade, e além do mais tem o 
alcance reduzido, sendo seu uso recomendado para outras aplicações. 
Nosso projeto utiliza comunicação via rede ethernet através de um roteador 
wifi, esses dispositivos tem um longo alcance dentro de uma residência, atingindo 
em sua maioria, até vários metros para fora da casa, onde a pessoa pode realizar 
com tranqüilidade os acionamentos de iluminação que ele julgar necessário. 
Nosso projeto tem por objetivo não interferir na ligação original da iluminação, ou 
seja, o cliente vai continuar podendo acender e apagar as luzes de sua casa 
utilizando as teclas dos interruptores normalmente, apenas mudamos a instalação 
de simples para paralela, entre o interruptor e o modulo de reles. 
O projeto também tem uma característica singular: realizar vários 
acionamentos simultâneos com apenas um microcontrolador, sendo necessário 
apenas a adição de módulos de reles. Com todas as vantagens elencadas por nossa 
equipe, conseguimos desenvolver uma aplicação de automação abrangente, eficaz 
e viável economicamente. 
53 
 
6. Considerações Finais 
 
O projeto realizou o seu objetivo principal, que era o de realizar uma aplicação 
em Domótica de forma eficaz, realizando as ações propostas, e ampliando o 
conhecimento dos envolvidos nas atividades realizadas. Também foi possível 
descrever de forma detalhada como essa aplicação pode ser utilizada e instalada 
em um a residência, de forma teórica e pratica na forma de uma maquete. 
O trabalho teve seusmomentos de dificuldades, principalmente no que se 
refere a pesquisa de embasamento teórico referente a domótica, técnicas utilizadas, 
metodologia de trabalho, desenvolvimento de produtos, o que de certa forma nos 
obrigou a nos embasar em pesquisas de colegas estudantes, que em 
suas monografias apresentam sempre as mesmas dificuldades encontradas pela 
equipe. O projeto solidificou a idéia de apresentar novas alternativas na área de 
domótica, não sendo necessário se restringir apenas a projetos de iluminação. 
As tecnologias apresentadas podem ser utilizadas em diversos aspectos de 
uma residência, como por exemplo, o controle de acesso de forma rápida e eficaz 
pode ser desenvolvido na plataforma Arduino, pode-se também controlar as 
tomadas de alimentação de vários eletrodomésticos presentes nas casas, que 
ligados diretamente nas tomadas consomem energia elétrica estando em stand-by, 
podendo gerar além de uma economia na conta de luz mensal, uma proteção contra 
descargas atmosféricas. 
O trabalho de conclusão de curso, no nosso caso atentou-se apenas para a 
área de iluminação, para fins de pesquisa, desenvolvimento de uma aplicação, 
entendimento dos problemas apresentados e sua resolução de forma concreta, 
podendo apresentar ao final desse estudo uma melhor compreensão dos fatos 
analisados, apresentando um produto finalizado, que pode ser aplicado a qualquer 
caso. 
 
 
 
 
54 
 
7. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 
 
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6022. 
Documentação. Artigo. Publicação periódica científica impressa – 
Apresentação elaboração. Rio de janeiro, 2002 a. 
 
BOLZANI, C.A.M. Análise de Desenvolvimento de uma Plataforma para 
Residências Inteligentes. Tese (Doutorado em Engenharia Elétrica) – Escola 
Politécnica, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2010. 
 
McRoberts, Michael . Arduino básico / Michael McRoberts ; tradução Rafael Zanolli. 
-- São Paulo : Novatec. Editora, 2011 
 
Arduino- Disponível< http://arduino.cc/Acesso em: 20 jan. 2014 
 
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<http://clientes.netvisao.pt/tipico/museu/alfaias/alfaias_arado.htm>,Acesso em fev. 
2014 
 
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<http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/modules/mylinks/viewcat.php?cid=6&min=
1000&orderby=titleA&show=10>, Acesso em fev. 2014 
 
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em:<http://www.mundoeducacao.com/fisica/alavancas.htm>, Acesso em fev. 2014. 
 
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<http://www.plcmentor.com/Articles/Newsletters/Programmable-Logic-ControllerPLC-
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finance/banking/atm.htm>, Acesso em mar. 2014. 
 
Revista Saber Eletrônica, Ed. Saber, São Paulo, Janeiro 2001 
 
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em mar. 2014. 
 
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mar.2014. 
 
Mcroberts,Michael. Arduino Básico.Edição original em Inglês publicada pela Apess 
Inc.,Copyright 2010 pela Apress, Inc ..Edição em Português para o Brasil copyright 
2011 pela Novatec Editora. 
 
Portal franquia empresa, Impressora de cupom Fiscal, Disponível 
em:<franquiaempresa.com>, Acesso em mar.2014. 
 
Site Chronos,Impressora de cheques, <chronos.com.br>, Acesso em mar. 2014. 
 
55 
 
Site Alfatronic, Portão eletrônico movido a motores,<alfatronic.net.br>, Acesso em 
abr. 2014. 
 
Blog Mecatronica Total, Microcontrolador, Disponível em:<mecatronica-
total.blogspot.com.br>, Acesso em abr. de 2014. 
 
Portal Arduino, Arduino Uno, Disponível em: <arduino.cc>, Acesso em abr. de 
2014. 
 
DataSheet ARDUINO MEGA 2560, Disponível em: 
< http://arduino.cc/en/Main/ArduinoBoardMega2560> Acesso em 25 Out.2014. 
 
DataSheet ARDUINO ETHERNET SHIELD, Disponível em: 
< http://arduino.cc/en/Main/ArduinoEthernetShield> Acesso em 25Out.2014. 
 
DataSheet W5100, Disponível em: 
<http://www.wiznet.co.kr/UpLoad_Files/ReferenceFiles/W5100_Datasheet_v1.2.2.pdf 
Acesso em: 25 Out.2014 
 
DataSheet RELE, Disponível em: 
<https://www.ghielectronics.com/downloads/man/20084141716341001RelayX1.pdf 
Acesso em: 25 Out.2014. 
 
DataSheet Roteador, Disponível em: 
<http://dlink-manuals.org/dlink-di-524-datasheet/2/ Acesso em: 25 Out. 2014. 
 
Time, Blackberry 6210, Disponível em: 
http://content.time.com/time/specials/packages/article/0,28804,2023689_2023708_2
023714,00.html>, Acesso em mai. 2014. 
 
Site Apple, IPHONE e IPAD,<http://store.apple.com/br>, Acesso em mai. 2014. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
56 
 
8. APÊNDICE A- DATASHEET PLACA ARDUINO MEGA 2560 
 
 
Arduino Mega 2560 R3 Front Arduino Mega2560 R3 Back 
Overview 
The Arduino Mega 2560 is a microcontroller board based on the ATmega2560 
(datasheet). It has 54 digital input/output pins (of which 15 can be used as PWM 
outputs), 16 analog inputs, 4 UARTs (hardware serial ports), a 16 MHz crystal 
oscillator, a USB connection, a power jack, an ICSP header, and a reset button. It 
contains everything needed to support the microcontroller; simply connect it to a 
computer with a USB cable or power it with a AC-to-DC adapter or battery to get 
started. The Mega is compatible with most shields designed for the Arduino 
Duemilanove or Diecimila. 
The Mega 2560 is an update to the Arduino Mega, which it replaces. 
The Mega2560 differs from all preceding boards in that it does not use the FTDI 
USB-to-serial driver chip. Instead, it features the ATmega16U2 (ATmega8U2 in the 
revision 1 and revision 2 boards) programmed as a USB-to-serial converter. 
Revision 2 of the Mega2560 board has a resistor pulling the 8U2 HWB line to ground, 
making it easier to put into DFU mode. 
Revision 3 of the board has the following new features: 
 1.0 pinout: added SDA and SCL pins that are near to the AREF pin and two 
other new pins placed near to the RESET pin, the IOREF that allow the 
shields to adapt to the voltage provided from the board. In future, shields will 
be compatible both with the board that use the AVR, which operate with 5V 
57 
 
and with the Arduino Due that operate with 3.3V. The second one is a not 
connected pin, that is reserved for future purposes. 
 Stronger RESET circuit. 
 Atmega 16U2 replace the 8U2. 
Schematic, Reference Design & Pin Mapping 
EAGLE files: arduino-mega2560_R3-reference-design.zip 
Schematic: arduino-mega2560_R3-schematic.pdf 
Pin Mapping: PinMap2560 page 
Summary 
Microcontroller ATmega2560 
Operating Voltage 5V 
Input Voltage (recommended) 7-12V 
Input Voltage (limits) 6-20V 
Digital I/O Pins 54 (of which 15 provide PWM output) 
Analog Input Pins 16 
DC Current per I/O Pin 40 mA 
DC Current for 3.3V Pin 50 mA 
Flash Memory 256 KB of which 8 KB used by bootloader 
SRAM 8 KB 
EEPROM 4 KB 
Clock Speed 16 MHz 
 
Power 
The Arduino Mega can be powered via the USB connection or with an external power 
supply. The power source is selected automatically. 
External (non-USB) power can come either from an AC-to-DC adapter (wall-wart) or 
battery. The adapter can be connected by plugging a 2.1mm center-positive plug into 
58 
 
the board's power jack. Leads from a battery can be inserted in the Gnd and Vin pin 
headers of the POWER connector. 
The board can operate on an external supply of 6 to 20 volts. If supplied with less 
than 7V, however, the 5V pin may supply less than five volts and the board may be 
unstable. If using more than 12V, the voltage regulator may overheatand damage 
the board. The recommended range is 7 to 12 volts. 
The power pins are as follows: 
 VIN. The input voltage to the Arduino board when it's using an external power 
source (as opposed to 5 volts from the USB connection or other regulated 
power source). You can supply voltage through this pin, or, if supplying 
voltage via the power jack, access it through this pin. 
 5V. This pin outputs a regulated 5V from the regulator on the board. The 
board can be supplied with power either from the DC power jack (7 - 12V), the 
USB connector (5V), or the VIN pin of the board (7-12V). Supplying voltage 
via the 5V or 3.3V pins bypasses the regulator, and can damage your board. 
We don't advise it. 
 3V3. A 3.3 volt supply generated by the on-board regulator. Maximum current 
draw is 50 mA. 
 GND. Ground pins. 
 IOREF. This pin on the Arduino board provides the voltage reference with 
which the microcontroller operates. A properly configured shield can read the 
IOREF pin voltage and select the appropriate power source or enable voltage 
translators on the outputs for working with the 5V or 3.3V. 
Memory 
The ATmega2560 has 256 KB of flash memory for storing code (of which 8 KB is 
used for the bootloader), 8 KB of SRAM and 4 KB of EEPROM (which can be read 
and written with the EEPROM library). 
Input and Output 
Each of the 54 digital pins on the Mega can be used as an input or output, using 
pinMode(), digitalWrite(), and digitalRead() functions. They operate at 5 volts. Each 
59 
 
pin can provide or receive a maximum of 40 mA and has an internal pull-up resistor 
(disconnected by default) of 20-50 kOhms. In addition, some pins have specialized 
functions: 
 Serial: 0 (RX) and 1 (TX); Serial 1: 19 (RX) and 18 (TX); Serial 2: 17 (RX) and 
16 (TX); Serial 3: 15 (RX) and 14 (TX). Used to receive (RX) and transmit (TX) 
TTL serial data. Pins 0 and 1 are also connected to the corresponding pins of 
the ATmega16U2 USB-to-TTL Serial chip. 
 External Interrupts: 2 (interrupt 0), 3 (interrupt 1), 18 (interrupt 5), 19 (interrupt 
4), 20 (interrupt 3), and 21 (interrupt 2). These pins can be configured to 
trigger an interrupt on a low value, a rising or falling edge, or a change in 
value. See the attachInterrupt() function for details. 
 PWM: 2 to 13 and 44 to 46. Provide 8-bit PWM output with the analogWrite() 
function. 
 SPI: 50 (MISO), 51 (MOSI), 52 (SCK), 53 (SS). These pins support SPI 
communication using the SPI library. The SPI pins are also broken out on the 
ICSP header, which is physically compatible with the Uno, Duemilanove and 
Diecimila. 
 LED: 13. There is a built-in LED connected to digital pin 13. When the pin is 
HIGH value, the LED is on, when the pin is LOW, it's off. 
 TWI: 20 (SDA) and 21 (SCL). Support TWI communication using the Wire 
library. Note that these pins are not in the same location as the TWI pins on 
the Duemilanove or Diecimila. 
The Mega2560 has 16 analog inputs, each of which provide 10 bits of resolution (i.e. 
1024 different values). By default they measure from ground to 5 volts, though is it 
possible to change the upper end of their range using the AREF pin and 
analogReference() function. 
There are a couple of other pins on the board: 
 AREF. Reference voltage for the analog inputs. Used with analogReference(). 
 Reset. Bring this line LOW to reset the microcontroller. Typically used to add a 
reset button to shields which block the one on the board. 
60 
 
Communication 
The Arduino Mega2560 has a number of facilities for communicating with a 
computer, another Arduino, or other microcontrollers. The ATmega2560 provides 
four hardware UARTs for TTL (5V) serial communication. An ATmega16U2 (ATmega 
8U2 on the revision 1 and revision 2 boards) on the board channels one of these 
over USB and provides a virtual com port to software on the computer (Windows 
machines will need a .inf file, but OSX and Linux machines will recognize the board 
as a COM port automatically. The Arduino software includes a serial monitor which 
allows simple textual data to be sent to and from the board. The RX and TX LEDs on 
the board will flash when data is being transmitted via the ATmega8U2/ATmega16U2 
chip and USB connection to the computer (but not for serial communication on pins 0 
and 1). 
A SoftwareSerial library allows for serial communication on any of the Mega2560's 
digital pins. 
The ATmega2560 also supports TWI and SPI communication. The Arduino software 
includes a Wire library to simplify use of the TWI bus; see the documentation for 
details. For SPI communication, use the SPI library. 
Programming 
The Arduino Mega can be programmed with the Arduino software (download). For 
details, see the reference and tutorials. 
The ATmega2560 on the Arduino Mega comes preburned with a bootloader that 
allows you to upload new code to it without the use of an external hardware 
programmer. It communicates using the original STK500 protocol (reference, C 
header files). 
You can also bypass the bootloader and program the microcontroller through the 
ICSP (In-Circuit Serial Programming) header using Arduino ISP or similar; see these 
instructions for details. 
The ATmega16U2 (or 8U2 in the rev1 and rev2 boards) firmware source code is 
available in the Arduino repository. The ATmega16U2/8U2 is loaded with a DFU 
bootloader, which can be activated by: 
61 
 
 On Rev1 boards: connecting the solder jumper on the back of the board (near 
the map of Italy) and then resetting the 8U2. 
 On Rev2 or later boards: there is a resistor that pulling the 8U2/16U2 HWB 
line to ground, making it easier to put into DFU mode. You can then use 
Atmel's FLIP software (Windows) or the DFU programmer (Mac OS X and 
Linux) to load a new firmware. Or you can use the ISP header with an external 
programmer (overwriting the DFU bootloader). See this user-contributed 
tutorial for more information. 
Automatic (Software) Reset 
Rather then requiring a physical press of the reset button before an upload, the 
Arduino Mega2560 is designed in a way that allows it to be reset by software running 
on a connected computer. One of the hardware flow control lines (DTR) of the 
ATmega8U2 is connected to the reset line of the ATmega2560 via a 100 nanofarad 
capacitor. When this line is asserted (taken low), the reset line drops long enough to 
reset the chip. The Arduino software uses this capability to allow you to upload code 
by simply pressing the upload button in the Arduino environment. This means that 
the bootloader can have a shorter timeout, as the lowering of DTR can be well-
coordinated with the start of the upload. 
This setup has other implications. When the Mega2560 is connected to either a 
computer running Mac OS X or Linux, it resets each time a connection is made to it 
from software (via USB). For the following half-second or so, the bootloader is 
running on the Mega2560. While it is programmed to ignore malformed data (i.e. 
anything besides an upload of new code), it will intercept the first few bytes of data 
sent to the board after a connection is opened. If a sketch running on the board 
receives one-time configuration or other data when it first starts, make sure that the 
software with which it communicates waits a second after opening the connection 
and before sending this data. 
The Mega2560 contains a trace that can be cut to disable the auto-reset. The pads 
on either side of the trace can be soldered together to re-enable it. It's labeled 
"RESET-EN". You may also be able to disable the auto-reset by connecting a 110ohm resistor from 5V to the reset line; see this forum thread for details. 
62 
 
USB Overcurrent Protection 
The Arduino Mega2560 has a resettable polyfuse that protects your computer's USB 
ports from shorts and overcurrent. Although most computers provide their own 
internal protection, the fuse provides an extra layer of protection. If more than 500 
mA is applied to the USB port, the fuse will automatically break the connection until 
the short or overload is removed. 
Physical Characteristics and Shield Compatibility 
The maximum length and width of the Mega2560 PCB are 4 and 2.1 inches 
respectively, with the USB connector and power jack extending beyond the former 
dimension. Three screw holes allow the board to be attached to a surface or case. 
Note that the distance between digital pins 7 and 8 is 160 mil (0.16"), not an even 
multiple of the 100 mil spacing of the other pins. 
The Mega2560 is designed to be compatible with most shields designed for the Uno, 
Diecimila or Duemilanove. Digital pins 0 to 13 (and the adjacent AREF and GND 
pins), analog inputs 0 to 5, the power header, and ICSP header are all in equivalent 
locations. Further the main UART (serial port) is located on the same pins (0 and 1), 
as are external interrupts 0 and 1 (pins 2 and 3 respectively). SPI is available through 
the ICSP header on both the Mega2560 and Duemilanove / Diecimila. Please note 
that I2C is not located on the same pins on the Mega (20 and 21) as the Duemilanove 
/ Diecimila (analog inputs 4 and 5). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
63 
 
9. APÊNDICE B- DATASHEET PLACA ARDUINO ETHERNET SHIELD 
 
 
 
Arduino Ethernet Shield R3 Front Arduino Ethernet Shield R3 Back 
Overview 
The Arduino Ethernet Shield connects your Arduino to the internet in mere minutes. 
Just plug this module onto your Arduino board, connect it to your network with an 
RJ45 cable (not included) and follow a few simple instructions to start controlling your 
world through the internet. As always with Arduino, every element of the platform – 
hardware, software and documentation – is freely available and open-source. This 
means you can learn exactly how it's made and use its design as the starting point 
for your own circuits. Hundreds of thousands of Arduino boards are already fueling 
people’s creativity all over the world, everyday. Join us now, Arduino is you! 
 Requires an Arduino board (not included) 
 Operating voltage 5V (supplied from the Arduino Board) 
 Ethernet Controller: W5100 with internal 16K buffer 
 Connection speed: 10/100Mb 
 Connection with Arduino on SPI port 
Description 
The Arduino Ethernet Shield allows an Arduino board to connect to the internet. It is 
based on the Wiznet W5100 ethernet chip (datasheet). The Wiznet W5100 provides 
a network (IP) stack capable of both TCP and UDP. It supports up to four 
simultaneous socket connections. Use the Ethernet library to write sketches which 
connect to the internet using the shield. The ethernet shield connects to an Arduino 
64 
 
board using long wire-wrap headers which extend through the shield. This keeps the 
pin layout intact and allows another shield to be stacked on top. 
The most recent revision of the board exposes the 1.0 pinout on rev 3 of the Arduino 
UNO board. 
The Ethernet Shield has a standard RJ-45 connection, with an integrated line 
transformer and Power over Ethernet enabled. 
There is an onboard micro-SD card slot, which can be used to store files for serving 
over the network. It is compatible with the Arduino Uno and Mega (using the Ethernet 
library). The onboard microSD card reader is accessible through the SD Library. 
When working with this library, SS is on Pin 4. The original revision of the shield 
contained a full-size SD card slot; this is not supported. 
The shield also includes a reset controller, to ensure that the W5100 Ethernet 
module is properly reset on power-up. Previous revisions of the shield were not 
compatible with the Mega and need to be manually reset after power-up. 
The current shield has a Power over Ethernet (PoE) module designed to extract 
power from a conventional twisted pair Category 5 Ethernet cable: 
 IEEE802.3af compliant 
 Low output ripple and noise (100mVpp) 
 Input voltage range 36V to 57V 
 Overload and short-circuit protection 
 9V Output 
 High efficiency DC/DC converter: typ 75% @ 50% load 
 1500V isolation (input to output) 
NB: the Power over Ethernet module is proprietary hardware not made by Arduino, it 
is a third party accessory. For more information, see the datasheet 
The shield does not come with the PoE module built in, it is a separate component 
that must be added on. 
Arduino communicates with both the W5100 and SD card using the SPI bus (through 
the ICSP header). This is on digital pins 10, 11, 12, and 13 on the Uno and pins 50, 
51, and 52 on the Mega. On both boards, pin 10 is used to select the W5100 and pin 
4 for the SD card. These pins cannot be used for general I/O. On the Mega, the 
65 
 
hardware SS pin, 53, is not used to select either the W5100 or the SD card, but it 
must be kept as an output or the SPI interface won't work. 
Note that because the W5100 and SD card share the SPI bus, only one can be 
active at a time. If you are using both peripherals in your program, this should be 
taken care of by the corresponding libraries. If you're not using one of the peripherals 
in your program, however, you'll need to explicitly deselect it. To do this with the SD 
card, set pin 4 as an output and write a high to it. For the W5100, set digital pin 10 as 
a high output. 
The shield provides a standard RJ45 ethernet jack. 
The reset button on the shield resets both the W5100 and the Arduino board. 
The shield contains a number of informational LEDs: 
 PWR: indicates that the board and shield are powered 
 LINK: indicates the presence of a network link and flashes when the shield 
transmits or receives data 
 FULLD: indicates that the network connection is full duplex 
 100M: indicates the presence of a 100 Mb/s network connection (as opposed 
to 10 Mb/s) 
 RX: flashes when the shield receives data 
 TX: flashes when the shield sends data 
 COLL: flashes when network collisions are detected 
The solder jumper marked "INT" can be connected to allow the Arduino board to 
receive interrupt-driven notification of events from the W5100, but this is not 
supported by the Ethernet library. The jumper connects the INT pin of the W5100 to 
digital pin 2 of the Arduino. 
 
66 
 
 
 
 
 
 
 
67 
 
 
 
 
68 
 
10. APÊNDICE C – DATASHEET RELÉ 
 
 
 
 
69 
 
 
 
70 
 
11. APÊNDICE D: DATASHEET ROTEADOR 
 
 
71 
 
12. APÊNDICE E – ESTRUTURADA LÓGICA DO PROJETO 
 
Programa de acionamento de Reles Via software Touch OSC em uma 
plataforma Android. 
 
#include <SPI.h> 
#include <Ethernet.h> 
#include <ArdOSC.h>//inclui blibiotecaArdOSC 
 
bytemyMac[]={0xDE, 0xAD, 0xBE, 0xEF, 0xFE, 0xED}; //define MAC para shield 
Ethernet bytemyIp[] = { 192,168,0,108 }; //define IP da central automação 
intserverPort = 8000; //define a porta de recepção do comando OSC intdestPort= 
9000; //define a porta de envio do comando OSC intrelePin = 9; //define a porta do 
arduino associada ao Rele int relePin2 = 8; //define a porta do arduino associada ao 
Rele2 int relePin3 = 7; //define a porta do arduino associada ao Rele3 int relePin4 = 
6; //define a porta do arduino associada ao Rele4 int relePin5 = 5;

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