RESUMO TRIBUTARIO OAB CEISC
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RESUMO TRIBUTARIO OAB CEISC


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REVISÃO TURBO EXAME XXII
DIREITO TRIBUTÁRIO
Prof. Guilherme Pedrozo da Silva
Conceito de 
Tributo
O que é tributo?
Competência 
Tributária 
Quem poderá 
criar?
Limites ao Poder 
de Tributar
Existe alguma 
limitação?
Obrigação 
Tributária
Como nasce o 
tributo?
Suspensão da 
Exigibilidade
Tenho como 
suspender a 
cobrança?
Extinção do 
Crédito
Ou será que não 
seria melhor por 
fim ao crédito?
Responsabilidade 
Tributária
O tributo tá vivo? 
Pode alguém mais 
ser responsável?
Ações Tributárias 
E agora? Como faço 
para me defender?
Impostos em 
Espécie
Mas afinal de 
contas, o que 
estão me 
cobrando?
TRIBUTO
\uf075CONCEITO: 
Art. 3º Tributo é toda prestação pecuniária 
compulsória, em moeda ou cujo valor nela se 
possa exprimir, que não constitua sanção de 
ato ilícito, instituída em lei e cobrada 
mediante atividade administrativa 
plenamente vinculada.
TRIBUTO
\uf075 DO CONCEITO: 
\uf075 TRIBUTO NÃO É SANÇÃO = PAGA CFE. HIPÓTESE INCIDÊNCIA.
\uf075 INCIDÊNCIA SEMPRE SERÁ DE FATOS LÍCITOS. 
\uf075 MENOR PAGA TRIBUTO, POR EXEMPLO. 
\uf075 ART. 126, I, DO CTN. 
TRIBUTO
\uf075 DO CONCEITO: 
\uf075 AGORA OS FRUTOS DA ATIVIDADE ILEGAL?
\uf075 PECUNIA NON OLET (DINHEIRO NÃO TEM CHEIRO). 
\uf075 FUNDAMENTO: ART. 118, I (ABSTRAÇÃO DA VALIDADE FATOS).
\uf075FAZER REMISSÃO ART. 3º DO CTN.
TRIBUTO
\uf075 DO CONCEITO: 
\uf075 PAGO EM MOEDA OU VALOR QUE NELE POSSA EXPRIMIR. 
\uf075 TEM ALGUMA EXCEÇÃO?
\uf075 DAÇÃO EM PAGAMENTO DE BEM IMÓVEL, ART. 156, XI, CTN
\uf075 FAZER REMISSÃO NO ART. 3º DO CTN. 
\uf075 LEI ESPECÍFICA DO ENTE COMPETENTE. 
\uf075NÃO SE TRATA DE DIREITO ADQUIRIDO. 
COMPETÊNCIA TRIBUTARIA
COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA
\uf075 CONCEITO: 
\uf075 OUTORGA CONCEDIDA PELA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. 
\uf075 PARA ENTES CRIAREM E MAJORAREM TRIBUTOS. 
\uf075 PORTANTO CUIDADO: C. FEDERAL NÃO CRIA TRIBUTOS.
\uf075 TERRITÓRIO FEDERAL PERCENTE A UNIÃO (ART. 18 DA CF):
\uf075PORTANTO NÃO PODERÁ CRIAR TRIBUTO. 
\uf075SÃO ENTES ADMINISTRATIVOS. 
COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA
\uf075 CARACTERÍSTICAS:
\uf075 INDELEGÁVEL (NÃO = TRANSFERIR PARA OUTRO ENTE).
\uf075 ART. 7º DO CTN. 
\uf075 E A CAPACIDADE ATIVA TRIBUTÁRIA?
\uf075 PODE SER DELEGADA.
\uf075 SOMENTE PARA PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PÚBLICO. 
\uf075 ARRECADAR, FISCALIZAR E EXECUTAR AS LEIS. 
\uf075 PODERÁ SER REVOGADA À QUALQUER TEMPO. 
\uf075 ART. 7º DO CTN. 
TAXAS
TAXA
\uf075 FUNDAMENTO LEGAL:
\uf075ARTIGO 145, II, CF. 
\uf075ARTIGOS 77 E 80 DO CTN. 
\uf075QUEM PODE CRIAR? TODO MUNDO. 
\uf075QUE ESPÉCIE LEGAL PODE CRIAR? LEI ORDINÁRIA. 
TAXA
\uf075 FUNDAMENTO DA CRIAÇÃO DA TAXA:
\uf075 1º - CUMPRIMENTO DO EXERCÍCIO REGULAR DO PODER DE POLÍCIA.
\uf075 FUNDAMENTO: ARTIGO 78 DO CTN. 
\uf075 DESEJAR EXERCER UM DIREITO ...
\uf075MAS NECESSÁRIO AUTORIZAÇÃO DA AUTORIDADE DE POLÍCIA ...
\uf075 ESTAREI DIANTE DO EXERCÍCIO REGULAR DO PODER. 
\uf075 TAXA DE FISCALIZAÇÃO, TAXA DE ALVARÁ, TAXA DE LICENÇA AMBIENTAL. 
TAXA
\uf075FUNDAMENTO DA CRIAÇÃO DA TAXA:
\uf0752 º - UTILIZAÇÃO EFETIVA OU POTENCIAL ...
\uf075DO SERVIÇO PÚBLICO ...
\uf075ESPECÍFICO E DIVISÍVEL. 
TAXA
\uf075 ASSIM PODE SER COBRADA TAXA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA?
\uf075É DIVÍSIVEL? NÃO. 
\uf075PORTANTO NÃO PODE, CONFORME SÚMULA 670 DO STF. 
\uf075ASSIM NÃO PODE COBRAR TAXA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA. 
TAXA
\uf075 E A COLETA DE LIXO INDIVIDUAL?
\uf075É ESPECÍFICO? SIM. 
\uf075É DIVÍSIVEL? SIM
\uf075SÚMULA VINCULANTE Nº 19. 
\uf075ASSIM PODE COBRAR TAXA INDIVIDUAL DE COLETA DE LIXO. 
TAXA
\uf075PORTANTO GUARDE E NÃO ESQUEÇA:
\uf075SERVIÇO DE SEGURANÇA PÚBLICA. 
\uf075SERVIÇO DE LIMPEZA PÚBLICA. 
\uf075SERVIÇO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA. 
\uf075NÃO PODERÁ SER COBRADO POR MEIO DE TAXA. 
TAXA
\uf075 NÃO PODERÃO TER BASE DE CÁLCULO IDÊNTICA AQUELA DOS IMPOSTOS 
(VIDE ARTIGO 145, §2º DA CF). 
\uf075 CUIDADO COM A SÚMULA VINCULANTE Nº 29. 
\uf075 TAXA DE COLETA DE LIXO:
\uf075 CONSIDERA METRAGEM DO BEM IMÓVEL. 
\uf075 IPTU:
\uf075 CONSIDERA VALOR VENAL DO IMÓVEL. 
\uf075 STF COMPREENDEU VÁLIDO A COBRANÇA DA TAXA SOBRE METRAGEM.
TAXA
\uf075NÃO PODERÃO TER BASE DE CÁLCULO IDÊNTICA
AQUELA DOS IMPOSTOS (VIDE ARTIGO 145, §2º DA CF).
\uf075ATENÇÃO A SÚMULA 595 DO STF:
\uf075É INCONSTITUCIONAL TAXA MUNICIPAL DE CONSERVAÇÃO DE 
ESTRADAS DE RODAGEM CUJA BASE DE CÁLCULO SEJA 
IDÊNTICA À DO IMPOSTO DE TERRITÓRIO RURAL. 
TAXA
DIFERENÇA ENTRE TAXA E PREÇO PÚBLICO: 
TAXA = TAXA É TRIBUTO. 
PREÇO PÚBLICO = TARIFA = DEPENDE DE UTILIZAÇÃO DO 
SERVIÇO & NÃO É TRIBUTO. 
É COBRADA POR PERMISSIONÁRIA OU CONCESSIONÁRIA. 
TAXA
CUSTAS JUDICIAIS & EMOLUMENTOS
SÃO ESPÉCIES TRIBUTÁRIAS. 
DE CARÁTER ESPECÍFICO & DIVISÍVEL
BASE DE CÁLCULO = VALOR DA ATIVIDADE ESTATAL. 
TAXA
CUSTAS JUDICIAIS & EMOLUMENTOS
DEVERÃO TER LIMITE \u2013 SÚMULA 667 DO STF. 
SE SÃO TRIBUTOS = SOMENTE POR LEI. 
CONTRIBUIÇÃO DE MELHORA
CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA
\uf075PARA QUE VOCÊ VAI CRIAR:
\uf075 1 \u2013 OBRA PÚBLICA. 
\uf075 2 \u2013 DELA DECORRA VALORIZAÇÃO IMOBILIÁRIA. 
\uf075 ATENÇÃO: PRECISO DOS DOIS REQUISITOS. 
\uf075 PORTANTO NÃO BASTA SÓ VALORIZAÇÃO OU A OBRA SER PÚBLICA. 
CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA
\uf075DEVE SER OBSERVADO DOIS LIMITES PARA COBRAR:
\uf075 1 \u2013 LIMITE GLOBAL (GASTO TOTAL COM A OBRA). 
\uf075 2 \u2013 LIMITE INDIVIDUAL (VALORIZAÇÃO PARA CADA CONTRIBUINTE). 
\uf075 ATENÇÃO: PRECISO DOS DOIS REQUISITOS.
CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA
\uf075CUIDADO: 
\uf075MERO RECAPEAMENTO DE ESTRADA OU TAPA BURACO. 
\uf075NÃO DARÁ DIREITO À COBRANÇA DE CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA.
\uf075 CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA = SEMPRE DECORRERÁ DE OBRA. 
\uf075 TAXA = DECORRERÁ DE SERVIÇO.
EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO
EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO
\uf075 É O EMPRÉSTIMO FORÇADO. 
\uf075 COMPETÊNCIA EXCLUSIVA DA UNIÃO = VIA LEI COMPLEMENTAR. 
\uf075 VÍNCULO ENTRE MOTIVO E A ARRECADAÇÃO. 
\uf075 SERÃO:
\uf075 CALAMIDADE. 
\uf075GUERRA OU SUA IMINÊNCIA. 
\uf075 INVESTIMENTO PÚBLICO DE CARÁTER URGENTE E DE RELEVANTE 
INTERESSE NACIONAL. 
CONTRIBUIÇÃO SOCIAL RESIDUAL
CONTRIBUIÇÃO SOCIAL RESIDUAL
\uf075 UNIÃO
\uf075 DEVERÁ SER INSTITUÍDO POR LEI COMPLEMENTAR. 
\uf075 NÃO CUMULATIVIDADE. 
\uf075 NÃO PODERÁ COINCIDIR:
\uf075 FATO GERADOR OU SUA BASE DE CÁLCULO. 
\uf075 COM FATO GERADOR OU BASE DE CÁLCULO DE OUTRA CONTRIBUIÇÃO. 
IMPOSTO EXTRAORDINÁRIO GUERRA
IMPOSTO EXTRAORDINÁRIO GUERRA
\uf075 UNIÃO. 
\uf075 LEI ORDINÁRIA FEDERAL. 
\uf075 GUERRA OU SUA IMINÊNCIA: GERAR RECEITAS EXTRAS. 
\uf075 TERÁ EXIGÊNCIA IMEDIATA. 
\uf075 TRIBUTO PROVISÓRIO: CESSADA CAUSA, DEVERÁ DESAPARECER.
LIMITAÇÕES AO PODER DE TRIBUTAR
PRINCÍPIOS
LIMITAÇÕES AO PODER DE TRIBUTAR
\uf075PRINCÍPIO DA LEGALIDADE:
\uf075ENTES SÓ PODERÃO CRIAR E MAJORAR = POR LEI.
\uf075ART. 150, I, DA CF. 
\uf075VIA DE REGRA: LEI ORDINÁRIA. 
\uf075EXCEÇÃO: LEI COMPLEMENTAR.
LIMITAÇÕES AO PODER DE TRIBUTAR
\uf075 PRINCÍPIO DA LEGALIDADE:
\uf075 QUAIS OS TRIBUTOS QUE PODERÃO SER POR LC?
\uf075CONTRIBUIÇÃO SOCIAL RESIDUAL \u2013 ART. 195, §4º, CF.
\uf075EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO \u2013 ART. 148, DA CF. 
\uf075IMPOSTO GRANDES FORTUNAS (IGF) \u2013 ART. 153, VII, DA CF.
\uf075IMPOSTO RESIDUAL \u2013 ART. 154, I, DA CF. 
LIMITAÇÕES AO PODER DE TRIBUTAR
\uf075 PRINCÍPIO DA LEGALIDADE:
\uf075 E O PODER EXECUTIVO, NÃO PODER ATUAR?
\uf075 SIM, EXISTE UMA MITIGAÇÃO DO PRINCÍPIO. 
\uf075 POR MEIO DE DECRETO OU PORTARIA MINISTRO= ALTERAÇÃO ALÍQUOTAS.
\uf075 FUNDAMENTO: ART. 153, §1º, DA CF. 
\uf075 IMPOSTO IMPORTAÇÃO \u2013 RESOLUÇÃO CÂMERA COMÉRCIO EXTERIOR \u2013 CAMEX.
\uf075 IMPOSTO EXPORTAÇÃO - RESOLUÇÃO CÂMERA COMÉRCIO EXTERIOR \u2013 CAMEX. 
\uf075 IPI. 
\uf075 IOF. 
LIMITAÇÕES AO PODER DE TRIBUTAR
\uf075 PRINCÍPIO DA LEGALIDADE:
\uf075 E O PODER EXECUTIVO, NÃO PODER ATUAR?
\uf075 POR MEIO DE DECRETO OU CONVÊNIO. 
\uf075 REDUÇÃO OU RESTABELECIMENTO DE ALIQUOTAS: 
\uf075 CIDE COMBUSTÍVEL (DECRETO)
\uf075 ART. 177, §4º, I, B, CF.
\uf075 ICMS COMBUSTÍVEL (CONVÊNIO \u2013 CONFAZ).
\uf075 ART. 155, §4º, IV, C, CF. 
LIMITAÇÕES AO PODER DE TRIBUTAR
\uf075 PRINCÍPIO DA LEGALIDADE:
\uf075 E A MEDIDA PROVISÓRIA?
\uf075 TAMBÉM VIA PODER EXECUTIVO. 
\uf075 PODERÁ CRIAR OU AUMENTAR QUALQUER ESPÉCIE TRIBUTÁRIA.
\uf075ART. 62, §2º, DA CF.
\uf075 TRIBUTO