1572637288363_EA- AULA 7 Seção transversal
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Seção Transversal
Apoio : Profa. Bruna Bassoli. M. Pelissari
Estradas e Aeroportos
João Luiz Rodrigues de Oliveira
Elementos básicos - Dimensões
Faixa de tráfego
Pista de Rolamento
Seção Transversal
Faixas de tráfego com largura de 3,60 m são consideradas seguras e
confortáveis.
Seção Transversal
Para estradas
secundárias, de baixo
volume de tráfego ou
baixa velocidade de
projeto é aceitável o uso
de espaços de segurança
menores. Faixas de com
largura de 3,30 m têm sido
adotadas em estradas
secundárias, para reduzir o
custo, e em áreas urbanas,
onde a redução das pistas
é muito importante.
Classe de projeto
Largura da faixa de tráfego (m)
Topografia da Região
Plana Ondulada Montanhosa
Classe 0 3,75 3,75 3,60
Classe I 3,60 3,60 3,60
Classe II 3,60 3,60 3,50
Classe III 3,60 3,50 3,30
Classe IV 3,50 - 3,30 3,50 - 3,30 3,30 - 3,00
Valores propostos pelas Normas de Projetos e Estradas de 
Rodagem do DNER.
Acostamento 
Espaço adjacentes à pista de rolamento, destinados a paradas de emergência.
Acostamento 
Em rodovias de alto padrão, com altas velocidades de projetos são
utilizados acostamentos de 3,50 m a 3,60 m de largura; esses acostamentos
permitem que um veículo comercial fique afastado de 0,90 m a 1,00 m da
bora da pista.
Desejável: mínimo de 3,00 m
Secundárias: 1,20 m
As marginais Rod. D. Pedro: 
duas faixas de 3,5 metros 
de largura cada e 
acostamento com 3 metros.
Acostamento 
Seção Transversal
Classe de projeto
Largura do acostamento direito (m)
Topografia da Região
Plana Ondulada Montanhosa
Classe 0* 3,50 3,00 3,00
Classe I* 3,50 2,50 2,50
Classe II 3,00 2,50 2,00
Classe III 2,50 2,00 2,00
Classe IV 2,00 2,00 - 1,50 1,50 - 1,20**
Valores propostos pelas Normas de Projetos e Estradas de Rodagem do DNER.
*Adotar 3,5m onde for projetado um volume horário unidirecional de veículos 
comerciais superior a 250. ** Valor mínimo absoluto.
Plataforma
Denomina-se plataforma o espaço compreendido entre os pontos iniciais
dos taludes, isto é, a base do talude no caso de corte ou topo do talude no
caso de aterro.
A plataforma contém pistas, acostamentos, espaços para drenagem e
separador central no caso de pistas duplas.
Espaços para Drenagem
A vida do pavimento está intimamente ligada à existência de um
drenagem eficiente que escoe para fora da estrada a água superficial em
razão das chuvas e impeça a eventual chegada de águas subterrâneas a
base do pavimento.
Separador central
Nas estradas de pista dupla, é o separador central que divide as pistas
de rolamento. Pode ser constituído por defensas metálicas ou de concreto,
por calçadas com guias, ou por canteiros gramados, que evitam erosão e
compõem o paisagismo.
No caso de canteiros, deverão ter largura suficiente e forma adequada
para evitar que veículos que saiam acidentalmente de uma pista possam
atingir a pista de tráfego oposto.
Canteiros centrais largos têm ainda a vantagem de reduzir o
ofuscamento dos faróis. Normalmente são projetados com uma depressão
central que oferece condições favoráveis para os dispositivos de drenagem
além de dificultar a passagem acidental de veículos para a pista de tráfego
oposto.
Separador central
Separador central
Separador central
a) Rodovia pista única \u2013 seção tipo
Inclinações transversais
b) Rodovia pista dupla \u2013 seção tipo
Inclinações transversais
Nos trechos em tangente, uma possibilidade é adotar para cada pista uma
das soluções propostas para o caso de pista simples. Essa solução apresenta as
vantagens de maior rapidez no escoamento de águas da chuva e menor
diferença entre cotas.
Estrada com pista dupla
Outra possibilidade é o uso com declividade única. Nas pistas com sentido
único de tráfego, os veículos mudam constantemente de faixa. Essa solução
apresenta vantagem de eliminar a mudança de inclinação transversal na
passagem de uma faixa para outra.
Estrada com pista dupla
Nos trechos em curva, além desse acréscimo, poderá ser aumentada a
inclinação das faixas da esquerda, considerando que são ocupados por
veículos mais rápidos.
Estrada com pista dupla
Referências Bibliográficas
Notas de aula e imagens com base no livro: Projeto Geométrico de Rodovias.
Autores: Carlos R. T. Pimenta e Márcio P. Oliveira. Editora Rima.
http://www.topografiageral.com/Curso/capitulo%2001.php
http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-
manuais/manuais/documentos/742_manual_de_implantacao_basica.pdf