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PIM III gestão em recursos humanos

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as prioridades ocasionando estresse e falta de motivação. Uma equipe precisa de um maestro para dirigir e liderar suas atividades de maneira que se atinja um equilíbrio ou uma coerência nos resultados alcançados.” (http://atitudeenegocios.com/) 
A Pif Paf ainda se utiliza pouco dessas pesquisas, uma ou duas por ano, e por causa disso a empresa deveria se utilizar mais dessas pesquisas com variáveis qualitativas e quantitativas.
Utilizando mais dessas pesquisas os gestores de alto escalão podem vasculhar detectando problemas de baixa produção e incentivo que o próprio sistema da empresa nos setores pode esconder. A falta de motivação é um dos problemas que podem ser maquiados pelos encarregados por causa do assédio moral e perseguição, vários empregados podem produzir abaixo do esperado devido encarregados que não sabem gerir seus setores e com pesquisas com variáveis qualitativas e quantitativas a empresa Pif Paf pode encontrar tais problemas e resolve-los.
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A empresa Pif Paf incentiva os funcionários com cursos e algumas premiações e promoções, mas não existe motivação maior do que um bom aumento salarial por merecimento e boa produtividade. Ter um incremento no salário com seu aumento apenas com promoção a encarregado ou gerente seria difícil para todos chegarem a isso, pois são menos cargos de chefia para muitos funcionários, com isso se a empresa Pif Paf criasse políticas de maiores aumentos de salários reais a seus funcionários daria uma motivação extra em produzir e trabalhar mais pela empresa. Benedito Ponte em (PONTES, 2000, p.29) disse que as organizações devem ser os salários dos funcionários como que agregar valor à função do empregado na empresa, aumentando a motivação e procurando utilizá-lo com mais um artifício na compatibilização dos objetivos organizacionais e pessoais. 
A empresa não deve lucrar com achatamento dos salários o que iria gerar uma baixa produtividade por falta de motivação e descontentamento dos funcionários e sim seguir o que Chiavenato (2004, p.260) disse que o salário é uma contraprestação pelo trabalho de uma pessoa na organização, que empenha parte de si mesma, de seu esforço e de sua vida, comprometendo-se a uma atividade cotidiana e a um padrão de desempenho na organização.
6. REFERÊNCIAS
COHEN, A. R.; FINK, S. L. Comportamento organizacional conceitos e estudos de casos. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
DUBRIN, A. J. Fundamentos do comportamento organizacional. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006.
FIORELLI, J. O. Psicologia para administradores. São Paulo: Atlas, 2000.
GRIFFIN, R. W.; MOORHEAD, G. Fundamentos do comportamento organizacional. São Paulo: Ática, 2006.
MARION, J. C. Contabilidade empresarial. São Paulo: Atlas, 2009.
SANTOS, C.; BARROS, S. F. Curso estrutura e análise de balanço. São Paulo: IOB‑Thomson, 2005.
FONSECA, J. S.; MARTINS, G. A. Curso de Estatística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
CRESPO, A. A. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 2007.