A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
29 pág.
PERGUNTA 1

Pré-visualização | Página 1 de 7

PERGUNTA 1
A mundialização do capital é compreendida como uma nova configuração assumida pelo sistema capitalista nos últimos anos. De acordo com Chesnais (1996), a partir da mundialização do capital, o sistema capitalista assume algumas especificidades, dentre as quais: 
I. O declínio da financeiração da economia é um fenômeno típico da mundialização da economia. 
II. No processo de mundialização, temos inovações no sentido e nas formas de acumulação do capital.  
III. Na mundialização capitalista, temos o fortalecimento das fronteiras do comércio entre os países. 
IV. A mundialização é assentada na utilização de movimentos de internacionalização dos capitais produtivo, comercial e financeiro. 
V. A mundialização capitalista orienta a acumulação capitalista para o mercado financeiro. 
Podemos concluir que estão corretas as alternativas:
	
	a.
	I, II e III.
	
	b.
	I, II e IV.
	
	c.
	II, III e IV.
	
	d.
	I, IV e V.
	
	e.
	II, IV e V.
0,3 pontos   
PERGUNTA 2
Observe a notícia:
“Franquia de passar roupas expande serviços ao fechar negociação com multinacionalA empresa é uma gigante de bens de consumo mundial, dona de mais 400 marcas de produtos. A principal mudança, já implantada, é o serviço por aplicativo: agora, o modelo de negócio da franquia é 100% digital. [...]
Quando chegou o primeiro contato de uma multinacional para os três sócios de uma franquia de passar roupas foi um verdadeiro susto. 
A empresa de passar roupa nasceu em 2016, quando Cláudio Ramos percebeu que, assim como ele, muita gente não gostava de fazer o serviço. 
No negócio, o cliente escolhe um plano, a empresa retira as peças, passa e devolve na semana seguinte, ao pegar a próxima leva de roupas. 
O sistema agradou o público e atraiu a Priscila Santana, que comprou uma unidade da microfranquia, no ano passado. ‘Passar roupa, acredito que seja o serviço que a dona de casa menos gosta, então a gente viu nisso uma oportunidade de ganhar dinheiro, fazendo aquilo que as pessoas não gostam de fazer’, diz. 
Nesta época, as negociações entre os sócios e a multinacional já estavam em andamento. A empresa é uma gigante de bens de consumo mundial, dona de mais 400 marcas de produtos. As vendas chegam a R$ 200 bilhões por ano. 
‘A gente tem muito carinho pelo o que a gente construiu, mas a gente entende que agora com esse passo vamos atender muito mais pessoas. E vai mudar uma escala que jamais imaginaríamos que chegaríamos sozinhos’, diz Cláudio Ramos, um dos sócios. 
As partes não revelam o valor do negócio. Os três sócios perderam a marca original da microfranquia de passar roupa. Mas, no lugar entrou uma nova, que pertence à multinacional. 
‘A gente aporta uma das marcas mais conhecidas e amadas do Brasil, que traz credibilidade pro negócio, a gente aporta capital, pra poder expandir e crescer, a gente aporta financiamento, pra poder trazer tecnologia’, declara Eduardo Campanella, vice-presidente de marketing da multinacional. 
A principal mudança, já implantada, é o serviço por aplicativo: agora, o modelo de negócio é 100% digital. Antes o franqueado cuidava de todas as etapas sozinho: parte comercial, financeira, logística e o serviço operacional. Agora, o franqueado só precisa se preocupar com uma única parte do processo, que é passar bem a roupa. 
A empresa já tinha 123 microfranquias em funcionamento no Brasil inteiro. Com a nova sociedade, o serviço ganhou mais 24 unidades. 
Eduardo Campanella diz que foi pensado como uma franquia social. ‘Um investimento de R$ 10,8 mil, uma entrada de R$ 2.500 Essa é uma franquia viável, possível’, declara. 
O modelo de negócio é recente, mas tem tudo para ser um sucesso. ‘Temos novos possíveis franqueados interessados. A gente recebeu um volume superior ao que já tínhamos recebido em toda nossa história’, comenta Ramos.” 
Fonte:
https://g1.globo.com/economia/pme/pequenas-empresas-grandes-negocios/noticia/2019/08/04/franquia-de-passar-roupas-expande-servicos-ao-fechar-negociacao-com-multinacional.ghtml. Acesso em: 06 de ago. 2019. 
Nela, vemos retratada a realidade de uma empresa multinacional também nomeada no texto como transnacional. Tais empresas podem ser compreendidas como:
	
	a.
	Empreendimentos ou grupos capitalistas em que as formas assumidas pela mundialização na esfera financeira têm seu ápice quando as operações atingem o menor grau de mobilidade.
	
	b.
	Empreendimentos ou grupos capitalistas que não recebem suporte organizacional dos grandes grupos industriais mundializados.
	
	c.
	Empreendimentos ou grupos capitalistas de pequena envergadura que, consolidada a base nacional, expandiram filiais nacionalmente.
	
	d.
	Empreendimentos ou grupos capitalistas de grande envergadura que, consolidada a base nacional, expandiram filiais internacionalmente.
	
	e.
	Empreendimentos ou grupos capitalistas de pequena envergadura que, consolidada a base nacional, expandiram filiais internacionalmente.
0,3 pontos   
PERGUNTA 3
A banda de pop rock nacional Biquíni Cavadão nos anos 1980 ficou famosa com a canção: 
  
“Zé Ninguém 
Quem foi que disse que amar é sofrer? 
Quem foi que disse que Deus é brasileiro? 
Que existe ordem e progresso 
Enquanto a zona corre solta no congresso? 
Quem foi que disse que a justiça tarda mas não falha? 
Que se eu não for um bom menino, Deus vai castigar? 
  
Os dias passam lentos 
Aos meses seguem os aumentos 
Cada dia eu levo um tiro 
Que sai pela culatra 
Eu não sou ministro, eu não sou magnata 
  
Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém 
Aqui embaixo as leis são diferentes 
Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém 
Aqui embaixo as leis são diferentes 
  
Quem foi que disse que os homens nascem iguais? 
Quem foi que disse que dinheiro não traz felicidade? 
Se tudo aqui acaba em samba 
No país da corda bamba, querem me derrubar! 
Quem foi que disse que os homens não podem chorar? 
Quem foi que disse que a vida começa aos quarenta? 
A minha acabou faz tempo, agora entendo porque 
  
Cada dia eu levo um tiro 
Que sai pela culatra 
Eu não sou ministro, eu não sou magnata 
  
Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém 
Aqui embaixo as leis são diferentes 
Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém 
Aqui embaixo as leis são diferentes 
Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém 
Aqui embaixo as leis são diferentes 
Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém 
Aqui embaixo as leis são diferentes 
  
Os dias passam lentos 
Os dias passam lentos 
  
Cada dia eu levo um tiro 
Cada dia eu levo um tiro 
Eu não sou ministro, eu não sou magnata 
  
Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém 
Aqui embaixo as leis são diferentes 
Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém 
Aqui embaixo as leis são diferentes” 
Fonte: https://www.letras.mus.br/biquini-cavadao/44611/. Acesso em 06 de ago. 2019 
  
  
Nela, vemos várias críticas sociais, incluindo colocações veladas ao poder público brasileiro, como nas sentenças: “Que existe ordem e progresso Enquanto a zona corre solta no congresso?” e “Se tudo aqui acaba em samba No país da corda bamba, querem me derrubar!” 
A canção, entretanto, fortalece a distinção entre classes sociais por meio do estereótipo posto na sentença “Zé Ninguém”. Partindo de nossas reflexões, relacionando-as à canção, podemos inferir que:
	
	a.
	O Estado, como agente neutro com relação às questões econômicas, não busca regular o  mercado e também não interfere nos problemas sociais como os narrados na música.
	
	b.
	O Estado possui uma relação de distanciamento de questões de corrupção e não fortalece privilégios para certos segmentos como apresentado na música.
	
	c.
	O Estado, política e ideologicamente, aliase ao capital e contribui para agravar os problemas sociais como os narrados na música.
	
	d.
	O Estado, política e ideologicamente, aliase ao capital e contribui para minimizar os problemas sociais como os narrados na música.
	
	e.
	O Estado, política e ideologicamente, aliase aos segmentos mais vulneráveis e contribui para minimizar os problemas

Crie agora seu perfil grátis para visualizar sem restrições.