Resumo Eletroterapia - para fisioterapia
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Resumo Eletroterapia - para fisioterapia


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RESUMO ELETRO
Analgesia e Dor
Definição: Experiencia sensorial e emocional desagradável associada a
dono tissular real ou potencial, oi descrita nos termos de tais danos.
Aguda:
\u2022 Súbita
\u2022 Localizada
\u2022 Relacionada a dano tissular
\u2022 Serve a um fim biológico (autoproteção)
\u2022 Dura dias a semanas
\u2022 Limitada a sinais e sintomas físicos
\u2022 Sem fatores complicantes envolvidos
\u2022 Boa resposta ao tratamento.
Crônica:
Gradual
Difusa e/ou referida
Pouca relação com dano tissular
Não serve a um fim biológico
Dura meses a anos
Em geral associada a aspectos emocionais
Resposta a dor pode ser agravado pelo
nível de estresse.
Resposta ruim/limitada ao tratamento
Quando a condição da dor é
tratável porém perdura por +
de 6 meses. (dor persistente)
Classificação da dor
Experiencia da Dor 
Comportas da dor:
Nos anos 60, Melzack e Wall deram a conhecer o seu
trabalho da teoria da porta da dor segundo a qual a
entrada dos impulsos dolorosos no sistema nervoso centra
l seria regulada por neurônios e circuitos nervosos
existentes na substância gelatinosa (SG) nas colunas
posteriores da medula espinhal, que funcionaria como um
portão, permitindo, ou não, a entrada de impulsos
dolorosos. Esta teoria estabelece, que pela medula entram
informações pelas fibras de grosso calibre (tato e pressão)
e pelas fibras de fino calibre (sensação de dor). Quem
determina o que passa entre as fibras de grosso calibre e
fibras de fino calibre é uma substância chamada
Substância Gelatinosa de Rolando (Portão da dor). Se chega
informação pelas fibras de grosso calibre, ocorrerá um
efeito facilitatório sobre a Substância Gelatinosa (Portão da
dor), gerando um mecanismo inibitório sobre as fibras de
fino calibre (DOR) que fecha a \u201cporta\u201d para estimulação
dolorosa. Se a informação for maior nas fibras de fino
calibre (A-delta ou C) inibindo-a e abrindo a porta para a
estimulação dolorosa.
Sistema Opioide Endógeno Descendente:
Os opióides podem inibir a liberação
de neurotransmissores como
glutamato e substância p liberados
pelo neurônio do gânglio dorsal ao
nível da medula espinhal, e a nível
cerebral através da ativação de
proteínas G da subfamília Gi/o: Gi1,
Gi3, Go1 e Go2, que inibem a
adenilato ciclase e regulam canais
iônicos pela ligação aos receptores
opióides. Foram estabelecidos três
tipos de receptores opióides: µ, \u3b4 e
\u138, sendo todos receptores
metabotrópicos acoplados a proteína
G.
Por: André Bomfim
Analgesia
Diadinâmica de Bernard
Definição: Corrente senoidal alternada pulsada retificada e monofásica
DF \u2013 Difásica Fixa
MF \u2013 Monofásica Fixa 
CP \u2013 Curtos Períodos
LP \u2013 Longos Períodos 
RS \u2013 Ritmo sincopado5
 T
ip
o
s
Iniciar com corrente continua 
(CC) por 3 minutos 
Seguir com DF, MF, CP, LP 
ou RS \u2013 2 minutos cada 
Amplitude: Limite 
sensorial à doloroso
Tempo: Limitar em 12 
minutos
Aplicação
Polarização da corrente:
Polo negativo (catôdo):
\u2022 Liquefação (acúmulo de líquidos nesta região),
com aumento do líquidos celulares e aumento
da permeabilidade das membranas
lipoproteicas
\u2022 Aumento da excitabilidade tecidual acelerando
o metabolismo de forma inespecífica.
Polo Positivo (anôdo):
\u2022 Coagulação com derivação dos fluidos desta
região
\u2022 Diminuição da permeabilidade das
membranas lipoproteicas
\u2022 Diminuição da excitabilidade tecidual,
diminuindo a taxa metabólica do tecido e
reduzindo a dor (efeito analgésico por
elevação do limiar da dor)
A corrente difásica (DF):
proporcionando analgesia temporária, pois
eleva o limiar de excitação das fibras
nervosas sensitivas, além de promover
melhora dos transtornos circulatórios;
A corrente monofásica (MF):
possui uma predileção no sentido de atenuar
a tonicidade vascular simpática e estimular o
metabolismo do tecido conjuntivo;
Analgesia, diminuição da inflamação e
do edema, reeducação muscular e
fortalecimento, aumento da circulação,
facilitação da cicatrização, aumento da
hidratação.
Principais indicações
\u2022 A corrente de curtos períodos (CP):
indicada para situações que necessitem de aumento de circulação
local ou segmentar;
\u2022 A corrente de longos períodos (LP):
indicada para o tratamento de diferentes formas de mialgias e
neuralgias;
\u2022 A corrente de ritmo sincopado (RS):
provoca contrações rítmicas das fibras musculares, melhorando a
hipotonia muscular associada, porém, é extremamente
desagradável.
Sempre colocar o polo positivo sobre a região com
inflamação aguda e quando a processo se reequilibrar,
trocar a polaridade para favorecer a cicatrização tecidual
Técnica de aplicação quanto aos eletrodos
Contraindicações
\u2022 Dor de origem desconhecida
\u2022 Sobre área cervical anterior e torácica
\u2022 Sobre área craniana
\u2022 Sobre marcapasso responsivo à frequência ou desfibriladores-
cardioversores implantado
\u2022 Sobre área lombar, pélvica e abdominal de gestantes no primeiro
trimestre
\u2022 Sobre implantes metálicos superficiais
\u2022 Em pacientes epilépticos
\u2022 Sobre área hemorrágica
\u2022 Sobre área cancerosa
\u2022 Sobre a pele lesionada
Analgesia
TENS Definição: Corrente pulsada (CA
interrompida) bifásica e balanceada,
podendo ser simétrica ou assimétrica.C
Transcutaneous Electrical
Nerve Stimulation
Colisão Antidrômica: O Impulso induzido
pela Tens extingue os impulsos que se
originam dos estímulos nocivos
Promover analgesia:
Sistema de comportas: O estimulo deve ser confortável 
(nível sensorial) (\u2191F - \u2193D - \u2193I )
Sistema opioide endógeno descendente (SOED): O 
estimulo deve ser nível levemente desconfortável (nível 
motor) (\u2193 F - \u2191 D - \u2193I ) - Estimulo Doloroso: (\u2191 F - \u2191 D - \u2191 I )
Dor protopática/ Inespecifica
Dor epicrítica/localizada
Modulações:
Aplicação:
Modo Convencional:
Esse tipo de estimulação tem como objetivo ativar seletivamente fibras A\u3b2 de diâmetro largo sem
ativar ao mesmo tempo fibras A\u3b3 e C, de pequenos diâmetros e relacionadas com a dor. É
caracterizado por uma alta frequência, 60 a 100 p.p.s, e por uma baixa amplitude de estimulação,
menor que 100 \u3bcs, com intensidade sensorial o que causa uma parestesia cutânea confortável,
sem contração muscular e ativa o portão modulador da dor no nível da medula espinha
TENS acupuntura ou Modo Burst ou de Baixa Frequência
Consiste em frequências de pulso baixas, 2 a 4 p.p.s, com longa duração de pulso de 100 a 300
\u3bcs e intensidade à nível motor ativando as fibras motoras e os nociceptores de pequeno diâmetro.
Esse modo \u201cestimula a glândula hipófise a liberar substâncias químicas que estimulam a
produção de \u3b2-endorfinas que reduzem a dor\u201d. Isso ocorre porque a hipófise libera hormônio
adenocorticotrópico e \u3b2-lipotropina que por sua vez, liberam \u3b2-endorfinas que se ligam às fibras
A\u3b2 e C, bloqueando a passagem da do
TENS Breve-Intensa:
A Tens é liberada em frequência de pulso elevada, maior que 100 p.p.s, e pulso de longa
duração, 300 a 1.000 \u3bcs e intensidade no nível motor, com duração de tratamento entre 15 a 30
minutos, o alívio da dor após o tratamento é menor que 30 minutos, e é recomendada para
redução da dor antes de exercícios terapêuticos. O alívio da dor com esse modo é obtido por
meio da formação de uma alça de retroalimentação negativa dentro do sistema nervoso central
que de forma geral irá inibir a liberação da substância P, um neurotransmissor que causa dor.
Interferêncial
Definição: Aplicação transcutânea de
correntes elétricas alternadas (CA) de média
frequência (portadora), com amplitude modulada
em baixa frequência para fins terapêuticos.
Indicações: Eletroanalgesia; Melhora
da microcirculação e fortalecimento
Seu princípio terapêutico consiste na produção de duas
correntes de média frequência com frequências levemente
diferentes que interfiram uma com a outra,