RELATÓRIOPROJETODEINFRAESTRUTURAURBANA pdf (1) final

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DisciplinaProjeto de Infraestrutura Urbana88 materiais111 seguidores
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RELATÓRIO DE PRÁTICA LABORATORIAL
	ALUNO: Hermerson Rubens Santos Morais
	RA: 1100166
	PÓLO: PARAUAPEBAS-PA
	CURSO: ENGENHARIA CIVIL
	ETAPA: 10
	DATA: 27/09/2019
	CARGA HORÁRIA: 12 h
	DISCIPLINA: PROJETO DE INFRAESTRUTURA URBANA
	PROFESSOR: Amanda Gil Cardoso
	QUADRO DESCRITIVO DE PRATICA
	PRATICA LABORATORIAL Nº: 918087-01
	C.H.:
3h
	DATA:
27/09/2019
	INTRODUÇÃO: Um bom projeto de rede viária proporciona de forma mais rápida e eficaz a circulação de pessoas, bens e mercadorias, além de gerar mais segurança e garantir o direito de ir e vir do cidadão. O primeiro passo para a realização de um loteamento e\u301 o levantamento topográfico do terreno. Posteriormente elabora-se o projeto arquitetônico, utilizando conhecimentos da legislação específica do município para o qual o projeto será elaborado.
	OBJETIVOS: Desenvolver rede viária de loteamento. Alem de colocar em pratica conhecimentos obtidos dentro da sala de aula.
	MATERIAL:
Computador.
Software AutoCad.
	METODOLOGIA: O primeiro foi determinarmos nossa rede viária entre 50 a 60 mil metros quadrados. Foi elaborado um macroestudo, analisando as características da região. Tendo como base a legislação da cidade em estudo (Uberaba-MG). Posteriormente analisamos a topografia da gleba, assim iniciando o desenho dos lotes e da rede viária. Com base no que foi estudado, realizamos o projeto de loteamento, utilizando a legislação de Uberaba para estabelecer as dimensões da estrutura viária, vias arteriais, coletora e locais, por final numeramos os lotes.
	
	RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
O resultado obtido:
Figura 1: Rede viaria
Figura 2: Rede viaria
	CONCLUSÃO: 
Com a proposta que nos foi dada tentamos nos aproximar o máximo possível de casos reais, podendo observar a complexidade do dimensionamento de uma rede viária, além da importância de um bom projeto, o qual influência diretamente na qualidade de vida do cidadão.
	REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Acervo EAD-Uniube. ROTEIRO DE PRÁTICA LABORATORIAL Nº 918087-1
	PRATICA LABORATORIAL Nº: 918087-01
	C.H.:
3h
	DATA:
27/09/2019
	INTRODUÇÃO: 
Para a elaboração de um sistema de abastecimento de água é necessário realizar uma análise aprofundado da localidade e contar com mão de obra especializada. Antes de começar a execução da obra, é preciso definir a população que será atendida e a taxa de crescimento da cidade. Se utilizarmos essa informação como base para o projeto o sistema irá atender a população por vários anos com qualidade.
	OBJETIVOS: Construir conhecimentos referentes à elaboração de projetos de rede de distribuição público de água
	MATERIAL:
Computador.
Software Excel.
	METODOLOGIA: 
Baseado no material que nos fui desponilizado, comecamos o projeto, numerando os trechos da tubulação. Posteriormente foi determinada a população que será abastecida em cada trecho pela seguinte formula:
 P= 
Em seguida calculamos a vazão de dimensionamento pela formula:
Q = 
 Feito isso o passo seguinte foi efetuar o calculo da velocidade em casa trecho usando a fórmula:
 V= 
 OBS: A velocidade não deve ultrapassar a velocidade máxima. Caso isso ocorra, adotamos outro diâmetro comercial.
Em seguida determinaremos a perda de carga unitária formula:	
 
O material utilizado nas instalações será de PVC. O valor de C=140.
A perda de carga total sera dada pela perda de carga multiplicada pelo comprimento do trecho .
Para o cálculo da Cota Piezométrica no ponto a jusante do trecho utilizaremos:
Após isso, calculamos a pressão disponível a jusante, por:
 
E finalmente, verificamos as condições: a velocidade de escoamento tem que ser menor do que a Vmax; Pressão estática máxima nas tubulações distribuidoras deve ser de 500 kPa, e a pressão dinâmica mínima deve ser de 100 kPa.
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
 Valores em tabela do excel:
 
	
	CONCLUSÃO: 
A água utilizada para o consumo é a que exirge maor qualidade. Por isso e fundamental dimensionar corretamente o sistema de abastecimento de água. 
	REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
 Acervo EAD-Uniube. ROTEIRO DE PRÁTICA LABORATORIAL 918087-1
	PRATICA LABORATORIAL Nº: 918087-2
	C.H.: 3 h
	DATA:
24/09/2019
	INTRODUÇÃO: A ausência de um bom sistema de drenagem urbana pode gerar grandes problemas a população, por exemplo, alagamentos, erosões, destruição de pavimentos, além de transmissão de doenças por conta da água contaminada.
	OBJETIVOS: Elaborar projeto de drenagem urbana, colocando em pratica os conhecimentos adquiridos.
	MATERIAL: Calculadora cientifica, computador e programa excel.
	METODOLOGIA: O primeiro passo será preenchermos a tabela de dimensionamento da sarjeta, começando pela coluna do número de área e área, de acordo com o sentido da rua.
Figura 3: Planta
 
Figura 4: Número de área e área
Feito isso, seguiremos transformando a intensidade pluviométrica de mm/h para m/s, dividindo por 1000 e por 3600 respectivamente.
Figura 5: Intensidade pluviométrica
Na coluna posterior preencheremos com o coeficiente de runoff (0,80).
Figura 6: Coeficiente de runoff
Para cálculo da vazão da chuva, temos que:
Q = C*I*A
Figura 7: Vazão da chuva
Serão adotadas para faixa de inundação e inclinação da seção da rua 5 m e 2% respectivamente. 
Figura 8: Faixa de inundação e inclinação da seção
Encontraremos agora o valor da área molhada da seção transversal por meio da seguinte formula:
A=(b*h)/2 (m²) 
Sendo que h será a inclinação da seção da rua multiplicada pela faixa de inundação.
Figura 9: área molhada da seção transversal
O passo seguinte foi encontrar o perímetro molhado, que é dado por:
P= l + h
Sendo que h é igual a faixa de inundação multiplicada pela inclinação da seção molhada, tivemos os seguintes resultados:
Figura 10: Perímetro molhado
Calculamos o raio hidráulico por:
 (m)
Sendo A a área molhada da seção e P o perímetro.
Figura 11: Raio hidráulico
A declividade longitudinal da via foi preenchida de acordo com a tabela recebida:
	RUA
	DECLIVIDADE %
	1
	2
	2
	2,5
	3
	3
	4
	1
	5
	2,2
	6
	1,8
	7
	1,9
	8
	1,5
 
Em seguida calcularemos a capacidade de escoamento da sarjeta utilizando a formula: 
Posteriormente preencheremos a coluna com os resultados obtidos.
Figura 12: Capacidade de escoamento da sarjeta
Dando continuidade, dimensionaremos a galeria.
O primeiro passo foi definir os trechos:
Figura 13: Trechos
 
Em seguida, calculamos a vazão da chuva em cada trecho. A vazão da chuva no trecho 1-2, será a soma da vazão da chuva da área 1-direita mais a vazão da chuva da área 1-esquerda.
Figura 14: Vazão da chuva
 Utilizaremos o mesmo método para calcular todos os trechos.
A vazão montante do primeiro trecho (1-2) será igual a zero, porque não recebe vazão de nenhum trecho:
Figura 15: Vazão montante
A vazão total do trecho será a soma da vazão da chuva no trecho mais a vazão da chuva montando do trecho. Já vazão montante do trecho seguinte, será a vazão total da chuva no trecho anterior:
Figura 16: Vazão total
A declividade para os trechos 1-2 e 2-3 assim como os trechos 5-6, 6-7 e 7-x, será D= 1/58=0,017 e para os trechos 3-4 e 4-7 será D=2/90,34=0,022.
Figura 17: Declividade da Galeria
Preenchemos a coluna dos diâmetros de acordo com os diâmetros comerciais:
Figura 18: Diâmetros
A área da seção circular plena será dada pela seguinte formula:
Asc= (\u3c0*(D/1000)^2)/4
Figura 19: área da seção circular plena
O perímetro da seção circular plena foi dado pela formula:
Pscp=\u3c0*(D/1000)
Figura 20: Perímetro da seção circular plena
O valor do raio hidráulico da seção circular plena, será a razão entre a área da seção circular plena pelo perímetro da seção circular plena:
Rh= A/P
Figura 21: Raio hidráulico da seção circular plena
A vazão da seção