ESPOROTRICOSE
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ESPOROTRICOSE


Disciplina<strong>doenças Infecciosas</strong>40 materiais44 seguidores
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Sporothrix schenkii\u2022
Saprófita - Predomina na matéria 
orgânica
\u2022
Acomete diversas espécies animais\u2022
Lesão única que persiste no local 
de inoculação
\u25cb
Forma fixa \u2022
Proliferação via hematógena 
atingindo órgãos
\u25cb
Lesões na região da cabeça\u25cb
Forma disseminada\u2022
Ùlceras\uf0a7
Nódulos\uf0a7
Cutâneas\u25cb
Região nasal\u25cb
Face\u25cb
Orelha \u25cb
Membros\u25cb
Lesões\u2022
Etiologia
Acomete principalmente cães e gatos\u2022
Alta prevalência em zonas tropicais, 
subtropicais e temperadas
\u2022
Gato - único animal que é reservatório 
comprovado
\u2022
Hábito dos gatos facilita a dispersão do 
fungo
\u2022
Na América Latina é a micose 
subcutânea mais comum em pessoas
\u2022
Incubação de 1 a 3 meses\u2022
Epidemiologia
Manipulação de plantas\u25cb
Clássica\u2022
Arranhadura ou mordida\u25cb
Inalação\u25cb
Ingestão\u25cb
Zoonótica\u2022
Transmissao
Inoculação do fungo -> em 
temperatura corpórea se transforma na 
forma leveduriforme ->ativação de 
resposta imune inata através de TLR 
com presença de macrófagos, 
neutrófilos e APCs que secretam 
citocinas IL6, IL2 , TNF alfa, que geram 
migração de leucócitos , mastócitos e 
cels dendríticas, que apresentam 
antígeno para linf T que gera Th1 e 
libera IL2 e IFN gama e estimula saída 
do de linf B do folículo e produção de 
anticorpos. Há tambem ativação de 
Th2 que produz IL4. Há também 
ativação do sistema complemento, 
com destruição de células infectadas 
através do CAM com proteína C9. e 
deposição de C3b na parede celular 
fungica, bem como fagocitose de 
leveduras -> pode permanecer no local 
de inoculaçao ou se disseminar
\u2022
Caso dissemine -> vai para linfonodos 
regionais causando linfadenite ou 
disseminação via corrente sanguínea -> 
sinais respiratórios -> lesão na mucosa
\u2022
Patogenia
Múltiplas lesões cutâneas com 
presença de sinais extracutâneas
\u2022
Sinais respiratorios\u25cb
Sinais extracutâneos\u2022
Lesão endotelial -> aumento de 
permeabildiade vascular -> perda 
de albumina 
\u25cb
Hipoalbuminemia\u2022
Síndrome da resp. infl. sistemica\u2022
Neoplasia\u25cb
Criptococose\u25cb
Dermatose eosinofílica\u25cb
Diagnóstico diferencial\u2022
Sinais clinicos
 Página 1 de DIP 
Histórico\u2022
Dados epidemiológicos\u2022
Sinais clínicos\u2022
Agas sabouraud +cloranfenicol\uf0a7
Demorado\uf0a7
Risco de contaminação\uf0a7
Cultura\u2022
Boa sensibilidade para gatos\uf0a7
Imprint\uf0a7
Cão - carga baixa parasitária\uf0a7
Citopatológico\u2022
Histopatológico\u2022
Exames laboratoriais\u2022
Diagnostico
IRA\u25cb
Dificuldade no manejo dos animais\u25cb
Adesão do tratamento pelo tutor\u25cb
Animais semi-domiciliados\u25cb
Algumas situações limitam o tratamento\u2022
Tempo prolongado\u2022
Número limitado de agentes antifúngicos\u2022
Efeitos adversos\u2022
4 a 9 meses\u25cb
Tempo médio de tratamento\u2022
Fungo pode permanecer nas lesões cicatrizadas 
por até 6 meses
\u2022
Feridas que não cicatrizam\u25cb
Infecções secundárias\u2022
Castração - diminui comportamento de briga\u2022
Itraconazol associado ou não a iodeto de potassio\u2022
Tratamento
 Página 2 de DIP