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Conjunto Nacional - Estudo de Caso

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Título: Edifício Multifuncional na Avenida Paulista
Endereço: Avenida Paulista, 2073 – São Paulo, SP.
Usos: residencial / comercial / serviços
Arquiteto: David Liberkind
Autor da Cúpula: Hans Eger
Projeto Paisagístico: Arquiteto Roberto Burle Marx
Inicio do Projeto:1955
Data de Conclusão do Projeto: 1958
Área do terreno: 14.600m²
Área construída: 111083,24 m²
Estrutura: concreto armado
Tombamento: Condephaat 2005
Zoneamento - “ZEU – Zonas Eixo de Estruturação da Transformação Urbana - porções do território em que pretende
promover usos residenciais e não residenciais com densidades demográfica e construtiva altas e promover a qualificação
paisagística e dos espaços públicos de modo articulado ao sistema de transporte público coletivo”. Fonte:
https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/zona-eixo-de-estruturacao-da-transformacao-urbana-zeu/ (Acesso 10.05.2019 – 16:37)
CA máx.: 4 CA utilizado: 7,6 TO máx.:70% do lote TO utilizado: 100%
Recuos minimos obrigatórios: 3m
O projeto foi aprovado antes de entrar em vigor a lei que aplica os parâmetros urbanisticos como CA e TO. Os parâmetros do
Conjunto Nacional não estão de arcordo com a legislação atual pois está ocupando totalmente a quadra, ultrapassando a taxa
de ocupação (TO), coeficiente de aproveitamento (CA) e os recuos.
1. Ficha técnica – Conjunto Nacional
2. Fundamentação, Justificativa e Histórico
No inicio dos anos 50 José Tjurs planejava para São Paulo um grande edifício, que
deveria reunir em um único espaço um hotel, restaurantes, bares, cinemas, lojas comerciais e de
prestação de serviços, além de escritórios e apartamentos residenciais com serviço de hotelaria.
Em 1952 José Tjurs comprou a mansão que pertencia a família de Horácio Sabino que estava
localizada na esquina da Av. Paulista com a Rua Augusta. Foi feito um concurso para a
elaboração do projeto que seria implantado no local, o arquiteto ganhador foi o brasileiro David
Libeskind.
1955- A avenida paulista se caracterizava por construções residenciais e a Rua Augusta
com usos comerciais.
1957 - Conjunto Nacional recebeu seu primeiro estabelecimento - Restaurante Fasano - Com
mesas espalhadas pela ampla calçada da Avenida Paulista, gerando movimentação.
1958 - A inauguração da primeira etapa do Conjunto Nacional. O setor comercial, foi destinado a
um centro de compras e serviços, considerado o primeiro shopping center da América Latina e o
maior da América do Sul.
1961 - Foi inaugurado o Cine Astor e no alto do edifício foi instalado o relógio luminoso da Willys.
A construção da torre que abrigaria o Hotel Nacional de São Paulo foi vetada pelas
autoridades: não era permitido construir hotéis na Avenida Paulista. Então o projeto mudou foi
reduzida a lâmina vertical para três edifícios de 25 andares: um residencial, o Guayupiá e dois
comerciais: o Horsa I, para pequenos escritórios e consultórios, e o Horsa II, para empresas de
grande porte.
1962 - A lâmina vertical estava pronta. Conjunto Nacional era, de fato, uma cidade dentro da
cidade e anunciava novos tempos para a Avenida Paulista, dando a largada para a verticalização
de toda a região.
1978 - Conjunto Nacional apresentava sinais de decadência e abandono.
1984 - O grupo imobiliário Savoy comprou o que restava dos bens da Horsa no Conjunto Nacional
e passou a administrar o condomínio.
1997 – Terraço foi reinaugurado e foi lançada o Espaço Cultural Conjunto Nacional, com uma
exposição que reuniu vários artistas plásticos consagrados.
2005 - O Conjunto Nacional foi tombado pelo Condephaat, órgão estadual responsável pelo
patrimônio histórico.
2010 - Cinema tornou-se Cine Livraria Cultura.
Atualmente verificam-se no Conjunto Nacional os usos residencial, comercial, serviços e
lazer. Fonte: http://au17.pini.com.br/arquitetura-urbanismo/237/conjunto-nacional-de-david-libeskind-302145-1.aspx
(Acesso 10.05.2019 - 18:03)
Foto áerea do Conjunto Nacional na década
de 1970
Fonte: http://tede.bibliotecadigital.puc-
campinas.edu.br:8080/jspui/handle/tede/132?l
ocale=pt_BR pg 189
3. Representação Gráfica
Acesso Galerias
Rampas de acesso ao Subsolo 
Comercial
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PLANTA TÉRREO - ACESSOS
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Rampas de acesso ao Subsolo
Residencial
Fonte: http://tede.bibliotecadigital.puc-
campinas.edu.br:8080/jspui/handle/tede/132?locale=pt_B
R pg 184 + Adaptado por Venilma Oliveira
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R pg 184 + Adaptado por Venilma Oliveira
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Fonte: http://tede.bibliotecadigital.puc-
campinas.edu.br:8080/jspui/handle/tede/132?locale=pt_B
R pg 185 + Adaptado por Venilma Oliveira
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PLANTA 2° PAVIMENTO (COMERCIAL)
Fonte: http://tede.bibliotecadigital.puc-
campinas.edu.br:8080/jspui/handle/tede/132?locale=pt_B
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Fonte: http://tede.bibliotecadigital.puc-
campinas.edu.br:8080/jspui/handle/tede/132?locale=pt_B
R pg 187 + Adaptado por Venilma Oliveira
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Fonte: http://tede.bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br:8080/jspui/handle/tede/132?locale=pt_BR pg 188
PLANTA PAVIMENTO TIPO
Localização
ELEVAÇÃO AV. PAULISTA
Fonte: http://tede.bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br:8080/jspui/handle/tede/132?locale=pt_BR pg 190
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ELEVAÇÃO ALAMEDA SANTOS
Fonte: http://tede.bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br:8080/jspui/handle/tede/132?locale=pt_BR pg 192
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ELEVAÇÃO RUA AUGUSTA
Fonte: http://tede.bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br:8080/jspui/handle/tede/132?locale=pt_BR pg 191
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ELEVAÇÃO RUA PADRE JOÃO MANUEL
Fonte: http://tede.bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br:8080/jspui/handle/tede/132?locale=pt_BR pg 193
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CORTE AA
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Fonte: https://www.archdaily.com.br/br/777375/classicos-da-arquitetura-conjunto-nacional-david-libeskind/564c33ace58ece8c420001a7-classicos-da-arquitetura-
conjunto-nacional-david-libeskind-foto + Adaptado por Venilma Oliveira
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