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DM - EXAMES COMPLEMENTARES - SERGIO

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Medicina FTC 2019.2 Catarina Viterbo
EXAMES EM DIABETES MELLITUS
Diversas etiologias
Hiperglicemia transitória da DM
Paciente que tem uso de corticoide e eleva a glicemia
o Corticoide também dá aumento de leucócitos
Uso de imunossupressor
Antipsicóticos, opioides
Lembrar que algumas doenças podem estar escondendo a diab etes como a Síndrome de Down.
Alguns medicamentos podem aumentar os níveis de colesterol
DIFERENÇAS ENTRE DM1 E DM2
TIPO 1
TIPO 2
Início
CRIANÇAS E ADOLESCENTES
>40 ANOS
Frequência relativa
10%
90%
Concordância em gêmeos
idênticos
30 -70%
90%
ICA/Anti-GAD
Geralmente presentes
Ausentes
Peptídeo C
Baixo
Normal ou elevado
Sintomas clássicos
Presentes
Ausentes
Complicação aguda
Cetoacidose diatica
Estado hiperosmolar não cetótico
Tratamento
Insulina
Hipoglicemiantes orais
Lembrando que quando se pensa em DM1 tem que pensar nos marcadores autoimunes
Pacientes com diabetes LADA e MODY
DM2 pede p-insulina e peptídeo C
Cetoacidose diabética Saber manusear
Resistência a antibióticos

Lembrar que com o tempo o paciente passa a ter alterações cardiovasculares
Esses pacientes também fazem doença vascular periférica
Observar a planta do pé e verificar alterações Lesões importantes, dermatites
Alguns pacientes podem cursar com AVE A depender da situação solicitar uma t omografia de crânio
Alterações microvasculares nefropatia, neuropatia
Alterações gastrointestinais pode ser pela doença ou pelos medicamentos A depen der da situação o
paciente pode ser candidato a uma colonoscopia
Retinopatia Encaminhar para o o ftalmologista (Pacientes descompensados principalmente) Importante
quando encaminh ar indicar o porquê.
HISTÓRIA NATURAL DA DOEN ÇA RENAL
Depois de 10 anos o pacien te já e stá liberando albumina na urina
Depois de 20 ano s já escom complicações renais e pode estar com doenças cardiovasculares importantes
Acompanhar pe dindo uma albumina, USG de vias urinárias.
Coração acompanhamento ECG e em alguns casos Ecocardiograma
ALTERAÇÕES DO S NÍVEIS DE GLICOSE
O normal é após ingerir a glicose, ocorrer uma baixa de glicose.
No diabético o ocorre isso, pois ele te m u ma resis ncia à insulina.
Na resistência a insulina ele vai ter um pico enorme e passar do normal
Níveis de insulina em jejum muito altos no pacien te com resistência a insulina. Por isso o uso de medicamentos
que favorecem o receptor de insulina, deixando-o mais permeável.
EXAMES LABORATORIAIS EM DM

Diagnóstico
o Glicemia de jejum: Vários pontos de co rte a depender do laborató rio
Lembrar que no Brasil o normal é até 99
Se der alterado Repetir ou pedir TOTG
Em 2009 Se Hb1Ac der alterada já é diagnóstico de diabetes.
Monitoramento
o Hemoglob ina glicada Ut ilizada para rastrear o diabetes
Quem mais reflete as alterações glicêmicas
o Glicosúria Marcador que n ão é necessariament e patognomônicas, po rque pode ocorrer
glicosúria transitória.
Mas se aparecer asso ciar a DM
o Frutosamina Não é usado na rotina
Complicações
o Microalbuminúria
o Proteinú ria
o Creatinin a ou Cistatina C Marcado res mais promissores de função renal, mas o custo é alto
para se manter a cistatina C. Ela é mais fidedigna po rque o passa pelos mesmos processos
da creatinina.
Por isso, ainda é import ante pedir ureia e creatinina para o paciente diabético .
DIAGNÓSTICO DE DM
Glicemia em jejum (8-13 horas em jejum)
Teste Oral de Tolerância a Glicose (TOTG)
Glicemia ao acaso
Glicemia pós-prandial
ENTENDA SEU S VA LORES DE GLICOSE SANGUÍNEA
Mostrando os resultados e valores dos exames
Em algumas situações variam de acordo com o protoco lo
No Brasil o normal é a p arir de 99
Testes de to lerância se tiver alterado