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Avaliação - Oratória

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A VALIA ÇÃ O FIN AL
So me n te F a e sta a vali ã o a pós:
Ou vir a d io W eb e a co mp an ha r a a p os tila d e tod o s o s
d ulo s .
Re a liz a r um a leitu ra ap rofun d ada e m tod a s a s ap o stila s
As s istir as a ula s d e tod o s o s mód u los.
T er re a liza d o tod a s a s a tivida d e s .
T er Pa rticipa d o d o F órum d e Interaç ã o n a área virtu a l.
Ap ó s c o n clu ir C L IQUE A QU I pa ra e n viar a s res p os ta s na á re a
virtua l. (use o CT RL + C lique)
1) O prime iro manual sobre a retóri ca surg iu no culo V A.C.. Este manual f oi escrito pe l os
siracusanos Córax e seu di scípul o Tí si as. Corax e scre ve u a obra para que ?
a) ( x ) P ara orie ntar os advogados qu e se p ropunham a de f e nder causas de pe s soas qu e
de se j avam re ave r se us b e ns e suas p ro prie dad e s tomados pe lo s tiranos.
b) ( ) Conse guir com qu e os re is d ominass e m a população .
c) ( ) Utiliz ado po r partid os de e sque rda para conse gu ir mais se guid ores .
d) ( ) To das as alte rnativ as.
2) O que é o Exórdio?
a) ( ) É o me io do discurso .
b) ( x ) É o come ço do discurs o.
c) ( ) É a conclusão o obj e tivo prin cipal.
d) ( ) Ne nh uma das alte rnativas .
3) O que é Perorão?
a) ( x ) C onclusão.
b) ( ) É o inicio do d iscurso
c) ( ) É o de se nv olv imento onde .se e ntrega o ob je tiv o prin cipal.
d) ( ) Todas as alte rnativ as e s tão co rre tas.
4) Def ina o raci ocí ni o do i mpl í cito:
a) ( ) P oss ui o tom da ve rdade in que stionável. O qu e se p ode v e rif icar aqu i é o mais comple to
dirigismo d as idéias; a argume ntação é re alizada com tal grau de f e ch amen to que não re sta ao
rece ptor qualq ue r duvida quanto à ve rdade do e mis sor.
b) ( x ) Te m o caráte r impe rativo do ve rbo torna indiscutív e l o e n unciado. O rece ptor fica
imp e did o de e s boçar qu alque r que s tioname nto . É um racio cínio f e chado e m s i me smo q ue
não d á margem a discu ssão.
c) ( ) Busca que brar a inf lex ibilidade do raciocínio apodítico. A gora, aponta - se para mais de
uma conclusão possíve l. No e ntanto, o mod o de re f ormular as h i te se s acab a p or indicar a
conclusão mais aceitáv e l. É um j ogo de sutile zas qu e consis te e m faze r pare ce r ao re ce ptor
e x is tir uma abe rtura no inte rior do discu rso.
d) ( ) To das as af irmaçõe s e stão corre tas .

5) Dentre as di cas para se te r uma boa oratóri a e um bom discurso, assi nale a alte rnati va
corre ta:
a) ( ) Faça e x e rcício s para treinar sua v oz e ge stos e p ostura.
b) ( ) Sua f isionomia de v e se r confiante e pe s ada, com uma p ostura nobre e v itando f icar e m
silê ncio.
c) ( x ) Pe squ ise e analise tud o sob re o as sunto e o e s cre va ante s d e f alar, pois as inf ormaçõe s
obtidas irão s uste ntá- lo.
d) ( ) A re spiração de v e se r be m f e ita, a fala muito be m paus ada ou mais p ida. Se a su a
res piração es tive r ofe gante , de scompassada, ce rtame nte se mostrará de s prep arado e
in se guro.
6) Ci te o que é a comunicação Proxê mica.
a) ( ) É es tabe le cida pe lo co rpo, d e se nhada por cad a uma das suas parte s, movimen tos,
ge stos, pos turas e e x pre ssõ es f aciais .
b) ( x ) Constitui- se no j ogo de d istâncias e po siçõe s q ue se e ntre te ce m e ntre as pe ss oas,
obj e tos e o amb ie n te .
c) ( ) Diz re spe ito as re laçõe s e ntre os sons v ocais, suas caracterís ticas e o que é dito.
D) ( ) Ne n huma das alte rnativ as.
7) Rel aci onado aos motivos que o te rror” as pe ssoas ao f al ar e m públi co, qual dos itens
abaixo não e stá li gado a i sso.
a) ( ) Pe rfe ccionis mo;
b) ( x ) Sere nidade;
c) ( ) Au toimage m ne gativ a;
d) ( ) Ex ce sso de autocrítica;
8) Ao util izar o tempo di sponíve l de forma e quil ibrada, você de ve observar alguns te mpos de
e xposição, cite e m porce ntage m qual é o te mpo de dicado a i ntrodução, de se nvolvi mento e
conclusão.
a) ( ) 25% para a I N TRODUÇÃ O 70% p ara o DESEN V OLVI MENTO /5% para a CONCLU SÃO .
c) ( x ) 15% para a I N TRODU ÇÃO 75% para o DESEN V OLVI MENTO /10% para a CON CLUSÃ O .
c) ( ) 5% para a IN TRO DU ÇÃO 75% para o DESENV OLVI MENTO /20% p ara a CON CLU SÃO .
d) ( ) Ne nh uma das alte rnativas .
9) Como a voz é um i nstrume nto muito de li cado, e xi stem algumas coisas que deve m se r
e vitadas com o i ntui to de pre se rvar a voz dos i te ns abaixo qual de vem se r e vitados.
a) ( ) Fumar.
b) ( ) Ar condicion ado.
c) ( ) Muito f rios.
d) ( x ) Todos de ve m se r e v itados.

10) Cite qual é a primei ra e tapa do planej ame nto.
a) ( x ) Quando v ocê fo r le r u m te x to e m púb lico, s e u ou de qualque r outro autor, é
f undame ntal f azer um trabalho de me sa e m leitura s ilen ciosa, um e x e rcíc io in te le ctual d e
anális e e dis se cação do te x to, para lo calizar: as ide ias p rin cipais, as id e ias se cundárias, as
palavras- ch ave , e tc.
b) ( ) Obse rve a su a articulação, a dicção , o grau de dif iculdade para pro nunciar ce rtas
palavras, a fluê ncia, o ritmo e a ve locidade das f rase s .
c) ( ) Nos e nsaios f e itos numa altura de v oz me diana, marque o temp o das p ausas, da
res piração, e s e a quantidade de ar para uma e missão tranquila e s te ve p re se nte durante a
le itura.
d) ( ) To das as alte rnativ as.
11) Re f e re nte ao pode r re vel ador da li nguage m corporal, comple te a f rase :
Os movime ntos do corpo têm a mesma i mporncia que a palavra no que se ref ere à
comunicação humana. Esse s...
a) ( ) Re cursos dire tos f avorece m o dialo go e n tre as pe ss oas e f ortale ce m a inte r ão social.
b) ( x ) Re cursos e x p ress iv os riq s simos f avore cem a ligação e n tre as pe s soas e f ortale cem a
magia da in te ração social.
c) ( ) São chamados diálogos d ire tos .
d) ( ) To das as alte rnativ as.
12) Por que se deve e vi tar a troca repe titiva do microfone de uma o para a outra?
a) ( x ) O qu e pode de sv iar a ate nção dos ouvintes ou d e monstrar u m de sconf orto que se
pre ju dicial à sua image m.
b) ( ) Pode provocar u ma pane no in te rrup tor conse guir sua f ala.
c) ( ) Demon stra e x ces so de auto co nf iança.
d) ( ) To das as alte rnativ as.
13) Segundo Bajard ( 1994), o di ze r te rmo utili zado para def ini r le i tura e m voz alta é o
pri me iro el o de contato da cri ança com a le itura e a e scri ta. Qual estratégi a de ve se r
utili zada para de se nvolve r a l e i tura e xpre ssiva:
a) ( ) Faze r le itura pré via do tex to;
b) ( ) Te r uma visão pos te rior do que e stá se nd o lido, pe rcorrend o com o o lhar o te x to;
c) ( ) Ler pausadame nte , com v oz clara e com nitide z;
d) ( x ) Todas as e s tratégias são válid as;
14) Qual re gra deve se r util izada para criar um sl ide com conteúdo e fi caz:
a) ( ) MOS (mante nh a- o simple s);
b) ( ) U se de s e nhos ou gráficos se mpre que pud e r e re duza o me ro de palavras e núme ros;
c) ( ) Deixe bastante e spaço e ntre os iten s para f acilitar a visualização;
d) ( x ) Todas as re gras de ve m se r le vadas e m conta ;