PRÁTICA DE ENSINO-TP ESTUDO DE CASO (SOCIOLOGIA)
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PRÁTICA DE ENSINO-TP ESTUDO DE CASO (SOCIOLOGIA)


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LICE N C IAT U R A EM S OC IOLOGIA
PR ÁT IC A DE E NS IN O T R AJE T ÓR IA E PR ÁXIS (PE :PT )
POST AGEM 1: T E X T O DISS ER T ATIVO
JOAQUIM MART IN S JU N IOR
MARAC AJ U -MS
2019
ES T U D O D E C ASO: P R OFE S SOR AND R É
Se gu n do a re vista N ova E scol a i n f el i zmen te o Brasi l li de ra o s casos de
agressões físicas e verbai s aos prof essores n o s di versos campos da soci edade .
D e acordo com a p esqu i sa real i zada pel a Glob o N ew s o n ú mero de agressão
aos prof e ssores cresceu ce rca de 73% e m 2 018 em rela ção ao s an o s i n te ri ores.
A vio n ci a den tro das e scol as ocorre de di versas f o rmas, desd e bu l l in g a té u ma
tragédi a maio r como a qu e o correu em S u zan o. O resu l tado de tu do isso são
prof essores doen tes e acu ado s qu e p or n ã o te rem u m respal do l egal são
dei xados desamparados pelo poder bli co . Co mo é o caso do prof e ssor An d ré,
qu e se sen te i mpo ten te por n ã o sab er como a gi r d ia n te dessa situ ação.
C omo vemo s n os re la tos d ive rsos p rof e ssore s dessa escol a já h avi am ti do al gum
ti po d e exp eri ên ci a com o al u n o e m qu estã o, o s mesmos embora n ão ti vessem
sof rido u ma ameaça por parte de le , tin h am recei o de su as ati tu d es e cru zaram
os b raço s qu an do deveri am a gi r corretamen te. S aben do qu e su a presen ça
cau sa va desco n f orto a os docen te s seu ego a u men tou de tal f o rma qu e o alun o
acredi tava ser in i mpu tável d e ju stiça di an te das lei s existen tes n o Brasi l, por ser
me n or de ida de n ��o resp on de ri a p or seu s atos.
Ou tro erro comu m i mpo sto pel os ór os ed u caci on ais é o f ato de h aver o ín di ce
de reprovação, n as escola s bl i cas u m al u n o n ão pode ser retido ma is de doi s
an o s segu i dos i n de pen dentemen te do n ível de seu a pren di zad o. O di sce n te em
qu e stão n ão começou a gi r de f orma agressi va de u m d i a para o ou tro, el e tem
u ma h i stóri a d e vi da qu e i n di cava tai s escol h as . O f ato de os do cen tes aprovarem
esse alu n o an o após an o para se li vrarem de su a presen ça d eu -l h e motivo para
segu i r su a jorn a da se m ser pu n i do.
Po r cau sa de su a i dade o E C A n ão re spon de mais diretamen te por esse al uno e
el e pode si m respo n der pe l os seu s a tos n a V ara D a Cri an ça e da ju ven tu de,
através, da U N E i. Ao ser in ti mado pe l o ju i z d a va ra da i n f ânci a e ju ven tu de,
depe n den do da situ ação o adol escen te de verá cu mpri r med id as sóci o e du cativa .
O me do do s edu cado res au men ta o n ú mero de de l in qu ência em n ossa s
escol as e f aze m com qu e a i mpu n i dad e e agressã o con tin u e sen do corri qu e ira
em n ossa s escol as, poi s, mu i tos n em ch eg am a re gi strar u m bol eti m de
ocorrên ci a. O prof essor An dré deve si m, f a zer o regi stro n a del ega cia e pe di r u m
re spal do leg al para su a def esa f ísi ca e su a i n teg ri dad e moral .