VIVÊNCIAS EDUCATIVAS
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VIVÊNCIAS EDUCATIVAS


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V I V ÊN CI AS ED U C ATIV AS N A ED U C A ÇÃO
I N FA N TI L
Larissa D e Souza D a R osa
Prof essora tutora externa: Salet e Savi R ossa
Cent ro U niversit ário Leonard o d a V inci - UN I A SS ELV I
Licenciat ura em Ped agogia-Prát ica I nt erd isciplinar: V ivências E d ucativas
10/12/2019
R ES UMO
Este trabalho tem por objetivo apresentar as vivências educativas na educação infanti l
enfatizando o lúdico com o facilitador da aprendizagem , ressaltando o planejam ento e a
m etodologia aplicada para a prática pedagógica, com o também a prática docente com
os alunos. Possibilitando a com preensão entre a teoria e a prática do dia a dia e a
im portância de preparar atividades significativas e conceder aos alunos oportunidades
de interação, a aprendizagem . N esse contexto é necessário um professor criativo, afetivo,
dinâm ico que respeite as individualidades de cada aluno.
Palavras C haves: Lúd ico, d ocência, ensino e aprend izagem.
1 IN TRO DUÇ ÃO
O professor d a ed ucação inf ant il sempre d eve t er um olhar at ent o d e observação
sobre a t urma reconhecend o a ind ivid ualid ad e d e cad a aluno. D esse modo
compreend emos que cad a um t em seu ritmo d e aprend izagem, embora as crianças sejam
d if erentes umas d as out ras o prof essor como med iad or d o conheciment o d eve preparar
suas aulas com at ivid ad es que envolvam d if erentes experncias em cad a f aze de
aprend izagem id entif icad a, como aquele que auxilia na construção d o saber int elect ual,
d esenvolvend o em seus alunos uma post ura crít ica d iant e d o mund o, ajud and o-os a
compreend er e exercer sua cid ad ania, promovend o assim a iguald ad e ent re as crianças de
d if erentes raças e classes sociais.
D esd e muit o ced o pod e ser d esenvolvid o o conhecimento int elect ual d e cada
pessoa, a criança na ed ucação inf ant il d e senvolve at ravés d e d if erentes estímulos a
psicomotricid ad e que f avorece no processo d e ensino-aprend izagem. A psicomot ricid ad e
auxilia d e maneira import ante para a f ormação e est rut uração d o esquema corporal ,
est imuland o f unções mot oras e psíquicas.
É import ant e evid enciar como a psicomot ricid ad e pod e auxiliar o aluno a alcançar
um d esenvolviment o mais int egral que prepara a uma aprend izagem mais sat isf at ória.
O liveira (1997, p. 23).
O projet o ped agógico na ed ucação inf ant il at ravés d o lúd ico d eve t er como objet ivo
o d esenvolviment o motor d a criança, analisand o os conceit os d a psicomot ricid ad e, assim
incent ivand o a prát ica d o moviment o em tod as as et apas d a vid a d e uma criança
most rand o a importância d o d esenvolviment o motor na primeira inf ância.
2 A E D U C A Ç ÃO INF A N TIL E A PR IMEIR A ET A PA D A C R IAN Ç A NA
ES C OLA
Consid erand o que a ed ucação inf antil é a base inicial d o processo ed ucat ivo d as
crianças, o ambient e d eve ser o nd e a inf ância possa ser vivid a em t od a sua int egralid ad e,
conf orme estabelece a (LDB ) Lei d e Diret rizes e B ase d a Ed ucação N acional, ao abord ar
a ed ucação inf ant il, enf atiza que a mesma é a primeira et apa d a ed ucação básica, que
at end e crianças d e at é cinco anos d e id ad e, t end o como objet ivo o d esenvolviment o d essas
crianças complement and o a ação d a f amília. C omo af irma no seu A rt . 29 p. 21.
“A ed u ca çã o inf an t il, p rim e ira et a p a d a ed u ca ção b á sica , t em co m o f in a lida de o
d ese n v o lv im en t o in t egra l d a c ria n ç a d e a t é c in c o a n o s, em seu s a sp ec to s f í sic o ,
p sic o ló gic o, in t ele ct u a l e so cia l co m p lem e n ta n do a a ç ã o da f a m í lia e da
co m u n id a d e .
D esse mod o o projet o ped agógica d eve respeit ar t rês princípios, send o o ético,
ond e respeit amos as d iversas culturas, pois nas salas d e aulas nos d eparamos com variad as
cult uras, cad a uma com sua id ent id ad e e o prof essor d eve respeit ar esse espaço cult ural,
o segund o crit ério é político, que se d á ao d ireit o d a cid ad ania, o respeit o a ord em
d emocrát ica e ao cid ad ão crít ico, e por t erceiro o est ét ico, ond e se d emonstra a
criat ivid ad e d as crianças, as expressões art íst icas e a lud icid ad e.
Cont ud o sabemos que o brincar é f und ament al no processo d e d esenvolviment o
d a criança, interagind o com o meio a criança aprend e brincand o , ond e se manif est a a
liberd ad e d e expressões, d eixand o a criança livre para que ela possa manif est ar seus
sent iment os e ind ivid ualid ad es, seja em at ivid ad es d irecionad as ou livres. Send o assim,
t od a a at ivid ad e planejad a com o lúd ico a aprend izagem d a criança se t orna mais
prazerosa, pois usar o lúd ico como int ervenção ped agógica é uma maneira d e est imular o
conheciment o d a criança para que possam aprend er brincand o.
O lúd ico é explorad o principalment e na E d ucação I nf ant il, é nessa f ase em que as
crianças se encont ram, ond e o prof essor pod e explorar essa prática com uma met od ologia
em que a criança se encont ra d e uma f orma mais agrad ável para est imular seu
d esenvolviment o cognit ivo e social na escola. Para D elorme (2012) é nos moment os de
brincad eira que as crianças pod em nos inf ormar como elas são o que elas acred it am e
vivenciam junt ament e com os ad ultos que as cercam e principalment e como elas
ent end em o mund o ao seu red or.
A s crianças por meio d as brin cad eiras em sala d e aula expõem muit o d o seu
cot id iana d e vid a, pois na brincad eira ela lembra d e sit uações vivenciad as d ent ro d e casa,
na rua e até mesmo na creche ela d emonst ra essas experiencias no ato d e brincar, t ornando
assim possível para o prof essor uma compreensão melhor d o perf il d e seu aluno. O ato
d e brincar na prática ped agógica d eve est ar bem d ef inid a para o prof essor usá-la em sala
d e aula, d esd e que, os moment os sirvam t ambém para compreensão d e uma f orma mais
ampla e específ ica d e cad a criança, pois é nos moment os d e comunicação ent re crianças
e ad ult os que as f ases d e d esenvolviment o colet ivo ou ind ivid ual pod e m ser percebid as.
Portant o, é responsabilid ad e d a escola of erecer at ivid ad es para o d esenvolv iment o
e a realização d o ser humano. C ont ribuind o para seu d esenvolviment o global
consid erand o suas variad as d imensões, t ant o nas necessid ad es sociais como f ísicas, ou
seja, ed ucá-la e cuid á-la, pois na prát ica ped agógica segund o at ores d a ed ucação inf ant il,
o cuid ar e o ed ucar são inseparáveis.
Com t ud o, na ed ucação inf ant il a uma grand e responsabilid ad e para se propor um
ambient e af et ivo, que d e acord o com A lmad a (2007), é compreend er o jeit o especial de
cad a criança d e est ar no mund o, respeit and o o seu t empo, seu estilo incomum d e ser e sua
ind ivid ualid ad e. É import ant e que seja of erecid o um ambient e rico em at ivid ad es lúd icas