Paper_Gestão_de_Custos
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GESTÃO DE CUSTOS
Darlan Cherutti da Silva
1
Francieli Daiani Bender Brião
2
Juliana Klauc k
3
Profe ssor Antônio Leone Prati Bandeira
4
Centro Universitár io Leonar do da Vinci-UNIASSELVI
Bacharel em A dministração (ADG1217) S eminário interdisciplinar: o impacto dos custos para as empresas
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
1 INTRODUÇÃO
Os gastos estão inseridos no cotidiano, t er uma est a bilidade financeira é meta para qualquer
pessoa, afinal, mu itas fa mílias não controlam seus gastos e acabam não alcançando seus objetivos.
Nas empresas, não é muito difer ente, todas têm um objetivo em co mum, a lcançar a maior
lucratividade possível e para isto, é necessário fazer um controle rigoroso nos setores da empresa,
verificando onde estão acontecendo perd as e desperdícios que poderiam ser controlados a f im d e
economizar e melhorias a serem realizadas.
O empreendedor s egundo D onabela (1999) tem com o características a iniciativa, au tonomia,
autoconfiança, n ecessidade d e rea lização, é reconhecido mu itas ve zes por s ua perseverança e
tenacidade para vencer obstáculos, além da capacidad e de se dedicar ao trabalho e concentrar esforços
para alcançar resultados, sendo comprometido no qu e faz.
Para Drucker (1987, p.36) o empreendedor “é aque le que s empre está buscando a mudança,
reage a ela, e a explora como sendo uma oportunidade”.
Diante da competitividade nas empresas, é preciso q ue a administração analise muito bem a
estrutura para se per manecer ativos no mercado, bem como informações confiáveis e precisas
alinhadas ao planejamento da empresa para que não afete sua con tinuidade. Para Knuth (2012, p. 4)
“[...] a área de custos apurar á os valores necessários para a sua produção e identificará a mar ge m de
lucratividade ideal para manter a perenidade (a sobrevivência) da empresa no mercado. ”
1
Acadêmica do c urso de Administrção. darlan.cherutti@gmail.com
2
Acadêmica do c urso de Administração. francibender1@gmail.com
3
Acadêmica do c urso de Administração. julianaklauck06@gmail.com
4
Professor orientador. leonebandeira63@gmail.com
Centro Universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI
Bacharel em Administração (ADG1217) Seminário interdisc iplinar: o impacto dos custos pa ra as empresas
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Guimarães Ne to (2008) expl ica que p ara a org anização determinar o lucro, é imprescindível
a contabilidade d e custos no controle de suas operações, pela n ecessidad e de ter o conhecimento do
que de fato está s endo feito, e nas tomadas de decisões , para daí sim as ações de produção e prestação
de serviços sejam realizadas.
Uma gestão de custos traz c lareza, s endo possível verificar oportunidades de investimento,
tomar decisões mais estratégicas, entre tantos outros.
Lorentz (2015, p. 8), e m sua obra li terária, fal a “[...] s ão custos apenas os gastos incorridos na
fabricação dos produ tos. Assim, os sal ários do departamento de produção represen tam custos. J á os
salários do departamento de vendas são despesas operacionais. ”
Conforme La Torre (2018, p. 11), [...] as organizações precisam se preparar para ad ministrar
seus recursos, relativamente escass os, e assim conseguir ofertar seus produtos e serviços”. Esse
procedimento é re alizado por meio da class ificação dos recursos que serão usados nas atividades e
processos produtivos. Esse us o, ou consumo de recursos, deve s er separado e devid amente
classificado como custos ou despesas.
Abaixo podemos observar um quadro com alguns exemplos diferenciando custos de despesas:
FIGU RA 1- CUSTOS X DESPESAS
Fonte: LORENTZ (2015, p. 9)
2 CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS
Analisando os custos e s ua estrutura qu e significa, de acordo com L a Torre (2018, p. 53) “[...]
fundamentar e c lassificar os processos de consumo de recursos produtivos, obs ervando -se o
comportamento dos custos totais e unitários à me dida que se consegue aumentar ou d iminuir a
3
produção, den tro de um poten cial de produção p redeterminada. ” O s custos são classificados
conforme abaixo.
2.1 CUSTOS VARIAVÉIS OU DIRETOS
Os custos variáveis ou diretos são os que possuem relação dir eta com o volume de pro du ção
ou serviço. Conforme Knuth (2012, p. 101) estes custos “[...] podem ser quantificados e identificados
aos produtos ou serviços e v alorizados com rel ativa facilidade, pois não necessitam de critérios d e
rateios para serem alocados aos produtos”.
Para Pinto et al. (2008, p. 25) “são aqueles que podem ser apropriados diretamente aos
produtos fabricados, porque existe uma medida objetiva de seu consumo ness a fabricação. ”
Pode-se dizer que são todos os ma teriais utilizados du rante todo o processo de fabricação para
a produção de um produto.
Nos custos diretos, destacam-se ainda:
Material Direto (MD): identifica -se a quantidade exata dos componentes que s ão
incorporados ao produto. Exemplo disso pode -se citar a fabricaç ão de camise tas, onde
haverá:
Matéria-prima: o uso de malha de algodão e/ou sintética.
Ins umos: o uso de materiais a serem incorporados ao produto, e xemplo: botões , etiquetas
etc.
Embalagem: a aplicação da e mbalagem necessária para proteger e distribuir as unidades
produzidas. (LA TORR E, 2018, p. 24-25).
Ao passo que para Martins (2010, p. 133):
Mão de Obra Direta é aquela relativa ao pessoal que trabalha diretamente sobre o produto em
elaboração, desde que se ja possível a mensuração do tempo despendido e a identificação de
quem exec utou o trabalho, sem necess idade de qualquer apropriação indireta ou rateio. Se
houver qua lquer tipo de aloc ação por meio de estimativas ou divisões proporci onais,
desaparece a característica de ‘direta’.
2.2 CUSTOS FIX OS OU INDIRETOS
Aqueles custos que permanecem constantes, que não mudam independente do volume de
produção são chamados de custos fixos ou indiretos . Em consequ ência disso, Knuth (2012, p. 93),
em sua obra literária diz que estes “[...] não são identificados como custos de produção do período,
mas como custos de um p eríodo de produção” Co mo os custos fixos ou indir etos não podem ser
atribuídos d iretamente ao produto, não havendo uma quantidade ou medid a ex ata consumida, estes
devem ser atribuídos aos produtos através de rateio que é, na maioria das vezes, decisão arbitrária.