Falência
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Falênc ia
V er art. 5
domingo, 2 7 d e o utu bro de 20 19
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Aula 01 - 27 /1 0
Falê ncia: aplicada e m último caso, pois, in icialme nte , te nta - se re c. Jud icial se pos síve l;
A falência é maté ria HIBRIDA, pois trata de ma ria de Dire ito M ate rial e Dire ito
Proces sual.
É o p roce sso de Ex e cução Concursal que promove o afastame nto d o de v e d or de suas
atividade s, afim de p res e rvar e otimizar a utilização p rodutiv a, conf orme d is po sição do
artigo 75 da Le i 11. 101/05
Art. 75. A f alênc i a, ao promov er o afas t ament o do dev edor de s uas ati v idades , v i s a a
pres erv ar e oti mizar a utili z ão produti v a dos bens , ativ os e rec ursos produt iv os ,
inc lusi v e os int angív eis , da empres a.
Parágrafo úni co. O proces s o de f alênci a at enderá aos princ í pios da c eleridade e da
econom ia proc es s ual.
O p rinc íp io d a p reserv ão d a emp res a, é ap lic ad o na Lei 11. 101/ 2005 (Lei d e Falênc ia e
Recup er ão J ud i c ial), p o i s ac red ita q ue a manut enç ão d o bom empresário, é s aud áv el
p ara uma b o a eco no m ia no P s .
" PAR CONDITIO C REDITORIUM" : Este princípio, e stabe le ce que de n tro de uma me sma class e
de cre dore s h ave DISTRIBUI ÇÃ O P A RITÁRIA do crédito e ntre s e us cre d ore s. O re f e rido
princípio corrobora com e f e tiv idade da Exe cução Concursal.
Fundam entos par a A plica ção da
Falência
1. De ve dor Empresári o (QUEM PODE F ALIR)
1.1 So c. Emp res ária
1.2 Empres ário
1.3 EIRELI
* I mp o rta n te: aplica-s e a lei de f alê n cia mes mo que
o empre s ário não e s te j a re gularmen te re gis trad o
na j u nta come rcial ( s oc. Comu m/f ato/ irregular) .
Esta pode f alir pe lo me lh or intere s se do credo r.
Art. 1º Esta Le i dis ciplin a a
recupe ração j udicial, a recupe ração
e x traju dicial e a falê ncia d o
empresário e da socied ad e
empresária, d oravante re f e ridos
simple sme nte como de ve dor.
2. Sente a de cretando falê ncia
Se n te nça de clara ria
3. Insolvê nci a Jurídi ca
Ob s. : A ins olvência j u d ica, é PRES U MI DA. Decorre
de atos p ra ticad o s p elo empresá rio qu e f az
presu mir q u e este esta inso lv ente. A q u i o devedo r
po d e ter u m pa tri n io ma ior q u e a s d ív idas ,
contu d o , p ratica a tos q u e p resum em s ua
in so lvência .
Ex. : Emitiu chequ e e o pa g o u. .
* de corre de atos re alizados pe lo e mp res ário .
Ins olvê ncia J urídica é DI FEREN TE de
Ins olvê ncia Econ ômica.
Ne sta, as dív id as d o de v e d or
supe ra os be ns, por is so tem - se o
nome insolvê ncia e conômica.
N Ã O SE A PLICA A LEI DE FA LÊN CIA (abs olutame nt e)
Conf orme disposição do artigo 2º d a re f e rid a lei me n cio nada, dispõe e m se u inciso "I " que a
f alê n cia não se aplica as EMPRESAS PÚBLICAS e SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA , uma v e z
que e stas ABSOLUTAMENTE, não podem fali r.
Art. E s t a Lei o s e ap li c a a:
I empresa públi c a e s oc iedade de ec onom ia mis t a ;
No e ntanto, no inciso "I I", me n cio na as instituições que e stão parci almente e xcluí das,
contudo, é apli cado a l e i de f al ê ncia.
II inst it uiç ão f inanc eira p úb li c a o u p riv ad a , co o p erativ a d e c réd it o , co ns ó rc io , ent id ad e d e
p rev i d ênc ia c o mp lementar, s o c i ed ad e o p erad o ra d e p l ano d e as s is t ênc ia à s aúd e ,
s o c i ed ad e s eg urad o ra, so c ied ad e d e c ap it alizaç ão e o utras entid ad es leg almente eq ui p arad as
às anteri o res .
S/S: não aplica a le i de f alê ncia
COM PETÊNCIA
No s te rmos do artigo 3° da Le i 11. 101/05, me n cio na qu e a compe ncia d o j uízo, se o do
lo cal PRI NC IP A L ESTA BELEC IM ENTO do de ve dor ou da filial de e mp res a que te nh a se de f o ra d o
Brasil.
Juiz d a f alê ncia, é um JU IZ U N I V ERSAL, isto é , JUI Z PREV EN TO - "V IS ATRACTIV A" , u ma v e z o
proce ss o de f alê ncia é distrib do, o j uiz compe te n te da ão, se pre v e nto, isto é , todas os
proce ss os/ õe s qu e e n volv am aque le e mp resário se j ulgado pe lo j uiz compe te nte da ão
de f alê ncia, salvo algumas açõe s que continu aram no ju ízo de o rige m
Art. 3º É co mp etente p ara h o mo loga r o p la n o de recu p eração ex traj udicia l, d ef erir a
recu p eraçã o j u d icial o u decreta r a fa n cia o j uízo d o local d o p rin cipa l estab elecimen to
do d evedo r ou d a filial d e emp resa q ue tenh a s ede f o ra d o Brasil.
Exce çõe s > > Estas õe s continuam no f oro de o rige m, isto é , não v ão se r atraídas para o juízo
compe te nte da A ção de F alê ncia.
1- Re clamaçõe s trabalh is tas
2- Ex e cução Fiscal