HISTÓRIA MODERNA
7 pág.

HISTÓRIA MODERNA


DisciplinaHistória Moderna855 materiais6.771 seguidores
Pré-visualização7 páginas
D isciplina: 1007 66 - H IST ÓR IA MOD ER N A
Abaixo estão as questões e as alternativas que você selecionou:
QUESTÃO 1
No q ue s e r eferem às i deias r elativ as ao Humanis mo, durante o
Renasc i mento it ali ano, e à c i tação abaix o, aponte a r espost a i nc or reta:
"A as c ens ão do humanis mo não desbancou a f il os ofi a es colás ti c a
mediev al ( apes ar das obs er v aç ões depr ec i ati v as q ue os humanis tas
faziam sobr e os s c holast ic i). Na v er dade, f ig uras ex ponenc iais no
mov i mento renasc ent is t a, c omo o neoplatôni c o Mar s i lio Fic ino, er am bem
li dos, tant o na fi losofia mediev al c omo na f ilos of ia c l ás s i c a. Lorenzo de
Medic i, g ov ernantes da Florenç a, esc reveu a Giov anni Bentiv ogl io,
g ov ernant e de Bolonha, pedi ndo q ue proc uras s e nas li v rari as locais uma
c ópia do c oment ário de J ean Bur idan à Étic a de Ari s t ót eles, e Leonar do
da Vinc i est udou a obr a de Albert o da Sax ônia e de Alber to o Gr ande".
BURKE, Peter. O Renas ci mento i taliano: c ultura e s oci edade na I t ál ia.
São Paulo: Nov a Alexandria, 1999, p. 28.
a )
T ho mas M or u s f oi o h uman ista itali an o mais imp or tan te, esp ecialmen te po r sua inf lu ên cia
e r e lação p xima ao Papa.
b )
No p er ío do humanista er a p ossíve l per ceb er aspe ctos do me die val e do mo de rn o, ao
mesmo tempo em algu mas ob ras.
c )
A cent ralidad e d o humanismo o as car acte sticas qu e cir cun dam o h ome m, sua alma e
suas n ece ssidade s.
d )
Par a Peter Bur ke ( 19 99 ) f o i mais inovação a u m "cr e sciment o e af lor ame nto " da art e.
e )
A ar te passo u a ser vista como um elemen to estét ico e so cial.
Ver ju stif icativa da re spo sta
QUESTÃO 2
Sobr e a r el aç ão da ig reja c om merc anti li s mo, anali s e o exc ert o abaix o e
es colha a alternati v a incorr et a:
"O impuls o e a di fusão da economia monetári a ameaç am os v el hos
v alores c r is t ãos . Um novo s i s tema ec onômic o es t á pr est es a s e f or mar , o
c apit ali s mo, q ue par a s e des env olv er nec es s it a s enão de nov as t éc ni c as ,
ao menos do us o mas s i v o de pr át ic as c ondenadas de s de s empr e pela
Ig reja. Uma luta encarniç ada, c otidiana, ass inalada por proibiç ões
repetidas , ar t ic uladas a v al or es e ment al idades , t em por objetiv o a
legi ti maç ão do l uc r o l íc i to q ue é pr ec is o dis t ing uir da usura."
LE GOFF, J ac q ues . A c i v il izaç ão do oc iden t e medieval. Bauru, SP:
Edus c , 2005, p.10.
a )
O Pro gr e sso po de ria vir se m a inte rve nção econ ômica, n a leitur a d a Ig r eja.
b )
O lu cro só e ra uma me dida econ ômica aceita qu and o assumida pe la Igr eja Ca lica.
c )
oUsur ár ios e comér cio f azem p art e d o me smo sistema eco mico.
d )
A circulação de mo ed as não e stá r elacion ada co m o tr abalho de usu r ios.
e )
"T empo e d inhe iro " tor na- se o le ma, d eixan do o te mpo cele stial em seg und o p lano.
Ver justif icativa da r espo sta
QUESTÃO 3
Após o l er t r ec ho abaix o, es c olha o i t em c or r eto s obr e o perí odo a q ue s e
refer e:
Ao c abo de um c urs us honorum q ue tr ans formou Edme em notári o,
depois em pr oc urador , depois juiz, o herói des s e c ur s us as s umi u o poder
na aldeia: pas s ou a s er, nas s uas f unções de pr ebos t e, r ealmente
inamov í v el, c omo j á er a o s eu antec es s or; Edme dis t r ibui j us t a s eg undo
s ua c onsc i ênci a, e s eg undo s ua c u lt ur a de pr áti c o; a s enhori a deix a em
s uas mãos as funç ões de j ui z e de árbitr o, des de q ue r eceba
reg ul ar mente dele as r ec eitas monet árias dos dízi mos e di r ei t os
s enhori ais q ue o enc arr eg a de c obr ar dos dev edor es de Sac y .
LADURIE, Emmanuel Le Roy . His t ór i a dos Campones es Fr ances es : da
pes te neg ra à revoluç ão. Rio de J aneir o: Civ i li zação Bras il eir a, 2007, p.
225, g r if os do or i g inal
a )
Os car g os d e juiz e de pr ocu rad or er am inde pe nd ent es da vo ntad e d o se nho r io.
b )
O tr e cho o d eixa e viden te uma h ier arq uia so cial.
c )
Os car go s d e juiz e de p ro cur ad or tamb ém tinham p or re spo nsab ilidad e re colhe r impost os
e ad ministr ar o "sistema" d e justiça;
d )
Costu mes e a cultur a n ão er am co nside r ado s no s casos d e just iça.
e )
A citação ind ica qu e os car g os p úb licos er am u ma p ossibilidade p ara tod os.
Ver ju stif icativa da re spo sta
QUESTÃO 4
Abaix o es t ão alg uns dos pr i nc ípios de Marti nho Luter o, de 1517. Leia e
aponte a alternati v a q ue não c ondiz c om mudanç as dec or r entes v indas
da I g r ej a Lut erana:
LUT ERO, Mar t inho. 95 teses: debate para o es cl ar ec i mento do v alor das
indulg ênci as . Lut er anos , 1517. Dis poní v el em:
<ht t p:/ / www.luteranos. c om. br / lut er o/ 95_tes es .html>. Ac ess o em: 25 out.
2017.
32 Ser ão c ondenados em eter ni dade, junt ament e c om s eus mes t r es ,
aq ueles q ue
s e j ulg am s eg ur os de s ua s alv aç ão através de c ar ta de indulg ênc i a.
33 Dev e-s e t er mui ta c autela c om aqueles q ue di zem serem as
indulg ênci as do
papa aq uela i nes timável dádiv a de Deus at r av és da q ual a pess oa é
rec onci li ada
c om Deus.
36 Qualq uer c ri s t ão v er dadeiramente arr ependido tem di r ei to à remis s ão
pela de
pena e c ulpa, mesmo s em c arta de indulg ênc i a. ( LUT ERO, 1517)
a )
Com o s ide ais de Lut er o divulgad os, a I gr eja Ca lica e ime diato pe rd eu boa par te de seu
poder