DIREITO PENAL - Territorialidade, lugar do crime, extraterritorialidade
4 pág.

DIREITO PENAL - Territorialidade, lugar do crime, extraterritorialidade


DisciplinaDireito Penal I73.517 materiais1.214.074 seguidores
Pré-visualização4 páginas
D IR EIT O PE N AL M2 E B 2
Art. C P T erritorialida de
(regra)
Va l e para todos os países / terri tórios.
N avio e a vião (con hec idas co mo extensõ es Para an al i sar, tem qu e pen sar
se é do gove rn o ou parti cu l ar, se f or da marin h a ou do govern o brasil e i ro, on de
esti verem o terri tório é B rasil e i ro, e n tão respon de ás l e i s brasi l ei ras. E X : A vi ão
particu l a r (Tam, azu l ) en trou em território / mar estran gei ro correspon de á
l egi sl açã o do pai s qu e pe rten ce o territóri o.
Se acon tecer u m h omi di o den tro d e u m aviã o brasil e i ro pa rti cu l ar n o territóri o /
mar dos E .U.A., se apl i ca ás lei s american a s. Se sai r do avi ão e acon tecer f ora,
as l ei s apl i cadas são do terri tório em qu e se está.
Ex tradição Brasi l n ão extradi ta. S e n ã o sai r do p s, n ão acon tece n ada , e
qu an do se tem u m man dado de prisão in tern aci ona l se n ão sai r do país (Brasi l )
n ão aco n tece n ada.
Ex pu lso Pe ssoa n ão pode vol tar a o país
Art. C P Luga r do Crime
Tan to f az aon de o crime começou o u termi n ou . E X : C o meçou n o B rasil ou
termi n aram n o B rasi l , as lei s brasi l ei ras p odem atu ar.
Ap licaçã o d as leis B rasileiras fo ra do Brasil é teóri co, terá e f ei to práti co
se a pessoa vi r po r von tade própria ou por extradiçã o, n i n gu é m po de cu mprir
du as pe n as pel o mesmo a to .
Art. C P E xtra territorialida de
Ap l i cação da l ei b rasi l ei ra p ara f a to s q u e acon tecem f ora do terri tório brasi l ei ro.
EX : ten tar ou ma ta r o pre si den te da repú bl i ca e ou tros crimes ci tado s n o arti go .
Incondicionado o agen te será processado e ju l ga do mesmo q u e ab sol vi do
n o exteri or. (in ci so I, parágrafo 1 º art. ).
Condicionado a apl i caçã o da l ei de pen de de ri os f atores. E X: E star em
terri tóri o n aci on a l , o ato se r vál i do n o te rritóri o n aci on al e etc.
C rime co ntra b rasileiro n o exte rior Só vale apl i car as pen as brasi l e i ras se o
réu vir esp on tan ea men te pa ra o Brasi l .
EF IC ÁC IA D A S E N T E N ÇA E ST R AN GEIRA AR T . C P
Po de atu ar n o B rasil e m du as si tu açõe s: i n d en i zação, 2ª medi da de
segu ran ça.
C ON T AGE M D E P R AZO AR T . 10º C P
N ão se con ta h orári o , con ta dias. EX : man dado d e 5 dias, n ão i mporta a h ora,
se a p essoa f oi presa as 23h con ta como 1 di a cu mprido.
FR AÇ ÕE S AR T . 11 CP
O qu e n ão para corta r como n ú mero i n tei ro, n ão é u til i zad o. U sa -se a pen as
para f avorecer o i n di vídu o. E X : n ão d á para cu mpri r p en as de 1 an o 23 /3 d i as e
mei o. O me i o n ão se u sa.
D OLO
C on si ste da l i ci tu de, qu an do sabemos, mas praticamos
Ev entual P esso a prati ca se m qu erer, mas sab e o qu e está f azen do.
D ireto Qu an do a pesso a qu i s p raticar o crime e se n ão con segu i r con cl u i r o
qu e qu e r se decepci on a co m o resu l tado.
C ulposo - Mesmo sen d o previ vel , se con ti n u a ag i n do. Le va -se em co n ta o
agen te, n ão a ocasi ão. S ão pu n id os sempre por exceção
D olo ev entual su jeito sabe qu e, o q u e está f azen d o é errado, mas prati ca
sem se i mportar com o resu l tado. E X : S ai r ati ran do em u m ba r sem se importar
se vai matar al g u ém ou n ão , mas ag e com a pl en a co n sci ên ci a.
C ulpa em sentid o amplo IMPR U D Ê N C IA Sempre exi ge u ma con du ta
posi tiva. EX : an dar em al ta vel oci da de é i mpru den te porqu e está
f azen d o/agi n d o.
N EGLIGE N T E su jei to é cu l poso p orqu e n ã o tomou os devi dos cu ida dos. E X:
D ei xar u ma arma ao a l can ce de u ma cri an ça
IMP ER ÍCIA é mai s grave, pessoa é trein ad a pa ra a l go (médi co, en gen h e i ro,
etc), mas a ge dif eren te de como f oi tre i n ado e oca si on a erros.
C U LP A C ON S C IEN T E Tem ci ên ci a d o qu e está a con tecen d o, mas prati ca
mesmo assi m e n ão é do l o eve n tu a l porqu e a agen te n ão acei ta o qu e
acon teceu , p oi s ach ava q u e n ão i ri a acon tecer al go mai s grave. EX : corri das de
ru a, atiradores de fa ca (circo).
N EX O D E C AS U AL ID AD E ART . 13 C P
Li ga -se a con du ta do a gen te, l e va di retamen te do resu l tado. E X : João emp u rra
u ma p essoa e dep oi s a ambu l ân ci a em qu e a vi tima está capo ta da, o agen te é
respo n sável pe l o mach u cado qu e a q u eda oca si on a e n ão pel a mo rte e m qu e o
capotamen to cau sou , porqu e el e só emp u rrou .
T ipos d e C rime materi ai s, f o rmais com cau sa.
C ri mes de mera con d u ta A l e i n ão descreve resu l tado. E X : f a l si f i cação de
docu men to s basta a pessoa agi r.
C OM C AU S AS ART . 13 CP
C aus as S imu ltânea/anteriores O a gen te se aprovei ta da ca u sa já exi sten te
para cometer u m d el i to, po rtan do el a é R E LA TIV A MEN TE IN D EP E N D E N TE,
porqu e el e se a provei tou da ocasi ão. tem l i gação co m o crime.
Ab solutamen te ind epe nd ente O agen te tem a i n ten ção e a vo n ta de de
cometer o cri me, mas ou tra situ ação a con tece. E X : João qu er matar mari a n a,
mas toca u m al arme de i n cên dio de prédio e e l a sai corren do, bat e a cabe ça n a
escada e morre. João n ã o comete u cri me, poi s n ão teve n en h u ma l i ga ção com
a morte.
Su pe rvenientes R e l ati vamen te i n depe n den te, po rqu e o age n te está l i gado
ao crime. E X : tima, mas o qu e l e vou u m resu l tado maior f oi à cau sa
su perven i en te. Ati ro em al gu ém, peg a n o ded ão do pé, mas ao camin h o d o
h ospi tal a ambu n ci a ca pota e o f e ri do morre o ag en te n ã o respon de pel a
morte, si m p el a ação qu e cometeu an terio rmen te (te n ta ti va de h omi di o).
R EL E VÂNC IA D A OMIS SÃO
C rime co miss iv o C omete u cri me agi n do qu eria rou ba r e matou
C rime Omissivo C rime se m agir matou porqu e estava “podan do” u ma
árvore e alg u ém passou embai xo e f oi esmaga do.
Omiss iv o imp róprio o u co missivo po r omissão - posi ção de garan tia do
agen te. Assi m, o sal va -vidas q u e assi ste i n erte, ao af ogamen to de u m ban h i sta
i n corre n a p rática do del i to de h o mi di o (comi ssão) por omissã o.
C ON SU MAÇ ÃO
Qu an do co n segu e co n cl uir o cri me.
T E N T ATIVA
Ten tativa de comete r al g u m crime
O “inter crimin es” variam co m c ad a s ituaçã o