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Seitas e Heresias

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muito acentuada e clara, e não há tempo a perder.” ( O Novo Ciclo, p. 8)
Tais pessoas “menos evoluídas” serão seqüestradas por um enorme disco voador, e, levadas para outro lugar, passarão pela evolução necessária, afirmam alguns pensadores da Nova Era.
Nova era
5. DOUTRINA
Refutação:
O que pelos adeptos do MNE é chamado de rapto por um disco voador, a Bíblia chama de Arrebatamento da Igreja (Mt 24.30,31; 1Ts 4.16,17).
Nova era
5. DOUTRINA
5.5. O Avatar
Os adeptos do MNE esperam por uma espécie de messias-avatar, que coloque em ordem o mundo e estabeleça a paz. Acreditam que cada era possui o seu avatar e que para a era de Aquários também se levantará uma espécie de messias.
Os segmentos da Nova Era usam nomes diferentes para designar o avatar; os mais correntes são Saint Germain e Lord Maitreya.
Refutação:
O que a Nova Era chama de avatar é descrito na Bíblia com as mesmas características, porém com o nome de anticristo (Ap. 13.12-15; 17.1-15).
CATOLICISMO ROMANO
1. HISTÓRIA
A	palavra	“católica”	vem	do	grego	katholikos,		que	quer	dizer “universal”.		No	nome	catolicismo	romano	já	observamos		uma
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contradição. Lorraine Boetner, em seu livro “Catolicismo Romano”, cita o Dr. John Gerstner que escreveu: “...rigorosamente falando, católica romana é uma contradição de termos. Católico significa universal; romano significa particular”.
Quanto ao desenvolvimento da organização eclesiástica Igreja Romana é muito difícil fixar com exatidão a data de sua fundação, porque o seu afastamento das doutrinas bíblicas deu-se paulatinamente. Com a destruição de Jerusalém, no ano 70 d.C., inúmeros cristãos passaram a viver na periferia de Roma. Durante os primeiros séculos cristãos ocorreram muitas perseguições, isto cooperou para que a igreja se mantivesse fiel as Escrituras.
CATOLICISMO ROMANO
1. HISTÓRIA
Este período é chamado de era patrística ou era dos pais da igreja. Halley fala de Policarpo (69-156 d.C.), discípulo do apóstolo João que foi queimado vivo por se recusar a amaldiçoar a Cristo. Policarpo falou: “oitenta e seis anos faz que sirvo a Cristo e Ele só me tem feito bem, como podia eu, agora, amaldiçoá-lo, sendo Ele meu Senhor e Salvador?”.
Até o final do século III houve perseguições. A situação começou a modificar-se com a vitória de Constantino sobre Maxêncio. Na época de Teodósio I, em fim do século IV, o Império Romano tornou-se oficialmente um estado cristão. A partir do século V, o Império Romano entrou em decadência; Carlos Magno foi coroado imperador pelo papa Leão II, em 800.
CATOLICISMO ROMANO
1. HISTÓRIA
A hierarquia católica procurou manter valores próprios da civilização romana; a língua oficial da Igreja continuou sendo o latim, o clero continuou a usar a antiga túnica romana. Não podendo mais participar do culto por falta de compreensão da língua oficial o povo passou a desenvolver formas próprias de expressão religiosa marcadamente devocionais. Da mesma forma que na vida leiga medieval os servos se comprometiam à prestação de serviços aos senhores feudais em troca de proteção também o auxílio celeste passou a ser invocado por promessas que deveriam ser pagas após o recebimento das graças desejadas.
CATOLICISMO ROMANO
1. HISTÓRIA
Diante da fragilidade da prática religiosa, o Concílio de Latrão, em 1215, decidiu ordenar aos fiéis cristãos a assistência dominical à missa sob pena de pecado, bem como a confissão e a comunhão anual. A partir do século XIV diversos grupos passaram a solicitar reformas urgentes. Dessas divergências resultou a cisão (separação) no seio da Igreja Católica e o surgimento das denominações protestantes no século XVI. A Igreja Católica reagiu de forma conservadora a tudo isso com o Concílio de Trento, realizado entre 1545 e 1563. A partir de então a igreja cristã subordinada à autoridade papal passou a denominar-se Católica Apostólica Romana, em oposição às igrejas protestantes. Diante da popularização da leitura bíblica promovida por Lutero, a hierarquia católica recomendou a divulgação de catecismos com o resumo da fé católica.
CATOLICISMO ROMANO
1. HISTÓRIA
O Concílio do Vaticano I, interrompido com a tomada de Roma em 1870, reforçou as posições autoritárias da igreja ao proclamar o dogma da infalibilidade papal. A Igreja Católica inicia um processo de maior abertura com o Concílio do Vaticano II, realizado entre 1962 e 1968; adequar-se às diversas culturas dos povos, como a introdução das línguas vernáculas (idioma próprio do país) no culto e adoção
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progressiva de traje civil pelo clero.
A fé católica foi trazida ao Brasil pelos portugueses a partir de 1500. Na sociedade colonial, a fé católica era obrigatória, não sendo toleradas outras religiões. Por essa razão, as populações negras trazidas como escravas, foram obrigadas a receber o batismo e observar os preceitos católicos. A defesa da ortodoxia (doutrina) religiosa era feita pelo Tribunal da Inquisição da Metrópole, realizando-se no Brasil, diversas visitações do Santo Ofício.
CATOLICISMO ROMANO
1. HISTÓRIA
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Com a proclamação da República, o catolicismo deixou de ser a religião oficial e o clero perdeu o direito de subvenção pelos cofres públicos, e a Igreja do Brasil reforçou sua dependência em relação à Santa Sé. Com a Constituinte de 1934, os católicos conseguiram o direito de ensino religioso nas escolas públicas, capelães militares no Exército Brasileiro e subvenções (dinheiro) para obras assistenciais e educativas.
Em 1952 cria-se a CNBB para coordenar a ação da Igreja. Com o golpe militar de 1964 a Igreja foi afastada da aliança com o poder político. Nos ano 70 e 80 a igreja engaja-se na luta pela redemocratização.
A Renovação Católica Carismática de origem norte-americana chega ao Brasil em 1968, pelo padre jesuíta Harold Rahn, e hoje um dos seus expoentes é o Padre Marcelo Rossi.
CATOLICISMO ROMANO
2. DOUTRINA
2.1. Maria Mãe de Deus
“O Concílio de Éfeso proclamou em 431, que Maria se tornou de verdade a Mãe de Deus pela concepção humana do Filho de Deus em seu seio. Os fiéis devem venerar a memória, primeiramente da gloriosa sempre Virgem Maria, Mãe de Deus e de nosso Senhor Jesus Cristo”. (Concílio do Vaticano).
“Santo Atanásio acompanhou o Concílio de Nicéia e foi um dos que defendeu o dogma de “Theotokos”, onde Maria não é apenas a mãe de Jesus, mas é também considerada a mãe de Deus”.
CATOLICISMO ROMANO
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2. DOUTRINA
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Refutação:
Na declaração acima, do Concílio do Vaticano II, existem várias heresias: Virgindade, primazia de Maria sobre a Trindade, Mãe de Deus. Maria foi a mãe de Jesus homem (Mt 1.18-25), o Jesus Deus é eterno, e já existia muito antes de Maria e da própria criação do mundo (Jo 1.1). Jesus ensinou que aqueles que obedecem a Deus são mais bem-aventurados do que se tivessem dado à luz o Messias (Lc 11.27,28). Com freqüência Jesus se referia a si mesmo como Filho do Homem (Mt 9.6; Mc 8.38; Lc 18.8; Jo 1.51; At 7.56; Ap 1.13), mas nunca se referiu como Filho de Maria. Apesar da teologia católica procurar traçar uma linha entre a adoração que se dá a Deus e a que se oferece a Maria e aos santos, na prática elas não se podem distinguir. A Bíblia diz que somente ao Senhor nosso Deus devemos prestar culto (Mt 4.10 e Ap 22.9) e que Deus não permite que a sua glória seja dada a outrem ( Is 42.8).
O título de Rainha dos Céus acrescentado a ela durante a Idade Média, evidencia uma influência pagã nos moldes da deusa babilônica, que tinha precisamente esse mesmo título (Jr 7.18; 44.17,19,25 ).
CATOLICISMO ROMANO
2. DOUTRINA
Apesar da teologia católica procurar traçar uma linha entre a adoração que se dá a Deus e a que se oferece a Maria e aos santos, na prática elas não se podem distinguir. A Bíblia diz que somente ao Senhor nosso Deus devemos prestar culto (Mt 4.10 e Ap 22.9) e que Deus não permite que a sua glória seja dada a outrem ( Is 42.8).
O título de Rainha dos Céus acrescentado a ela durante

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