TRABALHO MADEIRA COM VISUAL VENTOS
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TRABALHO MADEIRA COM VISUAL VENTOS


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AÇÃO DOS VENTOS EM TESOURA DE TELHADO TIPO DUAS ÁGUAS
Dimensionamento estrutural de uma treliça de cobertura (tipo duas águas) para uma edificação de planta retangular, considerando a ação do vento. A edificação será considerada sem forro e sem beiral. O projeto consta o cálculo completo dos esforços de acordo com a norma de vento 6123/88. 
Os cálculos serão feitos conforme desenvolvimento em sala de aula e no final deverão ser conferidos usando o programa computacional (Visual Ventos) da Unicamp - Campinas (SP).
	Dados do projeto: 
1. Segundo a NBR 6123/88, a construção será considerada permeável;
2. Topografia: 2 \u2013 Fundo de vale;
3. Local: Cidade \u2013 02 (Gráfico das Isopletas), Anápolis- GO;
4. Grupo 2: Para cálculo do fator . 
5. Categoria II: Para cálculo do fator .
	Informações Edificação
	h(m)
	a(m)
	b(m)
	d1(m)
	h1(m)
	d2(m)
	h portão(m)
	6,5
	30
	16
	4
	4
	4,5
	4
1. Calculo da velocidade básica (Anápolis \u2013MG):
2. Calculo dos fatores:
· S1= 0,9
- Topografia: Fundo de vale
· S2 = 1,0
- Categoria II
· S3 = 1,0
- Definimos o valor através da tabela 2.3 presente na NBR 6123/88, é definido de acordo com a edificação.
3. Cálculo da velocidade característica (Vk):
 = 32 (Gráfico das Isopletas), Anápolis \u2013 MG;
 = 0,9 \u2013 Topografia próxima da edificação: vale profundo (Obs.: Topografia dada).
 = 1,0 
 = 1,0 \u2013 Edificação para hotel, residências, comercio, indústria.
4. Calculo da pressão de obstrução (q):
5. Coeficientes de pressão e de forma externos \u2013 planta retangular:
5.1 Paredes:
- Convenção de sinais:
(\u2192) Sucção (-) \u2013 \u201cpuxando\u201d
(\u2190) Pressão (+) \u2013 \u201cempurrando\u201d
5.2 Cálculos auxiliares para obter o Cpe médio e o Ce:
, aplicado a profundidade: m ou m; escolher o menor dos dois, portanto 3,2m.
 ou * O maior dos dois.
	Para ventos a 0°, temos:
· Cálculo da altura relativa:
- 1° Modelo;
· Cálculo da relação de lados:
- Interpolar linearmente.
· Para , interpolar linearmente entre o valor de e (-0,2).
Para ventos a 90°, temos:
· Cálculo da altura relativa:
 ou *O menor dos dois.
3,2 m será a dimensão de e .
Após consulta dos valores na tabela 4, obtemos os seguintes resultados:
VENTOS A 0°	 VENTOS A 90°
5.3 Telhados:
- As convenções de sinais são as mesmo do subtítulo 5.2 para paredes.
· Altura relativa: 
 As faixas de aplicação dos coeficientes são as mesmas das paredes.
Após consulta dos valores na tabela 5, obtemos os seguintes valores:
	Faixas IJ:
= 1 , mesmo valor das partes F e H = 0,6;
, ;
Interpolar linearmente para valores intermediários de , como é o caso dessa edificação.
6. Coeficientes de pressão e de formas internas:
6.1 Duas faces opostas igualmente permeáveis; as outras faces impermeáveis. (Não ocorre).
6.2 Quatro faces igualmente permeáveis:
 (o mais nocivo)
6.3 Abertura dominante em uma face; as outras faces de igual permeabilidade:
6.4 Abertura dominante em face paralela ao vento.
7. Resumo dos Ci\u2019s mais desfavoráveis:
	Tabela Ci
	\u3b1 = 0°
	\u3b1 = 90°
	\u22650
	<0
	\u22650
	<0
	0
	0,3
	0
	0,3
	0,35
	0,7
	0,45
	0,7
	0,8
	0,8
	0,85
	0,8
7.1 Resumo dos Ci\u2019s mais desfavoráveis em intervalos possíveis:
	Como mais desfavoráveis dentre os valores obtidos para cada direção, adotaremos o extremo correspondente a máxima sucção interna e a máxima sobre pressão interna.
	Hipóteses mais desfavoráveis: 
8. Coeficientes de formas globais de telhados e respectivos carregamentos para os suportes mais desfavoráveis:
8.1 Máxima pressão global em :
- Será combinada com a máxima sucção interna (
Será desprezado os cálculos nas faixas EG e FH, por serem menores que os da faixa IJ.
· A máxima pressão global afetará as tesouras .
8.2 Máxima sucção global em :
- Será combinada com a máxima pressão interna (+0,8)
- Será desprezado os cálculos das faixas FH e IJ, por serem menores do que os da faixa EG.
8.3 Máxima pressão global em :
- Será combinada com a máxima sucção interna (0,8)
8.4 Máxima sucção global em :
- Será combinada com a máxima pressão interna (+0,85)
9. Carregamento nas tesouras para as hipóteses mais desfavoráveis:
Por uma questão de economia e estética (beleza) consideramos todas as tesouras iguais. Assim analisaremos os piores carregamentos para as tesouras . As tesouras tem metade da área de influência, portanto elas terão a metade das cargas em relação as demais.
· Área de influência das tesouras e numeração dos nós:
Treliça Howe. Banzo inferior, banzo superior, montante, pendural, diagonal.
9.1 Máxima sucção global em :
A tesoura é a mais succionada, carga distribuída na :
Carga concentrada nodais (área de influência nodais):
2,5 = = metade da área de influência ();
1,70kN/m² = p (pressão distribuída numa área)
Obtendo assim as cargas nodais em :
9.2 Máxima pressão global em :
A tesoura é a mais pressionada, carga distribuída na :
Obtendo assim as cargas nodais em 
9.3 Máxima sucção global em :
 são as mais succionadas, temos então que:
Obtendo assim as cargas nodais em 
9.4 Máxima pressão global em :
 são as mais pressionadas, temos então que:
Obtendo assim as cargas nodais em 
10. Conclusão geral:
A tesoura mais succionada e pressionada é a tesoura 
ANEXO I: Relatório coletado através do programa Visual Ventos do projeto acima.
Relatório
Observação: Os resultados aqui expostos devem ser avaliados
 por um professional com experiência
VisualVentos http://www.etools.upf.br
Este software está registrado no INPI No. 00062090
Dados Geométricos
b = 16,00 m 
a = 30,00 m 
b1 = 2 * h
b1 = 2 * 6,50
b1 = 13,00m
ou
b1 = b/2
b1 = 16,00/2
b1 = 8,00m
Adota-se o menor valor, portanto
b1 = 8,00 m 
a1 = b/3
a1 = 16,00/3
a1 = 5,33m
ou
a1 = a/4
a1 = 30,00/4
a1 = 7,50m
Adota-se o maior valor, porém a1 <= 2 * h 
2 * 6,50 = 13,00 m
Portanto
a1 = 7,50 m 
a2 = (a/2) - a1
a2 = (30,00/2) - 7,50
a2 = 7,50 m 
h = 6,50 m 
h1 = 2,14 m 
ß = 15,00 ° 
d = 5,00 m 
Área das aberturas
Fixas
Face A1 = 0,00 m² 
Face A2 = 0,00 m² 
Face A3 = 0,00 m² 
Face B1 = 0,00 m² 
Face B2 = 0,00 m² 
Face B3 = 0,00 m² 
Face C1 = 0,00 m² 
Face C2 = 0,00 m² 
Face D1 = 0,00 m² 
Face D2 = 0,00 m² 
Movéis
Face A1 = 0,00 m² 
Face A2 = 0,00 m² 
Face A3 = 0,00 m² 
Face B1 = 0,00 m² 
Face B2 = 0,00 m² 
Face B3 = 0,00 m² 
Face C1 = 0,00 m² 
Face C2 = 0,00 m² 
Face D1 = 0,00 m² 
Face D2 = 0,00 m² 
Velocidade básica do vento
Vo = 32,00 m/s 
Fator Topográfico (S1)
Vales profundos, protegido de vento de qualquer direção
S1 = 0,90
Fator de Rugosidade (S2)
Categoria II
Classe B
Parâmetros retirados da Tabela 2 da NBR6123/88 que relaciona Categoria e Classe
b = 1,00
Fr = 0,98
p = 0,09
S2 = b * Fr *(z/10)exp p
S2 = 1,00 * 0,98 *(8,64/10)exp 0,09
S2 = 0,97
Fator Estático (S3)
Grupo 1
S3 = 1,00
Coeficiente de pressão externa
Paredes
Vento 0°
Vento 90°
Telhado
Vento 0°
Vento 90°
Cpe médio = -0,93
Coeficiente de pressão interno
Cpi 1 = -0,30
Cpi 2 = 0,00
Velocidade Característica de Vento
Vk = Vo * S1 * S2 * S3
Vk = 32,00 * 0,90 * 0,97 * 1,00
Vk = 27,86 m/s
Pressão Dinâmica
q = 0,613 * Vk²
q = 0,613 * 27,86²
q = 0,48 kN/m²
Esforços Resultantes
Vento 0° - Cpi = -0,30
Vento 0° - Cpi = 0,00
Vento 90° - Cpi = -0,30
Vento 90° - Cpi = 0,00