ortopedia testes
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Teste para Joelho 
 
1.4.1 Teste de Lachmann 
 
Para a realização desse teste o paciente deve estar posicionado em decúbito dorsal 
(barriga para cima), com o joelho flexionado entre 15º e 30º. Com uma das mãos o 
terapeuta segura o fêmur do paciente e com a outra puxa a tíbia para frente, os músculos 
devem estar completamente relaxados (FIGURA 5). Se houver um deslocamento 
perceptível da tíbia em relação ao fêmur, é sinal de que o ligamento colateral anterior 
(LCA) está lesado. 
 
FIGURA 5 \u2013 FONTE: Disponível em: http://goo.gl/QNpyQU. Acesso em: 29 out. 2013. 
 
 
.4.2 Sinal de Payr 
 
Para a realização desse teste o paciente deve estar sentado com as pernas cruzadas (em 
forma de borboleta, ou índio), (FIGURA 6). O terapeuta exerce uma pressão sobre o 
joelho afetado. Se o paciente sentir dores na interlinha articular medial, é sinal que há 
danos no corno posterior do menisco. 
 
FIGURA 6 \u2013 FONTE: Disponível em: http://goo.gl/sq7gma. Acesso em: 29 out. 2013. 
 
 
Sinal de Zohlen 
 
O paciente deve estar em decúbito dorsal, com a perna estendida. O terapeuta pressiona 
a patela com os polegares a partir das direções proximal, medial e lateral e pede ao 
paciente que estenda ainda mais a perna, tencionando o músculo quadríceps. Em caso 
de lesão patelar, o quadríceps puxa a patela em direção cranial, pressionando-a contra o 
côndilo femoral. 
 
 
Teste de Apreensão segundo Fairbank 
 
Durante esse teste o paciente permanece em decúbito dorsal, com o joelho estendido e a 
coxa relaxada. O terapeuta pressiona a patela com os dois polegares em direção lateral. 
Nesse momento, pede-se ao paciente que flexione o joelho (FIGURA 7). Se ocorrerem 
dores fortes, há uma luxação patelar. 
 
FIGURA 8 \u2013 GONIÔMETRO 
FONTE: Disponível em: http://goo.gl/ehhAVZ. Acesso em: 30 out. 2013. 
 
 
1.5 GONIOMETRIA BÁSICA 
A Goniometria é um método que nos permite medir os ângulos articulares do nosso corpo, 
através de um aparelho simples denominado goniômetro (FIGURA 8). É comumente 
utilizado pelos fisioterapeutas para determinar a presença de disfunção, estabelecer um 
diagnóstico, traçar objetivos do tratamento e avaliar a recuperação funcional durante e ao 
término do tratamento. (MARQUES, 2009). 
 
 Plano Sagital: onde ocorrem os movimentos deflexão e extensão (FIGURA 9 - a seguir); 
 
\u2022 Plano Frontal: onde ocorrem os movimentos de adução e abdução (FIGURA 10 - a 
seguir); 
 
\u2022 Plano Transverso: onde ocorrem os movimentos de rotação (FIGURA 11 - a seguir). 
 
 
Ângulos Articulares dos Membros Superiores (MMSS) 
 
1.5.1.1 Articulação do ombro 
 
\u2022 Movimento de flexão: 0 \u2013 180°; 
 
\u2022 Movimento de extensão: 0 \u2013 45°; 
 
\u2022 Movimento de abdução: 0 \u2013 180°; 
 
\u2022 Movimento de adução: 0 \u2013 40°; 
 
\u2022 Movimento de Rotação Medial: 0 - 90°; 
 
\u2022 Movimento de Rotação Lateral: 0 - 90° 
 
2 Articulação do cotovelo 
 
\u2022 Movimento de Flexão: 0 \u2013 145º; 
 
\u2022 Movimento de Extensão: 145 \u2013 0º 
 
3 Articulação radioulnar 
 
\u2022 Movimento de pronação: 0 \u2013 90º; 
 
\u2022 Movimento de Supinação: 0 \u2013 90º. 
 
 
1.5.1.4 Articulação do punho 
 
\u2022 Movimento de Flexão: 0 \u2013 90 º; 
 
\u2022 Movimento de Extensão: 0 \u2013 70º; 
 
\u2022 Movimento de Adução: 0 \u2013 45º; 
 
\u2022 Movimento de Abdução: 0 \u2013 20º 
 
Articulação carpometacarpal do polegar 
 
\u2022 Movimento de Flexão: 0 \u2013 15º; 
 
\u2022 Movimento de Abdução: 0 \u2013 70º; 
 
\u2022 Movimento de Extensão: 0 \u2013 70º 
 
 Articulação metacarpofalângica 
\u2022 Movimento de Flexão: 0 \u2013 90º; 
 
\u2022 Movimento de extensão: 0 \u2013 30º; 
 
\u2022 Movimento de Abdução: 0 \u2013 20º; 
 
\u2022 Movimento de Adução: 0 \u2013 20º. 
 
1.5.1.7 Articulação interfalângica 
 
\u2022 Movimento de Flexão: 0 \u2013 110º; 
 
\u2022 Movimento de Extensão: 0 \u2013 10º 
 
 
 Ângulos Articulares do Membros Inferiores (MMII) 
 
1.5.2.1 Articulação do quadril 
 
\u2022 Movimento de Flexão: 0 \u2013 125º; 
 
\u2022 Movimento de Extensão: 0 \u2013 10º; 
 
\u2022 Movimento de Adução: 0 \u2013 15º; 
 
\u2022 Movimento de Abdução: 0 \u2013 45º; 
 
\u2022 Movimento de Rotação Medial: 0 \u2013 45º; 
 
\u2022 Movimento de Rotação Lateral: 0 \u2013 45º. 
 
1.5.2.2 Articulação do joelho 
 
\u2022 Movimento de Flexão: 0 \u2013 140º. 
 
 
 
.5.2.3 Articulação do tornozelo 
 
\u2022 Movimento de Flexão dorsal: 0 \u2013 20º; 
 
\u2022 Movimento de Flexão Plantar: 0 \u2013 45º; 
 
\u2022 Movimento de Abdução: 0 \u2013 20º; 
 
\u2022 Movimento de Adução: 0 \u2013 40º. 
 
 
1.5.2.4 Articulação metatarsofalângica 
 
\u2022 Movimento de Flexão \u2013 Primeiro dedo: 0 \u2013 45º; 
 
\u2022 Movimento de Flexão \u2013 Segundo ao quinto dedo: 0 \u2013 40º; 
 
\u2022 Movimento de Extensão \u2013 Primeiro dedo: 0 \u2013 90º; 
 
\u2022 Movimento de Extensão \u2013 Segundo ao quinto dedo: 0 \u2013 45º 
 
 
 
1.5.2.5 Articulação interfalângica 
 
\u2022 Movimento de Flexão (interfalângicas) \u2013 Primeiro dedo: 0 -90º; 
 
\u2022 (Interfalângicas Proximais) \u2013 Segundo ao quinto dedo: 0 \u2013 35º; 
 
\u2022 (Interfalângicas Distais) \u2013 Segundo ao quinto dedo: 0 \u2013 60º. 
 
 
5.3 Angulos Articulares da Coluna Vertebral 
 
 
1.5.3.1 Coluna vertebral cervical 
\u2022 Movimento de Flexão: 0 \u2013 65º; 
 
\u2022 Movimento de Extensão: 0 \u2013 50º; 
 
\u2022 Movimento de Flexão Lateral: 0 \u2013 40º; 
 
\u2022 Movimento de Rotação: 0 \u2013 55º. 
 
 
1.5.3.2 Coluna vertebral lombar 
 
\u2022 Movimento de Flexão: 0 \u2013 95º; 
 
\u2022 Movimento de Extensão: 0 \u2013 35º; 
 
\u2022 Movimento de Flexão Lateral: 0 \u2013 40º; 
 
\u2022 Movimento de Rotação: 0 \u2013 35º. 
 
 
 
2 FISIOTERAPIA ESPORTIVA 
 
 
 
2 FISIOTERAPIA ESPORTIVA 
 
 FIGURA 12 \u2013 LESÕES ESPORTIVAS 
2.1 LESÕES TÍPICAS DA MODALIDADE 
 
Lesões que podem ocorrer na modalidade esportiva (FIGURA 12) são geralmente 
por sobrecarga e traumáticas, ou seja, acidentais. (MARQUES, 2009). Existem 
fatores externos e internos que determinam as lesões esportivas. 
 
\u2022 Fatores externos: a forma de se adaptar, o equipamento inadequado, clima frio, 
iluminação deficiente, entre outros. (MARQUES, 2009). 
 
\u2022 Fatores internos: altura do atleta, biotipo, níveis de deficiência (auditiva ou visual) 
nos casos de esportes adaptados. (MARQUES, 2009). 
 
 
 Processo Inflamatório e suas Fases 
 
 
O processo inflamatório é uma resposta do organismo diante de uma agressão. 
Após uma lesão, há alguns sinais que nosso organismo apresenta para mostrar 
que há algo errado acontecendo, ou seja, que ele foi agredido. (DUTTON, 2010). 
Segundo Marques (2009), estes sinais são chamados de sinais flogísticos. São 
eles: 
 
\u2022 Calor: como consequência de uma alteração circulatória; 
 
\u2022 Dor: como consequência do edema e da inflamação; 
 
\u2022 Rubor: como consequência da presença de sangue rico em oxigênio; 
 
\u2022 Tumor: devido ao acúmulo de células inflamatórias de defesa. 
 
O processo inflamatório apresenta três fases: aguda, subaguda e crônica. As 
mesmas serão descritas separadamente a seguir. 
 
2.1.1.1 Fase aguda 
 
Inicia-se logo após a ocorrência da lesão (FIGURA 13). Apresenta os seguintes 
sinais clínicos: edema, rubor, calor, dor, espasmo muscular e perda da função. 
(MARQUES, 2009; DUTTON 2010). 
 
 
FIGURA 13 \u2013 FONTE: Disponível em: http://goo.gl/VAgsNs. Acesso em: 30 out. 2013. 
 
FIGURA 13 \u2013 FASE AGUDA DA LESÃO 
 
2.1.1.2 Fase subaguda 
 
Inicia-se após alguns dias em que houve a lesão, os sinais clínicos de inflamação 
diminuem e inicia-se o reparo do local lesado. Sua duração gira em torno de 10 a 
17 dias. Os sintomas clínicos são: diminuição dos sinais flogísticos, melhora da 
amplitude de movimento (ADM), sendo que pode ocorrer dor ao final do 
movimento. (MARQUES 2009, DUTTON, 2010). 
 
 
 
2.1.1.3 Fase crônica 
 
Nesta fase não existem mais sinais de inflamação, porém a função do movimento 
ainda não foi recuperada completamente. Há o desenvolvimento de tecido 
cicatricial, iniciando-se no 14º ao 21º dia após a lesão. Não há sinais de 
inflamação, sendo a dor referida somente quando há uma sobrecarga na estrutura 
lesada, podendo-se também apresentar diminuição de força muscular e talvez 
alguma perda da função. Essa fase pode durar até um ano, em que formará tecido 
cicatricial e desenvolverá tecido novo. (MARQUES, 2009; DUTTON, 2010). 
 
 
FIGURA 14 \u2013 AVALIAÇÃO FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA 
 
 
 
 
 TRAUMATISMOS DA COLUNA