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Enfermidades dos Cavalos - Armen Thomassian-ilovepdf-compressed.pdf

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difuso 425
Fig. 14.6. Lavagem do canal nasolacrimal 426
Fig. 14.7. Cateterizac;ao do ducto nasolacrimal 426
Fig. 14.8. Cateterizac;ao do ducto nasolacrimal 426
Fig. 14.9. Hifema devido a traumatismo 428
Fig. 14.10. Ceratite por trauma com talo de capim 429
Fig. 14.11. Ouemose e ulcera de cornea com comprometimento da
camada de Descemet 429
Fig. 14.12. Tapa-olho protetor 431
Fig. 14.13. Sonda subpalpebal aplicada 431
Fig. 14.14. Panoftalmia e uvefte 432
Fig. 14.15. Blefaroespasmo 432
Fig. 14.16. Catarata juvenil 434
Fig. 14.17. Catarata pos-uvefte em cavalo adulto 434
Fig. 14.18. Tarsorrafia pos-enucleac;ao 436
Fig. 14.19. Sarcoide palpebral 436
Fig. 14.20. Carcinoma de terceira palpebra 437
Fig. 14.21. Carcinoma de terceira palpebra 437
Fig. 14.22. Carcinoma invasivo de palpebra, orbita e globo ocular 437
Capitulo 15
Fig. 15.1. Atrofia da cartilagem auricular 442
Fig. 15.2. Papiloma de pavilhao auricular 443
Fig. 15.3. Otite externa purulenta 445
Fig. 15.4. Otite externa purulenta 445
Fig. 15.5. Vista endoscopica normal da bolsa gutural 445
Fig. 15.7. Corrimento nasal na pneumoguturocistite 446
Fig. 15.6. Timpanismo de bolsas guturais 446
Fig. 15.8. Secrec;:ao mucoide no ostio faringeano na pneumoguturocistite 446
Fig. 15.9. Fenestrac;:ao do septa da bolsa gutural 446
Fig. 15.10. Sondagem da bolsa gutural 447
Fig. 15.11. Cisto dentfgero do temporal - fistula auricular 448
Fig. 15.12. Cisto dentigero do temporal - Raios-X 448
Fig. 15.13. Dente extrafdo de base de cisto dentigero do temporal 448
Capitulo 16
Fig. 16.1. Hemorragia subaracnoidea na fratura parieto-occipital 453
Fig. 16.2. Hemorragia subaracnoidea na fratura parieto-occipital 453
Fig. 16.3. Torcicolo por subluxac;:ao de C2 e C3 455
Fig. 16.4. Torcicolo por subluxac;:ao de C3, C4 e C5 ; 456
Fig. 16.5. Fratura de vertebras cervicais " 456
Fig. 16.6. Fratura de coluna toracica 457
Fig. 16.7. Fratura cominutiva de vertebra toracica 457
Fig. 16.8. Colar cervical em fratura do corpo e da asa do atlas 458
Fig. 16.9. Paralisia do nervo facial 458
Fig. 16.10. Paralisia do nervo facial , , , ,.., , , 458
Fig. 16.11. Paralisia do nervo radial 459
Fig. 16.12. Leucoencefalomalacia 461
Fig. 16.1 3. Leucoencefalomalacia 461
Capitulo 17
Fig. 17.1. Secrec;:ao purulenta nasal - garrotilho 465
Fig. 17.2. Protrusao da terceira palpebra 475
Fig. 17.3. Postura do cavalo com tetano 476
Fig. 17.4. Fistula da cernelha - brucelose 477
Capitulo 18
Fig. 18.1. Protocolo de acompanhamento de enfermaria 486
01
AfeC90es do Potro recem-nascido
1.1. Nascimento - cuidados
gerais e amamenta~ao.
Os potros, por constitulrem 0
futuro e a finalidade para 0 qual
se criam cavalos, devem receber
atenc;:aomesmo antes do nasci-
mento. Eguas prenhes, no terc;:o
final de gestac;:ao, devem ser
agrupadas em pastagens pre-
maternais onde deverao receber
suplementac;:ao alimentar e um
fornecimento adicional de con-
centrados e sais minerais, devi-
damente equilibrados na rela-
c;:aoCa: P,a fim de que 0 desen-
volvimento do feto nao possa
ser prejudicado.
Aproximadamente seis se-
manas antes do parto, as eguas
devem ser conduzidas aos pi-
quetes-maternidade com a fina-
lidade do animal se ambientar e
assegurar a formac;:aode anticor-
pos colostrais espedficos contra
os antlgenos do meio ambiente.
Pode-se neste perlodo, ainda,
vacinar a egua de acordo com 0
programa, estabelecido no haras,
contra a influenza, tetano, aborto
equino a Virus, rotavlrus, corona-
Virus,e aborto infeccioso causa-
do pela Salmonella abortusequi.
E muito importante que os pique-
tes-maternidade sejam pianos,
de boa qualidade nutricional, e
que haja um manejo de rotina
tranquilo e de preferencia pelo
mesmo funcionario da proprie-
dade. Deve-se evitar movimenta-
c;:aodesnecessaria e rUldosanor-
mais ao ambiente junto aos pi-
quetes-maternidade. E tambem
muito importante que 0 animal
tenha a sua disposic;:ao agua a
vontade e de boa qualidade, as-
sim como tambem se deve cui-
dar para que a dieta da gestante
seja de boa qualidade.
As eguas gestantes, agrupa-
das nos piquetes-maternidade,
devem ser diuturnamente obser-
vadas a distancia, principalmente
quando comec;:aa ocorrer 0 de-
senvolvimento do ubere, sinal im-
portante durante 0 perlodo de
preparac;:aoao parto.
o inlcio do parto, que em con-
di<;6esde normalidade gestacio-
nal ocorre entre 330 a 340 dias,
estabelece 0 primeiro perlodo,
que e caraderizado por aumento
da temperatura cutanea da egua,
sudorese localizada ou genera-
lizada, intranquilidade, manotea-
mento ao solo, olhar os flancos,
deambulac;:aoconstante, expres-
saD de ansiedade, contrac;:6es
involuntarias dos membros pos-
teriores e batidas da cauda sobre
o perlneo.
Os sinais premonit6rios po-
dem ser observados por picos
contrateis do utero, cada vez
mais frequentes, cuja intensi-
dade dolorosa pode ser leve e
levar varias horas, intercalados
por perlodos de repouso em que
a egua pode ate querer se ali-
mentar, permanecendo tranquila.
Ocasionalmente pode ser obser-
vada a emissao em jatos, de
grande quantidade de colostro.
Durante a primeira fase do
parto, apenas deve-se observar
tranquilamente 0 animal, porem
mantenha preparado sobre uma
bandeja os seguintes materiais:
a. Um par de tesouras cirurgi-
ca de 10 a 14cm para, se ne-
cessario, realizar a episioto-
mia e 0 corte do cordao um-
bilical, e uma pinc;:ahemosta-
tica tipo Kely, de 18cm.
b. Dois lenc;:6islimpos, um para
forrar 0 solo, caso haja neces-
sidade de auxnio ao parto e
outro para enxugar 0 potro.
c. Tintura de iodo a 10% e fio
de cordone grosso para de-
sinfecc;:ao do umbigo e liga-
dura do mesmo.
d. Fonte de oxigenio conedada
a tubo de latex de cerca de 2
cm de diametro para ser uti-
lizado, se necessario, na res-
suscitac;:ao.
e. Cerca de 100 a 200 ml de so-
luc;:aode bicarbonato de s6dio
a 3% para 0 combate a aci-
demia, caso ocorra problemas
e 0 potro venha apresentar
quadro de slndrome de asfixia
f. Drogas estimulantes do co-
rac;:aoe da respirac;:ao.
g. Fonte de calor para 0 aque-
cimento do neonato.
A segunda fase do parto e
marcada pela exteriorizac;:ao
atraves dos labios vulvares, dos
amnios, que, com os esforc;:os
expulsivos, rompem-se e exterio-
rizam, quando 0 posicionamento
do feto para 0 parto e normal, os
membros anteriores do potro.
Nesta fase, geralmente, a egua
encontra-se em decubito lateral,
realizando esforc;:os expulsivos
cada vez mais fortes, ate que a
cabec;:ado feto aparec;:aentre os
membros anteriores atraves dos
labios vulvares. Em seguida, a
egua permanece, geralmente,
nesta posic;:aoate que se com-
plete a "expulsao" do potro.
II
Assim que 0 potro estiver to-
tal mente exteriorizado, a egua
pode permanecer em decubito
lateral, repousando, ou levantar-
se imediatamente, causando a
ruptura precoce do cordao umbi-
lical e perda de volume sangur-
neo que se encontrava circulan-
do atraves do umbigo do potro.
Mas, se a egua nao se levantar,0
cordao umbilical podeni romper-
se com as tentativas e os movi-
mentos "descoordenados" que 0
potro pode realizar para levantar-
se, 0 que deve ocorrer ate cerca
de 1 hora ap6s 0 nascimento.
o auxilio ou a intervent;:aoso-
mente devem ser realizados se
o potro estiver recoberto pelas
membranas fetais, ou se nao
houver a ruptura do cordao um-
bilical. Procure retirar cuidadosa-
mente as membranas fetais que
envolvem 0 potro e desobstrua
as narinas, fazendo movimentos
de frict;:ao com os dedos sobre
o nariz, no sentido da extremida-
de do focinho.
Procure nao introduzir os de-
dos na boca do animal para nao
levar baderias ou corp os estra-
nhos precocemente ao seu apa-
relho digest6rio.
Com uma toalha ou lent;:ol
limpos fat;:a a limpeza do potro,
enxugando-o atraves de frict;:6es
suaves, principal mente sobre a
regiao dorsal e toracica, procu-
rando, desta forma,