DIAGNOSTICO_EMPRESARIAL_GILA_ARTIGOS_PER
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UNIVERSIDADE GAMA FILHO
CURSO: CONSULTORIA E DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL
ALUNA: ELISANGELA NUNES DE CARVALHO
DIAGNOSTICO EMPRESARIAL \u2013 GILÁ ARTIGOS PERSONALIZADOS
FORTALEZA, OUTUBRO DE 2011
ELISANGELA NUNES DE CARVALHO
DIAGNOSTICO EMPRESARIAL \u2013 GILÁ ARTIGOS PERSONALIZADOS
ELISANGELA NUNES DE CARVALHO
DIAGNOSTICO EMPRESARIAL \u2013 GILÁ ARTIGOS PERSONALIZADOS
Monografia apresentada à Universidade Gama Filho como requisito parcial para obtenção do título de especialista em consultoria e Diagnóstico empresarial.
ORIENTADOR: Conceição Rejane Miranda da Cruz
ELISANGELA NUNES DE CARVALHO
DIAGNOSTICO EMPRESARIAL \u2013 GILÁ ARTIGOS PERSONALIZADOS
Monografia Julgada e aprovada
Prof. Orientador : Conceição Rejane Miranda da Cruz
ÌNDICE
Conteúdo
1	INTRODUÇÃO	7
2	LEVANTAMENTO DA SITUAÇÃO ATUAL	7
3	CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA	10
3.1	APRESENTAÇÃO DA EMPRESA	11
3.2	ANÁLISE DA CONJUNTURA	11
4	DIAGNÓSTICO DA EMPRESA	12
4.1	Área administrativa	15
4.2	Área financeira	15
4.3	Área produtiva	17
4.4	Área comportamental	17
4.5	Área técnica	17
4.6	Área mercadológica	17
5	PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO	18
5.1	ANÁLISE DO CENÁRIO - SWOT	19
5.1.1	Ambiente Externo	19
5.1.2	Análise interna	20
5.1.3	Planejamento	21
5.1.4	PLANO DE AÇÃO	22
6	CONCLUSÃO	23
7	BIBLIOGRAFIA	24
INTRODUÇÃO
LEVANTAMENTO DA SITUAÇÃO ATUAL
\u201cO mercado consumidor de hoje em dia não é mais como antigamente\u201d, essa frase não é mais uma frase dita com saudades dos tempos antigos, é um fato. O mundo mudou, a oferta de produto é muito grande, não há escassez, não há grandes diferenças entre os produtos, e muitas vezes também nem de preço. 
Por outro lado o consumidor ao decidir o seu processo de compra, agrega alem dos conceitos básicos de qualidade e preço, aspectos comportamentais, culturais e diversos conceitos subjetivos de difícil identificação e mensuração. Com essas mudanças as empresas se vêem obrigadas a mudar a forma de vender os seus produtos. Os argumentos antigos não funcionam mais.
Marketing 3.0, ou a era voltada para os valores. Em vez de tratar as pessoas simplesmente como consumidoras, os profissionais de marketing as tratam como seres humanos plenos: com mente, coração e espírito. (...) Em um mundo confuso, eles buscam empresas que abordem suas mais profundas necessidades de justiça social, econômica e ambiental em sua missão, visão e valores. Buscam não apenas satisfação funcional e emocional, mas também satisfação espiritual, nos produtos e serviços que escolhe. (Kotler, 2010 \u2013 pag. 4)
A empresa em estudo \u2013 Gilá Artigos Personalizados \u2013 é voltada principalmente para a personalização de presentes e com de brindes corporativos, porém, ainda em menor escala.
A loja oferece Mouse Pad, Travesseiros, canecas, chaveiros, entre outros, todos personalizados conforme o desejo do cliente e está sempre em busca de novidades para atender aos interesses dos clientes em diferentes ocasiões comemorativas, que podem ser desde o nascimento à morte. 
A busca por estes artigos deve-se principalmente às experiências vivenciadas. Isso pode ser percebido também quando se trata de um brinde corporativo.
Segundo o vice-presidente da Associação de Marketing Promocional (Ampro), em texto extraído de um artigo de Zaparroli no site do SEBRAE comenta que:
\u201cO brinde deixou de ser um presente de fim de ano, distribuído sem estratégia, tendo como único objetivo fixar a marca da empresa entre os seus consumidores. Ele assumiu o papel de um instrumento de apoio na estratégia de marketing das empresas, sendo distribuído com objetivos pré-determinados e com a obrigação de apresentar resultados mensuráveis. Um indício dessa mudança de perfil está na distribuição da compra do brinde durante o ano. Na década de 90, 60% das vendas de brindes se concentravam no último trimestre, visando às festas de fim de ano. Hoje, este índice é de 30%.\u201d (Zaparroli, 200)
Essa nova forma de consumir os artigos personalizados, desvinculando-os de meros brindes, nos remete à era 3.0 que segundo Kotler (2010), uma das diretrizes é tornar o consumidor um co-criador de um produto genérico, ex.: caneca e transformá-lo em um acontecimento, com experiências surpreendentes, cuja missão é prometida pela empresa.
Essa co-criação poderá acontecer através da personalização e/ou customização que segundo o dicionário Houaiss significam: 
· Personalizar: fr. personnaliser 'personificar uma abstração; fazer alusões que visam a alguém; tornar pessoal' / tornar pessoal; conceder qualidades de pessoa a; personificar
· Customizar: ing. to customize 'construir, adaptar ou alterar com o intuito de atender a especificações individuais', der. de custom 'cliente, usuário, freguês' + suf. verbal \u2013ize
Através desses dois processos é possível transformar produtos simples em experiências totalmente diferentes e surpreendentes, o consumidor pode imprimir a sua marca ou idéia no produto ou mesmo adaptar formas, texturas de acordo com a necessidade.
Nesse processo de personalização ou customização, um personagem fundamental é o Designer, que tem como função orientar o consumidor nas melhores escolhas. Entretanto para que isso aconteça esse profissional terá que estar preparado para reconhecer as necessidades do cliente, tanto as explícitas como as implícitas, não relatadas pelo cliente, e desenvolver idéias e produtos que estejam de acordo com suas necessidades, porém adaptando às limitações do produto para que se adéqüem e transmitam, ou melhor, propiciem a vivencia dessas experiências surpreendentes, citadas anteriormente.
Nesse contexto o gerenciamento da informação se torna de grande relevância. É preciso saber obter as informações relevantes dos consumidores, identificar o que eles não dizem, pois as mesmas influenciam no processo de compra, como por exemplo: ações sociais desenvolvidas pelas empresas, status que uma determinada marca simboliza, parcerias existentes entre as empresas, etc. Portanto, é fundamental conhecer a fundo a percepção do mercado em relação a sua marca e o perfil do público atendido.
O reconhecimento dessas necessidades não é um processo fácil, principalmente porque nem sempre esses profissionais matem um contato direto com o consumidor final do produto, em muitas ocasiões são profissionais contratados para elaboração de peças para empresas que pretendem oferecer brindes para clientes, funcionários ou parceiros. 
Em muitas ocasiões é preciso escolher peças genéricas que atendam os diversos públicos. Nestas situações, a criação de momentos surpreendentes torna-se difícil de ser concretizada.
Outro ponto importante para ressaltar nessa relação consumidor/designer, é que embora não esteja extremamente ligada, ela exerce grande poder de influência, ou seja, a concorrência, quando falamos em mercado de brindes promocionais, é extremamente competitivo.
No mercado de brindes promocionais é onde encontra-se o maior número de concorrentes, tanto locais como nacionais ou até internacionais. Isso ocorreu, principalmente, após a popularização da internet. Os acessos aos mais diferentes tipos de produtos e/ou materiais se tornou algo fácil, tanto para a pequena como para a grande empresa ou até mesmo para o consumidor final.
Isso é refletido diretamente, tanto nos custos de produção como na margem de lucro. São produtos onde os lucros devem vir da venda em grande escala, pois geram uma renda satisfatória para o empresário, sendo que por peça é bastante menor.
Normalmente as empresas que trabalham neste segmento trabalham com estratégias de preço acirradas, e para isso precisam buscar matérias-primas mais baratas.
O grande número de fornecedores dessas matérias-primas encontra-se em São Paulo, o que facilita para as empresas que tem sede nessa região. As empresas que estão localizadas em outros estados têm que arcar com o custo de transporte e até mesmo impostos, para aquisição desses materiais. E esses custos necessitam ser incorporados aos produtos, dificultando assim essas competições relacionadas a preços.
Quando falamos de brindes temos ainda que falar da China, hoje um dos