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Avaliação-de-dor-na-criança_19_03_2015

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sem tosse/respiração espontânea 1
respiração espontânea com pouca ou nenhuma resposta a ventilação 2
tosse ocasional ou resistência ao ventilador 3
"briga" com ventilador ou tosse regularmente 4
"briga" com ventilador, tossindo 5
Movimento físico
nenhum movimento 1
movimento leve ocasional 2
movimentos frequentes 3
movimentos vigorosos limitados a extremidades 4
movimentos vigorosos incluindo tronco e cabeça 5
Tônus muscular
totalmente relaxado 1
tônus muscular reduzido 2
normal 3
aumento do tônus e flexão dedos 4
rigidez extremidades e flexão dedos 5
Tensão facial
músculos faciais totalmente relaxados 1
nenhuma tensão evidente 2
tensão evidente em alguns músculos faciais 3
tensão evidente 4
careta 5
 Além das medições da intensidade da dor, é 
importante registrar:
 a localização da dor, 
 características, 
 início e 
 duração. 
Existem situações em que a intensidade da dor, não só 
muda ao longo do tempo, mas também na localização e 
características. 
OMS - 2012
Avaliação Complementar
 Passo-a-passo orientação para administrar e interpretar a escala 
de dor auto-relato 
 Se possível, introduzir a criança à escala de dor quando ele ou ela 
não está com dor, porque a dor vai prejudicar a concentração da 
criança. 
 Explique para a criança que a medida é para a intensidade da dor 
e não para a sua ansiedade ou medo de dor. 
 Oferecer à criança a oportunidade de praticar com a escala por 
ranking situações hipotéticas que não produzem, baixo e altos 
níveis de dor. 
 Sempre que possível, obter classificações de dor regulares e 
observar o efeito da dor de alívio intervenções, bem como 
intervenções clínicas conhecidas para aumentar a dor, tais como 
injeções. 
OMS - 2012
Orientações Complementares
 Levar em consideração os registros de dor no planejamento do 
tratamento. 
 Use as medidas observacionais com crianças muito jovens ou o 
cognitivo prejudicado. 
 Evite fazer a criança registrar experiências de dor anteriores pois 
podem não ser precisos. 
 Obtenção de escores de dor não deve ser um substituto para a 
conversa com as crianças e sua narrativa deve sempre ser obtida. 
 As discrepâncias decorrentes nos escores de dor fornecidos pelo 
filho, pai e médico muitas vezes pode ser resolvidos por meio da 
discussão.
OMS - 2012
Orientações Complementares
Avaliação Realizada
Terapêutica Instituída
Implementar ações para o controle da dor
Medidas não-farmacológicas
Medidas farmacológicas 
• Avaliar antes de tratar;
• Explicar as causa da dor;
• Adotar uma estratégia terapêutica mista;
• Monitorizar a dor;
• Reavaliar regularmente as medidas terapêuticas;
• Cuidar dos detalhes 
Princípios do controle da dor 
Abordagem do paciente e família
• Farmacológica
• Física
• Educativa
• Cognitivo-comportamental
RESUMINDO.....
Educação quanto a: identificação, avaliação 
e reavaliação da dor 
 Acesso ao conhecimento e adesão aos 
guidelines.
Educação e treinamento da equipe
 Incluir a avaliação da dor como o 5º sinal vital
 A avaliação não é um elemento isolado, deve ser realizada 
de forma contínua: implementar intervenções, avaliar e 
reavaliar
 Educar e preparar a família para o cuidado em casa
 Os pais podem usar as orientações oferecidas com o objetivo 
de gerenciar a dor do seu filho
 Um facilitador poderá apoiar a implementação de avaliação 
da dor para todas as crianças, incluindo aqueles com 
comprometimento cognitivo
Royal College Nursing
2009
Orientações importantes para a prática 
da avaliação em criança
Dificulta a resolução da patologia
Aumenta o tempo de internação
Aumenta custo de hospitalização
Repercussão da dor não tratada
Alteração do sono
Alteração do humor
Alteração das atividades físicas
Associa-se a baixa alto estima
Prejuízos na escola e lazer
Repercussão da dor não tratada
Devemos ter em mente:
• A qualidade de vida do paciente
• A assistência a ele oferecida
• A avaliação, o tratamento e alívio da dor 
aliado ao tratamento da doença de base
OBRIGADA!
rita.polastrini@hc.fm.usp.br