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AULA 06 - CONVENIOS

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couber, aos convênios, acordos, ajustes e outros instrumentos congêneres celebrados por 
órgãos e entidades da administração. 
18. (Cespe – Câmara dos Deputados 2014) 
Os órgãos e entidades que possuam sistema próprio de gestão de convênios podem realizar procedimentos de 
liberação, acompanhamento e execução desses recursos, devendo encaminhar os dados ao SICONV para fins de 
prestação de contas. 
19. (Cespe – Polícia Federal 2013) 
O Poder Legislativo, o Ministério Público, o Tribunal de Contas da União e a Controladoria Geral da União terão 
acesso ao Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (SICONV), bem como outros órgãos que 
demonstrem tal necessidade, a critério do órgão central do sistema, podendo incluir, no referido sistema, 
informações a respeito da execução de convênios realizados entre órgãos da União e prefeituras de municípios 
brasileiros. 
20. (ESAF – MPOG 2015) 
 
 
 
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No que se refere às transferências de recursos da União, é correto afirmar: 
a) uma vez que cabe ao concedente acompanhar a execução do objeto do convênio ou contrato de repasse, é 
vedado à CGU realizar auditorias periódicas nesses instrumentos. 
b) Termo de Cooperação é o instrumento jurídico previsto para a transferência de recursos às Organizações Sociais 
de Interesse Público (OSCIPs). 
c) aos consórcios públicos é vedado se constituírem sob a forma de pessoa jurídica de direito privado. 
d) o repasse fundo a fundo pode ser considerado contrato de repasse. 
e) é vedada a celebração de convênios e contratos de repasse com pessoas físicas ou entidades privadas com fins 
lucrativos. 
21. (Cespe – Anatel 2014) 
É vedada a celebração de convênio com entidades públicas ou privadas cujo objeto social não esteja relacionado 
com as características do programa que se pretende executar. 
22. (Cespe – Antaq 2014) 
É vedada a celebração de convênio com entidades privadas sem fins lucrativos cujo dirigente seja agente político 
de Poder ou do Ministério Público. 
23. (Cespe – Antaq 2014) 
Recursos de convênio não podem ser utilizados na contratação de pessoas naturais condenadas por crimes contra 
a administração pública ou o patrimônio público, crimes eleitorais punidos com pena privativa de liberdade e 
crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores. 
24. (Cespe – Bacen 2013) 
A administração pública federal pode celebrar convênios com outros órgãos ou entidades públicas ou privadas 
sem fins lucrativos para a execução de programas e projetos de seu interesse. Acerca desse tema, julgue o item 
subsequente. 
É vedada a celebração de convênios, pelos órgãos e entidades da administração pública federal, com órgãos e 
entidades da administração pública direta e indireta dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, cujo valor 
seja superior a cem mil reais. 
25. (Cespe – Anatel 2014) 
Acerca das transferências de recursos da União para órgãos e entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos 
para a execução de programas de interesse recíproco, julgue o seguinte item. 
Em atenção ao princípio da publicidade, o chamamento público deve ser divulgado no sítio oficial do órgão ou 
entidade responsável pelo objeto do convênio. 
26. (Cespe – Anatel 2014) 
órgão da administração pública federal que decida firmar um convênio com entidade privada sem fins lucrativos, 
visando à seleção de projeto que assegure a realização do objeto do ajuste, deverá proceder, previamente, a um 
chamamento público. 
27. (Cespe – Caixa 2014) 
A celebração de contrato de repasse — instrumento administrativo, de interesse recíproco, por meio do qual se 
processa, por intermédio de instituição ou agente financeiro público federal que atua como mandatário da União, 
 
 
 
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a transferência de recursos financeiros com entidades privadas sem fins lucrativos — deverá ser precedida de 
chamamento público. 
28. (Cespe – DPU 2013) 
Caso a DPU pretenda celebrar convênio administrativo, visando transferir recursos financeiros à DP/DF para a 
prestação de serviço de interesse recíproco, em regime de mútua cooperação, a celebração do ajuste 
administrativo deverá ser precedida de chamamento público. 
29. (Cespe – Anatel 2014) 
No caso de convênios cuja duração ultrapasse um exercício financeiro, será indicado o crédito e efetuado um 
empenho global, correspondente à despesa autorizada para a plena consecução do objeto do convênio, lançando-
se em Restos a Pagar as parcelas da despesa relativas às partes a serem executadas em exercícios futuros. 
30. (Cespe – Anatel 2014) 
Os convênios e os contratos de repasse firmados com entidades privadas sem fins lucrativos devem ser assinados 
pessoalmente pelo ministro de Estado ou pelo dirigente máximo da entidade concedente, autoridades 
competentes para decidir sobre a aprovação da prestação de contas relativa ao ajuste. 
31. (Cespe – Anatel 2014) 
Os rendimentos das aplicações financeiras efetuadas pelo convenente com recursos oriundos do convênio 
poderão ser utilizados em programas similares mantidos pelo convenente ou como parcela da contrapartida 
devida ao contratante a que estiver obrigado. 
32. (Cespe – Antaq 2014) 
O saldo de convênio, enquanto não utilizado, deverá ser aplicado em caderneta de poupança ou em fundo de 
aplicação financeira de curto prazo, se a previsão de seu uso for superior a um mês. 
33. (FCC – Procurador Campinas 2016) 
A possibilidade de celebração de convênios envolve pessoas jurídicas de direito público e pessoas jurídicas de 
direito privado. Dessa forma, uma empresa estatal da área de saneamento celebrou convênio com um município 
para que fossem promovidas melhorias e modernização da rede de abastecimento local. Dentre as atribuições 
previstas no ajuste e no plano de trabalho, caberia ao ente público disponibilizar recursos para modernização da 
rede, enquanto à empresa caberia a operacionalização do serviço e o emprego de tecnologia com aquele 
propósito. Dentre outras previsões, deve haver 
a) prestação de contas acerca da utilização dos recursos, exceto no que concerne à taxa de administração, 
atribuída à empresa estatal pelos serviços prestados. 
b) disposição expressa sobre eventual serviço realizado em período anterior ao convênio que deva ser por ele 
regularizado, sob pena de não ser possível prever a alocação e repasse de recursos. 
c) cláusula prevendo que a divulgação das atividades e serviços realizados pelos convenentes é de responsabilidade 
do ente público, porque os custos e despesas devem ser a ele alocados, sob pena de incorrer em irregularidade 
perante a corte de contas competente. 
d) indicação de previsão no Plano Plurianual dos recursos que atenderão despesas de exercícios posteriores, em se 
tratando de convênio cuja execução ultrapasse o exercício vigente. 
e) expressa previsão de aditamento para possibilitar o emprego dos recursos em atividades diversas daquela 
objeto do convênio, sob pena de haver irregularidade a ser apontada pela corte de contas competente. 
 
 
 
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34. (FCC – Procurador Recife 2014) 
Diversos segmentos da sociedade contribuem, até esta sexta (25), para a elaboração do plano de ampliação do acesso 
ao esporte no Recife. O documento está sendo construído no âmbito do projeto Cidades da Copa, parceria entre a 
Prefeitura e o Instituto Esporte & Educação (IEE), presidido pela medalhista olímpica Ana Moser, e deve ser 
apresentado até o final do ano, sendo mais um legado da Copa do Mundo da Fifa. As reuniões tiveram início na tarde 
desta quinta (24), no auditório da Central do Artesanato, no Marco Zero, com a presença de representantes do IEE. 
Um instrumento possível para formalização de uma eventual parceria futura

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