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AULA 06 - CONVENIOS

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entre o Município do Recife e o 
referido Instituto (devidamente qualificado como OSCIP pelo Poder Público federal), ainda como desdobramento 
desse projeto, mas especificamente para formação e empoderamento de parceiros locais no ensino e na 
orientação de atividades esportivas a crianças e adolescentes, mediante o repasse de recursos públicos 
municipais, é 
a) o termo de parceria, uma vez que, no presente caso, está-se diante de delegação de uma atividade exclusiva do 
Estado e estão presentes as características de pessoalidade e subordinação direta do pessoal envolvido no projeto, 
em relação à Administração pública municipal. 
b) o consórcio público, já que no presente caso está-se diante da intenção comum, entre duas entidades da 
Administração pública de diferentes níveis federados, de congregar esforços em prol de um interesse público que 
transcende o caráter local. 
c) o convênio, que, no presente caso, implicará a fiscalização, pelo Tribunal de Contas do Estado, do modo como 
aplicados os recursos municipais repassados ao Instituto, ainda que este não integre os quadros organizacionais 
de qualquer Administração pública. 
d) a parceria público-privada, na modalidade de concessão administrativa, dado que o Instituto será remunerado 
exclusivamente mediante contraprestação da Administração pública municipal. 
e) o contrato em Regime Diferenciado de Contratação (RDC), via especial necessária, aliás, caso a parceria se 
concretize no âmbito do referido projeto, dada a pertinência temática deste com as obras para a Copa do Mundo 
2014. 
35. (FCC – MP/SE 2013) 
O Estado de Sergipe firmou, com entidade de direito privado, convênio para consecução de obra de interesse 
comum, mediante mútua colaboração, nos termos do que autoriza o Art. 116 da Lei no 8.666/1993. A referida 
entidade privada recebeu recursos públicos para execução do objeto conveniado. No entanto, ao final do prazo 
estipulado para execução do ajuste, na prestação de contas, verificou-se que parte do valor recebido foi destinado, 
sem autorização do Poder Público, à execução de obra não prevista no plano de trabalho do ajuste. Dado o 
ocorrido, 
a) o valor transferido passou a integrar o patrimônio da entidade que o recebeu, não ficando vinculado à utilização 
prevista no ajuste. 
b) o valor recebido não perde a natureza de dinheiro público. Por essa razão, não poderia ter sido empregado em 
obra distinta da prevista no objeto do ajuste, sem a autorização do Poder Público. No caso, a entidade privada 
responde ao ente repassador, a quem deverá restituir o valor incorretamente empregado, e ao Tribunal de Contas. 
c) a entidade privada poderia utilizar parte dos recursos em obra distinta da prevista no convênio, desde que tenha 
executada obra prevista no ajuste a contento. 
 
 
 
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d) a entidade não está obrigada a prestar contas dos recursos ao ente repassador e ao Tribunal de Contas, em 
razão de se constituir em pessoa jurídica de direito privado. 
e) a entidade privada poderia utilizar parte dos recursos recebidos em obra distinta da prevista no objeto do 
convênio, desde que destinada à coletividade. 
36. (ESAF – PGFN 2015) 
A respeito das transferências de recursos da União, mediante convênios e contratos de repasse, analise as 
afirmativas abaixo, classificando-as em verdadeiras (V) ou falsas (F) para, ao final, assinalar a opção que contenha 
a sequência correta. 
( ) Nos convênios e contratos de repasse firmados com entidade privada sem fins lucrativos, a inadimplência desta 
em relação aos encargos trabalhistas, fiscais e comerciais transfere à Administração Pública a responsabilidade 
por seu pagamento. 
( ) Para o caso de ressarcimento de despesas entre órgãos ou entidades da Administração Pública federal, poderá 
ser dispensada a formalização de termo de execução descentralizada. 
( ) A omissão no dever de prestar contas por parte de entidades privadas sem fins lucrativos gera impeditivos para 
a celebração de convênios e contratos de repasse entre a União e a referida entidade omissa. 
( ) O Decreto n. 6.170/2007 prevê a realização de licitação obrigatória anteriormente à celebração do convênio ou 
contrato de repasse com entidades privadas sem fins lucrativos. 
a) F, F, V, V 
b) F, V, V, V 
c) V, V, V, V 
d) F, V, V, F 
e) V, F, V, F 
37. (ESAF – ANAC 2016) 
 A respeito dos convênios, dos contratos de repasse e dos termos de execução descentralizada na administração 
pública federal, assinale a opção correta. 
a) É delegável a competência do Ministro de Estado ou do dirigente máximo da entidade da administração pública 
federal concedente para a assinatura dos convênios e dos contratos de repasse. 
b) Para que o convenente possa receber os recursos federais, será dele exigida uma contrapartida, sempre 
financeira, a qual corresponderá à sua participação econômica na consecução do objeto do convênio. 
c) A inadimplência da entidade privada convenente em relação aos encargos trabalhistas, fiscais e comerciais 
transfere de forma subsidiária à administração pública concedente a responsabilidade pelo seu pagamento. 
d) A celebração de convênio ou contrato de repasse com entidades privadas sem fins lucrativos deverá ser 
precedida de chamamento público, que deverá ser sempre realizado pelo órgão ou pela entidade concedente, 
visando à seleção de projetos ou entidades que tornem mais eficaz o objeto do ajuste. 
e) A aquisição de produtos e a contratação de serviços com recursos da União transferidos a entidades privadas 
sem fins lucrativos deverão observar os princípios da impessoalidade, da moralidade e da economicidade, não se 
exigindo, porém, a realização de licitação, que poderá ser substituída por cotação prévia de preços no mercado 
antes da celebração do contrato. 
 
 
 
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38. (Cespe – Câmara dos Deputados 2014) 
 Mesmo que haja o recolhimento integral do débito imputado, não será possível retirar o registro da inadimplência 
no SICONV antes do encaminhamento da tomada de contas especial ao Tribunal de Contas da União (TCU). 
39. (Cespe – MPU 2015) 
As receitas financeiras auferidas com os rendimentos da aplicação de saldos de convênio serão obrigatoriamente 
computadas a crédito do convênio e aplicadas, exclusivamente, no objeto de sua finalidade, devendo constar de 
demonstrativo específico que integrará as prestações de contas do ajuste. 
40. (Cespe – AFRE/ES 2013) 
Os convênios administrativos são ajustes que podem ser firmados entre pessoas administrativas e, dada a 
natureza desses convênios, sua celebração independe de licitação. 
41. (Cespe – AGU 2013) 
No convênio celebrado entre o poder público e entidade particular, o valor repassado pelo poder público não passa 
a integrar o patrimônio da entidade, mas mantém a natureza de dinheiro público, vinculado aos fins previstos no 
convênio, obrigando a entidade a prestar contas de sua utilização, para o ente repassador e para o tribunal de 
contas. 
42. (Cespe – Anatel 2014) 
O objeto do convênio pode ser alterado por termo aditivo, mediante proposta do concedente, formalizada, 
justificada e apresentada ao convenente em, no mínimo, trinta dias antes do término da vigência do acordo. 
43. (Cespe – Polícia Federal 2013) 
Considere que o convênio da prefeitura de determinado município, para a execução de obra de asfaltamento de 
ruas, com recursos do Ministério da Integração Regional, tenha sido extinto. Nesse caso, o saldo financeiro 
remanescente do recurso transferido pelo ministério, resultante da aplicação financeira realizada durante o 
período em que o recurso esteve sob a responsabilidade da prefeitura, deverá ser devolvido ao ministério 
repassador, no prazo improrrogável de trinta dias da ocorrência do evento, sob pena de imediata instauração de 
tomada de contas especial do

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