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TEORIA DE ROY

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TEORIA DE ROY
Sistematização do cuidar i
Thayse Ziegler
ana Cristina OLIVEIRA
MARIA LUISA ASSIS DE SOUZA 
A Teoria da Adaptação de Roy
Irmã Callista Roy, Enfermeira, considera o cliente como um sistema adaptável, onde define que a meta da enfermagem é ajudar a pessoa a se adaptar às mudanças nas necessidades psicológicas, de autoconceito, função de papel social e nas relações interdependentes durante a saúde e a doença.
A necessidade do cuidado de enfermagem surge quando o cliente não pode se adaptar às exigências do ambiente interno e externo.
Todos os indivíduos devem adaptar-se às demandas a seguir:
1 – Atender às necessidades fisiológicas básicas 
2 – Desenvolver um autoconceito positivo
3 – Desempenhar papéis sociais 
4 – Alcançar um equilíbrio entre a dependência e a independência 
Cada pessoa, como um sistema adaptativo, tem um nível de adaptação, o qual é determinado por processos de controle, também chamados de mecanismos de enfrentamento reguladores (fisiológico) e cognatos (sentimentos e mobilizações emocionais) os quais são subsistemas da pessoa como um sistema adaptativo. 
Sendo assim, ao receber estímulos (focal, contextuais e residuais), iniciam-se, na pessoa, processos de controle, em que os mecanismos de enfrentamento irão determinar os comportamentos a serem expressos, podendo ser adaptáveis ou não.
Criança e familiar, como um sistema, têm a capacidade de se adaptar à nova situação, a qual é permeada pela ocorrência de inúmeros estímulos. O comportamento apresentado por ambos, frente aos mesmos estímulos, dependerá dos mecanismos de enfrentamento ou processos de controle individuais e nem sempre, consegue-se chegar à adaptação, tendo-se inúmeros comportamentos ineficazes. 
A investigação do comportamento da pessoa pode ser realizada nos quatro modos adaptativos identificados por Roy, os quais resultam dos mecanismos de controle reguladores e cognatos, são eles: fisiológico, autoconceito, função de papel e interdependência.
APLICAÇÃO 
O objetivo dos cuidados de enfermagem ao paciente e familiar nessa vivência, deve ser promover a adaptação e ajudá-los a lidar com os problemas de adaptação gerados. Suas ações devem visar controlar os estímulos focais, contextuais ou residuais que estão sobre eles. 
O enfermeiro deve agir preparando-os para as mudanças antecipadas através do fortalecimento dos mecanismos de enfrentamento regulador e cognitivo individuais. 
Compreender a experiência do paciente doente e hospitalizado e familiar que o acompanha aponta para um cuidado de enfermagem que contemple o paciente e familiar, tendo em vista o ser humano como um ser integral, com sentimentos, conflitos e vivência e considerando o impacto que essa vivência gera em ambos.
O Enfermeiro determina quais as demandas que estão causando problemas para o cliente e determina de que maneira o cliente está se adaptando a elas. O cuidado de enfermagem é então direcionado para ajudar o cliente a adaptar-se. 
A Teoria da Adaptação de Roy aplica-se a essa realidade e direcionar o processo de enfermagem embasando-se cientificamente nessa teoria possibilita ao enfermeiro a auxiliar o paciente e familiar a apresentar comportamentos eficazes, que contribuam para a sua adaptação.
Referências Bibliográficas 
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-21002009000300002
http://www.saude.ufpr.br/portal/revistacogitare/wp-content/uploads/sites/28/2009/07/16192-56085-1-PB.pdf