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REPÚBLICA ROMANA

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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO
TAISSA MOURA DOS SANTOS
HISTÓRIA DO DIREITO
REPÚBLICA ROMANA
PERNAMBUCO – RECIFE
2020
PERÍODO DA REPÚBLICA.
Com o envolvimento dos etruscos em guerras, os patrícios, que sempre reagiam ao domínio etrusco em Roma, aproveitaram e expulsaram o Rei etrusco Tarquínio, denominado “O Soberbo”, pondo fim a monarquia e iniciando a república em Roma.
Na organização política, o governo romano passou a ser exercido por magistrados, pelo senado e por assembleias. Os magistrados eram compostos pelos cônsules, responsáveis pelo exercício e pela administração; pelos censores, responsáveis pela contagem e classificação da população; pelos questores, responsáveis pela arrecadação dos impostos e despesas públicas; pelos edis, que cuidavam da cidade em geral e pelo ditador, que era escolhido e convocado pelo senado em caso de ameaças à República.
No tocante ao senado, o mesmo era consultado antes de qualquer decisão importante, dirigia a política externa e a guerra, que só podia ser comandada pelos patrícios. 
Já a Assembleia era dividida entre Assembleia das Tribos, que elegia os questores e os edis, Assembleia da Plebe, que tratava de assuntos de interesse da plebe, e a Assembleia Centuriata, que elegia os cônsules e pretores, além de serem responsáveis pelos assuntos de guerra e acordos de paz. 
FONTES DO DIREITO ROMANO (REPÚBLICA)
Os Costumes eram definidos pelo modo de agir da sociedade e, algumas vezes, usados como arma de cerceamento dos direitos da plebe. A fonte que ganhou destaque durante as tensões entre as classes da sociedade foi a Lei. 
Devido a revolta dos plebeus foi criado o Tribuno da Plebe, que foi uma instituição política criada para representar as vontades dos plebeus perante o senado, sendo os cargos ocupados exclusivamente por eles.
· LEI DAS 12 TÁBUAS - Constituía a antiga legislação que está na origem do direito romano, formava a base da constituição da República Romana. Definia os direitos públicos, privados, processuais e, até mesmo, sagrados.
Já o plebiscito era manifestações coletivas do povo, porém essas eram decisões tomadas pela plebe, sem a participação dos patrícios. A interpretação dos Prudentes era uma importante fonte do direito romano, onde os prudentes eram os jurisconsultos que promoviam a adequação dos textos normativos as situações do mundo fático, em busca de preencher as lacunas da lei. Os Editos dos Magistrados eram documentos que se referiam as propostas do magistrado romano para as eleições.
· EDITO DOS PRETORES – Diziam e organizavam o direito.
LEX ROMANA
As leis de Roma se davam pela determinação do povo, em virtude de uma proposta anterior de um magistrado. 
Primeiro vinha uma proposta, em seguida, o povo teria que avaliar, decidir se aprovaria ou não, e no caso de aprovação, formava-se a lei. 
As leis eram segregadas em legis rogatae, que eram leis propostas pelos magistrados e votadas pelo povo por iniciativa de um magistrado e legis datae, que eram medidas tomadas em nome do povo, mas por um magistrado.
REFERÊNCIAS 
BOULOS JÚNIOR, A. História, sociedade e cidadania: São Paulo. Ed. FTD, 2020.
CURADO, A. Roma Antiga: costumes, política e a vida no maior império da história. 2019. Disponível em: https://conhecimentocientifico.r7.com/roma-antiga-costumes-politica-e-a-vida-no maior-imperio-da-historia/. Acesso em: 21 mar. 2020.
PARENTONI, R. O direito romano. 2012. Disponível em: https://robertoparentoni.jusbrasil.com.br/artigos/121939941/o-direito-romano. Acesso em: 21 mar. 2020.