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Mapeamento com VANT- Curso_módulo1

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MAPEAMENTO AÉREO COM VANT
Módulo 1 - Introdução
CAIO CÉSAR DE SOUSA MELLO
Engenheiro Ambiental
1
Caio César de Sousa Mello
Escopo da apresentação
2
VANTs – características básicas
Legislação brasileira (ANAC, DECEA e ANATEL)
Aerofotogrametria digital com VANTs
DJI PHANTOM
Procedimentos de checagem e segurança de voo
Caio César de Sousa Mello
VANTs
Características básicas
3
Caio César de Sousa Mello
Temas relacionados
Cartografia
Geoprocessamento
Processamento de 
imagens
Sensoriamento 
Remoto
Topografia
Tecnologia da 
Informação
4
Caio César de Sousa Mello
Veículo aéreo não tripulado - VANT
5
Integração tecnológica: mecânica, aerodinâmica, eletrônica, computação, inteligência artificial, etc.
Sensores diversos embarcados: GPS, câmeras de alta resolução, sensores multiespectrais, dentre outros
dispositivos.
Possibilidade de voo autônomo/automático: programação de rotas.
Aplicação NDVIAplicação termal
Caio César de Sousa Mello
Veículo aéreo não tripulado – VANT 
6
Multirrotores:
• Baixa autonomia
• Mapeamento de áreas pequenas/médias
• Pouso e Decolagem vertical - simples
• Voo “estático”
• Voo em locais de difícil acesso
• Gimbal estabilizador
• Operação mais fácil
• Baixa capacidade de carga
• Grande versatilidade
Multirotor
Caio César de Sousa Mello
Veículo aéreo não tripulado – VANT 
7
Asas Fixas:
• Alta autonomia
• Mapeamento de grandes áreas
• Decolagem e pouso exigentes
• Voa longas distâncias
• Operação mais difícil
• Grande capacidade de carga
• Múltiplos sensores
Asa fixa
Caio César de Sousa Mello
8
A controladora principal é a “placa mãe”, que recebe, processa 
e repassa as informações. Nela estão conectados os 
dispositivos periféricos.
Os controladores dos motores são responsáveis por fornecer 
potência para as hélices. São de extrema importância para a 
estabilidade do VANT.
Instrumentação comuns aos VANTs:
• GPS
• Bússola digital*
• Acelerômetro*
• Inclinômetro*
*Somados formam o IMU (Sistema inercial dos drones), que 
deve ser calibrado frequentemente para garantir a boa 
orientação cartográfica do sistema.
Componentes
Caio César de Sousa Mello
Funcionalidades básicas
• Gimbal e Sensores:
9
O gimbal é uma exclusividade
dos modelos multirrotores.
Este dispositivo é responsável
pela estabilidade da câmera (ou
outro sensor espectrométrico),
amortecendo e suavizando os
efeitos dos movimentos da
aeronave no sensor.
Câmera com gimbal acoplado
Caio César de Sousa Mello
Funcionalidades básicas
10
Rádio Controle
É a central de comando do drone, uma espécie de joystick de
videogame. Nas alavancas do RC temos os controles de
movimento do VANT, bem como atalhos para a câmera e
outros (depende do modelo em questão).
O tablet acoplado fornece a transmissão visual do VANT, além
de acessar os aplicativos de voo e suas funcionalidades, como
o menu de configurações.
OBS1: Também é possível utilizar um smartphone no lugar do
tablete.
OBS2: Alguns modelos de RC já possuem visor acoplado (NÃO
SÃO RECOMENDADOS PARA AEROLEVANTAMENTOS)
Radio controle + tablet
Caio César de Sousa Mello
Funcionalidades básicas
11
Modos Básicos de Voo:
• Manual = controle total da aeronave, sem auxílio de GPS – exige nível avançado de habilidade de pilotagem.
• Manual Modo GPS = controle total da aeronave com auxílio do GPS. 
• Autônomo por GPS = para missões programadas. O controle pode ser assumido manualmente a qualquer momento. 
Este é o modo utilizado para o aerolevantamento.
• GoHome ou Return to Home = Retorno automático da aeronave em caso de perda de sinal ou acionamento manual 
do comando via RC. Ao fim de um voo autônomo por GPS, esse modo é automaticamente ativado. Recomenda-se 
verificar sempre a altura de voo para este modo, para evitar colisões. Esse procedimento é possível pois o VANT 
grava o ponto de decolagem (Home Point) antes de iniciar qualquer operação.
OBS: a altura de voo no modo GoHome pode ser definida no menu de configurações do VANT.
Caio César de Sousa Mello
Funcionalidades básicas
12
Referência Visual Direção Drone:
Os LEDs frontais (usualmente em cor vermelha) indicam a frente (ou cabeça) da aeronave.
Os LEDs traseiros indicam a situação do drone (se está operando normalmente, ou apresenta
alguma situação de alerta). Para verificar quais são as combinações que indicam as situações
de alerta, deve-se acessar o manual do equipamento.
Link para download de alguns manuais em português (drones DJI apenas):
http://dronestore.com.br/conteudo/manuais-em-portugues/13
Caio César de Sousa Mello
Links para acesso
13
Alguns fabricantes de VANTs:
http://www.dji.com/
http://smartplanes.se/
http://www.event38.com/
http://horusaeronaves.com/
https://www.aibotix.com/en/
http://www.mikrokopter.de/en/home
http://3drobotics.com/
Caio César de Sousa Mello
Links para acesso
14
Algumas fontes de informação:
https://eco360eng.wixsite.com/home
http://albatrozbrasildrones.com.br/
http://www.abmultirrotores.org.br/
http://geodrones.com.br/blog/
https://blog.dronedeploy.com/
http://doctordrone.com.br/
http://mundogeo.com/blog/
http://blog.droneng.com.br/
http://www.dronemag.co/
Dica:
Use e abuse do YOUTUBE!
Caio César de Sousa Mello
Legislação brasileira
15
Caio César de Sousa Mello
Legislação brasileira
• Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC): Regulamenta e fiscaliza 
aeronaves e espaço aéreo
• Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA): Controla o 
espaço aéreo 
• Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL): Regulamenta 
equipamentos que emitem radiofrequências.
16
Caio César de Sousa Mello
17
Conclusões: o melhor caso é se manter na classe 
3, operando até 120 metros acima da linha do 
solo e mantendo a linha de visada (importante 
inclusive para a segurança do voo).
Nesta condição, são necessários apenas os 
cadastros básicos no SISANT, ANATEL e DECEA.
Caio César de Sousa Mello
18
Idade mínima: 18 anos (todas as classes).
Seguro: Será exigido cobertura de danos contra terceiros (todas as classes), exceto para órgãos de segurança
pública e defesa civil.
Atividades ilícitas ou invasão de privacidade: Naturalmente tratadas pelas autoridades de segurança pública
competentes.
Defesa civil e segurança pública: Órgãos de segurança pública e defesa civil poderão operar em quaisquer áreas,
sob responsabilidade do órgão (ou do operador que estiver a serviço deles), desde que observadas as demais
exigências da futura norma. Essas operações não precisarão possuir seguro com cobertura de danos a terceiros
OBS: ESTE ARQUIVO COMPLETO ESTÁ NO MATERIAL COMPLEMENTAR
Caio César de Sousa Mello
Regulamentação DECEA
ICA 100-40 de Março/2017:
• As normas se aplicam aos voos com finalidade comercial. Voos recreativos com multirrotores devem 
seguir as normas vigentes para o aeromodelismo.
• Um multirrotor necessita de autorização de uso de espaço aéreo e nunca tem preferência de 
passagem quando divide espaço aéreo com uma aeronave tripulada;
• A norma proíbe o voo sobre áreas povoadas e grupos de pessoas, exceto com autorização específica, 
que é requerida no portal SARPAS (http://servicos.decea.gov.br/sarpas/) com no mínimo dois dias de 
antecedência.
• Voos em espaços confinados (interior, estádios e arenas) são de inteira responsabilidade do 
proprietário do local ou do locatário do imóvel e devem seguir as regulamentações da ANAC;
OBS: ESTE ARQUIVO COMPLETO ESTÁ NO MATERIAL COMPLEMENTAR
19
http://servicos.decea.gov.br/sarpas/
Caio César de Sousa Mello
Para realizar os cadastros/homologações
ANAC – SISANT
• http://www.anac.gov.br/assuntos/paginas-tematicas/drones/cadastro-de-drones
DECEA – SARPAS
• http://servicos.decea.gov.br/sarpas/?i=cadastro
ANATEL
• Tutorial no material complementar
20
Caio César de Sousa Mello
Legislação brasileira
Resumo: opere com bom senso e precaução
• Para voos em áreas com aglomeração de pessoas, faça o requerimento no 
SARPAS.
• Voe no máximo a 120 m de altura e sem perder o drone devista.
• Mantenha uma distância segura de aeroportos e outras áreas de segurança
• Providencie suas licenças no SISTANT e SARPAS e faça a homologação na 
ANATEL.
21
Caio César de Sousa Mello
Aerofotogrametria digital 
com VANT
22
Caio César de Sousa Mello
Histórico das fotografias aéreas
23
Aerofotogrametria com VANT: conceitos antigos para uma tecnologia atual. Apesar de ser um assunto
inovador no setor de geotecnologias, as fotografias aéreas são alvo da ambição humana desde séculos
atrás. A técnica foi se aperfeiçoando com o tempo, acompanhando o desenvolvimento tecnológico de uma
maneira geral, e ganhando novos campos de aplicação.
Paris, 1858 EUA e UE, 1902 EUA, 1914-1945 Desde 1945
Evolução histórica das plataformas de aquisição de fotografias aéreas
Atualmente
Caio César de Sousa Mello
Aerofotogrametria - conceito
24
Técnica que se ocupa em obter informações espaciais quantitativas por meio de fotografias, ou ainda,
reconstruir um espaço tridimensional a partir de um conjunto de imagens (fotos) bidimensionais. Por
meio do mapeamento aéreo (aerofotogrametria), constroem-se ortomosaicos (ou ortofotos) – mapas
escalonáveis em visão ortogonal -, e modelos digitais de elevação (MDEs) – modelos digitais que
representam, em escala, a elevação da superfície terrestre -, sendo estes georreferenciados por
sistemas de coordenadas espaciais.
De posse destes produtos citados, tem-se aplicação usual em produção de cartas topográficas, projeto,
locação e manutenção de estradas, inventários florestais e minerais, produção de mapas temáticos,
arqueologia, geologia, planejamento e cadastro urbano, levantamentos de área e usos industriais
diversos.
Resumindo...
Objetivo da técnica: obter informações espaciais quantitativas por meio de fotografias aéreas.
Realiza-se uma espécie de “scan da área” adquirindo fotografias sequenciais de maneira ortogonal à 
superfície.
Caio César de Sousa Mello
Aerofotogrametria – fluxograma de procedimentos
25
Coleta de pontos de 
controle e verificação
Aquisição de imagens
Processamento de 
imagens
Ortofoto
MDS
MDT
O VANT é apenas um meio de aquisição de dados para o
processo de aerofotogrametria e geração dos produtos finais.
De posse da Ortofoto, MDS e MDT podemos gerar outros
produtos com maior valor agregado, por exemplo, usando
ferramentas de geoprocessamento.
Caio César de Sousa Mello
Aerofotogrametria – parâmetros para aquisição de imagens
26
• Sobreposição lateral e longitudinal
Caio César de Sousa Mello
Aerofotogrametria – parâmetros para aquisição de imagens
27
• Sobreposição lateral e longitudinal
A sobreposição de imagens permite a representação de um mesmo ponto de interesse em imagens diferentes. 
Essa propriedade é o que gera os chamados pares estereoscópicos (próximo tópico), que permite a 
reconstrução tridimensional da superfície.
Sobreposição longitudinal (Frontlap):
• Menor que 65% = baixa qualidade
• Entre 65% e 75% = média qualidade 
(satisfatória se não houver áreas 
com densa vegetação)
• Maior que 75% = boa qualidade
Sobreposição lateral (Sidelap):
• Menor que 60% = baixa qualidade
• Entre 60% e 70% = média qualidade 
(satisfatória se não houver áreas com 
densa vegetação)
• Maior que 70% = boa qualidade
Importante!
Áreas com vegetação fechada e densa necessitam de uma maior porcentagem de sobreposição para garantir a 
estereoscopia, sendo maior a influência da sobreposição lateral. Nesses casos, opte sempre pela maior 
porcentagem possível, levando em conta o custo-benefício da bateria do VANT e a área a ser mapeada.
Caio César de Sousa Mello
Aerofotogrametria – parâmetros para aquisição de imagens
28
• Estereoscopia
Simulação da visão humana com par estereoscópico Tradicional mesa traçadora utilizada em fotogrametria analógica
A estereoscopia é definida como a percepção tridimensional dos objetos na imagem induzida
a partir de duas imagens planas de uma mesma cena, tomadas em posições diferentes.
Caio César de Sousa Mello
Aerofotogrametria – parâmetros para aquisição de imagens
29
• Altura de voo
Variação do GSD com a altura de voo
Diferentes resoluções espaciais para um mesmo local
Caio César de Sousa Mello
Aerofotogrametria – parâmetros para aquisição de imagens
30
• Altura de voo
A altura de voo impacta na resolução espacial (e/ou GSD) das imagens e, consequentemente, impacta nos produtos finais.
 Resolução espacial: é traduzida em forma de pixel, que é definido como a menor unidade de uma imagem digital. A
resolução é consequência das características do sistema sensor (câmera fotográfica) e da altura do voo, e é relacionada
com a capacidade do sensor em detectar objetos na superfície terrestre, sendo que quanto melhor a resolução, menor o
objeto distinguível pelo sensor, e maior a densidade de pixels numa mesma área da fotografia.
Exemplo: uma resolução de de 3 cm/pixel indica que cada pixel da imagem representa 3 centímetros no terreno original, e
consequentemente qualquer feição maior ou igual a 3 centímetros no terreno, pode ser identificada na imagem registrada.
Importante!
Áreas com vegetação densa devem ser mapeadas a maiores altitudes, para melhorar a qualidade dos pares estereoscópicos
Caio César de Sousa Mello
Aerofotogrametria – coleta de pontos de controle e verificação
31
Esta etapa é crucial para a garantia de boa precisão planialtimétrica para o levantamento. Os pontos de
controle (GCP) são os que serão usados no processamento das imagens, para conferir melhor acurácia aos
produtos gerados. Já os pontos de verificação são os que serão utilizados para averiguação da precisão final dos
modelos gerados. Estes pontos normalmente são coletados por receptores GNSS de alta precisão, e
identificados por feições de destaque no terreno (alvos).
Os alvos podem ser:
• Feições naturais do terreno 
• Alvos confeccionados (ex: folha 
A3 com papelão)
• Marcas com cal em formato de X
“O trabalho de campo é a arte do 
improviso” 
Caio César de Sousa Mello
Aerofotogrametria – coleta de pontos de controle e verificação
32
É importante que os pontos sejam heterogeneamente distribuídos na área, e que os alvos possam ser 
identificados nas imagens aéreas.
É interessante que seja coletado um ponto de verificação para cada um ou dois pontos de controle, e que estes 
sejam também heterogeneamente distribuídos de forma intercalada aos pontos de controle
Caio César de Sousa Mello
Aerofotogrametria – coleta de pontos de controle e verificação
33
Tabela com algumas experiências bem sucedidas
Tamanho da área 
(ha)
Nº de Pontos de 
controle
2,5 5
5 8
10 12
20 19
45 24
Precisão final (por experiência) = 8 a 30 cm – a depender da quantidade de pontos utilizada por unidade de 
área mapeada, e da precisão destes pontos.
Importante! Levantamentos com drone sem o apoio de GCPs tem precisão planialtimétrica muito variável e 
sem confiabilidade métrica.
Caio César de Sousa Mello
Aerofotogrametria – processamento de imagens
34
ETAPAS
• Alinhamento das imagens
• Calibração da câmera
• Geração da nuvem de pontos
• Confecção do Modelo Digital de Superfície
• Confecção do ortomosaico
• Confecção do Modelo Digital de Terreno
Este é o procedimento mais robusto da aerofotogrametria. É quando as imagens adquiridas serão
agrupadas por meio de algoritmos de reconhecimento e processamento de imagens avançados, que
darão origem aos nossos produtos finais.
Para esta etapa, é recomendável um computador robusto ou o processamento em nuvem, pois
exige-se muito do processador da máquina.
Caio César de Sousa Mello
MDT x MDS
35
O modelo digital de superfície (MDS) como o
próprio nome diz, leva em consideração a
elevação das feições superficiais da área de
levantamento, isto é, considera elementos
como árvores, casas, etc.
Já no modelo digital de terreno (MDT) é
aplicado um filtro de classificação que retira
as feições superficiais, considerando apenas
as feições do terreno propriamente dito.
Caio César de Sousa Mello
Aerofotogrametria – processamentode imagens
36
• Alinhamento de imagens
• Geração da nuvem de 
pontos esparsa
• Geração da nuvem de 
pontos densa
Caio César de Sousa Mello
Representações de terrenos
Raster x Vetor:
37
Raster: são arquivos matriciais que
representam superfícies, e guardam alguma
informação geoespacializada em seus pixels.
Vetor: são arquivos geométricos que exibem
contornos de terrenos, e guardam também
informações geoespacializadas.
Caio César de Sousa Mello
Aerofotogrametria – resultados
38
Os produtos gerados são arquivos do tipo RASTER, todos
georreferenciados, em escala e com alta resolução.
Ortofoto: é uma representação planimétrica do terreno com suas
feições visíveis, ou seja, seus pixels guardam informações de cor
(luz visível).
MDS e MDT: são representações planialtimétricas do terreno, e
seus pixels guardam informações de elevação. De posse destes
dados, podemos extrair as curvas de nível do terreno.
A partir destes produtos pode-se extrair de medidas quantitativas,
como áreas, perímetros, volumes, distâncias e coordenadas
geográficas.
Ortofoto MDS MDT
Curvas de nível
Caio César de Sousa Mello
Aerofotogrametria com VANT
39
Escalas variáveis de aplicação
Resposta rápida de resultados
Segurança
Voo automático
Baixa autonomia 
Limitações de visão inerentes 
à técnica com base em 
fotografias
Precisão centimétrica
V
an
ta
ge
n
s
Lim
itaçõ
es
Multirotores de baixo custo (Eisenbeiss, 2009)
Caio César de Sousa Mello
Material de apoio sobre fotogrametria
E-Books:
http://www.efoto.eng.uerj.br/images/Documentos/fotogrametria_digital_revisado.pdf
https://books.google.com.br/books?id=-fQM3buoejcC&lpg=PA123&dq=photogrammetry%20drones&hl=pt-BR&pg=PP1#v=onepage&q&f=false
https://books.google.com.br/books?id=BpgOezulpoMC&lpg=PT88&dq=drones&hl=pt-BR&pg=PP1#v=onepage&q=drones&f=false
https://books.google.com.br/books?id=ylbKCQAAQBAJ&lpg=PA9&dq=drones&hl=pt-BR&pg=PR1#v=onepage&q&f=false
https://books.google.com.br/books?id=nKpaCgAAQBAJ&lpg=PA7&dq=drones&hl=pt-BR&pg=PP1#v=onepage&q=drones&f=false
https://books.google.com.br/books?id=dNIVAwAAQBAJ&lpg=PA182&ots=HThSaFt0hZ&dq=literatura%20sobre%20drones%20e%20uav&hl=pt-
BR&pg=PP1#v=onepage&q&f=false
https://books.google.com.br/books?id=xD1OCgAAQBAJ&lpg=PT24&ots=Rse_AwnALG&dq=literatura%20sobre%20drones%20e%20uav&hl=pt-
BR&pg=PP1#v=onepage&q=literatura%20sobre%20drones%20e%20uav&f=false
40
http://www.efoto.eng.uerj.br/images/Documentos/fotogrametria_digital_revisado.pdf
https://books.google.com.br/books?id=-fQM3buoejcC&lpg=PA123&dq=photogrammetry drones&hl=pt-BR&pg=PP1#v=onepage&q&f=false
https://books.google.com.br/books?id=BpgOezulpoMC&lpg=PT88&dq=drones&hl=pt-BR&pg=PP1#v=onepage&q=drones&f=false
https://books.google.com.br/books?id=ylbKCQAAQBAJ&lpg=PA9&dq=drones&hl=pt-BR&pg=PR1#v=onepage&q&f=false
https://books.google.com.br/books?id=nKpaCgAAQBAJ&lpg=PA7&dq=drones&hl=pt-BR&pg=PP1#v=onepage&q=drones&f=false
https://books.google.com.br/books?id=dNIVAwAAQBAJ&lpg=PA182&ots=HThSaFt0hZ&dq=literatura sobre drones e uav&hl=pt-BR&pg=PP1#v=onepage&q&f=false
https://books.google.com.br/books?id=xD1OCgAAQBAJ&lpg=PT24&ots=Rse_AwnALG&dq=literatura sobre drones e uav&hl=pt-BR&pg=PP1#v=onepage&q=literatura%20sobre%20drones%20e%20uav&f=false
Caio César de Sousa Mello
Cartografia básica
Sistema de referência (datum)
Um objeto qualquer somente tem sua localização geográfica estabelecida quando se pode descrevê-la
em relação a outro objeto cuja posição seja previamente conhecida ou quando se determina sua
localização em relação e um certo sistema de coordenadas.
Um datum caracteriza-se por uma superfície de referência posicionada em relação a Terra.
Ex: SAD69, WGS84, SIRGAS 2000.
41
Material complementar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para 
noções básicas: 
http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/cartografia/manual_nocoes/indice.htm
http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/cartografia/manual_nocoes/indice.htm
Caio César de Sousa Mello
DJI PHANTOM
42
Caio César de Sousa Mello
Atualização
Phantom 4 Advanced:
possui configurações
semelhantes ao P4P,
todavia conta com
sensores anti-colisão
apenas na frente.
43
Caio César de Sousa Mello
Plataforma aérea DJI PHANTOM 4PRO
44
Quadricóptero
DJI Phantom 4 Pro
Autonomia de voo: 30min/bateria
Câmera fotográfica 20MP
DJI, 2017. 
Caio César de Sousa Mello
Procedimentos de checagem 
e segurança de voo
45
Caio César de Sousa Mello
Atualizações
46
Configurações Software e Firmware:
• Controlador, RC, Smartphones, Tablets e aplicativos – Fique atento as constantes atualizações de 
software e firmware. Além de correções de bugs, podem trazer também novas funcionalidades 
para o sistema.
• Os softwares e firmwares são atualizados via site dos fabricantes ou aplicativos, que normalmente 
avisam quando existem novas versões.
Caio César de Sousa Mello
Manutenção
47
• O correto acondicionamento de seu drone, bem como o transporte adequado são os primeiros cuidados para evitar 
manutenções desnecessárias.
• Evite esbarrar nas hélices ou apoiar objetos sobre as estruturas do drone.
• Realize medições regulares na sua bateria para verificar a eficiência da mesma (consulte o manual do fabricante para ver 
como é o procedimento).
• Caso não tenha habilidades básicas para manutenção, procure uma assistência técnica que a faça de maneira correta.
• A atualização dos firmwares faz parte da rotina de manutenção de seu equipamento.
• Realize limpezas constantes após os trabalhos de campo. Use panos úmidos para a carcaça e aspirador de pó para as 
entradas de ar.
• Manter um diário de bordo da aeronave é uma boa prática recomendável.
Caio César de Sousa Mello
• Confira se as baterias estão devidamente carregadas: do Drone, do Rádio Controle, do 
Smartphone ou tablet e do computador.
• Confira o equipamento GNSS (se for o caso): bateria, antenas, etc.
• Confira o plano de voo e de coleta de pontos (módulo 2): familiarize-se bastante com a área de 
levantamento.
• Planeje o deslocamento até o local de levantamento.
• Planeje o tempo previsto para realização do levantamento, levando em consideração todas as 
etapas.
• Confira se está levando suprimentos básicos, como água, filtro solar, chapéu, etc.
48
Procedimentos de checagem ANTES DO CAMPO
Caio César de Sousa Mello
• Confira se as partes moveis do seu equipamento estão fixas e seguras: hélices, gimbal,
sensores, baterias e conexões devem ser avaliadas sempre que um novo voo for realizado.
• Confira a configuração Modo Return to Home: analise com cuidado a área que irá realizar o voo
e tenha certeza que a altura configurada permite o retorno com segurança.
• Faça o reconhecimento da área in loco e reavalie seu plano de voo.
• Prossiga para a checagem no aplicativo (próximo slide)
49
Procedimentos de checagem NO CAMPO
Caio César de Sousa Mello
50
Procedimentos de checagem NO CAMPO
Na tela do aplicativo, cheque:
• Nível de bateria
• Sinal de GPS
• Sinal do Rádio
• Sinal de transmissão de vídeo em tempo real
• Modo de Voo
• Capacidade do SD card
• ESTADO GERAL (ERROR / READY TO FLY)
Caio César de Sousa Mello
Calibração IMU
Realizar o procedimento conforme o Equipamento***.
Ex: DJI Inspire
1) Rotacionar o drone na horizontal
2) Rotacionar o drone na vertical
51
Caio César de Sousa Mello
Chegamos ao fim,
MUITO OBRIGADO!
52
caiocsmello@gmail.com
(31) 9 7354 - 0500
mailto:caiocsmello@gmail.com