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Disciplina: Cozinha Européia e do Mediterrâneo Professor: Júlio César Bezerra Vilar da Silva Aluno: Zoraide Gouveia Ferreira
Matrícula: 04018405 
Período: 3º 
Turno: Manhã
Exercício Complementar
A cozinha mediterrânea é composta por elementos ao máximo naturais, com foco na sazonalidade e baixo uso de superprocessados. Devido a sua localização, próximos as margens do mar mediterrâneo, ocorre a presença demasiada de alguns produtos nas refeições dos povos que vivem nesses países.
Pesquise 3 (TRÊS) pratos referentes a cada cozinha estudada até aqui no componente Cozinha Europeia e do Mediterrâneo, elencando algumas informações obrigatórias que constam a seguir:
 • PORTUGAL
NOME DO PRATO 1: ALHEIRA
FOTO:
PRINCIPAIS INGREDIENTES E DESCRIÇÃO: 
É formada por diversos tipos de carne, pão e condimentos carne de vaca de frango
FICHA TÉCNICA: 
Receita
Ingredientes:
1 cebola grande
1 frango grande
1 cabeça de porco desossada
1 quilo de músculo bovino
1 paio
1 gomo grande de linguiça de pernil
7 pães italianos médios
2 xícaras (sopa) de óleo
1 colher (sobremesa) de pimenta do reino moída na hora
1 colher (sobremesa) de pimenta dedo de moça moída
6 litros de água
Sal a gosto
1 colher (chá) de canela em pó
Modo de preparo:
Cozinhe tudo junto (com exceção dos pães), colocando a linguiça e o paio por último.
Depois de cozido, retire a pele do frango e pique tudo na ponta da faca, ou seja, bem miudinho.
Corte os pães em quadradinhos com miolo e casca, junte-os com as carnes e vá adicionando a água aos poucos, mexendo com uma colher de pau. Aqueça o óleo e frite alguns dentes de alho nele. Depois retire os dentes de alho, despeje o óleo sobre a "massa", que não pode ficar encharcada nem seca. Importante: embuta as tripas com a massa ainda quente.
CONTEXTO HISTÓRICO:
Segundo a tradição, este enchido terá sido criado por cristãos novos que, em segredo, continuavam a guardar costumes da sua renegada religião judaica, a fim de dar a entender a toda a sociedade que eram cristãos assumidos e bem integrados. Como o judaísmo proíbe o consumo da carne de porco, alguns dos supostamente recém convertidos teriam inventado um chouriço onde discretamente a carne de ave substituía a carne de porco, tradicional entre os cristãos. Desta forma, nas primeiras alheiras foram usadas várias carnes alternativas ao porco, tais como peru, galinha e outras aves.
FORMA DE CONSUMO (em que momento das refeições, acompanha com algum molho ou outro complemento?
A Alheira é consumida grelhada, ou assada em lume brando, acompanhada por batata cozida com um fio de azeite, e legumes da época variados, podendo ser servida em qualquer refeição podendo ser acompanhada de ovos, pão, etc.
NOME DO PRATO 2: 
COZIDO À PORTUGUESA
FOTO: 
PRINCIPAIS INGREDIENTES E DESCRIÇÃO: : 
Trata-se de uma iguaria composta por uma miríade de vegetais, carnes e enchidos cozidos.
É um tradicional português com variedade nas carnes e nos legumes. 
FICHA TÉCNICA: 
300gde arroz
Couve portuguesa ou couve coração
3 batatas medias
3 cenoras cortadas transversalmente
1 nabo
500gcarne de vacaparacpzer
½ chipes de porco
300gentrecosto
300g torcinho
Orelha de porco
¼ galinha
250g de salpicão
1 chouriço de carne
1 farinheira
1 morcela
Azeite
E sal que bastar
Ponha todas as carnes e os enchidos numa panela bem grande, de agua a ferver. E acrescente sal e fio de azeite. Coza durante 45 minutos
CONTEXTO HISTÓRICO 
A sua origem está envolta em alguma controvérsia. Há quem diga que este prato surgiu devido à sequencia da necessidade econômica – como não existia muitos meios de subsistência a solução para a maioria das refeições era aproveitar as sobras.
Essas sobras eram colocadas numa panela, a cozer até de se apurar uma refeição energética e capaz de aquecer nos dias frios de inverno.
 
FORMA DE CONSUMO (em que momento das refeições, acompanha com algum molho ou outro complemento? No almoço
Acompanha feijão branco cozido, cozido na água dos legumes, e arroz branco.
NOME DO PRATO 3:
PASTEL DE SANTA CLARA
FOTO: 
PRINCIPAIS INGREDIENTES E DESCRIÇÃO: massa filo e ovos.
O pastel é feito de massa filó, extremamente fina, creme de ovos ou recheada com ovos moles.
FICHA TÉCNICA:
Ingredientes
6 porções
Massa
300 g de farinha de trigo
200 ml de água morna
Recheio
100 g de gemas peneiradas
200 g de açúcar peneirado
15 g de manteiga
200 ml de água
Farinha de amêndoas a gosto
Modo de preparo
Massa
1 Coloque a farinha em uma tigela e incorpore a água aos poucos. 
2 Misture e sove a massa por cerca de 20 minutos ou até formarem bolhas; deixe descansar. 
3 Forre a mesa com uma toalha, polvilhe com farinha e comece a abrir a massa com as mãos. 
4 Com muito cuidado, usando a palma das mãos, continue abrindo a massa delicadamente, por todos os lados, para deixá-la por igual. 
5 Continue até que a massa fique bem esticada e transparente. 
6 Deixe secar até ficar levemente úmida e corte-a em quadrados de 15 cm. 
7 Recheie, dobre no formato de pacotinhos e leve ao forno para dourar levemente.
CONTEXTO HISTÓRICO: 
O pastel de Santa Clara teve origem no convento de mesmo nome e é um dos mais conhecidos doces conventuais portugueses. Dizem que, em tempos de crise econômica, as freiras começaram a vendê-lo aos estudantes da Universidade de Coimbra. A partir daí, o pastel de Santa Clara começou a se popularizar.
FORMA DE CONSUMO (em que momento das refeições, acompanha com algum molho ou outro complemento? 
O Pastel de Santa Clara é servido como sobremesa e lanches.
• ESPANHA NOME DO PRATO 1: TORTILLA DE PATATA
FOTO: 
PRINCIPAIS INGREDIENTES E DESCRIÇÃO: 
Sãos os ovos e as batatas. é uma espécie de omelete, feita com ovos e batatas fritas. É comum levar cebolas, pimentão, linguiça, dependendo de região para região onde é feita.
FICHA TÉCNICA:
Ingredientes
5 ou 6 batatas (pode cortar bem fininha);
1 cebola e rodelas finas;
5 ovos;
óleo;
sal a gosto.
Modo de preparo
Lave bem as batatas e a cebola e deixe escorrer; frite-as juntas, devem ficar bem molinhas.
Bata os ovos, acrescente sal, as batatas e a cebola fritas; coloque tudo em uma frigideira, e vá mexendo devagar para não queimar ou grudar.
Depois de 5 minutos coloque um prato maior que a frigideira em cima dela, e vire a fritada para fritar o outro lado. Quando ver que está bem fritinha, volte-a para o prato e pode servir!
CONTEXTO HISTÓRICO: 
O primeiro documento conhecido com menção à tortilha espanhola é de Navarra.[3] Trata-se de um documento de origem anônima, chamado "Memorial de la ratonera", dirigido às Cortes em 1817, onde se mostram as condições miseráveis em que vivem os camponeses, em comparação com os habitantes de Pamplona e Ribera Navarra.
Após listar vários dos alimentos consumidos pelos camponeses, há uma citação que diz:
...dos o tres huevos en tortilla para cinco o seis, porque nuestras mujeres la saben hacer grande y gorda con pocos huevos mezclando patatas, atapurres de pan u otra cosa... (dois ou três ovos em uma tortilha para cinco ou seis pessoas, porque nossas mulheres sabem prepará-la grande e pesada mesmo com poucos ovos, misturando batatas, pedaços de pão ou outras coisas...)
FORMA DE CONSUMO (em que momento das refeições, acompanha com algum molho ou outro complemento? Serve como acompanhamento ou prato principal
ela é acompanhada de pão 
NOME DO PRATO 2: CREMA CATALANA
FOTO: 
PRINCIPAIS INGREDIENTES E DESCRIÇÃO: 
Ovos, leite, açúcar e canela.
Ele é típico da região da Catalunha, na Espanha, e conhecido lá como crema catalana. 
FICHA TÉCNICA:
INGREDIENTES
1 litro de leite
6 gemas
2 xícaras (chá) de açúcar
1 canela em rama
casca de ½ limão
açúcar para caramelizar
MODO DE PREPARO
Junte o leite, a canela e a casca de limão numa panela e leve ao fogo baixo para aquecer. Quando começar a ferver, desligue o fogo. Retire o pau de canela e a casca do limão e descarte. Reserve o leite.
 Coloque o açúcar e as gemas na tigela da batedeira. Bata em velocidade alta até obter um creme branco e fofo. Retire a tigelada batedeira.
Adicione o leite morno aos poucos, sem parar de mexer o creme. Depois de terminar a adição de todo o leite, transfira o creme para uma panela.
 Leve o creme para cozinhar em banho-maria. Para fazer o banho-maria, encaixe a panela com o creme sobre uma panelinha com água. Leve as panelas encaixadas ao fogo baixo e deixe o creme cozinhar por 1 hora, ou até que ele fique bem espesso. Mexa o creme de vez em quando.
 Em seguida, tire o creme do fogo e distribua em ramequins (tigelas) individuais. Deixe esfriar um pouco e leve à geladeira por no mínimo 1 hora.
No momento de servir, retire o creme da geladeira e polvilhe um pouco de açúcar sobre o creme.
Coloque uma colher de sopa na chama do fogão para aquecer bem. Use uma luva, ou pano de prato dobrado, para não se queimar!
 Encoste as costas da colher na superfície do creme para caramelizar o açúcar. Caso precise, repita esta operação até caramelizar toda a superfície, mas não deixe queimar demais o açúcar. Um maçarico de cozinha também pode ser usado para queimar o açúcar.
CONTEXTO HISTÓRICO: 
Há vários dados históricos de grande interesse sobre a crema catalana. Um deles está ligado à origem de seu nome. Em catalão, a palavra crema significa queima. Dizem as histórias catalãs que, no século XVIII, um bispo, em sua visita a um convento, recebeu um agrado das freiras: um pudim como sobremesa. Entretanto, o pudim estava muito aguado. As freiras resolveram acrescentar alguns ingredientes ao pudim, entre eles uma porção de açúcar queimado. Ao experimentar o novo pudim, o bispo se deu conta de que o açúcar ainda estava quente, e teria exclamado «Crema!» (Queima!). Essa é, portanto, a origem do nome desta deliciosa sobremesa catalã.
A crema catalana também é conhecida como Crema de Sant Josep, pois apesar de ser uma sobremesa que pode ser saboreada durante qualquer data do ano, é tipicamente degustada no dia 19 de março, o Dia de Sant Josep, na Catalunha. A Diada de Sant Josep é, também, conhecido como o Dia dos Pais.
FORMA DE CONSUMO (em que momento das refeições, acompanha com algum molho ou outro complemento? 
É uma sobremesa.
Quando for servir, coloque um pouco do açúcar mascavo por cima e leve ao forno por alguns minutinhos.
Sirva morno.
NOME DO PRATO 3: 
PULPO A LA GALLEGA (POLVO À GALEGA)
PRINCIPAIS INGREDIENTES E DESCRIÇÃO:
Polvo
FICHA TÉCNICA: 
Ingredientes
· 1 polvo de 1,5kg em média;
· 2 folhas de louro;
· 3 dentes de alho;
· 1 colher de sopa de páprica picante ou doce, escolha ao seu gosto;
· 3 à 4 colheres de sopa de azeite de oliva;
· 1 colher de sopa de sal grosso;
· Sal;
· Batatas, quantas achar necessário.
Preparo para um polvo suave
Antes de começar você deve realizar um dos dois métodos de suavizar o polvo. Ambos os modos servem para que se rompam os tecidos do polvo e deixem sua carne mais macia.
Golpeie repetidamente com um martelo pesado OU congele-o por dois dias e descongele-o embaixo d’água para que escorra o suco
O congelamento faz com que a água do próprio polvo congele e, aumentando seu volume dado ao congelamento, as fibras de tecido se rompem e suavizam a carne.
Escolha o método e prossiga.
Cozimento
· Ferva cerca de 2 litros de água em uma panela grande (se houver uma panela de cobre é o ideal pela tradição);
· Adicione as folhas de louro, sal e os alhos, e deixe ferver;
· Quando ferver, mergulhe o polvo três vezes seguidas e deixe-o repousar um pouco fora da panela (isto fará com que a pele não se solte);
· Coloque o polvo na água fervente e deixe cozinhar por cerca de 50 minutos (o tempo de cozimento varia conforme o tamanho do polvo);
· Retirar, escorrer e cortar o polvo em rodelas de cerca de 1cm de espessura e coloque em uma tigela grande, preferencialmente de madeira;
· Cozinhe as batatas já cortadas em pedaços grossos na água em que foi cozido o polvo e coloque em outro recipiente, preferencialmente de madeira;
· Polvilhe o sal grosso e regue as rodelas com o azeite misturado com a páprica. Se preferir, polvilhe a páprica e depois regue com azeite de oliva. Faça o mesmo com as batatas;
· Deixe o polvo repousar para que o sabor do azeite e páprica se incorporem;
CONTEXTO HISTÓRICO:
Este é um prato tradicional da região espanhola da Galícia, servido principalmente em feiras e festejos desta comunidade autônoma. Daí vem o seu outro nome, em galego: polbo á feira.
Por toda a comunidade galega existem locais especializados em servir este prato, hoje como tapas, os famosos aperitivos/petiscos espanhóis. Estes locais são chamados de pulperías, enquanto os pratos são preparados pelas pulpeiras. As palavras derivam do castelhano pulpo (polvo), todavia os pescadores de polvo ainda são chamados de polbeiros (do galego, polbo).
Existem algumas curiosidades e particularidades para estre prato, entre eles está o hábito de golpear o polvo contra a mesa ou com um martelo de cozinha para suavizar seu nervo. O resultado ainda pode ser obtido através de congelamento.
O prato é tradicionalmente preparado em uma panela de cobre e, para conservar sua pele, o polvo é submerso brevemente em água fervente por três vezes antes do cozimento. Este processo é chamado de “susto”
FORMA DE CONSUMO
E acompanhado por batatas cozidas na própria água do polvo. Estas batatas adquirem uma tonalidade rosada também acompanha pão e vinho.
• GRÉCIA
NOME DO PRATO 1: GEMISTA OU YEMISTA (GHÊMISTÁ)
FOTO: 
PRINCIPAIS INGREDIENTES E DESCRIÇÃO: 
Pimentão, carne moída e arroz
É um o famoso prato feito com vegetais recheados. 
 
FICHA TÉCNICA: 
Ingredientes (para o preparo de 10 pimentões pequenos ou aproximadamente 3 grandes):
– 1/2 kg de carne moída
– 1 xícara de arroz
– hortelã, sal e pimenta do reino a gosto
– 1 tomate picado em cubinhos bem pequenos
– 1/2 cebola picada em cubinhos bem pequenos
– 1/2 xícara de extrato de tomate.
Preparo:
Lavar os pimentões, retirar as tampas e as sementes, guardar as tampinhas para fechá-los depois.
Fritar a cebola em azeite, em seguida acrescentar a carne moída e fritar até que não esteja mais crua (5-10 minutos em fogo médio), depois acrescentar todos os outros ingredientes, dois dedinhos de água, baixar o fogo e deixar secar (10 minutos).
Rechear os pimentões, e levá-los ao forno em 180 – 200ºC (regar com azeite e colocar 3 dedos de água na travessa) por mais ou menos 1 hora. Varia muito de acordo com o forno, mas é bom depois dos 40 minutos ir conferindo se o arroz cozinhou.
Podem ser utilizados outros legumes para serem recheados (tomates, abobrinhas, berinjelas, folhas de parreira e folhas de repolho), o que vai variar é o tempo no forno, podendo ser necessário acrescentar aos poucos mais água, para que cozinhe bem
 CONTEXTO HISTÓRICO:
É típico da Grécia e um dos mais clássicos e queridos da dieta mediterrânea. Não tem como falar de comida grega e não lembrar do Gemista ou Yemista (Ghêmistá), em sendo esse um famoso prato feito com vegetais recheados. Gemista, em grego, significa recheado, e é exatamente a explicação para esse prato.
FORMA DE CONSUMO (em que momento das refeições, acompanha com algum molho ou outro complemento?
 Prato principal nas dietas Gregas.
NOME DO PRATO 2: SALADA GREGA - 
FOTO:
PRINCIPAIS INGREDIENTES E DESCRIÇÃO: 
Tomate, pepino, pimentão e cebola vermelha (roxa), queijo feta, alcaparras frescas e azeitonas kalamata. 
A salada grega (χωριάτικη σαλάτα em grego: significando “salada campestre”) é uma salada tradicional com os ingredientes característicos da Grécia.
FICHA TÉCNICA:
Ingredientes 
4 tomates maduros
1 cebola roxa
1 pepino
100 g de queijo feta
azeitonas pretas a gosto
azeite a gosto
sal e pimenta-do-reino moída a gosto
Modo de preparo
Lave os tomates, seque-os e corte-os em gomos.
Misture uma colher (chá) de sal nos tomates, coloque-os numa peneira e deixe descansando em cima de uma tigela, para que a água deles escorra (30 minutos).
Corte as cebolas em cubos ou fatias finas e coloque-as numa tigela com água e gelo, para que elas fiquem menos ardidas.
Lave o pepino e corte-o em rodelas.
Corte o queijo feta em cubos.Numa tigela, coloque o tomate, o pepino, a azeitona e o queijo.
Tempere com azeite e pimenta-do-reino.
CONTEXTO HISTÓRICO:
A criação foi feita pelos restaurantes 'Wannabe' da época, que queria cobrar mais por uma simples salada de tomates, pepinos e cebolas que tinha fixado os preços do governo. Portanto, com a adição de uma placa de queijo feta, eles acidentalmente criaram essa maravilhosa salada – para inflar o preço da comida
 
FORMA DE CONSUMO (em que momento das refeições, acompanha com algum molho ou outro complemento?
 Servido como entrada
NOME DO PRATO 3: BAKLAVA 
FOTO:
PRINCIPAIS INGREDIENTES E DESCRIÇÃO: 
É um tipo de pastel elaborado com uma pasta de nozes trituradas, envolvida em massa filo e banhada em xarope ou mel,
Nozes, e mel
FICHA TÉCNICA:
Ingrediente
6 xícaras (chá) de nozes picadas
1 colher (chá) de canela em pó (5 ml)
2 e xícaras (560 ml)
1 xícara (chá) de manteiga derretida (250 ml)
1 pacote de 450 g de massa folhada
2 xícaras (500 ml)
Modo de preparo
Misture como nozzles com um canela, xícara de açúcar (60 mililitros) e xícara de manteiga derretida (60 mililitros), reserva.
Desenvolver uma massa folhada e cortar toda a pilha pela metade do cabo na assadeira.
Crie uma massa folhada com um pano úmido para evitar o ressecamento enquanto trabalha. Disponha duas folhas da massa na assadeira e use com pincel usando um pincel. Repita a operação até que você tenha 6 folhas em camadas.
Espalhe uma e ½ xícara de nozes por cima, aplique duas folhas de massa, manteiga e adicione nozes para terminar com quatro camadas de nozes e massa. A última camada deve ter cerca de seis folhas de profundidade.
Com uma faca afiada, corte em losangos ou quadrados até o fundo da assadeira. Você pode cortar quatro fileiras longitudinais e depois fazer cortes diagonais.
Por 50 minutos até que a baklava esteja dourada e crocante.
CONTEXTO HISTÓRICO:
A história da baclava não é bem documentada, sendo sua invenção reivindicada por vários grupos étnicos. Mas há fortes evidências de que seja de origem túrquica da Ásia Central, e que sua forma atual tenha sido desenvolvida nas cozinhas imperiais do Palácio de Topkap. existindo variedades que incorporam pistache, avelãs e sementes de sésamo, papoila ou outros grãos. Pode encontrar-se, com diferentes nomes, na gastronomia do Médio Oriente, do subcontinente indiano e dos Bálcãs.
FORMA DE CONSUMO (em que momento das refeições, acompanha com algum molho ou outro complemento?
É servida como sobremesa nos países que fizeram parte do antigo Império Otomano, sendo um dos pratos nacionais da Turquia.

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