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PROPRIEDADE DOS GRÃOS
					
				DOCENTE:MESTRANDO FELIPE DOURADO
					
ANÁPOLIS , 2019
PROPRIEDADES FÍSICAS 
TAMANHO E FORMA;
MASSA ESPECÍFICA;
POROSIDADE;
ÂNGULO DE REPOUSO OU DE TALUDE.
2
TAMANHO E FORMA
 Segundo Silva et al (2000), o tamanho e a forma são características específicas de cada produto, definidas geneticamente, que podem ser influenciadas pelo ambiente durante e após o período de sua formação e que influência as demais propriedades físicas do produto. 
Mudanças nas características dimensionais dos produtos, devido à sua desidratação, são relatadas como as primeiras causas das alterações de forma e tamanho.
 
3
TAMANHO E FORMA
 Em problemas de distribuição de estresse no material durante as operações de carregamento
Separação eletrostática de grãos e sementes
e, fundamentalmente, no desenvolvimento de maquinário de classificação e de separação por tamanho
4
DETERMINAÇÃO DE TAMANHO E FORMA
 O tamanho é determinado pelas medições dos eixos perpendiculares do grão e, quanto mais irregular, maior o numero de medições. 
 Já a forma é determinada pela comparação com um formato-padrão predeterminado. 
5
DETERMINAÇÃO DE TAMANHO E FORMA
 O tamanho dos grãos deverá ser determinado com o auxílio de um paquímetro digital, precisão de 0,01 mm. Devem serem medidas as dimensões dos eixos axiais (a, b e c) dos grãos, como apresentado nas Figuras: 
6
DETERMINAÇÃO DE TAMANHO E FORMA
 A forma deverá ser determinada calculando-se a esfericidade (S) e a circularidade (C) dos grãos, sendo que esfericidade será determinada pela equação:
7
DETERMINAÇÃO DE TAMANHO E FORMA
 A circularidade é a área projetada do grão pode ser obtida usando um retroprojetor, com um papel fixado em uma parede lisa: traça-se seu contorno:
8
DETERMINAÇÃO DE TAMANHO E FORMA
 A circularidade será determinada pela expressão: 
9
DETERMINAÇÃO DE TAMANHO E FORMA
 A circularidade támbem será determinada pela expressão: 
10
MASSA ESPECÍFICA 
 Também conhecida como o peso hectolitro (PH) ou densidade granular pode ser definida como a razão entre a massa e o volume de determinada quantidade de produto, incluindo os espaços intergranulares.
11
DETERMINAÇÃO MASSA ESPECÍFICA APARENTE 
 A determinação da massa especifica aparente é realizada, em seis repetições, utilizando um cilindro plástico de volume conhecido. O recipiente com os grãos é pesado em balança de precisão de 0,001g e utiliza-se a relação descrita: 
12
DETERMINAÇÃO MASSA ESPECÍFICA UNITÁRIA 
 Para a determinação da massa específica unitária é utilizado o Princípio de Arquimedes: 25 grãos do produto serão colocados em um artefato de vidro, com volume conhecido, contendo Tolueno, em três repetições. Através do volume de Tolueno e peso dos 25 grãos, a massa especifica real será calculada utilizando a seguinte relação:
13
POROSIDADE 
A porosidade segundo SASSERON (1980), é definida como a quantidade de espaços vazios ocupados pelo ar existente em uma massa de grãos, podendo variar de 30 à 50%.
14
POROSIDADE 
Os fatores que interferem na porosidade são:
Formato do grão;
Tegumento do grão: que pode ser liso ou rugoso;
Dimensões de comprimento, largura e espessura do grão;
Integridade física: grãos quebrados alteram ;
Estado sanitário: grãos brocados alteram;
Impurezas e, ou, matérias estranhas: estes elementos, ao prejudicarem a passagem do fluxo de ar, alteram a porosidade
15
DETERMINAÇÃO DA POROSIDADE 
A fração de espaços vazios em uma massa de grãos, ou porosidade, pode ser determinada por métodos diretos ou indiretos
Segundo MOHSENIN (1986), pode-se determinar o espaço poroso intersticial enchendo-se, com grãos, uma proveta graduada e, em seguida, adicionando-se um líquido não absorvível pelos grãos, como óleo mineral (ou óleo vegetal não aquecido), e medindo seu volume, que corresponde aos espaços que o líquido preencheu
16
DETERMINAÇÃO DA POROSIDADE 
Por outro lado, a porosidade poderá ser determinada também por um picnômetro ou como uma relação direta entre as massas específicas aparente e real , como pode ser visto na equação seguinte:
17
Ângulo de repouso
 De acordo com Benedetti e Jorge (1987), o ângulo de talude ou ângulo de repouso natural, é aquele formado pelo produto, ao escoar através de fluxo constante, com o plano horizontal.
 
 Normalmente, o ângulo de atrito interno e o ângulo de talude são tomados como iguais, porém existe diferença entre eles como ficou comprovado por Lorenzen, citado por Mohsenin (1986)
18
Ângulo de repouso
 De acordo com Benedetti e Jorge (1987), o ângulo de talude ou ângulo de repouso natural, é aquele formado pelo produto, ao escoar através de fluxo constante, com o plano horizontal.
 
Ângulo de repouso do produto difere do ângulo de atrito interno em função das pressões impostas, referentes às condições internas da massa de grãos, dependendo do nível de pressões médias aplicadas a todos os grãos.
19
Ângulo de repouso
Normalmente, o ângulo de atrito interno e o ângulo de talude são tomados como iguais, porém existe diferença entre eles como ficou comprovado por Lorenzen, citado por Mohsenin (1986)
20
Ângulo de repouso
Dentre as várias aplicações desta propriedade, pode-se citar:
Cálculo e dimensionamento da capacidade estática dos silos
Determinação da capacidade de correias transportadoras
Dimensionamento de moegas
Cálculo da inclinação de dutos
Dimensionamento de rampas de descarga de grãos
21
Determinação do Ângulo de repouso
Existem vários dispositivos para determinação do ângulo de repouso. Dentre eles, um dispositivo simples que consistes em um tambor provido de abertura no fundo, sobre o qual se eleva uma plataforma circular conhecida. 
22
Determinação do Ângulo de repouso
 ang. Repouso
23
Determinação do Ângulo de repouso
24
Determinação do Ângulo de repouso
25
PROPRIEDADE AERODINÁMICA
VELOCIDADE TERMINAL.
, 
26
VELOCIDADE TERMINAL
A determinação do valor da velocidade terminal real consiste em submeter uma determinada quantidade de grãos a um fluxo de ar vertical ascendente, fazendo com que os grãos possam flutuar sem se deslocar de uma determinada seção de um duto vertical 
27
VELOCIDADE TERMINAL 
A determinação do valor da velocidade terminal real consiste em submeter uma determinada quantidade de grãos a um fluxo de ar vertical ascendente, fazendo com que os grãos possam flutuar sem se deslocar de uma determinada seção de um duto vertical 
28
DETERMINAÇÃO DA VELOCIDADE TERMINAL 
A velocidade terminal fica determinada por: 
29
DETERMINAÇÃO DA VELOCIDADE TERMINAL 
De acordo com PINHEIRO et al. (1975), a forma irregular dos produtos agrícolas tem sido um problema nas determinações da velocidade terminal, o que pode ser contornado aproximando-se o produto a uma forma conhecida.
Um deles é baseado no tempo gasto na queda livre de uma partícula em diversas alturas. No outro, as partículas são colocadas num fluxo de ar, sendo que a velocidade do ar deve ser ajustada para que as partículas fiquem suspensas com pequeno ou nenhum movimento. Nesse ponto de equilíbrio a velocidade do ar é a velocidade terminal da partícula (HAWK et al., 1966). 
30
DETERMINAÇÃO DA VELOCIDADE TERMINAL 
31
PROPRIEDADES TERMICAS
CONDUTIVIDADE TÉRMICA ;
32
CONDUTIVIDADE TÉRMICA
Devido a heterogeneidade dessas substâncias, apenas é se possível medir as propriedades térmicas aparente e não a real. 
A transferência de calor numa massa de grãos é um fenômeno físico complexo. Este fenômeno ocorre principalmente por condução e convecção
33
DETERMINAÇÃO DA CONDUTIVIDADE TÉRMICA
MÉTODO DE SONDA;
ESFERAS CONCÊNTRICAS;
PLACAS PARALELAS;
CILINDROS CONCÊNTRICOS;
CILINDRO INFINITO.
34
OBRIGADO

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