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SP 03 MÓD 01 5a FASE - DÓI TUDO

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como as alterações nas estruturas musculoesqueléticas em função de atrito e impacto com o osso acrômio, causadas pela presença de esporões, forma do acrômio (curvo ou ganchoso) e espessamento (engrossamento) do ligamento acromiclavicular.
- Fatores ambientais: envelhecimento, uso excessivo do ombro, tabagismo, obesidade e distúrbios metabólicos, como a diabetes.
- Biológicos ou intrínsecos, que incluem áreas de hipoperfusão dos tendões, processos inflamatórios e alterações celulares dos tendões, como a desorganização da arquitetura do colágeno.
- Fatores traumáticos: fraturas e luxações do ombro, que podem criar lesões ou piorar as pré-existentes.
- Fatores genéticos: maior ou menor probabilidade de um indivíduo apresentar lesões do MR.
MÓDULO I DOR / 5ª FASE MEDICINA
SITUAÇÃO PROBLEMA 3 – “DÓI TUDO” 
ACADÊMICO: MATEUS LUCHTENBERG 15/08/2019 – 22/08/2018
TUTOR: RAFAEL CARLOS SILVA.
Síntese:
A SP 3 fala sobre uma mulher, 37 anos, que procura atendimento médico frequentemente. Refere dor difusa pelo corpo inteiro, principalmente esqueleto axial. Revela uma rotina árdua, trabalhando o dia inteiro e cuidar dos 4 filhos. Começou com dificuldade para dormir e ter períodos de estresse. Submetida a vários tratamentos sem sucesso. Diagnosticada com fibromialgia, foi encaminhado o tratamento adequado e em 3 meses relatou melhora do quadro.
A anamnese e o exame físico são os principais pontos para se levar ao diagnóstico de fibromialgia. Buscar informações quanto à propedêutica da dor, fatores emocionais envolvidos, distúrbios do sono como dificuldades para dormir e despertares, dentre outros. O estresse piora a sintomatologia (como foi este caso). Os pontos de gatilhos fazem parte do exame físico e ajudam a caracterizar o diagnóstico.
O tratamento busca a melhora do contexto e não só um único sintoma. Nestes casos os utiliza-se tratamento não medicamentoso como acupuntura, fisioterapia e acompanhamento psicológico e medicamentoso como os antidepressivos tricíclicos que aparecem como primeira linha. Para uma melhor aceitação deve-se falar sobre o tempo médio para início da ação e possíveis efeitos colaterais dos medicamentos. 
Referências: 	
MANICA, James. Anestesiologia. 4. Porto Alegre ArtMed 2017 1
MEDICINA interna de Harrison, 2 volumes. 19. Porto Alegre AMGH 2017 1
KATZUNG, Bertram. Farmacologia básica e clínica. 13. Porto Alegre AMGH 2017 1
LÜLLMANN, Heinz. Farmacologia. 7. Porto Alegre ArtMed 2017 1
BATISTA, Juliana Secchi; BORGES, Aline Morás; WIBELINGER, Lia Mara. Tratamento fisioterapêutico na síndrome da dor miofascial e fibromialgia. Rev. dor, v. 13, n. 2, p. 170-174, 2012.
AFONSO, Carla; JACINTO, I. Jorge. Síndrome Miofascial: Diagnóstico e abordagem em MFR Myofascial Syndrome: Diagnosis and approach in PRM.