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CASO 1: Ministério Público 
1 Promotor de justiça é órgão de execução do Ministério Público; Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional, incubindo a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.
2 Vitaliciedade: após dois anos de exercício, não podendo perder o cargo, senão por sentença judicial transitada em julgado; Inamovibilidade: salvo por motivo de interesse público; Irredutibilidade de vencimentos: observado quanto à remuneração, o disposto na Constituição Federal. 
3 1 - Manter ilibada conduta ética pública e particular; 2 - Zelar pelo prestígio da Justiça, por suas prerrogativas e pela dignidade de suas funções; 3 - Obedecer aos prazos processuais. 
4 1 - Receber, a qualquer título e sob qualquer pretexto, honorários, percentagens ou custas processuais; 2 - Exercer a advocacia; 3 - Exercer o comércio ou participar de sociedade comercial, exceto como cotista ou acionista.
5 Suposto abandono de cargo.
6 Artigo 240, V, alínea “A” da lei complementar 75/93 do Estatuto do ministério público da união.
7 Demissão
CASO 2: Magistrado
1 Magistratura julga com imparcialidade e puni conforme as leis dispostas em seu país ou cidade; Poder judiciário defende os direitos de cada cidadão, promovendo a justiça e resolvendo os prováveis conflitos que possam surgir na sociedade.
2 1 - Não ser preso, senão por ordem do tribunal competente, salvo em caso de flagrante de crime inafiançável; 2 - Prisão especial ou em Sala de Estado Maior, durante a restrição cautelar; 3 - O porte de arma de fogo para defesa pessoal
3 1 - Denunciar qualquer interferência que vise a limitar sua independência; 2 - Ao proferir decisões incube ao magistratado atuar de forma cautelosa, atento às consequências que pode provocar; 3 - Se esforçar para contribuir com seus conhecimentos teóricos e práticos ao melhor desenvolvimento do Direito e a administração de justiça.
4 1 - É vedado procedimento incompatível com a dignidade, a honra e o decoro de suas funções; 2 - O magistrado não deve exercer atividade exceto na condição de acionista ou cotista e desde que não exerce o controle ou gerencia; 3 - Ao magistrado, no desempenho de sua atividade, cumpre dispensa as partes igualdade de tratamento, vedada qualquer espécie de injustificada descriminação.
5 O caso fere o princípio da imparcialidade, integridade pessoal e profissional atos desta juíza. 
6 O caso concreto fere vários artigos do código de ética da magistratura de 2008 - CNJ, os quais são: Art 8º, art 15º ao 17º e art 19º.
7 Afastamento do cargo para investigação, se provada a culpa cabe a aposentadoria compulsória.