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mapas mentais - direito administrativo

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Prévia do material em texto

DIREITO
administrativo
MATHEUS CARVALHO
mapas
mentais
L.I.M.P.E
IMPESSOALIDADE
ATUAÇÃO DA
ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA DEVE
SER IMPESSOAL.
ATO IMPUTADO
AO ESTADO,NÃO
A PESSOA DO
AGENTE PÚBLICO
AGENTES
PÚBLICOS
SÚMULA
VINCULANTE
N° 13
ART. 37,
§ 1º, DA CF
Não pode o agente 
público dar 
tratamento 
diferenciado visando 
privilegiar 
determinadas pessoas 
em nenhuma situação. 
(Não descriminação 
da pessoa atingida 
pelo serviço, critério 
objetivos).
proíbe que conste 
nome, símbolos ou 
imagem que 
caracterizam 
promoção pessoal de 
autoridades ou 
servidores públicos em 
publicidade de atos, 
programas, obras, 
serviços e campanhas 
dos órgãos públicos.
(Teoria do órgão ou
da Imputação volitiva).
Atuação do 
Estado por 
meio dos 
servidores.
Vedação da 
Nepotismo.
L egalidade
I mpessoalidade
M oralidade
P ublicidade
E ficiência
EXCEÇÃO AO 
PRINCÍPIO DA 
CONTINUIDADE DO 
SERVIÇO PÚBLICO.
SERVIDOR EM 
ESTÁGIO 
PROBATORIO PODE 
EXERCER O DIREITO 
A GREVE? SIM !!
O SERVIDOR TEM 
DIREITO AO 
PAGAMENTOS DOS 
DIAS PARADOS EM 
GREVE ?? NÃO !!
O ART. 37, VII, DA CF/88, 
AFIRMA QUE OS SERVIDORES 
CIVIS POSSUEM DIREITO A 
GREVE, NOS TERMOS E 
CONDIÇÕES DEFINIDOS EM LEI 
(LEI ESPECÍFICA).
DIREITO A GREVE É NORMA DE 
EFICÁCIA LIMITADA (NÃO 
POSSUI LEI - EXERCE COM 
BASE NA LEI GERAL DE GREVE, 
LEI N° 7783/89) 
(ENTENDIMENTO 
JURISPRUDENCIAL DO STF)
SERVIDOR PÚBLICO 
TEM DIREITO A 
GREVE?? DEPENDE, 
OS MILITARES, NÃO.
1. Servidor público de forma mais ampla, como os militares não 
vão ter esse direito. (Art. 142, IV, CF/88).
2. Forcas Armadas (Exército, Marinha, Aeronáutica) e os 
Militares Estaduais (Polícia Militar e Corpo de Bombeiro Militar).
3. Também as Policiais Civis dos Estados não podem fazer 
greve, visto a interpretação análoga feita pelo STF quanto 
ao direto de greve destes servidores, estendendo assim a 
proibição dos militares para a polícia civil.
1. Em regra geral o servidor não terá direito a receber os 
valores referentes aos dias parados em greve.
1. Não há vedação legal nem jurisprudencial que afirme haver
proibição de greve para estes servidores.
2. Segundo o STF, se a Administração Pública der causa a 
instalação da Greve, conduta ilícita por parte da 
administração, os servidores vão direito a receber os valores 
referentes aos dias parados em greve.
greve dos
servidores
publicos
FAZEM A FISCALIZAÇÃO
QUANTO AO INTERESSE
PÚBLICO EM DETRIMENTO
AO LUCRO VISADO
PELA EMPRESA PARTICULAR
PRESTADORA DE
SERVIÇOS PÚBLICOS.
SÃO CRIADAS COM
PERSONALIDADE
JURÍDICA DE DIREITO PÚBLICO
(PJDP), VINCULADA A
ADMINISTRAÇÃO INDIRETA.
SÃO AUTARQUIAS
EM REGIME ESPECIAL
DA ADMINISTRAÇÃO
INDIRETA.
NÃO SÃO
CRIADAS
PARA PRESTAR
SERVIÇOS PÚBLICOS
ASPECTOS
IMPORTANTES
DAS AGÊNCIAS
REGULADORAS
CRIAÇÃO PARA ATUAR
NA REGULAÇÃO DOS
SERVIÇOS PRESTADOS
PELOS PARTICULARES,
PRIVATIZAÇÕES.
1. Possuem Poder 
Normativo - 
Resoluções
2. As resoluções 
versam sobre 
normas técnicas 
e são 
direcionadas aos
prestadores de 
serviço, NUNCA 
ao usuário.
3. São mais 
independentes se 
comparado às 
demais 
Autarquias, tidas 
como
Autárquicas 
Comuns.
4. Seus dirigentes 
são nomeados 
pelo Presidente 
da República e 
aprovados
pelo Senado 
Federal (Chefe do 
Poder Executivo - 
Poder Legislativo)
5. Seus dirigentes 
possuem 
mandatos fixos, 
não há livre 
exoneração.
6. Findo o período do 
mandato como dirigente, 
passa ele a cumprir um
período de Quarentena, 
não podendo prestar 
serviços em empresas no
ramo que fiscalizava 
quando na função de 
dirigente da Agência
7. Por todo o 
período de 
quarentena, o 
ex-dirigente fica 
recebendo os
mesmos valores 
como se em 
atividade ainda 
estivesse
agencias reguladoras
SÃO DENOMINADAS 
EMPRESAS ESTATAIS
SÃO CRIADAS COM 
PERSONALIDADE 
JURÍDICA DE 
DIREITO PRIVADO 
(P.J.D.PRIVADO)
PRINCIPAIS 
DIFERENÇAS:
SÓ PODEM EXPLORAR ATIVIDADE 
ECONÔMICA POR MOTIVO DE 
RELEVANTE INTERESSE
COLETIVO OU PARA GARANTIA DA 
SEGURANÇA NACIONAL (ART. 
173,CF/88).
SÃO CONSTITUÍDAS 
SOB O REGIME HIBRIDO
1. QUANTO AO CAPITAL
2. FORMA DE CONSTITUIÇÃO 
DA SOCIEDADE
Empresa Pública (100% 
capital estatal)
Empresa Pública
(qualquer forma)
Sociedade de Economia 
Mista (Sempre S/A)
Empresa Pública 
Estadual
(Justiça Estadual)
Empresa Pública 
Federal
(Justiça Federal)
Sociedade de Economia 
Mista (Maioria do 
Capital Público)
Sociedade de Economia 
Mista (sempre Justiça 
Estadual)
3. DESLOCAMENTO DE COMPETÊNCIA
(ART. 109,I, CF/88)
empresas
pyblicas
x
sociedade
de economia
mista
Segundo o Art. 
41,CF/88, só os 
detentores de Cargos 
Públicos ponderam
adquirir a estabilidade. 
São os chamados 
Estatutários
Segundo a Súmula 390 
do TST, os funcionários 
públicos que entraram 
na Administração Pública 
até o ano de 98, podem 
adquirir a estabilidade.
Quando houver 
exoneração de servidor 
estável por conta de 
cortes de gastos, ele
ira receber indenização 
de 1 remuneração/ano 
trabalhado.
O Estágio probatório é 
o prazo para aquisição 
da estabilidade, assim 
terá duração de 3 
anos ou 36 meses.
Estatutários:
Para aquisição
da estabilidade:
Não vai ter 
estabilidade os 
detentores de 
Emprego Público, pois 
estes são
Celetistas.
A perda do cargo 
público está 
condicionado, 
segundo o Art. 41
da CF/88 :
Já o Art. 169 da 
CF/88, prevê a 
perda do cargo por 
conta de cortes de 
gastos,
seguindo a ordem:
Detentores de cargos 
efetivos - Só estes possuem 
estabilidade
3 anos de efetivo 
exercício
Aprovação em Avaliação 
Especial de Desempenho
1. Exoneração de cargos comissionados (20%)
2. Exoneração de servidores não estáveis
3. Exoneração de servidores estáveisDetentores de Cargos em Comissão
(Direção Chefia e Assessoramento)
Cargos de livre nomeação
e exoneração-
+
estabilidade
Quando se trata de teste 
de aptidão física, as 
gestantes têm direito a 
pedir a remarcação do 
teste, tendo como finalidade 
concorrer com a mesma
possibilidade das demais 
concorrentes.
Entendimento do STF.
SV n°44, prevê que só 
haverá teste psicotécnico se 
houver previsão no edital e
estiver previsto em lei.
Aprovação dentro do 
número de vagas - Direito 
subjetivo a nomeação
O servidor público 
de divide em 3 
categorias:
1. Temporários
(Art. 37,IX, CF/88)
1.1 Os trabalhadores 
temporários são 
contratados quando:
Houver necessidade de 
serviços temporários 
previsto em lei.
Não fazem concurso 
público
Não são se utilizam da 
Justiça do Trabalho
A contratação tem
que ser em caráter 
excepcional
Servidor com regime 
especial de contratação.
Houver interesse público 
na contratação
*Necessitam de aprovação 
através de concurso público 
(Art. 37, II)
*validade do concurso é 
até 2 anos
2. Celetistas 3. Estatutários
concurso publico
Art. 5, LV. CF/88
Os processos 
administrativos são 
compostos pela:
O interessado tem o 
direito de saber o que 
está acontecendo no 
processo e a
possibilidade de se 
manifestar.
Nos processos 
administrativos a ausência 
de defesa técnica feita 
advogado, por
vontade do particular, 
não invalida o 
procedimento. (SV n°05)
O particular tem o direito 
ao recurso administrativo, 
sendo proibido a cobrança
de causão, depósito prévio 
ou garantia para poder 
interpor o recurso. (SV 
n°21)
São princípios utilizados 
tanto na esfera judicial, 
como nos processos
administrativos.
Em alguns casos há o 
chamado contraditóriodiferido (não há defesa 
prévia), em
razão da supremacia do 
interesse público sobre 
o privado.
Defesa prévia
Defesa técnica
Duplo grau de julgamento
Em regra, a Constituição 
Federal veda a acumulação de 
cargos ou empregos públicos. 
Sejam eles da União, Estado, 
Município ou Distrito Federal, 
como também da Administração 
Direta e Indireta, inclusive 
Empresa Pública e
Sociedades de Economia Mista.
Obs.: O teto remuneratório será analisado 
para cada cargo e não o somatório dos 
valores dos cargos acumulados.
Para acumulação de 
cargos haverá de ter 
a compatibilidade de 
horários Contudo há exceção, 
podendo ser acumulado:
Haverá de ser respeitado o 
teto remuneratório previsto 
no Art. 37,XI da CF/88.
1. Dois Cargos de Professor
2. Dois Cargos de Profissional de Saúde 
com profissão regulamentada
3. Cargo Técnico (formação técnica) ou Científico 
(formação superior) + Cargo de Professor.
4. Cargo efetivo + Vereador
5. Juiz + Professor
6. Membro do MP + Professor
acumulacao
de cargos
publicos
Conotação
bem ampla
No geral 
vencimentos é 
sinônimo de 
remuneração.
O Art. 37, X da 
CF/88, prevê 
revisão anual para 
a manutenção do 
valor real
A remuneração 
(valor nominal) é 
irredutível, 
contudo pode 
ser reduzido os
vencimentos.
O Art. 37, XI da 
CF/88, o teto 
remineratorio é 
do ministro do 
STF
Pode haver 
Subtetos, desde 
que sejam 
menores que o 
teto geral.
É obrigatório o 
pagamento pela 
contraprestação 
do serviço para 
os servidores: A EC n°19, prevê a 
implantação do 
subsídio, que é pago 
em parcela única, sem
acréscimo patrimonial.
O vencimento básico 
do servidor pode ser 
menor que o Salário 
Mínimo, desde
que sua remuneração 
total seja maior que o 
Salário Mínimo.
A remuneração é 
composta pelo: 
Vencimento básico
+
Vantagens 
permanentes do 
cargo.
A SV n°16, prevê que 
para fins de valor do 
Salário Mínimo, o que 
vale é o valor
total da remuneração e 
não o valor do 
vencimento básico.
1. Agentes políticos
2. Advogados públicos
3. Defensoria pública
4. Tribunal de Contas
5. Agentes policiais
remuneracao
dos servidores
publicos
Concessão de 
serviço público
Criada pela lei 
11.079/04
Concessão
administrativa: A 
Administração é a própria 
usuária dos serviços 
pagando 100% da 
remuneração.
Concessão 
Básica:
Regras básicas 
da PPP:
Concessão 
Patrocinada:
Se divide em:
1. Concessão
Patrocinada
2. Concessão 
Administrativa
Administração
1. Tem prazo 
determinado de no 
mínimo 5 anos até no 
máximo 35 anos
4. Há o compartilhamento 
do risco, ou seja, a 
administração
tem responsabilidade 
solidária.
2. O valor do contrato 
é de no mínimo R$ 10 
milhões de reais
3. O objetivo é sempre 
a contratação para 
prestar um serviço
público
Serviço
públicoEmpresa 
usuário
paga.
(Administração contrata a Empresa para prestar o Serviço
Público e o usuário paga pela prestação)
Administração ServiçopúblicoEmpresa 
usuário paga 30 % e a adm faz o 
complemento de ate 70% da remuneração.
(Administração contrata a Empresa para prestar o Serviço Público e o usuário paga pela
prestação, além da própria Administração com no máximo 70% da remuneração)
Parceria publico
Privada
Art. 23-A da lei 
8987/95, prevê a 
possibilidade de serem 
solucionadas as
controvérsias através 
da Arbitragem.
Pode haver fontes 
alternativas de 
receita com o 
objetivo da 
modicidade das
tarifas
A lei prevê que a 
modalidade de licitação 
será obrigatoriamente a 
Concorrência,
independente do valor 
da obra.
Prevista na lei 
8987/95
Concessão de serviço 
precedido de obra - A 
empresa antes de 
prestar o serviço
propriamente dito faz 
obras necessárias à 
referida prestação
A lei prevê que no edital de 
licitação poderá prescrever 
a possibilidade de
inversão das fases. Podendo 
ser realizada a fase de 
Classificação antes da
Habilitação. Situação 
parecida com a do Pregão
concessao
de servico
publico
comum
Previsto na lei 
n° 11.107/05
Execução de 
serviços de 
interesse comum 
a todos os Entes 
envolvidos.
PJD Privado -> 
Associação Civil.
A União e os 
Municípios somente 
poderão participar do 
consórcio se o Estado
cujo território em que 
se localiza também 
esteja fazendo parte 
do consorcio.
Pode ser 
constituída por 
Pessoa Jurídica de 
Direito Público ou 
Pessoa Jurídica
de Direto Privado.
Só com a confecção 
das leis é que de fato 
o consórcio está 
formado, dando
origem a Entidade 
Autárquica.
É uma gestão 
associada de 
pessoas jurídicas, 
Entes Federativos 
(U, E, DF, M)
PJD Público -> Associação 
Púbica -> Integra a 
Administração Indireta de
cada Ente formador -> Tem 
natureza jurídica de Autárquica 
Associativa.
Os Entes firmam um 
protocolo de intensões.
Há formação de 
uma nova Pessoa 
Jurídica, que não 
se confunde com 
os Entes
Federativos que a 
compõe.
O Protocolo é 
encaminhado ao 
legislativo de cada Ente 
componente para a
ratificação na forma da 
confecção de lei.
consorcios publicos
Estado transfere algumas 
atividades para outras 
pessoas -> 
Descentralização.A prestação de serviço de 
forma direta pelo Ente -> 
Prestação Centralizada
Pode haver transferência 
para particulares (contrato 
de Concessão e Permissão)
A lei pode atribuir 
Capacidade Processual a 
determinados órgãos, 
mesmo sem possuírem 
Personalidade Jurídica.
Os órgãos não possuem 
personalidade jurídica, 
sendo parte integrante
da Pessoa
Jurídica do Ente 
responsável.
Pode haver transferência 
com a formação da 
Administração Indireta 
(Autarquia, Fundação 
Pública, Empresa Pública e 
Sociedade de Economia 
Mista)
O Estado internamente cria 
órgãos distribuindo assim 
competências para auxiliar na 
prestação do serviço -> 
Desconcentração
descentralizacao
e desconcentracao
Sujeito Ativo 
do ato de 
Improbidade:
Sujeito Passivo 
do ato de 
Improbidade:
Prevista na lei 
8429/92.
São previstas pelo 
mesmo fato, sanções 
civis que correm 
independentes das
sanções administrativas 
e penais.
1. Agentes 
Públicos (sentido 
amplo), segundo 
ao Art. 2° da lei.
2. Todos que 
atuem em nome 
do Estado, 
independente de 
vínculo ou de 
remuneração.
3. Particulares 
que tenham 
concorrido, 
induzido ou se 
beneficiaram da
prática do ato de 
Improbidade.
1. Qualquer entidade da 
Administração Pública (A.D ou A.I)
2. Entidades privadas que recebam verbas
públicas para formação de capital.
Obs.: Os particulares 
não praticam atos de 
Improbidade sozinhos, 
sempre tem de está
em conjunto com um 
agente público.
Verbas Públicas inferiores a 50% do capital -> Se limitam as 
sansões patrimoniais no limite do dinheiro público, qualquer 
outro prejuízo só poderá ser buscado através de ação privada.
Obs.: Verbas Públicas superiores a 50% do capital ->
Se equiparam para fins de Improbidade a Entes Públicos.
improbidade
As Ações de Improbidade 
tem natureza de ação civil 
pública, contudo é
regulamentada pela própria 
lei 8429/92.
Existem 4 Cautelares que 
visam resguardar o 
resultado prático da ação:
Será proposta pelo M.P ou 
pela Pessoa Jurídica lesada 
em face do agente/particular 
que deu causa ou foi 
beneficiado com o ato de 
Improbidade.
Não há prerrogativa de foro 
nesta ação, tramitando 
obrigatoriamente no juízo
singular (não há foro 
privilegiado).
O Art. 37, § 4°, 
da CF/88, prevê 
a indisponibilidade 
dos bens do
acusado.
Bloqueio de 
contas do autor 
do ato de 
improbidade sejam 
as contas
nopaís ou fora 
dele.
Pode haver o 
sequestro de 
bens que foram 
adquiridos com a 
prática
dos atos de 
Improbidade.
Afastamento 
preventivo do 
servidor, não na 
tentativa de 
resguardar
verbas e bens, 
mas sim visando a 
lisura do processo.
Obs 1 .: Podem ficar indisponíveis os bens 
que integravam o patrimônio do acusado 
antes mesmo do ato de Improbidade.
Obs 2 .: Podem ser disponibilizados todos 
os bens na quantia necessária para a 
garantia do juízo.
Obs.: Ao ser afastado o servidor 
continuará recebendo suas remunerações 
de forma integral.
cautelares na acao
de improbidade
Administração Pública -> 
Responsabilidade Objetiva Agente -> 
Responsabilidade 
Subjetiva em ação
de regresso
PJD Público e PJD Privado 
que prestam serviço público, 
respostem objetivamente 
pelos danos acusados pelos 
seus agentes a terceiros. 
Havendo regresso em face 
do agente quando houver 
dolo ou culpa.
Responsabilidade Civil do 
Estado vai além do Estado, 
pois aborda todas PJD
Privado que atuem na 
prestam de serviço público 
(Concessionárias e
Permissionárias)
Por entendimento do STF, a 
Responsabilidade do Estado 
é objetiva independente se o 
terceiro lesionado seja ou 
não usuário do serviço 
público que lhe causou dano.
(Houve lesão -> há 
Responsabilidade Objetiva
do Estado)
Art. 37, §6°
da CF/88
Toda ação decorre 
da Teoria do Risco 
Administrativo, teoria 
adotada pelo
Brasil.
Para que haja 
Responsabilidade do 
Estado, tem que ter:
Obs 1 .: Independentemente do elemento ilicitude 
ou do elemento subjetivo, vai haver a
Responsabilidade Objetiva do Estado.
Obs 2 .: Há excludentes de Responsabilidade
que afastam a conduta, o dano ou nexo causal.
Caso Fortuito
Força maior 
Culpa Exclusiva de Terceiro
Exclusão do
Nexo causal
1. Conduta
2. Dano
3. Nexo causal entre o conduta e o dano
responsabilidade
civil do estado
Dano decorrente 
da má execução 
do serviço
Em regra, a Omissão do 
Estrado acarreta a 
Responsabilidade Subjetiva 
por Culpa do serviço ou 
Culpa Anônima.
Teoria do Risco 
Criado ou 
Suscitado:
1. Mesmo não havendo 
conduta do agente o 
Estado responde 
Objetivamente pelo dano 
ocorrido.
2. Ocorre quando o 
Estado estiver com 
alguém ou alguma coisa 
em seu poder ou 
custódia.
responsabilidade
do estado por
omissao
Supremacia do Interesse 
Público sobre o Privado, cria 
garantias e prerrogativas 
para os bens públicos.
1. Mesmo não havendo 
conduta do agente o Estado 
responde Objetivamente pelo 
dano ocorrido.
2. Não Onerabilidade, não há 
constrição extrajudicial
2.1. Não podem ser 
empenhorados, hipotecados.v
4.1.1. Desafetação
4.1.2. Declaração de Interesse 
Público na alienação
4.1.3. Avaliação prévia
do bem
4.1.4. Licitação
3. Imprescritibilidade 
(usucapião) – Súmula 340 
STF
3.1. Não há se quer posse e sim mera 
detenção do bem público utilizado pelo 
particular – Súmula 619 STJ.
4.1. Pode haver alienação de bens 
públicos, desde que esteja previsto
em lei a:
4. Alienabilidade condicionada 
ou relativa.
Obs 1 .: O bem imóvel além de todos os critérios já mencionados, há de se ter autorização legislativa para a alienação.
Art. 5°, XXIV da 
CF/88, prevê a 
desapropriação 
comum por:
Pagamento de 
Indenização será 
prévia, justa e a 
dinheiro.
Art. 182 da CF/88, 
prevê a 
desapropriação 
especial
Não cumprimento da 
função social prevista 
no plano diretor da 
cidade.
Acarreta as 
seguintes medidas:
Obs.: Só pode ser tomada essa 
medida desapropriatória pelos 
municípios que possuam
plano diretor.
1. Notificação do proprietário 
para o parcelamento ou 
edificação do
terreno.
1.1. Terá 1 ano para 
apresentar o projeto.
1.2. Terá 2 anos para iniciar 
as obras
2. Incidência do IPTU com 
alíquotas progressivas no 
tempo por 5 anos, não
podendo ultrapassar 15%.
3. Desapropriação com o 
pagamento da indenização 
com títulos da dívida
pública, resgatável em ate 10 
anos.
1. Utilidade Pública
2. Necessidade Pública
3. Interesse Social
desapropriacao
especial urbana
Possui duas 
fases: Fase 
Declaratória e 
Fase 
Executória1. Feita pelos Entes Federativos (U, E, DF, M).
2. Através de decreto ou lei
3. Possibilidade da penetração no bem para
medições e avaliação
4. Fixação do bem pelo Estado
6. Prazo para caducidade da declaração:
5. Será paga indenização se houver necessidade de 
serem feitas benfeitorias Necessárias ou Úteis, está 
última desde que haja autorização.
6.1. Será de 5 anos se Utilidade 
ou Necessidade Pública.
6.2. Será de 2 nos se for por 
Interesse social.
Fase
Declaratória:
1. Feita pelos Entes Federativos (U, E, DF, M).
3. Havendo acordo quanto ao valor do pagamento, 
faz-se a execução pela via Administrativa.
2. Pode ser delegado para Administração Indireta, 
como aos Consórcios Públicos e Concessionários de 
Serviço Público, este último por lei ou contrato.
4. Sem acordo quanto ao valor do pagamento, 
faz-se a execução pela via judicial.
Fase
Executória:
desapropriacao. procedimento.
fases da desapropriacao 
Art. 78 do CTN, prevê que 
Poder da Administração de 
restringir liberdades
individuais e o uso da 
propriedade privada.
Possui como
característica:
O Poder de Polícia é atividade 
típica do Estado, não 
podendo ser delegado a
particular.
Pode, no entanto, ser 
delegado os atos materiais.
1. Imperatividade
3. Autoexecutoriedade, 
decorrente de lei ou 
urgência -> Meios 
diretos da coerção.
2. Coercibilidade 
-> Meios indiretos 
de coerção
Os atos 
administrativos são 
compostos por:
Motivo:
Motivação é a 
exposição dos 
motivos que 
justificam a prática 
do ato
Há situação que o 
ato dispensa a 
Motivação
Se o ato não precisar de 
Motivação e este for 
realizado, está Motivação 
vincula o
ato. (Teoria dos Motivos 
Determinantes)
Todo ato tem Motivo, 
e a principio devem 
ter também 
Motivação
Motivo
x
Motivação
1. Competência
2. Finalidade
3. Forma
4. Motivo
5. Objeto
1. Situação pelo qual 
o ato está sendo 
praticado
2. Situação de fato 
e de Direito que o 
enseja o ato 
praticado
elementos dos atos
administrativos
Anulação é 
cabível quqndo 
houver ilegalidade 
no ato, tem 
assim efeito “ex 
tunc”
Pode ser 
realizado pela 
Administração 
Pública ou pelo 
Poder Judiciário.
Tem efeito
“ex nunc”
Decorre da 
análise de mérito, 
oportunidade e 
conveniência.
Não há necessidade 
de provocação 
quando a anulação 
for feita pela própria
Administração, 
podendo ocorrer
de ofício.
Quando houver vícios 
sanáveis -> Nulidade 
Relativa -> Anulável -> 
Passível de
Convalidação
Só quando provocado o 
Poder Judiciário pode 
atuar (Art. 5°, XXXV da 
CF/88) -> Princípio da 
Inafastabilidade.
Realizado pela 
Administração Pública, 
através da Autotutela 
(Súmula 473 STF)
Revogação -> Só 
incide sob atos 
administrativos válidos
Art. 54 da lei 9784/99, 
prevê que os atos 
realizados que geram 
efeitos favoráveis
a particulares, só podem ser 
anulados dentro do prazo 
decadencial de 5 anos,
salvo a má-fé do 
beneficiário.
Só pode ser revogado 
pela administração 
(Súmula 473 STF)
extincao de atos
(anulacao e revogacao)
Hipóteses de 
contratação 
direta
Inexigibilidade 
(Art. 25 da lei 
8666/93), rol 
exemplificativo.
Sempre que 
for inviável a 
competição
É vedada a 
inexigibilidade 
para serviços 
de divulgação 
e publicidade
Dispensa 
(Art. 17 e 
24 da lei 
8666/93), 
rol taxativo.
Competição 
possível, mas 
pode ser 
dispensável
Art. 24,V da lei8666/93 -> 
licitação deserta 
-> dispensa de 
licitação
Licitação 
fracassada 
não é motivo 
de dispensa
hipoteses de dispensa
e inexigibilidade
Pode haver aumento ou 
diminuição do valor do 
contrato em até 25%
do valor originário
Alteração unilateral do 
contrato:
Se for para fazer reforma os 
valores podem ser acrescidos 
em até 50% e
diminuídos em até 25%
Não pode haver a alteração 
do equilíbrio econômico 
financeiro do contrato
(margem de lucro do 
contrato)
1. Quanto ao 
projeto
2. Quanto ao 
valor
clausulas
exorbitantes
São admitidas em razão 
da supremacia do interesse 
público sob o interesse
privado
Rescisão unilateral por 
manifestação única da 
administração:
Concessão de serviço 
público -> Lei 8987/9
Art. 58 lei 8666/93
1. Inadimplência do 
particular 
contratado 2. Por motivo de 
interesse público
1. Inadimplemento 
do particular -> 
caducidade
2. Interesse 
Público -> 
Encampação 
(depende de lei)
2.1. O particular 
terá de receber 
indenização pela 
rescisão.clausulas
exorbitantes

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