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Unidade I. AULA 1 Direito das Obrigações

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– válido 
apenas entre as pessoas) 
Erga omnes (absoluto – oponível a 
todas as pessoas) 
Sujeitos diversos (cooperativo – há 
uma cooperação entre os obrigados 
para o cumprimento da obrigação) 
Sujeito único (atributivo – há um titular 
único do direito que é o proprietário) 
Direito à prestação Direito de uso, gozo e disposição (são 
os poderes da propriedade) 
Transitório Permanente (inconsumível, o direito 
de propriedade nos segue até a 
morte) 
Inexistência de Direito de Seqüela ou 
de buscar a coisa nas mãos de quem 
quer que seja) 
Direito de sequela (o proprietário pode 
reaver a propriedade de quem quer 
que a viole) 
Indeterminados (as obrigações podem 
ser geradas por lei, ou convenção das 
partes o que permite a criação das 
mesmas no ordenamento jurídico) 
Numerus clausus (são válidos porque 
são previstos em lei de forma 
taxativa) 
Devedor determinado (a obrigação 
exigível requer devedor determinado) 
Devedor indeterminado (somos todos 
nós, de vez que, a propriedade é 
oponível contra todos - 
indistintamente que a violarem) 
Ação pessoal (vincula pessoas) Ação real (res – coisa, vincula pessoa 
a coisas) 
 
1.6 Obrigações propter rem (in rem ou ob rem) – “por causa da coisa” 
 
 
5 Idem. 
Disciplina: DIREITO DAS OBRIGAÇÕES 
Prof. Amadeu Vidonho Junior 
*Está proibida a publicação e uso do presente material sob qualquer forma em qualquer espaço sem autorização do autor. Lei n. 
9.610/98 ® 
 
 
Prof. Amadeu Vidonho Junior – Universidade da Amazônia – UNAMA Página 5 de 6 
 “É o que recai sobre uma pessoa, por força de determinado direito real. Só 
existe em razão da situação jurídica do obrigado, de titular do domínio ou de 
detentor de determinada coisa.” 
 Exs. 
 
 Art. 1.219 – indenizar benfeitorias: 
 
Art. 1.219. O possuidor de boa-fé tem direito à indenização das benfeitorias 
necessárias e úteis, bem como, quanto às voluptuárias, se não lhe forem pagas, a 
levantá-las, quando o puder sem detrimento da coisa, e poderá exercer o direito 
de retenção pelo valor das benfeitorias necessárias e úteis. 
 
 Art. 1.234 – recompensar a quem achar coisa perdida: 
 
Art. 1.234. Aquele que restituir a coisa achada, nos termos do artigo antecedente, 
terá direito a uma recompensa não inferior a cinco por cento do seu valor, e à 
indenização pelas despesas que houver feito com a conservação e transporte da 
coisa, se o dono não preferir abandoná-la. 
 
 Art. 1277, CC – vinculados à propriedade e obrigados a respeitar os outros 
vizinhos. Transfere-se a eventuais e futuros donos do imóvel (direitos por causa da 
coisa – ius ad rem) 
 
Art. 1.277. O proprietário ou o possuidor de um prédio tem o direito de fazer 
cessar as interferências prejudiciais à segurança, ao sossego e à saúde dos que o 
habitam, provocadas pela utilização de propriedade vizinha. 
 
 Art. 1.280 – dar caução pelo dano iminente quando o prédio vizinho estiver 
ameaçado de ruína: 
 
Art. 1.280. O proprietário ou o possuidor tem direito a exigir do dono do prédio 
vizinho a demolição, ou a reparação deste, quando ameace ruína, bem como que 
lhe preste caução pelo dano iminente. 
 
 Art. 1.297,§ 1º, CC - conservação de tapumes provisórios 
 
Art. 1.297. O proprietário tem direito a cercar, murar, valar ou tapar de qualquer 
modo o seu prédio, urbano ou rural, e pode constranger o seu confinante a 
proceder com ele à demarcação entre os dois prédios, a aviventar rumos 
apagados e a renovar marcos destruídos ou arruinados, repartindo-se 
proporcionalmente entre os interessados as respectivas despesas. 
§ 1o Os intervalos, muros, cercas e os tapumes divisórios, tais como sebes vivas, 
cercas de arame ou de madeira, valas ou banquetas, presumem-se, até prova em 
contrário, pertencer a ambos os proprietários confinantes, sendo estes obrigados, 
de conformidade com os costumes da localidade, a concorrer, em partes iguais, 
para as despesas de sua construção e conservação. 
 
 Art. 1.315 – conservação das coisas comuns do condomínio 
 
Art. 1.315. O condômino é obrigado, na proporção de sua parte, a concorrer para 
as despesas de conservação ou divisão da coisa, e a suportar os ônus a que 
estiver sujeita. 
Parágrafo único. Presumem-se iguais as partes ideais dos condôminos. 
 
 Art. 1336, III – obrigação de não alterar a fachada 
Disciplina: DIREITO DAS OBRIGAÇÕES 
Prof. Amadeu Vidonho Junior 
*Está proibida a publicação e uso do presente material sob qualquer forma em qualquer espaço sem autorização do autor. Lei n. 
9.610/98 ® 
 
 
Prof. Amadeu Vidonho Junior – Universidade da Amazônia – UNAMA Página 6 de 6 
 
Art. 1.336. São deveres do condômino: 
(...) 
III - não alterar a forma e a cor da fachada, das partes e esquadrias externas; 
 
 Caio Mário da S. Pereira: “é uma obrigação mista” (real e pessoal) 
 
 
 
 
 
 
 
 
Bibliografia consultada: 
 
FARIAS, Cristiano Chaves; ROSENVALD, Nelson. Curso de Direito 
Civil: Obrigações. 12 ed. Salvador: JusPODVM, 2018. 
BITTAR, Carlos Alberto. Curso de Direito Civil, Rio de Janeiro, Forense 
Universitária, 1994 
GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito Civil Brasileiro. Vol. II, São Paulo: 
Ed. Saraiva, 2004 
NORONHA, Fernando. Direito das Obrigações. Saraiva, 2003. 
 
Mas afinal o que é uma Obrigação? 
Vamos opinar? Então responda no link! 
Códigos: 319185(3NMB); 685542 (3NMA); 303115 (3NTA) 
 
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