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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS 
ESCOLA DE VETERINÁRIA 
COLEGIADO DE ZOOTECNIA 
 
 
 
 
DIETAS SIMPLIFICADAS NA ALIMENTAÇÃO 
DE COELHOS E SEUS EFEITOS NA 
REPRODUÇÃO E PRODUÇÃO 
CARLOS EUGÊNIO AVILA DE OLIVEIRA 
 
 
 
 
 
 
 
 
Belo Horizonte 
Escola de Veterinária 
2009 
CARLOS EUGÊNIO AVILA DE OLIVEIRA 
 
 
 
 
 
 
DIETAS SIMPLIFICADAS NA ALIMENTAÇÃO 
DE COELHOS E SEUS EFEITOS NA 
REPRODUÇÃO E PRODUÇÃO 
 
 
Tese apresentada à Escola de Veterinária 
da Universidade Federal de Minas Gerais, 
como requisito parcial para obtenção do 
grau de Doutor em Zootecnia. 
Área de concentração: Nutrição Animal 
Orientador: Walter Motta Ferreira 
 
 
 
 
 
Belo Horizonte 
2009
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O48d Oliveira, Carlos Eugênio Avila de.1971 - 
 Dietas simplificadas na alimentação de coelhos e seus efeitos na 
reprodução e produção / Carlos Eugênio Avila de Oliveira. – 2009. 
 92 p. : il. 
 Orientador: Walter Motta Ferreira 
 Tese (doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de 
Veterinária 
 Inclui bibliografia 
 1. Coelho – Alimentação e rações – Teses. 2. Coelho – Reprodução – 
Teses. 3. Dieta em veterinária – Teses. 4. Feno como ração – Teses. 5. 
Digestibilidade – Teses. I. Ferreira, Walter Motta. II. Universidade Federal de 
Minas Gerais. Escola de Veterinária. III. Título. 
CDD – 636.932 208 5 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dedicatória 
 
Dedico este trabalho a todos que, de alguma forma, contribuíram para sua 
realização. Aos meus pais, minha mulher, Regina, e minha filha, Maria Luiza, 
cujas presenças em minha vida, me ajudam a transformar em realidade, os 
rascunhos dos meus sonhos. 
Agradecimentos 
 
A Deus, presença constante... 
Ao Professor Walter Motta Ferreira, pelo crédito e pela paciência. 
Aos professores da Escola de Veterinária da UFMG, em especial, aos 
professores e funcionários dos departamentos de Zootecnia e Reprodução, 
dispostos, sempre, em colaborar. 
Ao Professor Gentil Vanini de Moraes, da Universidade Estadual de Maringá-
UEM e aos colegas Haroldo Garcia, Márcia Andreazzi e Andréia Michelan; 
fundamentais para a realização do presente trabalho. 
Ao professor Laércio dos Anjos Benjamin e aos colegas Lucas Marcon e Vívian 
Freitas, da Universidade Federal de Viçosa – UFV, que, com dedicação e 
empenho, ajudaram em momentos cruciais do trabalho. 
Ao colega Marcos Xavier, pela dedicação “matemática” ao trabalho. 
Aos colegas da Escola de Veterinária, que estiveram sempre presentes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“Para os crentes, Deus está no princípio de todas as coisas, 
para os cientistas, no final de toda reflexão”. 
Max Planck (1858-1947) 
SUMÁRIO 
 
RESUMO 
 
ABSTRACT 
 
LISTA DE ABREVIATURAS 
 
LISTA DE TABELAS 
 
LISTA DE FIGURAS 
 
1 INTRODUÇÃO GERAL 17 
 
2 REVISÃO DE LITERATURA 18 
2.1 Fisiologia da digestão dos coelhos 18 
2.2 Importância da fibra na elaboração de dietas para coelhos 20 
2.2.1 Conceito de fibra dietética 20 
2.2.2 Composição da fibra 20 
2.2.3 Métodos de avaliação de fibra nos coelhos 23 
2.2.4 Avaliação de fibra para dietas de coelhos 24 
2.2.5 Exigências de fibra e inclusão na dieta 25 
2.2.6 Digestibilidade das fontes de fibra para coelhos 26 
2.3 Dietas simplificadas à base de forragens 27 
2.3.1 Alfafa 27 
2.3.2 Mandioca 28 
2.4 Sistema Reprodutivo dos machos 30 
2.4.1 Testículos 30 
2.4.2 Ciclo do epitélio seminífero e seus estágios 31 
2.4.3 Colheita de sêmen 33 
2.4.4 Avaliação de sêmen 33 
 
3 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 35 
 
REFERÊNCIAS 35 
CAPÍTULO I 
EXPERIMENTO I 
 
EFEITO DA UTILIZAÇÃO DE DIETAS SIMPLIFICADAS A BASE DE FORRAGENS 
SOBRE A DIGESTIBILIDADE E DESEMPENHO DE COELHOS DA RAÇA NOVA 
ZELÂNDIA BRANCO 
 
RESUMO 
 
ABSTRACT 
 
1 INTRODUÇÃO 45 
 
2 MATERIAL E MÉTODOS 46 
 
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO 48 
 
4 CONCLUSÕES 52 
 
REFERÊNCIAS 52 
 
 
CAPÍTULO II 
EXPERIMENTO II 
 
EFEITO DA UTILIZAÇÃO DE DIETAS SIMPLIFICADAS A BASE DE FORRAGENS 
SOBRE AS CARACTERÍSTICAS SEMINAIS E MORFOLOGIA ESPERMÁTICA DE 
COELHOS DA RAÇA NOVA ZELÂNDIA BRANCO 
 
RESUMO 
 
ABSTRACT 
 
1 INTRODUÇÃO 56 
 
2 MATERIAL E MÉTODOS 58 
 
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO 60 
 
4 CONCLUSÕES 65 
 
REFERÊNCIAS 65 
CAPÍTULO III 
EXPERIMENTO III 
 
EFEITO DA UTILIZAÇÃO DE DIETAS SIMPLIFICADAS A BASE DE FORRAGENS 
SOBRE AS CARACTERÍSTICAS MORFOMÉTRICAS DE TESTÍCULOS DE 
COELHOS DA RAÇA NOVA ZELÂNDIA BRANCO 
 
RESUMO 
 
ABSTRACT 
 
1 INTRODUÇÃO 70 
 
2 MATERIAL E MÉTODOS 71 
 
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO 76 
 
4 CONCLUSÕES 83 
 
REFERÊNCIAS 84 
 
 
CONCLUSÃO GERAL 89 
 
 
ANEXO 
Anexo 1 - Informações sobre a situação climática local, durante a 
realização do Experimento II 90 
 
 
LISTA DE ABREVIATURAS 
 
- % (porcentagem) 
- µg (micrograma) 
- µm (micrômetro) 
- π (PI) 
- ac. (ácido) 
- AET (altura do epitélio tubular) 
- anorm. (anormalidades) 
- AR (espermátide arredondada) 
- oC (grau Celsius) 
- CA (conversão alimentar) 
- cm (centímetro) 
- CBRA (Colégio Brasileiro de Reprodução Animal) 
- CMRD (consumo médio de ração diário) 
- CCT (comprimento tubular total) 
- CDEB (coeficiente de digestibilidade aparente da energia bruta) 
- CDMS (coeficiente de digestibilidade aparente da matéria seca) 
- CDPB (coeficiente de digestibilidade aparente da proteína bruta) 
- concent. (concentração) 
- CV (coeficiente de variação) 
- DA (dieta à base de feno de alfafa) 
- DNM (diâmetro nuclear médio) 
- DM (dieta à base de feno de rama de mandioca) 
- DR (dieta de referência) 
- EB (energia bruta) 
- EC (espessura do corte) 
- ED (energia digestível) 
- EE (extrato etéreo) 
- FB (fibra bruta) 
- FDA (fibra detergente ácido) 
- FDN (fibra detergente neutro) 
- GMPD (ganho médio peso diário) 
- g (grama) 
- IA (inseminação artificial) 
- IGS (índice gonadossomático) 
- ITS (índice tubulossomático) 
- Kg (quilograma) 
- Kcal (quilocaloria) 
- LDA (lignina detergente ácido) 
- met+cys (metionina + cistina) 
- min (mineral) 
- mg (miligrama) 
- mL (mililitro) 
- mm (milímetro) 
- MS (matéria seca) 
- MSE (matéria seca excretada) 
- MSI (matéria seca ingerida) 
- PB (proteína bruta) 
- PC (peso de carcaça) 
- PL/L (espermatócito em pré-leptóteno / leptóteno) 
- PQ (espermatócito em paquíteno) 
- PV35 (peso vivo aos 35 dias) 
- PV50 (peso vivo aos 50 dias) 
- PV70 (peso vivo aos 70 dias) 
- PVC (poli-cloreto de vinila) 
- PVI (proporção volumétrica de interstício) 
- PVTS (proporção volumétrica de túbulo seminífero) 
- r (raio) 
- RC (rendimento de carcaça) 
- RET (reserva espermática total) 
- Vit (vitamina) 
 
LISTA DE FIGURAS 
 
REVISÃO DE LITERATURA 
Figura 1 - Vagina pronta para uso (A) e colheita do sêmen (B) 33 
 
CAPÍTULO III - EXPERIMENTO III 
Figura 1 - Retículo utilizado para cálculo das proporções volumétricas dos 
componentes testiculares 74 
Figura 2: - Medições realizadas para cálculo dos diâmetros tubulares e as 
alturas do epitélio seminífero 74 
 
LISTA DE TABELAS 
 
REVISÃO DE LITERATURA 
Tabela 1 - Composição das fezes duras e cecotrofos (valores médios e 
faixa de variação) 19 
Tabela 2 - Limite de fibra sugerido para elaboração de dietas para coelhos 26 
 
EXPERIMENTO I 
Tabela 1- Composição percentual das dietas experimentais 47 
Tabela 2 – Coeficientes de digestibilidade aparente da matéria seca 
(CDMS) da proteína bruta (CDPB) e da energia bruta (CDEB) de 
dietas simplificada a base de feno de alfafa e do terço superior 
da rama da mandioca 48 
Tabela 3 – Matéria