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DOR LOMBAR RESUMO FISIOTERAPIA COLUNA

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A, et al. Preliminary results of the use of a two-stage
treadmill test as a clinical diagnostic tool in the differential diagnosis of lumbar
spinal stenosis. J Spinal Disord. 1997;10: 410-416.
TESTES ESPECIAIS – ESPONDILITE ANQUILOSANTE
• Teste de Schober (< 4 cm) – fraca utilidade para
identificar espondilite anquilosante (+RP = 2,14 –
Sensibilidade = 0,30 – Especificidade = 0,86).
Gran JT. An epidemiological survey of the signs
and symptoms of ankylosing spondylitis. Clin
Rheumatol. 1985;4:161-169.
Hebert J, Koppenhaver S, Fritz J, Parent E. Clinical prediction for success of interventions for managing 
low back pain. Clin Sports Med. 2008;27:463-479.
SISTEMA DE 
CLASSIFICAÇÃO 
BASEADO EM 
TRATAMENTO (1995)
Hebert J, Koppenhaver S, Fritz J, Parent E. Clinical prediction for success of interventions for managing 
low back pain. Clin Sports Med. 2008;27:463-479.
SISTEMA DE 
CLASSIFICAÇÃO 
BASEADO EM 
TRATAMENTO (1995)
Hebert J, Koppenhaver S, Fritz J, Parent E. Clinical prediction for success of interventions for managing 
low back pain. Clin Sports Med. 2008;27:463-479.
SISTEMA DE 
CLASSIFICAÇÃO 
BASEADO EM 
TRATAMENTO (1995)
SISTEMA DE 
CLASSIFICAÇÃO 
BASEADO EM 
TRATAMENTO (1995)
Hebert J, Koppenhaver S, Fritz J, Parent E. Clinical prediction for success of interventions for 
managing low back pain. Clin Sports Med. 2008;27:463-479.
Delitto A, Erhard RE, Bowling RW. A treatment based classification approach to low back
syndrome: identifying and staging patients for conservative treatment. Phys Ther.
1995;75:470- 485; discussion 485-479.
SISTEMA DE 
CLASSIFICAÇÃO 
BASEADO EM 
TRATAMENTO (2007)
Algoritmo de tomada de decisão de classificação
Fritz JM, Brennan GP, Clifford SN, Hunter SJ, Thackeray A. An examination of the 
reliability of a classification algorithm for subgrouping patients with low back pain. Spine. 
2006;31:77-82
SISTEMA DE 
CLASSIFICAÇÃO 
BASEADO EM 
TRATAMENTO (2007)
SISTEMA DE 
CLASSIFICAÇÃO 
BASEADO EM 
TRATAMENTO (2015)
Alrwaily, M., Timko, M., Schneider, M., Stevans, J., Bise, C., Hariharan, K., & Delitto, A. (2016).
Treatment-Based Classification System for Low Back Pain: Revision and Update. Physical
Therapy, 96(7), 1057–1066. doi:10.2522/ptj.20150345
SISTEMA DE 
CLASSIFICAÇÃO 
BASEADO EM 
TRATAMENTO (2015)
PROGRESSÃO DE EXERCÍCIOS
• MODULAÇÃO DOS SINTOMAS
SISTEMA DE 
CLASSIFICAÇÃO 
BASEADO EM 
TRATAMENTO (2015)
Alrwaily, M., Timko, M., Schneider, M., Stevans, J., Bise, C., Hariharan, K., & Delitto, A. (2016).
Treatment-Based Classification System for Low Back Pain: Revision and Update. Physical
Therapy, 96(7), 1057–1066. doi:10.2522/ptj.20150345
PROGRESSÃO DE EXERCÍCIOS
• CONTROLE DO MOVIMENTO
SISTEMA DE 
CLASSIFICAÇÃO 
BASEADO EM 
TRATAMENTO (2015)
Alrwaily, M., Timko, M., Schneider, M., Stevans, J., Bise, C., Hariharan, K., & Delitto, A. (2016).
Treatment-Based Classification System for Low Back Pain: Revision and Update. Physical
Therapy, 96(7), 1057–1066. doi:10.2522/ptj.20150345
FATORES INDIVIDUAIS PARA IDENTIFICAR PACIENTES QUE POSSAM SE 
BENEFICIAR DE MANIPULAÇÃO DA COLUNA VERTEBRAL
Flynn T, Fritz J, Whitman J, et al. A clinical prediction rule for classifying patients with low back pain who 
demonstrate short-term improvement with spinal manipulation. Spine. 2002; 27:2835-2843
FATORES ASSOCIADOS PARA IDENTIFICAR PACIENTES QUE POSSAM SE 
BENEFICIAR DE MANIPULAÇÃO DA COLUNA VERTEBRAL
Flynn T, Fritz J, Whitman J, et al. A clinical prediction rule for classifying patients with low back pain who demonstrate short-
term improvement with spinal manipulation. Spine. 2002; 27:2835-2843
Fritz JM, Childs JD, Flynn TW. Pragmatic application of a clinical prediction rule in primary care to identify patients with low
back pain with a good prognosis following a brief spinal manipulation intervention. BMC Fam Pract. 2005;6:29.
Flynn T, Fritz J, Whitman J, et al. A clinical prediction rule for classifying patients with low back pain who demonstrate short-
term improvement with spinal manipulation. Spine. 2002; 27:2835-2843
Manipulação articular
proposta por Flynn et al (2002)
para dor lombar (ver critérios
no slide anterior)
O paciente em decúbito lateral é inclinado
passivamente para o lado a ser manipulado
(distante do terapeuta). O terapeuta, então,
gira o paciente para o lado oposto a ser
manipulado (em direção ao terapeuta) e
provoca uma compressão rápida através da
espinha ilíaca anterossuperior em direção
posteroinferior.
FATORES INDIVIDUAIS E COMBINADOS PARA IDENTIFICAR PACIENTES QUE 
POSSAM SE BENEFICIAR DE EXERCÍCIOS DE ESTABILIZAÇÃO LOMBAR
Hicks GE, Fritz JM, Delitto A, McGill SM. Preliminary development of a clinical prediction rule for determining 
which patients with low back pain will respond to a stabilization exercise program. Arch Phys Med Rehabil. 
2005;86:1753-1762.
EVIDÊNCIAS SOBRE EXERCÍCIOS 
DE ESTABILIZAÇÃO LOMBAR 
Evidências de baixa e moderada qualidade mostram um efeito positivo sustentável do exercício
de estabilização de controle motor na dor e incapacidade em pacientes com lombalgia
quando comparados com controle.
MEDIDAS DE RESULTADOS
ÍNDICE DE INCAPACIDADE DE OSWESTRY
QUESTIONÁRIO DE INCAPACIDADE DE ROLAND MORRIS
FEAR AVOIDANCE BELIEFS QUESTIONNAIRE (FABQ)
ESCALA NUMÉRICA DE AVALIAÇÃO DA DOR
ESCALA DE CATASTROFIZAÇÃO DA DOR
START BACK SCREENING TOOL 
(SBST)
INSTRUMENTO DE TRIAGEM 
BASEADA NOS SUBGRUPOS DE 
TRATAMENTO DA COLUNA 
VERTEBRAL 
CLASSIFICA RISCO DE MAU PROGNÓSTICO DE PACIENTES 
PORTADORES DE DOR LOMBAR COM FATORES FÍSICOS E/OU 
BIOPSICOSSOCIAIS.
CASO CLÍNICO 1
M.S.O. sexo feminino, 50 anos, procura Unidade Básica de Saúde (UBS) com
queixa de dor lombar, associada a perda de força muscular em MID. Ao ser
atendida pelo médico da Equipe de Saúde da Família (ESF) é encaminhada
para avaliação do fisioterapeuta da equipe multidisciplinar da Atenção
Básica (AB). Na avaliação fisioterapêutica a paciente relata ser sedentária,
apresenta parestesia de início insidioso no trajeto do nervo ciático direito
associado ao quadro.
1. Qual o sinal apresentado sugere um distúrbio de origem nervosa.
2. Com relação ao exame físico, qual teste poderiam confirmar ou refutar a
hipótese acima?
3. Em caso de uma compressão neural de origem lombar, qual teste poderia
ser indicado para confirmar ou refutar a hipótese?
4. Um indivíduo portador de Diabetes Mellitus há 25 anos, descompensada,
poderia desenvolver este quadro? Explique.
5. Em caso de confirmação de uma compressão nervosa, sugira um plano de
tratamento para curto, médio e longo prazo.
CASO CLÍNICO 2
MAS, 30 anos, sexo feminino, procura assistência de fisioterapeuta em decorrência de
queixa de dor lombar persistente há cerca de 3 semanas, com aumento na
frequência dos episódios na última semana. Nega comorbidades e qualquer
traumatismo na área referida. Na momento da avaliação apresenta nível de dor
moderado (´4 com base na escala numérica de avaliação da dor) na região lombar
baixa (entre L4 e S1). Durante o exame físico, ao realizar o teste de mola (‘spring test’)
em L4 e L5, foi provocado o estímulo doloroso porém com hipermobilidade dos
segmentos vertebrais. Ao teste de elevação da perna estendida, a amplitude do
movimento de flexão do quadril foi maior do que 90 graus bilateralmente, sem
grandes alterações entre as mobilidades observadas. Com base nisto e
considerando os sistemas de classificações de dor lombar baseados no tratamento,
responda:
1. Qual teste especial poderia auxiliar a identificar de forma mais confiável a que
grupo de tratamento a paciente seria alocada?
2. Quais fatores seriam preditores de sucesso do tratamento?
3. Manipulação/mobilização articular poderiam beneficiar esta paciente? Por quê?
Em tempos tão estranhos como os que vivemos hoje, em que cada um é obrigado 
a ter um encontro mais duradouro e profundo consigo mesmo, desejo 
verdadeiramente que neste espaço mais íntimo do seu ‘eu’, aonde só você tem 
acesso, nunca falte