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Fluidização Heterogênea e Leito de Jorro Alunas : Laura Gomes e Lícia Russo Professora: Jaqueline Lacerda Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº› Fluidização Introdução É um fenômeno que pode ser observado quando um leito de sólidos é submetido a passagem vertical e ascendente de um fluido. Queda de pressão no leito em função da velocidade do gás Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº› Fluidização Heterogênea Introdução Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº› Fluidização Heterogênea Características Número de Froude. Se Fr < 1 fluidização homogenea Se Fr > 1 fluidização heterogênea Mistura íntima entre fase; Altas taxas de transferência de massa; Fácil controle de temperatura; Boa fluidização; Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº› Fluidização Heterogênea Classificação de Gerard Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº› Fluidização Heterogênea Princípio de funcionamento Fluxo de gás ascendente; Placa distribuidora; Velocidade mínima de fluidização; Regime de fluidização; Recirculação. Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº› 6 Fluidização Heterogênea Tipos de gaseificadores disponíveis Leitos Fluidizantes Borbulhantes (LFB) Reator de leito fluidizado borbulhante. Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº› Fluidização Heterogênea Tipos de gaseificadores disponíveis Leitos Fluidizantes Circulantes (LFC) Gaseificador de leito fluidizado circulante Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº› Fluidização Heterogênea Principais parâmetros de controle Densidade e diâmetro médios das partículas; Velocidade mínima de fluidização; Porosidade mínima de fluidização; Queda de pressão de fluidização; Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº› Vantagens Permite operações contínuas controladas automaticamente. Possui rápida troca de calor. Adapta-se bem para operações em larga escala. Desvantagens Frequente impacto dos sólidos. Alto consumo de energia devido à alta perda de carga. A descrição do escoamento do gás é complexa. Os sólidos quebram-se e são arrastados pelo gás. Fluidização Heterogênea Vantagens e desvantagens Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº› Fluidização Heterogênea Aplicação industrial Gaseificação; Secagem; Revestimento de partícula; Aquecimento e Resfriamento de sólidos; Congelamento; Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº› Leito de Jorro Princípio de funcionamento O leito de jorro é formado devido à injeção de um fluido através de um leito de partículas, por meio da sua injeção por um orifício junto à base da coluna provocando um canal preferencial de escoamento desse fluido no leito de partículas. Regiões características de um leito de jorro Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº› 12 Leito de Jorro Características Contato íntimo entre as fases fluida e particulada; Elevados coeficientes de transferência de calor e de massa; Altas taxas de circulação de partículas no leito; Mistura intensa das partículas. Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº› Leito de Jorro Tipos de equipamentos disponíveis Leito de jorro com tubo draft: Consiste na inserção de um tubo vertical no centro do equipamento. Leito de jorro aerado: A porção cônica do leito recebe uma vazão de ar auxiliar, que causa aumento da porosidade. Leito de jorro cônico: Possui maior flexibilidade de altura de leito estático quando comparado aos demais leitos de jorro. Leito de jorro com tubo draft) Leito de jorro cônico Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº› Leito de Jorro Principais parâmetros de controle Velocidade mínima de jorro (Vmj); Altura máxima de jorro estável (Hmáx); Perda de carga em função da velocidade do ar (ΔP); Velocidade de entrada do ar; Características do material particulado; Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº› Vantagens Eficiente contato fluido partícula. Podem ser aplicados em diferentes processos. Baixo investimento inicial. Baixo custo operacional. Desvantagens Dificuldade na ampliação da escala Elevada perda de carga para atingir o jorro estável; Existência de uma altura máxima de leito que limita a carga do equipamento; Grande faixa de residência das partículas no leito. Leito de Jorro Vantagens e desvantagens Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº› Leito de Jorro Aplicação industrial Granulação Reações químicas gás-partícula Combustão Aquecimento e Resfriamento de sólidos Secagem de cereais e de pastas. Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº› REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CREMASCO, Marco Aurélio. Operações Unitárias em Sistemas Particulados e Fluidomecânicos. São Paulo: Blucher, 2012. LOURENÇO, R. O. Identificação e monitoramento de regimes de escoamento em leito de jorro. 2006. Dissertação (Mestrado em Engenharia Química) - Universidade Federal de Uberlândia, 2006. UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina. Depto De Eng. Química e de Eng. De Alimentos. Op. Unit. de Quantidade de Movimento. Curso: Curso de Engenharia Química Seminário de Processos Químicos Industriais ‹nº› ‹nº›