Fisiopatologia da depressão
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Fisiopatologia da depressão

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INTRODUÇÃO
SINAIS E SINTOMAS
FISIOPATOLOGIA DA DOENÇA
MECANISMO FISIOPATOLOGICO DOS NEUROTRANSMISSORES DA DEPRESSÃO
Caroline Torres de Almeida1
E-mail: carolt_almeida@hotmail.com
1-Centro Universitário Tiradentes, Discente \u2013 Unit/AL
BASTOS, T. C. N. M. A Neurobiologia da Depressão. Mestrado Integrado em Medicina. Universidade de Porto. Abril. 2011. Disponível em <https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/61071/2/TeseTeresaBastos.pdf> Acesso em 2020
CORYELL W. Tratamento farmacológico da depressão. MANUAL MSD. 2018. Disponível em: <https://www.msdmanuals.com/pt-pt/profissional/transtornos-psiqui%C3%A1tricos/transtornos-do-humor/tratamento-farmacol%C3%B3gico-da-depress%C3%A3o> Acesso em 2020
FORTUNATO J. J. et al. Marcadores Biológicos da Depressão: Uma Revisão Sobre a Expressão de Fatores Neurotróficos. Revista Neurociencias. Santa Catarina. Julho 2012. Disponível em <http://www.revistaneurociencias.com.br/edicoes/2012/RN2004/revisao%2020%2004/730%20revisao.pdf> Acesso em 2020.
REFERÊNCIAS
Depressão caracteriza-se por uma tristeza suficientemente grave ou persistente para interferir no funcionamento e para diminuir o interesse ou o prazer de atividades cotidianas, na maioria das vezes. Sua causa muda de pessoa para pessoa, mas envolve hereditariedade, alterações em níveis de neurotransmissores, função neuroendócrina modificada e fatores psicossociais.
Dentre sintomas e sinais, os mais comuns são perda de interesse e do prazer na maioria das atividades cotidianas. No entanto, também encontramos disfunções cognitivas, psicomotoras, além de atenção prejudicada, fadiga, perda do desejo sexual, insônia ou hipersonia. Muitos das pessoas com esse transtorno, tem a tendência a obter pensamentos ou tentar o suicídio.
A depressão é causada apenas por alterações moleculares a nível cerebral, para a teoria que envolve a interação complexa de moléculas, redes neuronais e neuroplasticidade. Dentre as alterações nos neurotransmissores, temos a redução no sistema de monoaminas. Estas são grupo de neurotransmissores que incluem: serotonina, noradrenalina, dopamina, entre outros. 
Aumento da perda de células neuronais pode contribuir para a fisiopatologia da depressão, por isso, surge o interesse nos efeitos tróficos e anti-apoptótico de drogas antidepressivas.
A depressão maior vem sido associada a danos na via de sinalização que controla a neuroplasticidade e sobrevivência celular e com o decréscimo no número e no tamanho de células nervosas no hipocampo. A persistência da doença e a falta de tratamento antidepressivo podem favorecer para a diminuição gradual do volume hipocampal, que por sua vez, pode explicar os problemas de memória de alguns pacientes, e também vários outros sintomas do transtorno.
Alterações no sistema de dopamina estriatal podem estar relacionados com a anedonia apresentada por muitos pacientes 
Alteração do sistema endócrino também é observada em pacientes deprimidos, porém, recentemente novas pesquisas revelaram que a redução de fatores de crescimento, principalmente o BDNF (fator neurotróficoderivado do cérebro, do inglês brain-derived neurothophic factor) pode estar envolvido na gênese da depressão
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