previdência social
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previdência social


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Tema: Previdência Social
E.E Galdino de Castro
Nome: Luciano Carlos Paulista Junior
Previdência Social é um seguro garantido aos trabalhadores brasileiros, no intuito de manter a subsistência do contribuinte em casos de incapacidade ou aposentadoria.
	O Ministério da Previdência Social é o órgão do Governo responsável por administrar a Previdência Social no Brasil.
	Para que você esteja incluso na Previdência é necessário ser contribuinte mensal, sendo assim, instantaneamente quando o proletariado recebe seu salário a Previdência automaticamente desconta uma parcela do seu pagamento, ou seja, se você trabalha com carteira assinada, logo é um assegurado da Previdência Social. Porém pode-se tornar um assegurado mesmo sem trabalhar com carteira assinada, para isso basta a pessoa contribuir por conta própria preenchendo o GPS (Guia da Previdência Social). 
	Como qualquer outro órgão esse também tem suas regras de funcionamento, como por exemplo, para se aposentar tem que ter um tempo mínimo de contribuição ou uma idade imposta pelo órgão, que atualmente é de 65 anos para os homens e 60 anos para as mulheres, nesse caso temos a aposentadoria por idade.
	Aos assegurados são garantidos aposentadoria, auxílios e serviços, são eles:
Aposentadoria por tempo de contribuição: esse caso é o mais conhecido, em que para se aposentar é necessário os homens terem 35 anos de contribuição e as mulheres 30 anos, independentemente da idade.
Aposentadoria por idade: esse benefício vale para os homens de no mínimo 65 anos de idade e mulheres de pelo menos 60 anos. Porém é necessário que os assegurados tenham no mínimo 15 anos de contribuição durante sua trajetória de vida, nesses casos o valor do benefício será de 70% do salário, com adição de 1% a cada ano de contribuição, podendo chegar ao limite máximo de 100% de seu salário.
Aposentadoria especial: é destinado a contribuintes que possuem trabalhos que apresentam ameaças físicas e a saúde, sendo assim o tempo de contribuição é de 15, 20 ou 25 anos, dependendo dos riscos apresentados. Para que esse direito seja alcançado o assegurado deve provar e garantir que esteve sujeito a riscos durante suas jornadas de trabalho.
Aposentadoria por invalidez: se destina a pessoas que foram acidentadas e se tornaram incapazes de exercer qualquer tipo de atividade, para isso basta estar inscrito no INSS. Já em caso de invalidez por doença é obrigatório que se tenha pelo menos um ano de contribuição. Vale a pena lembrar que a cada dois anos são feitos exames que são denominados como perícia de avaliação para constatar que o assegurado ainda não está apto a praticar qualquer atividade. Há casos em que a pessoa já sofria com uma doença antes mesmo de se inscrever no INSS, nessas circunstâncias ela não terá acesso a esse benefício.
Auxílio-doença: é o benefício instaurado para casos em que o contribuinte necessita de um afastamento de mais de 15 dias. Quando a pessoa trabalhar com carteira assinada a empresa paga os 15 primeiros dias, já os demais dias se necessário quem paga é a Previdência. Nos casos em que o contribuinte for individual, ou seja, pessoas que trabalham sem carteira assinada, mas que contribuem para serem assegurados, a Previdência Social paga todo o período de inatividade do operador. Lembrando que para estar incluso nesse auxílio são necessários no mínimo 12 anos de contribuição.
Auxílio-doença acidentário: se aplica quando a doença ou acidente ocorre durante o trabalho, o método de aplicação desse benefício é equivalente ao auxílio-doença, com diferença que nesse caso o indivíduo tem acesso ao FGTS (Fundo de garantia do Tempo de Serviço) durante o período de distanciamento do serviço e conta com ajuda estável de um ano após o retorno as atividades de trabalho.
Auxílio-acidente: é um benefício de natureza indenizatória, ou seja, trata-se de uma indenização recorrente de um acidente sofrido pelo assegurado e que tenha gerado nele uma sequela permanente que o tornou incapaz de realizar atividades de trabalho, porém para que se tenha a comprovação de que o segurando esteja inapto a trabalhar é feita uma perícia médica. 
Pensão por morte: é concedida a família do falecido desde que ele fosse um assegurado, se ele tivesse perdido a condição de segurando a família pode recorrer a pensão, logo que o falecido tivesse executado requisitos que possibilitavam sua aposentadoria, sendo ela por idade, contribuição ou até mesmo por invalidez. O valor da pensão é equivalente a um salário total recebido pelo contribuinte antes de sua morte.
Salário-maternidade: garante um salário as trabalhadoras afastadas consequentemente por parto ou adoção de uma criança. Para mães que tiveram o parto o afastamento é de 120 dias, podendo ser retirados 28 dias antes do nascimento da criança desde que tenha requerimento médico comprovando a necessidade de parada. Em casos de abortos diretamente relacionados a estupro ou risco de vida, o afastamento concedido é de duas semanas. Em casos de adoção de crianças de até 1 ano o período de inatividade é de 120 dias, para crianças de até 4 anos o tempo cai para 60 dias, e para crianças de quatro a oito anos o benefício cai para 30 dias. 
Auxílio-reclusão: é garantido a família do presidiário desde que o preso comprove seu estado de contribuinte. Há casos em que o detento trabalhe dentro da prisão, trabalho esse que é facultativo, nessas circunstâncias os dependentes do auxílio não perdem o benefício. O auxílio é concedido somente durante o período de reclusão independentemente de ser em regime aberto ou fechado. 
Benefício de Prestação Continuada (BPC): é um benefício de renda garantido a idosos de no mínimo 65 anos ou pessoas com deficiência que retratam impedimentos de longa data, sendo eles de natureza física, mental, racional ou palpável, e com isso ostentam dificuldades de interação na sociedade. Para que esse recurso seja adquirido é imposto que a renda familiar mensal seja de até a quarta parte do salário mínimo por pessoa.
Com o passar dos anos a Previdência Social vai passando por reformas devido a expectativa de vida da população estar diretamente ligada a essa instituição pública, ou seja, conforme a média da expectativa de vida do país continuar aumentando possíveis reformas previdenciárias ocorrerão, que é o caso hodierno, em que o Governo prevê uma nova Previdência Social.
Na nova Previdência Social é visado adotar uma idade mínima pra aposentar maior do que a atual, devido ao fato da expectativa de vida estar aumentando, além do que o tempo de contribuição para a aposentadoria por idade também seria elevado.
	Com essa nova reforma pode-se dizer que deixaria de existir a aposentadoria por contribuição pois seria adotado somente o método de aposentadoria por idade.
	Essa reforma a princípio atingirá somente pessoas que ainda não são contribuintes, todavia posteriormente também atingirá aos assegurados da previdência atual através de regras de transições, sendo elas por sistema de pontos, por tempo de contribuição (lembrando que deve ser respeitada a idade mínima) e por pedágio de 100%, podendo ser pedágio de 50% se estiver próximo de aposentar.
	O sistema de pontos pode ser comparado ao atual chamado de 86/96, em via de que as mulheres aposentam com 86 pontos e 30 anos de contribuição e o homem 96 pontos e 35 anos de contribuição, porém no novo sistema será aumentado um ponto a cada ano até as mulheres atingirem um limite de 100 pontos e os homens um limite de 105, lembrando que assim que alcançado a quantidade de pontos e os anos de contribuição na nova previdência o assegurado terá que ter a idade mínima para a aposentadoria.
	 A regra de transição por tempo de contribuição consiste que é necessário o homem contribuir por 35 anos e a mulher por 30 e seguir uma idade mínima, sendo ela 56 anos para as mulheres e 61 para os homens, porém a cada ano que passa aumenta um semestre de contribuição até chegar nas idades de 62 anos para as mulheres e 65 para os homens.
	A transição por pedágio de 50% serve para contribuintes da