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Aconselhamento Genético

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e de 0% nas em baixo risco;
Tivemos uma baixa taxa de adoção, sendo somente três crianças adotadas em duas famílias de alto risco, e somente dois casais se separaram entre os 113 estudados.
Conclusão
Todas as famílias de crianças diagnosticadas com doenças genéticas precisam ser esclarecidas sobre a importância de passarem pelo processo de AG. E é fundamental que o processo de AG seja baseado no aconselhamento não-diretivo, realizado por profissionais qualificados e contínuo. 
Referências
World Health Organization. WHO ethics in medical genetics: proposed international guidelines on ethical issues in medical genetics and genetic services. Geneva: WHO; 1998
Mc Kusick V ( President, Ad Hoc Committee on Genetic Counseling – American Society of Human Genetics – ASHG): Genetic counseling. Am J Hum Genet. 1975;27:240-2.
GUEDES, Cristiano; DINIZ, Debora. A Ética na História do Aconselhamento Genético: um Desafio à Educação Médica. 2008. Disponível em: <http://www.bioeticaefecrista.med.br/textos/EticaHistoriaAconselhamento.pdf>. Acesso em: 27 nov. 2019.
PINA-NETO, João Monteiro de. Genetic counseling. Jornal de Pediatria , Porto Alegre, v. 84, ed. 4, p. 20-26, 2008. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/3997/399738163003.pdf. Acesso em: 27 nov. 2019.
Tenham uma boa tarde e 
obrigado pela atenção!
 
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