LISZT, Franz von Tratado de Direito Penal Alemão - Vol 1
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LISZT, Franz von Tratado de Direito Penal Alemão - Vol 1


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Direito Penal Allemão 
TRATADO 
DE 
Direito Penal Allemão 
PELO 
Dr. FRANZ VON LISZT
 
 professor da Universidade de Halle 
'TRADUZIDO DA ULTIMA EDIÇÃO E COMMENTADO 
PELO 
Dr. José Hygino Duarte Pereira 
ex-professor da Faculdade de Direito do Recife 
ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal 
UNIGA TRADUGÇAO AUTORISADA PELO AUTOR 
TOMO I 
 RIO DE JANEIRO 
F. BRIGUIET & C. \u2014 Editores 16 e 18 Bua Nova 
do Ouvidor 16 e 18 
7422-98 1899 
r 
 
Typographia Leuzinger - Rio de Janeiro 
 
 
 
 
INDICE GERAL
 
(1.° volume) 
PREFACIO DO TRADUCTOR.......................................... XXIX 
INTRODUCÇÃO 
§ I. \u2014 Conceito do direito penal e objecto do tratado. \u2014 
I. O direito penal como poder publico de punir juridicamente limi 
tado. \u2014 II. A politica criminal. \u2014 III. As fontes do direito penal. I 
I. \u2014 Historia do direito penal 
§ 2. \u2014 Introducção â historia geral. \u2014 I. Direito comparado e politica 
criminal. \u2014 II. O caracter social da pena primitiva. \u2014 
III. A pena publica. \u2014 IV. A idéa finalística na pena.. ........................................ 4 
\ 3. \u2014 O direito penal dos Romanos. \u2014 I. O período antigo. 
\u2014 II. O período do processo perante as commissOes. \u2014 III. O pe 
ríodo imperial..........................................................................................................9 
§ 4. \u2014 O direito penal da Allemanha na edade média. \u2014 "çao I." A 
edade média anterior (até o seculo XIII). \u2014 I. Ca-ter primitivo. \u2014 II. O 
systema da composição. \u2014 III. A pena lica. \u2014 IV. A decadencia da 
monarchia franca. \u2014 Secção 2.ª 
Idade média posterior (do século XIII até o XVI) .......................................... 18 
\ 5. \u2014 A ordenança de Carlos V sobre a justiça criminal. \u2014 Js juristas 
italianos da edade média. \u2014 II. A litteratura jurídica popular da Allemanha. \u2014 
III. Legislações allemfles e especialmente os trabalhos de Schwarzenberg. \u2014 
IV. Historia da Carolina. \u2014 
i". Sua importância..... ....................................................................................... 33 
| 6. \u2014 O direito penal commum da Allemanha. \u2014 I. A Iegis- 
açâo até o meiado do século XVIII. \u2014 II. A sciencia \u2014 III. A 
iministraçílo da justiça. \u2014 IV. A legislação desde 1750.. ..-?. ................ 
VI TRATADO DE DIREITO PENAL 
 
§ 7. _ o período philosophico.\u2014I. O movimento litterario.\u2014 
II. Admissão das novas idéas na legislação........................................... 
§ 8. \u2014 A legislação penal do seculo XIX. \u2014 I. O codigo penal 
francez. \u2014 TI. Os codigos territoriaes da Alleeianba. \u2014 
III. Situação em 1870. \u2014 IV. As legislações estrangeiras modernas. 
§ 9. \u2014 A seiencia do direito penal do seculo XIX na Alle- 
manha (até 1890). \u2014 I. O período do florescimento da seiencia. \u2014 
II. As theorias sobre o direito penal. \u2014 III. O período do declínio. 
§ 10. \u2014 Origem e desenvolvimento do codigo penal do Imperio 
da Allemanha. \u2014 I. Tentativas mallogradas. \u2014 II. O codigo penal da 
Federação da Allemanha do Norte. \u2014 III. O codigo penal do 
Imperio. \u2014 IV. Modificações posteriores.............................................. 
§ 11. \u2014 As demais leis penaes do Imperio.................................. 
55 
61 
71 
84 
II. \u2014 Lineamentos de politica criminal 
§ 12. \u2014 O direito penal como protecção de interesses. \u2014 
I. Bem juridico e norma. \u2014 II. A coacção jurídica. \u2014 III. Os 
effeitos da pena em geral. \u2014 IV. Os tres fins da pena. \u2014 V. Ca 
racter secundario do direito penal .......................................................... 93 
§ 13. \u2014 As causas da criminalidade e os diversos generos desta. \u2014 I. 
Conceito da Criminologia. \u2014 II. Criminalidade aguda e chronica. \u2014 III. O 
typo do criminoso \u2014 IV. A concepção sociologica do 
crime........................................................................................... 104 
$ 14. \u2014 As exigencias da politica criminal. \u2014 I. Principio fundamental. 
\u2014 II. Applicaçao. \u2014 III. Limitações da idéa fina-
listica........................................................................................................ 112 
§ 15 \u2014 Justificação da pena finalística ante os adversarios. \u2014 
I O fundamento jurídico da pena está na sua necessidade. \u2014\u2022 II O problema 
do livre arbítrio. \u2014 III. A justiça da pena. \u2014 IV. Tentativa de uma conciliação 
entre as doutrinas antagonicas.... 120 
III. \u2014 As fontes do direito penal imperial 
§ 16. \u2014 Enumeração das fontes. - I. O direito estatuido como 
unica fonte do direito penal. \u2014 II. Lei, ordenança, tratado. \u2014 III. \u2014 
Definição da lei, erros de redacção e erros typograpbicos. \u2014 
IV. \u2014 As leis que servem de fontes. \u2014 V. Leis em branco................... 
INDICE GERAL VII 
§ 17. \u2014 Litteratura do direito penal imperial e das sciencias 
auxiliares. \u2014 I. Edições dos textos. \u2014 II. Exposições systematicas, \u2014 
III. Commentarios. \u2014 IV. Monographias sobre princípios geraes. \u2014 
V. Revistas. \u2014 VI. Collecções de arestos. \u2014 VII. Casos criminaes. \u2014 
VIII. Sciencias auxiliares .......................................................................... 138 
§ 18. \u2014 Imperio da lei penal em relação ao tempo (direito 
novo e direito antigo). \u2014 I. Começo e fim do imperio da lei. \u2014 
II. Effeito retroactivo das leis penaes. \u2014 III. Applicação da lei 
mais branda ............................................................................................... 1421 
§ 19. \u2014 Imperio da lei penal quanto à materia (direito 
imperial e direito estadual). \u2014 I. Principio. \u2014 II. Materias não 
reguladas por lei imperial. \u2014 III. Outras limitações á legislação 
estadual. \u2014 IV. Leis estaduaes transitorias ............................................... 147 
§ 20. \u2014 Imperio da lei penal quanto ao espaço (sob o ponto 
de vista doutrinario). \u2014 I. Conceito do denominado direito penal 
internacional. \u2014 II. O direito penal como protecção de interesses. \u2014 
III e IV. Crimes commettidos em paiz estrangeiro. \u2014 V. Systema 
da justiça universal .................................................................................... 155 
§ 21. \u2014 Continuação. O ponto de vista da legislação penal 
da Allemanha. \u2014 I. Principio geral. \u2014 II. O que se entende por 
paiz no sentido do direito penal. \u2014 III. Contravenções commettidas 
em paiz estrangeiro. \u2014 IV. Crimes e delictos commettidos em paiz 
estrangeiro. \u2014 V. Disposições especiaes ................................................ 160 
§ 22. \u2014 Continuação. A assistencia internacional. \u2014 I. A 
extradicção como acto da assistencia internacional. \u2014 II. Os tratados 
allemães de extradicção. O direito de asylo dos criminosos políticos 
e a clausula belga relativa ao regicídio ..................................................... 169 
§ 23. \u2014 Imperio da lei penal quanto ás pessoas. \u2014 I. Immu- 
nidades de direito publico. \u2014 II. Immunidades de direito interna 
cional.\u2014 III. Os militares ........................................................................ 
176 
§ 24. \u2014 O direito penal em tempo de paz e em tempo de 
guerra. \u2014 I. O art. 4.0 da lei de introducção do codigo penal 
imperial. \u2014 II. O codigo penal militar. \u2014 III. O art. 36 da lei 
sobre a imprensa. ..................................................... ................................ 180 
 
VIII TRATADO BB DIREITO PENAL 
PARTE GERAL 
Do crime 
§ 25. \u2014 Conceito e divisão. \u2014 I. Caracteres necessarios e 
fórmas___II. Divisão dos crimes. Historia. \u2014 III. A divisão 
tripartida do direito vigente. \u2014 IV. Corollarios .................................. 183 
CAPITULO I 
Caracteres do conceito do crime 
I. \u2014 O crime como acção 
§ 26. \u2014 O sujeito do crime. \u2014 I. A capacidade criminal dos 
animaes. \u2014 II. Crimes do corpo collectivo ...........................................