Sistemas de produção aves OK
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Sistemas de produção aves OK


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Sistemas de produção,
instalações e equipamentos
Introdução
\uf0b4 objetivo principal do aviário:
propiciar às aves ambiente confortável e higiênico, de
modo eficiente e econômico
\uf0b4 planejamento técnico:
cuidadoso, de modo a obter maiores lucros, maiores
produções, melhor qualidade, melhor taxa de conversão,
menos doenças e menores taxas de condenação e
mortalidade
Introdução
\uf0b4 projeto de instalações para aves:
\uf0b4programa bem definido (nenhuma relação entre 
produtividade e luxo das instalações)
\uf0b4princípios técnicos fundamentais: praticamente os 
mesmos, tanto para a produção de poedeiras como 
para a produção de frangos de corte
\uf0b4tendência à mecanização e automatização: visando 
maior rentabilidade
A AVE E O MEIO AMBIENTE
\uf0b4 Termorregulação
\uf0b4Temperatura
\uf0b4Umidade Relativa
\uf0b4 Renovação do ar (ventilação)
\uf0b4 Iluminação
\u2022 ave
necessita
de comer
mais ração
\u2022 ave cresce 
menos
\u2022 produção de 
ovos é menor
\uf0d8 Faixa de temperatura dentro da qual o calor dissipado pela ave está 
em equilíbrio com o seu ambiente. 
TEMPERATURA
\uf0b4 ingestão de alimento (ração) pela ave:
\uf0b4produz energia metabolizável (que a ave utiliza para se
manter viva, crescer e produzir ovos)
\uf0b4calor produzido em excesso deve ser dissipado
imediatamente
\uf0b4se a ave pudesse armazenar o calor por ela produzido em
uma hora apenas, a temperatura corporal aumentaria em
2,8°C, resultando em sua morte.
\uf0b4 pintos de um dia:
\uf0b4mecanismos de controle de temperatura corporal não são
completamente desenvolvidos, necessitando de altas
temperatura para seu perfeito funcionamento
\uf0b4 condições ideais de 
temperatura ambiental:
Aves 5°C
Pintos de um dia: 35
Para postura: 13 - 15
Para o uso da ração 15 - 21°
\uf0a7 em condições normais: respira de 15 a 25 vezes por minuto
\uf0a7 a 38°C: respira ao redor de 150 vezes por minuto (o que causa
fadiga)
UMIDADE RELATIVA DO AR
\uf0b4 pouca influência sobre a produção das aves 
(crescimento, postura, reprodução, etc.), a menos que 
excessivamente elevada ou baixa limites de UR para 
frangos de corte: 40 e 90%
UMIDADE RELATIVA NOTURNA CONSTANTEMENTE SUPERIOR A 80% 
OU UMIDADE RELATIVA DIURNA CONSTANTEMENTE SUPERIOR A 72%:
\uf076 nível de umidade da cama passará de 32%, tornando-se úmida, 
emplastando-se e podendo ocasionar problemas entéricos e 
respiratórios
UMIDADE RELATIVA INFERIOR A 40%
\uf076 nível de cama torna-se seca e poeirenta, podendo causar 
espirros e tosse
FATORES A SEREM 
CONSIDERADOS NA
IMPLANTAÇÃO DE UMA GRANJA
LOCALIZAÇÃO
\uf0b4 distâncias sugeridas para um melhor isolamento das
instalações avícolas:
ESTRADAS E VIAS DE ACESSO
\uf0b4 distâncias sugeridas para um melhor isolamento das
instalações avícolas:
ÁGUA
\uf0b4 água potável:
\uf0b4abundante e imprescindível para o consumo das 
aves, lavagem das instalações e consumo residencial 
dos empregados
\uf0b4fonte de água potável: poço artesiano ou rede 
hidráulica municipal
\uf0b4pré-tratamento obrigatório para água não potável 
captada de açudes, riachos, represas, rios, etc.
ÁGUA
\uf0b4 importância da água:
\uf0b4água constitui 60 a 75% do peso do corpo da ave e 
65% do peso do ovo,
\uf0b4 para a produção de um ovo: ave necessita de 40 g 
de água; para a produção de 250 ovos: 75 l de 
água, no mínimo
\uf0b4corte no fornecimento de água às poedeiras, em 
plena produção, por 24 h ou pouco mais, provoca 
uma diminuição de 24 a 30% n postura.
ÁGUA
\uf0b4consumo de água por mil poedeiras:
\uf0b4no inverno: 205 l/dia
\uf0b4no verão: 300 l/dia
\uf0b4ave bebe aproximadamente o dobro do que
come (relação válida para o cálculo do
número de bebedouros necessários para
uma determinada criação)
ENERGIA ELÉTRICA
\uf0b4 realização de um programa de luz visando maior
produção de ovos ou de carne
\uf0b4 acionamento de compressores da câmara fria de
armazenagem de ovos
\uf0b4 acionamento do misturador de ração, moinho de milho,
bomba d'água, etc.
\uf0b4 fonte de energia elétrica: rede de energia elétrica ou
geradores de energia
ÁREA DA GRANJA
\uf0b4 área mínima recomendada para a implantação de uma granja:
\uf0b4para uma criação de 10 a 30 mil frangos: área mínima de 10 
hectares
\uf0b4para uma criação de 10 a 30 mil poedeiras: área mínima de 
20 hectares
\uf0b4 aviário:
\uf0b4isolado de outras criações de aves e afastado da beira das 
estradas
ÁREA DA GRANJA
\uf0b4 área da granja:
\uf0b4aproximadamente quadrada, galpões instalados no centro e 
distanciados de 50 a 100 m um do outro
\uf0b4levar em conta a possibilidade de expansão
COMPONENTES DE UMA GRANJA
\uf0b4 Setor de Produção:
\uf0b4 galpões para aves de corte 
ou de postura
\uf0b4 Setor de Preparo de Alimentos:
\uf0b4 fábrica de ração
\uf0b4 silos graneleiros
\uf0b4 Setor Administrativo
\uf0b4Controle (portão)
\uf0b4 Escritório
\uf0b4 Almoxarifado
\uf0b4 Setor Sanitário
\uf0b4 Fossa ou crematório
\uf0b4 Pedilúvio
\uf0b4 Rodolúvio
\uf0b4 Plataforma de desinfecção
\uf0b4 Setor de Apoio
\uf0b4Galpão para oficina
\uf0b4 Setor externo
\uf0b4 Postos de venda
\uf0b4 Abatedouro
Sistemas de produção na avicultura
Sistema extensivo
\uf0b4Quando os frangos são criados em liberdade e podem
debicar e ciscar em volta da casa à procura de
comida.
Sistema semi-intensivo
\uf0d8 Também conhecido como produção de pátio/quintal,
o número de aves por bando varia entre 50 a 200;
\uf0d8É uma criação em pequena escala;
Sistema semi-intensivo
\uf0b4 As galinhas encontram-se confinadas a um espaço
aberto vedado com arame;
\uf0b4 Existe um pequeno galinheiro onde as galinhas podem
permanecer à noite;
\uf0b4O criador das galinhas fornece praticamente toda a
comida, a água e outras necessidades.
Sistema intensivo
\uf0b4 Requerem maiores investimentos, tanto de capital
como de mão de obra;
\uf0b4O número de aves nesse sistema normalmente situa-se
nos milhares;
\uf0b4 Necessidade estudos sobre incubação artificial,
necessidades nutricionais e controle das doenças.
Sistema intensivo
Modelos de exploração
\uf0b4 Independente
avicultor de frango de corte se responsabiliza por todas as 
fases da produção, desde a aquisição dos pintinhos, sua 
criação até o ponto de abate.
\uf0b4 Verticalizado
Várias fases de produção estão inseridas em uma mesma 
empresa, por exemplo, criação dos pintinhos, abate e 
comercialização.
Modelos de exploração
\uf0b4 Integrado
\uf076Apresenta algumas características diferenciais de
acordo com a integradora;
1. A integradora dispõe de frigorífico e fábrica de
rações, fornecendo insumos e assistência técnica
aos produtores integrados, que produzem em suas
próprias áreas e entregam a produção à empresa
integradora.
Modelos de exploração
\uf0b4 Integrado
2. Em outros casos, a empresa aluga galpões de sua
propriedade a pequenos produtores, recebendo por isso.
- Então, com o alojamento dos pintinhos, surge a relação
de integração.
- Para o integrador, esse sistema reduz problemas
trabalhistas e aumenta a responsabilidade dos produtores
com o processo produtivo
Modelos de exploração \uf0b4 Integrado
DETALHES CONSTRUTIVOS 
DOS GALPÕES
Localização do Galpão
\uf0b4Galpões construídos em terrenos o mais plano possível
\uf0b4O eixo longitudinal dos galpões deve estar orientado no
sentido LESTE-OESTE, com o que se conseguirá que a
superfície exposta a OESTE seja a menor possível,
evitando-se o sobreaquecimento pela forte insolação.
Localização do Galpão
Dimensões dos galpões:
\u2022galpões com 12 m de largura por 100 a 140 m (em média 125
m) de comprimento visando a otimização de equipamentos,
mão-de-obra, etc.
\u2022comprimento determinado de acordo com as possibilidades
do terreno e praticidade no manejo
\u2022larguras de até 8 a 10 m (em regiões de clima quente e
úmido) ou de até 10 a 14 m (em regiões de clima quente e
seco)
Dimensões dos galpões:
lanternins
\uf0b4 recomendado para galpões com largura igual ou superior a
8,0 m
\uf0b4 favorecem a renovação do ar no interior das instalações
semiabertas, melhorando as condições de temperatura e
umidade
\uf0b4 particularmente indicado para regiões de clima quente
\uf0b4 inclinação: paralela à inclinação do telhado
lanternins
Muretas (nas instalações semi-abertas):
\uf0b4Muretas laterais de 0,2 a 0,6 m altura, construídas de tijolos
ou concreto.
\uf0b4 Na mureta será