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DIREITO CIVIL SUCESSOES - SIMULADOS

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momento de aquisição 
do bem herdado pelo sobrevivente e à concorrência com os demais herdeiros. 
 
apenas em relação à influência do momento de aquisição do bem herdado pelo sobrevivente e à concorrência com os 
demais herdeiros. 
 em relação à participação do sobrevivente na legítima, à influência do momento de aquisição do bem herdado pelo 
sobrevivente, à situação do sobrevivente na ordem de vocação e à concorrência com os demais herdeiros. 
Respondido em 23/05/2020 19:11:44 
 
 
Explicação: 
em relação à participação do sobrevivente na legítima, à influência do momento de aquisição do bem herdado pelo 
sobrevivente, à situação do sobrevivente na ordem de vocação e à concorrência com os demais herdeiros. 
 
 
 
 
 4a Questão 
 
 
(EMERJ - 2009) Felipe, próspero empresário, é casado há 12 anos pelo regime da comunhão universal de bens com Olympia, 
dona de casa, tendo com ela um filho, Alexandre, menor impúbere, tendo o casal inúmeras propriedades, móveis e imóveis, 
inclusive a belíssima cobertura duplex onde residem. Todavia, Felipe mantém um caso extraconjugal ha mais de seis anos com 
Atenas, empresária, casada, mas separada de fato de Macedo, com quem não teve filhos. No curso do seu relacionamento com 
Atenas, Felipe adquiriu um imóvel, averbado no registro de Imóveis em seu próprio nome, mas que serve de residência a 
Atenas há quase cinco anos, tendo feito constar na escritura de compra e venda seu estado civil como sendo o de solteiro. 
Ocorre que Felipe, inesperadamente, veio a falecer, 'ab intestae'. Pergunta-se: Atenas possui legitimidade para pleitear 
judicialmente do espólio a meação sobre o imóvel em que reside, com base em uma suposta união estável que manteria com o 
'de cujus'? 
 
 Não, pois e impossível caracterizar a relação que havia entre Atenas e Felipe como união estável na forma preconizada 
pela lei substantiva civil, uma vez que como estava ele impedido de contrair novas núpcias, por já ser casado, a 
situação entre os amantes constituía, no Maximo, um concubinato não more uxório; 
 
Sim, pois como Felipe havia manifestado para diversas pessoas sua intenção de se separar judicialmente de Olympia, 
Atenas poderia fulcrar sua pretensão com base nas causas suspensivas previstas no inciso 2º do artigo 1.723 do 
Código Civil vigente; 
 
Sim, pois a união estável existente justifica tal pretensão, caso em que ela concorreria com o herdeiro necessário do 
falecido; 
 
Nenhuma alternativa é correta. 
 
Não, pois embora haja união estável, seu direito seria de no Maximo 25% sobre o imóvel, pois o regime de bens do 
falecido faz com que Atenas concorra na herança como meeira (Olympia) e com o herdeiro necessário (Alexandre); 
Respondido em 23/05/2020 19:12:26 
 
 
Explicação: 
Não, pois e impossível caracterizar a relação que havia entre Atenas e Felipe como união estável na forma preconizada pela lei 
substantiva civil, uma vez que como estava ele impedido de contrair novas núpcias, por já ser casado, a situação entre os 
amantes constituía, no Maximo, um concubinato não more uxório; 
 
 
 
 
 5a Questão 
 
 
Ester, viúva, tinha duas filhas muito ricas, Marina e Carina. Como as filhas não necessitam de seus bens, Ester deseja 
beneficiar sua irmã, Ruth, por ocasião de sua morte, destinando-lhe toda a sua herança, bens que vieram de seus pais, 
também pais de Ruth. Ester o(a ) procura como advogado(a ), indagando se é possível deixar todos os seus bens para sua 
irmã. Deseja fazê-lo por meio de testamento público, devidamente lavrado em Cartório de Notas, porque suas filhas estão de 
acordo com esse seu desejo. Assinale a opção que indica a orientação correta a ser transmitida a Ester. 
 
 
Ester só pode dispor de 1/3 de seu patrimônio em favor de Ruth, cabendo o restante de sua herança às suas filhas 
Marina e Carina, dividindo-se igualmente o patrimônio. 
 
Ester não pode dispor integralmente,pois as filhas não concordam. 
 Ester pode dispor de 50% de seu patrimônio em favor de Ruth, cabendo os outros 50% necessariamente às suas 
filhas, Marina e Carina, na proporção de 25% para cada uma. 
 
Em virtude de ter descendentes, Ester não pode dispor de seus bens por testamento. 
 
Ester pode dispor de todo o seu patrimônio em favor de Ruth, já que as filhas estão de acordo. 
Respondido em 23/05/2020 19:12:10 
 
 
Explicação: 
art. 1.845 do CC. 
 
 
 
 
 6a Questão 
 
 
Supondo que A seja órfão de pais, solteiro, sem descendentes e venha a falecer, deixando vivos seus avós paternos e seu avô 
materno, marque a opção correta, quanto à sucessão dos ascendentes. 
 
 
Há direito de representação na linha ascendente, ficando 50% para a linha materna e 50% para a linha paterna. 
 
Não há direito de representação na linha ascendente, ficando 33,33% para os avós em linhas iguais. 
 
Será por cabeça, ficando 33,33% para os avós em linhas iguais. 
 Não há direito de representação na linha ascendente, ficando 50% para a linha materna e 50% para a linha paterna. 
 
Será por estirpe, ficando 33,33% para os avós em linhas iguais. 
Respondido em 23/05/2020 19:12:18 
 
 
Explicação: 
Art. 1.836. Na falta de descendentes, são chamados à sucessão os ascendentes, em concorrência com o cônjuge sobrevivente. 
§ 1o Na classe dos ascendentes, o grau mais próximo exclui o mais remoto, sem distinção de linhas. 
§ 2o Havendo igualdade em grau e diversidade em linha, os ascendentes da linha paterna herdam a metade, cabendo a outra 
aos da linha materna. 
Art. 1.852. O direito de representação dá-se na linha reta descendente, mas nunca na ascendente. 
 
 
 
 
 7a Questão 
 
 
TJ-RS - 2009 - TJ-RS Juiz - Carolina contraiu matrimônio com Carlos, adotando, mediante pacto antenupcial, o regime da 
comunhão universal de bens. Ao longo do casamento, sobrevieram-lhes três filhos comuns. Carlos, antes de casar, já possuía 
bens, no valor de R$ 100.000,00. Durante o casamento, o casal adquiriu, a título oneroso, bens no valor de R$ 120.000,00. Em 
24 de janeiro de 2008, Carlos veio a falecer, sem deixar testamento. Diante do exposto, assinale a opção correta de partilha. 
 
 
Meação de Carolina: R$ 110.000,00. Quinhão hereditário de Carolina e de cada filho: R$ 27.500,00 
 
Meação de Carolina: R$ 60.000,00. Quinhão hereditário de Carolina e de cada filho: R$ 40.000,00 
 
Meação de Carolina: R$ 50.000,00. Quinhão hereditário de Carolina e de cada filho: R$ 42.500,00 
 Meação de Carolina: R$ 110.000,00. Quinhão hereditário de cada filho: R$ 36.666,66 
 
Meação de Carolina: R$ 110.000,00. Quinhão hereditario de Carolina: R$ 50.000,00. Quinhão hereditário de cada 
filho: R$ 20.000,00 
Respondido em 23/05/2020 19:11:52 
 
 
Explicação: 
Meação de Carolina: R$ 110.000,00. Quinhão hereditário de cada filho: R$ 36.666,66 
 
 
 
 
 8a Questão 
 
 
A respeito da sucessão legítima, assinale a opção INCORRETA (OAB/RJ ¿ 37º Exame da Ordem) (Adaptado) 
 
 O consorte supérstite não herdará a totalidade da herança na ausência de descendentes e ascendentes; 
 
Os herdeiros colaterais não são herdeiros necessários; 
 
O cônjuge sobrevivente , casado pelo regime da comunhão universal, não concorre com os descendentes na herança do 
cônjuge falecido. 
 
O cônjuge sobrevivente, casado pelo regime da separação obrigatória, concorre com os ascendentes na herança do 
cônjuge falecido. 
 
A existência de herdeiros na classe dos descendentes afasta da sucessão os ascendentes; 
Respondido em 23/05/2020 19:11:43 
 
 
Explicação: 
Aplicação das regras da sucessão legítima estatuídas nos arts. 1829 a 1844 do CC. 
 
1a Questão 
 
(TJDFT/JUIZ) Assinale a opção correta acerca do direito das sucessões. 
 
 O objetivo do legislador, ao criar o instituto do direito real de habitação, foi o de promover a proteção ao cônjuge 
supérstite que, desfavorecido de fortuna, corresse o risco de cair em situação de penúria ou grande inferioridade em 
comparação àquela de que desfrutava quando vivo o consorte, de modo que, mesmo havendo

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