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DIREITO CIVIL SUCESSOES - SIMULADOS

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nulidade, não havendo modo de se aproveitar a disposição. 
 
Não há vício na disposição testamentária, mas apenas ineficácia se alegada pela parte interessada. 
 Apesar do vício de consentimento, é possível cumprir a vontade do testador se identificada a pessoa a quem se 
refere o testamento. 
 
Por se tratar de claro erro quanto à pessoa, a disposição é anulável pelo prazo de 4 anos. 
Respondido em 23/05/2020 17:54:17 
 
 
 
 
 3a Questão 
 
 
(CESPE/DPE-MA DEFENSOR PÚBLICO/2011) De acordo com o direito das sucessões: 
 
 
o testamento cerrado terá de ser aberto pelo tabelião, na presença de, pelo menos, três testemunhas. 
 
o indivíduo com mais de dezesseis anos de idade pode dispor de seus bens por ato de última vontade, desde que 
judicialmente autorizado, uma vez que não possui capacidade testamentária plena. 
 os descendentes do herdeiro excluído por indignidade sucedem por estirpe, como se ele estivesse morto antes da 
abertura da sucessão. 
 
o cônjuge sobrevivente está em segundo lugar na ordem de vocação hereditária; e, se forem cinco os filhos comuns do 
casal, caberá a ele, ascendente dos herdeiros, uma quarta parte da herança, sendo o restante dividido em partes iguais 
pelos filhos. 
 
a partilha, uma vez julgada, só será anulável pelos vícios e defeitos que invalidem, em geral, os negócios jurídicos e 
desde que observado o prazo decadencial de quatro anos. 
Respondido em 23/05/2020 17:56:16 
 
 
Explicação: 
os descendentes do herdeiro excluído por indignidade sucedem por estirpe, como se ele estivesse morto antes da abertura da 
sucessão. 
 
 
 
 
 4a Questão 
 
 
(TJ/PE) João, que possui dois filhos − José e Joaquim − em 2010, doou a José, com dispensa de colação, alguns imóveis que 
totalizaram R$ 2.000.000,00 e que representavam 25% de seu patrimônio, avaliado em R$ 8.000.000,00. Por testamento, 
lavrado em 2012, João deixa parte de seus bens, distribuídos em legados, também a José e sem prejuízo de sua legítima. 
Aberta a sucessão de João, em 2014, verificou-se que os bens deixados a José, no testamento, equivaliam a R$ 3.000.000,00, 
e o patrimônio do testador se reduzira a R$ 6.000.000,00. Segundo o que dispõe o Código Civil, 
 
 tanto as doações como os legados são válidos, porque respeitaram a legítima dos filhos que deverá, respectivamente, 
ser calculada no momento da doação e no momento da abertura da sucessão. 
 
José terá de optar entre receber os legados ou permanecer com os bens doados, salvo se os trouxer à colação, porque 
não se admite que o ascendente beneficie um mesmo descendente com doações e legados, que ultrapassem o 
disponível calculado na data da abertura da sucessão. 
 
o testamento de João é nulo, porque não respeitou a legítima dos filhos. 
 
a cláusula que dispensou o donatário da colação tornou-se ineficaz, porque somados os legados e as doações, João 
desrespeitou a legítima de Joaquim. 
 
haverá necessariamente redução das disposições testamentárias para que a legítima de Joaquim seja respeitada, 
levando-se em conta as doações e os legados. 
Respondido em 23/05/2020 17:56:41 
 
 
 
 
 5a Questão 
 
 
Até a partilha, o direito dos coerdeiros, quanto à propriedade e posse da herança, rege-se pelas normas relativas à (ao): 
 
 
curatela 
 
fundação. 
 condomínio. 
 
composse. 
 
sociedade de fato. 
Respondido em 23/05/2020 17:56:28 
 
 
Explicação: 
Art. 1.791 CC A herança defere-se como um todo unitário, ainda que vários sejam os herdeiros. 
Parágrafo único. Até a partilha, o direito dos co-herdeiros, quanto à propriedade e posse da herança, será indivisível, e regular-
se-á pelas normas relativas ao condomínio. 
 
 
 
 
 6a Questão 
 
 
(OAB/SP) A sucessão da pessoa natural ocorre com 
 
 
o testamento. 
 
a abertura do inventário. 
 a morte do sucedido. 
 
a finalização do inventário. 
Respondido em 23/05/2020 17:56:48 
 
 
Explicação: 
Art. 1.784 CC Aberta a sucessão, a herança transmite-se, desde logo, aos herdeiros legítimos e testamentários. 
 
 
 
 
 7a Questão 
 
 
 
(Ministério Público Estadual MPE/MG ¿ 2010) Analise as seguintes alternativas e assinale a assertiva INCORRETA. 
 
 
 
Consoante a teoria da responsabilidade subjetiva, em não havendo culpa do agente, não é o autor do ato 
responsabilizado pelo dano indenizável. 
 O herdeiro que tentou matar seu pai, citado em ação própria, seis anos após a abertura da sucessão, não recebe a 
herança, face ao despacho citatório do juiz. 
 
. 
 
Absolvido de crime praticado contra seu pai, com sentença transitada em julgado, não produzirá efeito a disposição 
testamentária deserdando o ofensor. 
 
O esbulhador do alheio deve indenizar o dono da coisa pelo valor das deteriorações e o devido a título de lucros 
cessantes, se houver. 
Respondido em 23/05/2020 17:57:25 
 
 
Explicação: 
 
O enunciado requer a alternativa incorreta. Desse modo, como o prazo 
decadencial para se intentar a referida ação é de quatro anos, a 
alternativa D está errada, nos termos do parágrafo único do 
artigo 1.965 do CC/2002: ¿Ao herdeiro instituído, ou àquele a quem 
aproveite a deserdação, incumbe provar a veracidade da causa alegada 
pelo testador. Parágrafo único. O direito de provar a causa da 
deserdação extingue-se no prazo de quatro anos, a contar da data da 
abertura do testamento.¿ Vide, também, artigo 1.815 § 1o. 
 
 
 
 
 
 8a Questão 
 
 
(TJ/MT) Assinale a alternativa CORRETA. 
 
 
A sucessão por morte obedece, quanto aos herdeiros brasileiros, à lei de seu domicílio, desde que lhe seja mais benéfica, 
desimportando a localização, situação ou natureza dos bens. 
 Todas as alternativas anteriores estão incorretas. 
 
A sucessão por morte obedece à lei de nacionalidade do de cujus, mesmo que os bens estejam situados no Brasil. 
 
A sucessão por morte obedece, quanto aos bens situados no Brasil, à lei brasileira. 
 
A sucessão por morte obedece à lei do domicílio do de cujus, quanto à capacidade de suceder dos herdeiros e legatários. 
Respondido em 23/05/2020 17:57:33 
 
 
Explicação: 
Todas as alternativas anteriores estão incorretas. 
 
 
1a Questão 
 
Julgue os itens a seguir, marcando apenas a alternativa verdadeira: 
 
 No processo de inventário a meação do cônjuge nunca deve ser considerada para fins de cálculo do imposto de 
transmissão causa mortis. 
 
O processo de inventário consiste na descrição minuciosa dos bens para fins de se apurar o quinhão de cada herdeiro, 
para o pagamento das dívidas do de cujus e para o recolhimento do imposto de transmissão ao fisco municipal. 
 
Será nomeado inventariante, pela ordem, na impossibilidade ou inexistência do cônjuge sobrevivente, o filho mais 
velho do falecido. 
 
O processo de inventário será sempre judicial, exceto quando todos os herdeiros forem capazes e houver 
consentimento para remessa ao juízo arbitral. 
 
O Espólio permanece na posse do cônjuge sobrevivente, até o que inventariante nomeado preste compromisso nos 
autos. 
Respondido em 23/05/2020 17:59:48 
 
 
Explicação: A questão visa aferir a compreensão dos primeiros procedimentos processuais após a abertura da sucessão e do 
processo de inventário. 
 
 
 
 
 2a Questão 
 
 
A responsabilidade jurídica de guarda e proteção de arquivos, independentemente de vínculo de propriedade é chamada de: 
 
 
Herança. 
 Custódia. 
 
Compra e Venda 
 
Dação. 
 
Sucessão. 
Respondido em 23/05/2020 18:00:01 
 
 
Explicação: 
GABARITO- Custódia 
- Responsabilidade jurídica de guarda e proteção de arquivos, independentemente de vínculo de propriedade. 
 
 
 
 
 3a Questão 
 
 
Sobre o direito de representação na herança é correto afirmar que: 
 
 
No caso de renúncia à herança, os descendentes do renunciante herdarão por direito de representação como se o 
renunciante fosse pré-morto 
 
Um cônjuge sobrevivente sucede representando o outro em caso de comoriência deste com o seu ascendente, quando 
o ascendente deixar

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